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Mustafa Yazbek: Os bandeirantes (1985)

Os bandeirantes é um livro paradidático de História do Brasil do escritor e historiador brasileiro Mustafa Yazbek, publicado originalmente no Brasil em 1985 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro são as expedições de exploração do interior do território brasileiro ocorridas durante o século XVII (1601-1700) conhecidas como bandeiras, realizadas por sertanistas (os bandeirantes) em busca de riquezas mineiras, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos, contribuindo diretamente para a expansão territorial do Brasil para regiões como Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

Neste livro, você poderá conhecer a trajetótia de uma bandeira paulista que sai em busca de índios, na primeira metade do século XVII. Embora imaginária, a história foi inspirada e fundamentada em documentos históricos. Você poderá descobrir um pouco do cotidiano dos antigos habitantes da América portuguesa, acompanhando a partida da bandeira da vila de São Paulo, seu percurso pelos sertões do sul e seu ataque a uma aldeia de índios administrada por jesuítas espanhóis. Os bandeirantes são descritos com suas grandezas e mazelas, como conquistadores de um imenso continente para a Coroa portuguesa à custa do extermínio de muitas vidas. [fonte: contracapa da edição de 2003] 

Eventos históricos abordados: (1) São Paulo no século XVII (2) Uma bandeira de caça ao índio: preparativos, composição, objetivos, cotidiano  (3) Missões jesuíticas: a catequese e aculturação indígena (4) O choque violento entre bandeirantes e reduções (5) Uma visão crítica do mito do bandeirismo (6) A expansão das fronteiras brasileiras.

Antonio Carlos Olivieri: A França Antártica (1994)

A França Antártica é um livro paradidático de História do Brasil do escritor brasileiro Antonio Carlos Olivieri, publicado originalmente no Brasil em 1995 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro é a invasão francesa ao território do Brasil colonial em meados do século XVI, onde fundaram uma colônia, a França Antártica, na região da Baía de Guanabara (Rio de Janeiro) entre 1555 e 1570, o que ocasionou, após a expulsão dos franceses, uma intensificação dos portugueses na colonização do território brasileiro. O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

Pierre Lambert é um náufrago de um navio corsário francês que encontra abrigo junto aos tupinambás. Contratado por Villegaignon para servir de intérprete, Lambert acaba liderando uma revolta contra a tirania do comandante. O plano é descoberto, mas ele consegue escapar, indo se refugiar novamente entre os tupinambás. A partir desse momento, o esperto francês participa ao lado de franceses, portugueses ou índios, de acordo com sua conveniência, de importantes episódios da tentativa de estabelecer uma colônia francesa em território brasileiro, em meados do século XVI. [fonte: site da editora, dezembro de 2000] 

Eventos históricos abordados: (1) O Tratado de Tordesilhas e suas consequências (2) Invasões no Brasil: franceses e holandeses (3) Conflitos religiosos na Europa (4) Fundação da França Antártica.


Silvia Cintra Franco e Sergio Reinhardt Santana: A Inquisição Ibérica (1995)

A Inquisição Ibérica. Silvia Cintra Franco e Sergio Reinhardt Santana. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História. 1995-1999 (1ª a 3ª edição). ISBN: 85-08-05361-4. Ilustrações de Marcus de Sant'Anna.
A Inquisição Ibérica é um livro paradidático de História do Brasil dos escritores brasileiros Silvia Cintra Franco e Sergio Reinhardt Santana, publicado originalmente no Brasil em 1995 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro foram as visitas da Inquisição Católica no início da colonização brasileira, na segunda metade do século XVI, para frear práticas que representasse ameaça à hegemonia católica, muitas vezes utilizando tortura física e psicológica. O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional, mas baseado em fatos reais, mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

Olinda, 1594. A jovem Ana Costa, filha de mãe judia e pai católico, dirige a fazenda da família, onde também vive sua prima Felipa. Mas a chegada de uma visitação do Tribunal do Santo Ofício vai mudar a vida das duas moças. Acusada de práticas judaizantes, Felipa é levada para Lisboa. Não resistindo às torturas, acaba denunciando a prima, injustamente. Ana Costa nega todas as acusações, mesmo sob tortura. Mas o Tribunal decide que ela deve se penitenciar publicamente, participando de um auto-de-fé. Seu sofrimento, porém, não acaba por aí… Baseado em um fato verdadeiro, A Inquisição Ibérica trata de acontecimentos pouco explorados e conhecidos de nossa História. [fonte: site da editora, dezembro de 2000] Eventos históricos abordados: (1) Origens da Inquisição. (2) O Tribunal do Santo Ofício na Espanha e em Portugal. (3) As visitações no Brasil. (4) Os procedimentos inquisitoriais.

