Éramos seis (Maria José Dupré)

capa 1 (1973-1989)
Capa criada por Terezinha Bissoto (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Éramos seis, da escritora brasileira Maria José Dupré (1898-1984), publicado no Brasil entre 1973 e 1989 (capa 1) e entre 1990 e 1998 (capa 2) pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1943. Ilustrado por Terezinha Bissoto.

Sinopse: Coragem, perseverança e união. Serão esses os segredos que permitem àquela família enfrentar todos os desafios que a vida lhe impõe? Você vai acompanhar o dia-a-dia de seu Júlio, dona Lola e seus filhos, com alegrias, tristezas, problemas e soluções, narrado com sensibilidade por Maria José Dupré. Éramos Seis é um livro clássico, que tem emocionado muitas gerações de leitores. [fonte: contracapa da edição de 1994]


A força e a união de uma família para vencer os conflitos e a pobreza, numa mensagem de coragem sempre atual. [fonte: site da editora, link visitado em abril de 2005]

Oi, bicho! Aí vem a história de mamãe Lola, uma história de gente com a gente. Tem o Julinho, que um dia inventa de soltar os cachorros da carrocinha. Tem o Alfredo, brigão desde criança, que acaba indo pra guerra. Tem a Isabel, com seu namoro contrariado, tem... Ah, vou parar por aqui. O resto você vai saber lendo o livro. Tchau! [fonte: orelha da edição publicada em 1989]


capa 2 (1990-1998)
A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1990 (conforme pode ser visto nesta postagem), 1999 e 2010.

O livro ganhou os prêmios Raul Pompéia (da Academia Brasileira de Letras - ABL) e José Ermínio de Moraes. Maria José Dupré escreveu uma sequência para Éramos seis (1943) intitulada Dona Lola (1949).

A narrativa do livro inicia por volta de 1914 e se estende por 28 anos, até 1942. Nesse ínterim, dois eventos históricos são citados como acontecendo na cidade de São Paulo e que influência o dia-a-dia dos personagens: a Revolução Paulista de 1924 e a Revolução Constitucionalista de 1932. Entre os assuntos polêmicos para a época abordados no livro estão: o comunismo no Brasil na década de 1930, o preconceito por pessoas divorciadas ou separadas, a dura realidade da criação e educação de filhos, a diferença existente entre ricos e pobres, o uso de grosseria na comunicação familiar, entre muitos outros.

orelha, por Edu
Os personagens do livro são: Dona Lola (Eleonora) [a narradora], Seu Júlio (marido de Lola), Carlos (filho mais velho de Lola e Júlio), Alfredo (filho de Lola e Júlio), Julinho (filho de Lola e Júlio), Isabel (filha de Lola e Júlio), Durvalina (empregada de Lola e Júlio), Caçarola (gato de Isabel), mãe de Lola, Clotilde (irmã de Lola), Olga (irmã de Lola), Emília (tia de Lola), Candoca (tia de Lola), Elvira (tia de Lola), mãe de Júlio, Maria (irmã de Júlio), Zeca (namorado e posteriormente marido de Olga), Adelaide (prima de Lola, filha de Emília), Justina (prima de Lola, filha de Emília), Mocinha (prima de Lola, filha de Candoca), Nélson (marido de Mocinha), Vira-Mundo (amigo de infância de Alfredo), Raio Negro (amigo de infância de Alfredo), Dona Genú (vizinha de Lola), Joca (filha de Genú), Lili (filha de Genú), Leonor (filha de Genú), Barbosa (patrão de Júlio), Felício (namorado e posteriormente marido de Isabel), Maria Laura (filha de Barbosa, namorada e posteriormente esposa de Julinho), Dona Carola (vizinha de Clotilde), além de muitos outros que são apenas citados em conversas dos personagens.
contracapa (1990-1998)

Adaptação para cinema: Éramos seis (1945, Argentina, sem título no Brasil).

Adaptação para televisão: Éramos seis (1958, Brasil, novela, Record), Éramos seis (1967, Brasil, novela, Tupi), Éramos seis (1977, Brasil, novela, Tupi) e Éramos seis (1994, Brasil, novela, SBT).

Adaptação em quadrinhos: Edição Maravilhosa Nº 128 (julho de 1956).


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