A Inquisição Ibérica. Silvia Cintra Franco e Sergio Reinhardt Santana. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História. 1995-1999 (1ª a 3ª edição). ISBN: 85-08-05361-4. Ilustrações de Marcus de Sant'Anna.
Edições: 1ª (1995), 2ª (1998), 3ª (1999).

Antonio Augusto da Costa Faria: Caravelas no Novo Mundo (1984)

Caravelas no Novo Mundo. Antonio Augusto da Costa Faria. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História.
Caravelas no Novo Mundo é um livro paradidático de História do Brasil do historiador brasileiro Antonio Augusto da Costa Faria, publicado originalmente no Brasil em 1984 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro é a preparação e a viagem comandada por Pedro Álvares Cabral que culminou no descobrimento do Brasil pelos portugueses em 22 de abril de 1500. O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. A partir  de 2003, o conteúdo histórico foi ampliado e o título do livro passou por uma pequena alteração: Caravelas do Novo Mundo

A aventura da esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral em sua viagem entre Portugal e Brasil, descrita pelo escrivão Pero Vaz de Caminha: os primeiros contatos com os habitantes do Novo Mundo e os perigos enfrentados pelos descobridores. [fonte: site da editora, dezembro de 2000] A expansão marítima e comercial promovida por algumas nações européias nos séculos XV e XVI mudou o panorama do mundo como era conhecido até então. Novos continentes foram incorporados ao mapa mundial; novas regiões foram exploradas comercialmente; enormes contigentes humanos foram transformados em mão-de-obra escrava. Este livro trata justamente desse momento singular da História, destacando o pioneirismo português e a dimensão humana das viagens marítimas, em que medo, fome, doenças, morte e glórias conviviam cotidianamente nas caravelas que conduziam aqueles navegadores para o Novo Mundo. [fonte: contracapa, 2003]

Eventos históricos abordados: (1) O pioneirismo português nas grandes navegações modernas (2) A viagem de Cabral: composição da esquadra, objetivos, perigos, necessidades, limitações (3) Os primeiros contatos entre portugueses e índios do Brasil (4) A descrição da terra.

A. A. Milne: Ursinho Pooh constrói uma casa / Winnie Puff constrói uma casa (1928)

The house at Pooh corner (no Brasil, Winnie Puff constrói uma casa / Ursinho Pooh constrói uma casa) é um livro infantil do escritor inglês A. A. Milne (1856-1956, Alan Alexander Milne), publicado originalmente na Inglaterra em 1928 pela editora Methuen. O livro é a sequência do livro Winnie-the-Pooh (no Brasil, Winnie Puff / Ursinho Pooh), publicada em 1926. Ambos os livros foram ilustrados por E. H. Shepard (1879-1976, Ernest Howard Shepard).

O livro é composto por 10 histórias independentes e trazem novas aventuras dos bichos de pelúcia do menino Christopher Robin no Bosque dos Cem Acres, iniciando com o ursinho Pooh e Leitão tentando construir uma casa para Ió, o burro. Um novo amigo é apresentando: Tigrão, um tigre de pelúcia cheio de energia que adora pular com sua cauda.

Em 1968, os estúdios Walt Disney adaptou três das histórias do livro no curta-metragem animado Winnie the Pooh and the blustery day (no Brasil, Ursinho Puff e o dia chuvoso). Em 1974, mais duas histórias foram adaptadas no curta Winnie the Pooh and Tigger too! (no Brasil, Ursinho Puff e o tigre saltador). Posteriormente, em 1977, o curta foi inserido junto com outros curtas do personagem no filme The many adventures of Winnie the Pooh (no Brasil, Puff o ursinho guloso).

A. A. Milne: Ursinho Pooh / Winnie Puff (1926)

Winnie-the-Pooh (no Brasil, Winnie Puff / Ursinho Pooh) é um livro infantil do escritor inglês A. A. Milne (1856-1956, Alan Alexander Milne), publicado originalmente na Inglaterra em outubro de 1926 pela editora Methuen. O livro teve uma sequência, também escrita por Milne, que foi publicada em 1928: The house at Pooh corner (no Brasil, Winnie Puff constrói uma casa / Ursinho Pooh constrói uma casa). Ambos os livros foram ilustrados por E. H. Shepard (1879-1976, Ernest Howard Shepard).

O livro é composto por 10 histórias independentes que trazem as aventuras de um brinquedo do menino Christopher Robin, o ursinho de pelúcia Pooh, e seus amigos, que também são bichos de pelúcia: Leitão (porquinho), Ió (burro), Corujão e Coelho.

Em 1966, Walt Disney adaptou uma das histórias do livro no curta-metragem animado Winnie the Pooh and the honey tree (no Brasil, Ursinho Puff e a árvore de mel). Posteriormente, em 1977, o curta foi inserido junto com outros curtas do personagem no filme The many adventures of  Winnie the Pooh (no Brasil, Puff o ursinho guloso).

Em outubro de 2009, foram publicados outros dois livros com os personagens, autorizados oficialmente pelos detentores dos direitos da obra de A. A. Milne: Return to the Hundred Acre Wood (Retorno ao Bosque dos Cem Acres), escrito por David Benedictus; e, The best bear in all the world (O melhor urso em todo o mundo), escrito por Paul Bright, Jeanne Willis, Kate Saunders e Brian Sibley. Os livros foram ilustrados por Mark Burgess e ainda não foram publicados no Brasil.

Manuel Pinheiro Chagas: O juramento da duquesa (1873)

O juramento da duquesa. Romance Histórico Original. Manuel Pinheiro Chagas. Edição Saraiva (editora). Coleção Saraiva, Nº 129. Março de 1959. Capa e contracapa de Nico Rosso.
O juramento da duquesa é um romance histórico do escritor português Manuel Pinheiro Chagas (1842-1895), publicado originalmente em Portugal em 1873. É a sequência do romance histórico A máscara vermelha (1873). [+capas]

Os anos que se seguiram à restauração da independência de Portugal foram férteis em conjurações e traições, a que poucos podiam escapar ilesos. Neste romance histórico, Pinheiro Chagas retoma a trama iniciada na "Máscara Vermelha" e romanceia os eventos que se lhe seguiram. Destaca-se, nomeadamente a prisão e julgamento de Francisco de Lucena, o Secretário de Estado que promoveu a morte do Marquês de Vila Real e do duque de Caminha. Também Pedro Bonete, o pérfido catalão que, qual camaleão, veste as cores das circunstâncias para salvar a pele assume novamente um papel primordial nesta empolgante saga de Pinheiro Chagas. [fonte: Kobo

Manuel Pinheiro Chagas: A máscara vermelha (1873)

A máscara vermelha. Romance Histórico Original. Manuel Pinheiro Chagas. Edição Saraiva (editora). Coleção Saraiva, Nº 128. Fevereiro de 1959. Capa e contracapa de Nico Rosso.
A máscara vermelha é um romance histórico do escritor português Manuel Pinheiro Chagas (1842-1895), publicado originalmente em Portugal em 1873. Foi seguido pelo romance histórico O juramento da duquesa (1873). [+capas]

No dia 7 de junho de 1640 rebenta em Barcelona a "Revolta da Catalunha". O rei Filipe IV de Castela foca a sua atenção e os seus esforços naquela província do leste da península, fragilizando a defesa dos restantes domínios. É neste contexto que em Portugal tem início o movimento de restauração da independência, que irá culminar na revolta de 1 de dezembro. São estes dois acontecimentos históricos que inspiram este romance de Pinheiro Chagas. Nele é narrada a história de uma jovem portuguesa, de nome Inês, que é acolhida em Castela pelo vice-rei, um velho amigo de seu pai. Ali vive protegida e num ambiente familiar até que o povo em motim, naquela que ficou conhecida como a revolta dos segadores, invade o palácio do governador com o objetivo de o assassinar e declarar a independência da região. Durante esta invasão ela vê-se confrontada com uma difícil decisão, salvar o seu protetor ou a sua dignidade. Escolhe preservar a vida de quem tanto estima e perde a virgindade aos braços do líder dos revoltosos, D. Pedro Bonete. Apesar dos esforços de Inês o vice-rei acaba assassinado pelos revoltosos e ela fica à guarda de Pedro Bonete. A convivência entre ambos dá origem a uma paixão e Inês já profundamente enamorada do catalão, e por temer pela vida dele, propõe-lhe que regressam ambos a Portugal assim que o rei Filipe recuperar o controlo da Catalunha. Em Portugal davam-se os primeiros passos para a restauração da independência e os acontecimentos que se seguem acabam por revelar o verdadeiro caráter do espanhol. [fonte: Kobo

Manuel Pinheiro Chagas: Tristezas à beira-mar (1866)

Tristezas à beira-mar. Manuel Pinheiro Chagas. Edição Saraiva (editora). Coleção Saraiva, Nº 121. Julho de 1958. Capa e contracapa de Nico Rosso.
Tristezas à beira-mar é um romance do escritor português Manuel Pinheiro (1842-1895), publicado originalmente em Portugal em 1866. Foi o primeiro romance publicado do autor. [+capas]

Leonor e Madalena, irmãs a quem uma fatalidade deixou órfãs, foram separadas na infância, ficando a primeira na pequena vila da Ericeira ao cuidado do avô de ambas, e a segunda na cidade de Lisboa ao cuidado de uma tia. A vida corria suave para Leonor; tornara-se noiva de Jorge, uma das poucas pessoas com quem lidava, e o futuro parecia-lhe, se não risonho, pelo menos seguro. Até que um dia Madalena é obrigada a regressar à Ericeira, transtornando involuntariamente o sossego da sua irmã e do seu avô... [fonte: Kobo

Ian Fleming: Chitty-Chitty-Bang-Bang: O carro mágico / O calhambeque voador / O calhambeque mágico / O calhambeque e os gangsters (1964-1965)

Fonte da imagem: Manhattan Rare Books

Chitty Chitty Bang Bang: The magical car é um livro infantil do escritor inglês Ian Fleming (1908-1964), publicado originalmente na Inglaterra pela editora Jonathan Cape em três volumes: Adventure Number 1 (22 de outubro de 1964), Adventure Number 2 (26 de novembro de 1964) e Adventure Number 3 (14 de janeiro de 1965). No Brasil, os três volumes foram lançados pela editora Expressão e Cultura na década de 1960 com o título Chitty-Chitty Bang-Bang e os subtítulos O calhambeque voador, O calhambeque mágico e O calhambeque e os gangsters. A partir de 1968, o três livrinhos passaram a ser publicados em volume único na Inglaterra, o que foi adotado nas edições do livro pelo mundo, inclusive no Brasil em uma edição lançado pela editora Galera Record em 2011: Chitty Chitty Bang Bang: O carro mágico. Inicialmente, o texto de Ian Fleming foi lançado em cinco capítulos no jornal Daily Express, durante uma semana, de 19 de outubro (segunda-feira) e 24 de outubro de 1964 (sexta-feira).

Ele consegue nadar. Ele consegue voar. Ele consegue até pensar sozinho... As aventuras completas do carro de corrida mais mágico que já cruzou os céus. O Comandante Caractacus Pott, sua mulher e seus dois filhos gêmeos não são uma família comum, e ninguém poderia esperar que eles tivessem um automóvel comum. Inspirado em um carro de corridas real construído em 1920 pelo Conde Zborowsky, Chitty Chitty Bang Bang é um carro mágico que consegue nadar, voar e até pensar sozinho. Quando os Potts se deparam com Joe, o monstro, e seu terrível bando, eles precisam desesperadamente de ajuda para combater a notória gangue de ladrões. É aí que Chitty Chitty Bang Bang entra em ação, guiando a família Pott por uma série de aventuras pelos céus, os mares e muito além! Repleta de humor, peripécias e parafernálias que só um gênio como Fleming poderia criar, a história se tornou um clássico para crianças e adultos de todas as idades... [fonte: Skoob]

O livro ganhou o prêmio Young Reader's Choice Award em 1967. Na década de 2010, o escritor inglês Frank Cottrell-Boyce (1959-) trouxe novas aventuras com Chitty-Chitty Bang-Bang em três novos livros: Chitty Chitty Bang Bang flies again (outubro de 2011), Chitty Chitty Bang Bang and the race against time (setembro de 2012) e Chitty Chitty Bang Bang over the moon (setembro de 2013). Nenhum dos títulos teve tradução publicada no Brasil.

Em dezembro de 1968 foi lançado nos cinemas o filme Chitty Chitty Bang Bang (no Brasil, O calhambeque mágico, lançado em janeiro de 1969), livremente baseado no romance infantil de Ian Fleming. Após o lançamento do filme, a editora inglesa Pan Books lançou uma romantização do roteiro do filme escrita por John Burke. Em 2002, o filme foi adaptado como peça teatral musical e exibida no teatro London Palladium, em Londres (Inglaterra), no período de abril de 2002 a setembro de 2005.

Chitty Chitty Bang Bang: The magical car foi o último livro escrito por Ian Fleming, além de ser o único infantil do escritor inglês criador do famoso personagem James Bond (007). Ele foi escrito especialmente para seu filho Caspar, já que Fleming costuma contar as histórias do carro mágico para o garoto à noite. O autor não viveu para vê-lo publicado. Ele faleceu em 12 de agosto de 1964, aos 54 anos, após um ataque cardíaco, na data do aniversário de 12 anos de seu filho. O livro só viria a ser publicado a partir de outubro daquele ano.

Paulo Bentancur: A máquina de brincar (2005)

A máquina de brincar. Paulo Bentancur. Editora Bertrand Brasil. Abril de 2005. ISBN: ISBN:85-286-1104-3. Capa de Os Figuras. Ilustrações de Os Figuras (estúdio).
A máquina de brincar é um livro de contos em formato de poemas do escritor brasileiro Paulo Bentancur (1957-2016), direcionado ao público infantojuvenil e publicado originalmente no Brasil em 2005 pela editora Bertrand Brasil. O livro contém 25 poemas e é dividido em duas parte: "Para ler no claro", com páginas brancas e poemas com personagens bons; e "Para ler no escuro", com páginas pretas e poemas com personagens maus, como bruxa e o diabo.

A máquina de brincar reúne 25 poemas para o público infanto-juvenil. De forma lúdica e engraçada, Paulo Bentancur escreve sobre o dia-a-dia infantil como se estivesse brincando com a meninada no parquinho ou no pátio da escola. Mas, como a realidade das crianças não é nada sem a imaginação, A máquina de brincar junta tudo o que se passa na frente dos olhos e dentro da cabeça desse pessoal pequeno. Tem mágicas, sustos, jogos e historinhas - de crianças, com crianças, para crianças. Escrevendo com muito cuidado e carinho, Bentancur prova que um poeta nunca deixa de ser um pouco moleque. [fonte: contracapa do livro]

A máquina de brincar. Paulo Bentancur. Editora Bertrand Brasil. Abril de 2005. ISBN: ISBN:85-286-1104-3. Capa de Os Figuras. Ilustrações de Os Figuras (estúdio).

A partir de 2014, A máquina de brincar passou a ser alvo de polêmica e boicote após uma mãe de aluna publicar um vídeo indignada com o conteúdo do livro, acusando o autor de incentivar o satanismo para crianças, devido a dois poemas da segunda parte: "O Diabo que me carregue" e "O que Deus nos deu". Sobre a polêmica, Paulo Bentancur disse: "Quis fazer um livro diferente. As crianças de hoje são inteligentes, gostam de suspense, de figuras lendárias. E qual o problema de brincar com Deus e o diabo? Não faço apologia ao demônio, apenas brinco com o lado bom e o lado mau das coisas. (...) Os pequenos sabem que existe esse mito em torno de Deus e do diabo. O que fiz foi jogar uma piada, de forma leve." [fonte: Jornal de Brasília, julho de 2014] "Nove anos depois de lançado e comprado pelo Governo de São Paulo para distribuição às bibliotecas públicas, meu livro A Máquina de Brincar (toda criança é uma “máquina”, um instrumento, um ser construído pela biologia a partir da qual brota a imaginação) vem recebendo, de uma hora para outra, de repente, como se se organizasse um movimento, e por causa de 2 poemas entre 25 (97% dos poemas “sem problemas”), sem mais nem menos, como se eu estivesse escrevendo sob uma ótica religiosa, quando nem religioso sou." [fonte: Pop Mundi, julho de 2014] "A explicação é a irreverência, o bom humor, nada além. Não tive o intuito de ofender nenhuma religião. Era para ser uma brincadeira aos olhos das crianças. Quis dar um ar divertido e humano a essas figuras religiosas. Não deixa de ser uma censura, porque o livro também fala sobre outras criaturas fantásticas." [fonte: IG, julho de 2014]

Paulo Bentancur: O morto que não encontrava o céu (2009)

O morto que não encontrava o céu. Paulo Bentancur. Editora WS Editor. Coleção Infanto-Juvenil. Abril de 2009. ISBN: 978-85-7599-099-5. Ilustrações de Nicole Dieter.
O morto que não encotrava o céu é um livro infantojuvenil de terror do escritor brasileiro Paulo Bentancur (1957-2016), direcionado para o público de 9 a 12 anos e publicado originalmente no Brasil em abril de 2009 pela editora WS Editor.

Fim de semana. Sábado e domingo com ótimas chances de dar em aventura. Felipe, um menino pra lá de curioso, sai a caminhar pelo bairro, o seu mundo particular e, também, o mundo de tanta gente que mora por ali ou não mora, mas costuma passar pelo lugar. Felipe gosta de um bom papo, não resiste a investigar cada detalhe da realidade. Mas... O que é a realidade? Ora, aquele cara que agora mesmo vem ali! Quem? Aquele sujeito! Rosto estranho. Modos estranhos. E Felipe, sem dar-se conta, foi parar perto demais do cemitério. Assim começa mais um livro infanto-juvenil de Paulo Bentancur, com a marca registrada do autor: uma sucessão de surpresas captura o personagem principal e seu gosto pelo risco. Bem, o bairro não é assim tão perigoso. Quer dizer, depende do dia, de quem aparece na nossa frente. Diante de Felipe surge um homem muito difícil de ser descrito. E que busca uma coisa que ninguém busca. Pelo menos ninguém que até aquele dia Felipe tenha conhecido. História de terror, com todos os sustos imagináveis e inimagináveis. E não bastasse o terror, tem o humor, muito humor. No mínimo para a gente rir de nervoso. Aquele encontro muda a vida de Felipe. Muda para sempre. Ele passa do susto inicial a sustos maiores. Até o susto derradeiro: não ter certeza se está... vivo! Agora a curiosidade - que nunca o abandona - precisa de uma aliada: a coragem. E mais que a coragem: a inteligência. Ele precisa bolar um plano para ajudar um novo amigo que se encontra numa situação bastante complicada. E ele ajuda. Se sai vivo dessa? Bem, só mesmo lendo o livro. [fonte: orelha do livro]

O morto que não encontrava o céu. Paulo Bentancur. Editora WS Editor. Coleção Infanto-Juvenil. Abril de 2009. ISBN: 978-85-7599-099-5. Ilustrações de Nicole Dieter.

Flávia Savary: O herói (2010)

O herói. Flávia Savary. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2010-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-4104-2. Ilustrações de Jean-Claude R. Alphen.
O herói é um livro infantil da escritora brasileira Flávia Savary (1956), publicado originalmente no Brasil em 2010 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 8 e 9 anos o tema do comportamento e da convivência com o outro. [+ CAPAS DA ESCRITORA FLÁVIA SAVARY]

O herói desta história usa armadura e espada, mas vive suas aventuras numa grande metrópole dos dias de hoje. Esse pequeno detalhe o torna muito próximo dos “homens comuns”, porém os desafios que ele se dispõe a enfrentar escondem diversas surpresas. De forma bem-humorada e com as divertidas ilustrações de Jean-Claude R. Alphen, O herói brinca com a famosa figura do cavaleiro Dom Quixote, mostrando situações e problemas típicos da sociedade de nosso tempo. [fonte: contracapa do livro]

O herói. Flávia Savary. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2010-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-4104-2. Ilustrações de Jean-Claude R. Alphen. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]

Socorro Acioli: A rendeira borralheira (2009)

A rendeira borralheira. Socorro Acioli. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2009-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-2021-4. Ilustrações de Alexandre Camanho.
A rendeira borralheira é um livro infantil da escritora brasileira Socorro Acioli (1975), publicado originalmente no Brasil em 2009 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 8 e 9 anos o tema do preconceito, da autoestima e da cultura popular brasileira. [+ CAPAS DA ESCRITORA SOCORRO ACIOLI]

A vida na pequena Santa Rita é um tédio na maior parte do ano. Em todo mês de junho, entretanto, sempre acontece uma grande festa que transforma a cidade: a música e os enfeites invadem as ruas, as pessoas preparam deliciosas comidas, as crianças fazem mil e uma brincadeiras, todas as garotas se animam com os preparativos para o concurso de Rainha do Milho. Todas menos uma: Rosalina é uma rendeira que nunca participou do concurso e que sonha em dançar algum dia nessa tão animada festa. Ambientada no Nordeste brasileiro, esta envolvente narrativa de Socorro Acioli recria a famosa história da Gata Borralheira. [fonte: contracapa do livro]

A rendeira borralheira. Socorro Acioli. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2009-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-2021-4. Ilustrações de Alexandre Camanho. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]

Índigo: O quarto pato (2008)

O quarto pato. Índigo. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2008-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-7472-912-1. Ilustrações de Eloar Guazzelli.
O quarto pato é um livro infantil da escritora brasileira Índigo (1971), publicado originalmente no Brasil em 2008 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 8 e 9 anos o tema das diferenças, identidade e intolerância. [+ CAPAS DA ESCRITORA ÍNDIGO]

Desde o nascimento, Raul enfrenta dificuldades e a resistência da família por ser diferente. Quando as exigências se tornam insuportáveis, ele foge de casa e segue sem rumo em busca de outra forma de vida. É quando ocorre, por acaso, uma situação que vai lhe revelar quem é de verdade. Releitura muito bem-humorada de "O patinho feio", de Hans Christian Andersen, O quarto pato não trata apenas da nossa busca pessoal ou da aceitação do nosso destino. Fala da descoberta de si e da transformação que podemos efetuar em nossas vidas. [fonte: contracapa do livro]

O quarto pato. Índigo. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2008-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-7472-912-1. Ilustrações de Eloar Guazzelli. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]

Júlio Emílio Braz: À procura de um emprego (2008)

À procura de um emprego. Júlio Emílio Braz. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2008-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-7472-913-8. Ilustrações de Roberto Negreiros.
À procura de um emprego é um livro infantil do escritor brasileiro Júlio Emílio Braz (1959), publicado originalmente no Brasil em 2008 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 8 e 9 anos o tema do desemprego e do consumismo, especialmente em épocas como o Natal. [+ CAPAS DO ESCRITOR JÚLIO EMÍLIO BRAZ]

Papai Noel é surpreendido em casa por um oficial de justiça que lhe apresenta uma ordem de despejo. Sem dinheiro para pagar os impostos atrasados à prefeitura, pois nunca tinha cobrado nada de ninguém ao presentear as crianças no Natal, decide procurar um emprego na cidade. Depois de inúmeras situações insólitas e engraçadas, Papai Noel faz uma importante descoberta. Criticando com bom humor os costumes natalinos da atualidade, esta fábula contemporânea resgata o verdadeiro espírito do Natal. [fonte: contracapa do livro]

À procura de um emprego. Júlio Emílio Braz. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2008-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-7472-913-8. Ilustrações de Roberto Negreiros. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]

Adriano Messias: Telefante sem fio (2010)

Telefante sem fio. Adriano Messias. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2010-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-4102-8. Ilustrações de Rogério Coelho.
Telefante sem fio é um livro infantil no formato de poema narrativo do escritor brasileiro Adriano Messias (1973), publicado originalmente no Brasil em 2010 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 2 a 5 anos o tema das brincadeiras infantis e animais e da importância da comunicação. [+ CAPAS DO ESCRITOR ADRIANO MESSIAS]

O elefante levantou a tromba e perguntou se alguém no zoológico tinha um amendoim. O macaco entendeu tudo errado e a confusão começou assim. Como será que essa história chega ao fim? Quem já brincou de telefone sem fio vai se divertir com esta narrativa. Quem ainda não brincou vai conhecer a brincadeira. E todo mundo vai entender por que a comunicação é tão importante para a vida das pessoas. [fonte: contracapa do livro]

Telefante sem fio. Adriano Messias. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2010-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-4102-8. Ilustrações de Rogério Coelho. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]

Flávia Muniz: Toma lá, dá cá (1992)

Toma lá, dá cá. Flávia Muniz.
Toma lá, dá cá é um livro infantil da escritora brasileira Flávia Muniz (1956), publicado originalmente no Brasil em 1992 pela editora Moderna. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 6 ou 7 anos o tema comportamento e egoísmo. [+ CAPAS DA ESCRITORA FLÁVIA MUNIZ]

Mico Zeca era um macaco comerciante. Tinha muita comida e trocava tudo por um pouco de banana. Um pouco de caju por um pouco de banana. Uma bacia de salada por uma bacia de bananas. Seus negócios iam muito bem, até que o macaco guloso resolveu subir o preço de tudo. Só que os bichos não eram bobos. E o guloso do Mico Zeca aprendeu uma lição! [fonte: contracapa da edição de 1992, Editora Moderna]

Telma Guimarães Castro Andrade: Maria-Fê (2009)

Maria-Fê. Telma Guimarães Castro Andrade. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2009-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-1439-8. Ilustrações de Fábio Sgroi.
Maria-Fê é um livro infantil da escritora brasileira Telma Guimarães Castro Andrade (1955), publicado originalmente no Brasil em 2009 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 6 ou 7 anos o tema do preconceito, conviver com as diferenças e sobre identidade. [+ CAPAS DA ESCRITORA TELMA GUIMARÃES CASTRO ANDRADE]

Maria-Fê é o apelido de Maria-Fedida, um inseto que cheira muito mal, como o próprio nome já diz. Por causa de seu cheiro, não é convidada para a festa da Borboleta. Seu Gambá, no entanto, lhe traz um convite para a festa de aniversário do Ouriço, que será no mesmo dia. Chateada por ter sido excluída da primeira festa, Maria-Fê procura uma loja de perfumes, na tentativa de ficar bem cheirosa. Certa de que vai abafar na casa do Ouriço, Maria-Fê tem uma infeliz surpresa ao chegar lá e volta para casa decepcionada com um comentário do próprio aniversariante. A partir de então, toma uma decisão importante para sua vida. [fonte: contracapa do livro]

Maria-Fê. Telma Guimarães Castro Andrade. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2009-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-1439-8. Ilustrações de Fábio Sgroi. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]

Cláudio Fragata: O mal do Lobo Mau (2009)

O mal do Lobo Mau. Cláudio Fragata. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2009-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-2026-9. Ilustrações de Luiz Maia.
O mal do Lobo Mau é um livro infantil em formato de poema narrativo do escritor brasileiro Cláudio Fragata (1960), publicado originalmente no Brasil em 2009 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 6 ou 7 anos o tema do comportamento. [+ CAPAS DO ESCRITOR Cláudio Fragata]

Esta narrativa em versos conta a divertida história de um Lobo Mau que fica doente e vai parar no hospital. Ali, para sua surpresa, a enfermeira que vem cuidar dele é uma inocente ovelhinha. O comportamento clássico do Lobo Mau é posto a prova, e ele faz de tudo para não sair de perto da ovelha. Afinal, quais são as intenções do malvado? [fonte: contracapa do livro]

O mal do Lobo Mau. Cláudio Fragata. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2009-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-2026-9. Ilustrações de Luiz Maia. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]

Serena Valentino: Malévola, a rainha do mal - A história da fada das trevas (2017)

Malévola: A rainha do mal: A história da fada das trevas. Serena Valentino.
Mistress of all evil: A tale of the Dark Fairy (no Brasil, Malévola: A rainha do mal: A história da fada das trevas) é um livro juvenil da escritora americana Serena Valentino (1970), publicado originalmente nos Estados Unidos em outubro de 2017. [+ CAPAS DA ESCRITORA SERENA VALENTINO]

Era uma vez uma adorável e indefesa donzela que dorme profundamente anos a fio – vítima de uma maldição – antes de ser resgatada pelo belo e corajoso príncipe encantado. Mas essa é apenas a metade da história. E quanto à Fada das Trevas, Malévola? O que a levou de fato a sucumbir à maldade e ao ódio a ponto de desejar o mal de alguém? Por que ela amaldiçoa a princesa inocente? Este é um relato passado ao longo dos séculos. É uma história de amor e de traição, de magia e de fantasia, de perdão e de arrependimento. É a história da Rainha do Mal. [fonte: site da editora, visitado em setembro de 2018]

O livro é o quarto de uma série chamada Villains (no Brasil, Vilões da Disney), publicada nos Estados Unidos pela Disney Press (um selo da Disney Publishing Worldwide), cuja pretensão é contar as origens e motivações dos vilões dos filmes dos estúdios Walt Disney. Por se tratar de um produto Disney, as personalidades dos personagens da história são baseadas nos filmes e não nos contos de fadas originais nos quais os filmes foram baseados. A vilã desse livro é Malévola do filme A bela adormecida (1959). Os livros da série são: Fairest of all: A tale of the Wicked Queen (2009, A mais bela de todas: A história da Rainha Má), The Beast within: A tale of Beauty's prince (2014, A Fera em mim: A história do príncipe da Bela), Poor unfortunate soul: A tale of the Sea Witch (2016, Úrsula: A história da bruxa da pequena sereia), Mistress of all evil: A tale of the Dark Fairy (2017, Malévola: A rainha do mal: A história da fada das trevas) e Mother knows best: A tale of the Old Witch (2018).


Serena Valentino: Úrsula - A história da bruxa da pequena sereia (2016)


Úrsula: A história da bruxa da pequena sereia. Serena Valentino.
Poor unfortunate soul: A tale of the Sea Witch (no Brasil, Úrsula: A história da bruxa da pequena sereia) é um livro juvenil da escritora americana Serena Valentino (1970), publicado originalmente nos Estados Unidos em julho de 2016. [+ CAPAS DA ESCRITORA SERENA VALENTINO]

Descubra neste livro todos os segredos do passado de Úrsula. Desvende qual era o seu papel no reino de Tritão, o motivo de sua expulsão das dependências reais e, principalmente, como ela se transformou na temida Bruxa do Mar, que enfeitiçou a encantadora princesa Ariel. Toda história tem dois pontos de vista, não é mesmo? [fonte: site da editora, visitado em setembro de 2018]

O livro é o terceiro de uma série chamada Villains (no Brasil, Vilões da Disney), publicada nos Estados Unidos pela Disney Press (um selo da Disney Publishing Worldwide), cuja pretensão é contar as origens e motivações dos vilões dos filmes dos estúdios Walt Disney. Por se tratar de um produto Disney, as personalidades dos personagens da história são baseadas nos filmes e não nos contos de fadas originais nos quais os filmes foram baseados. A vilã desse livro é Úrsula do filme A pequena sereia (1989). Os livros da série são: Fairest of all: A tale of the Wicked Queen (2009, A mais bela de todas: A história da Rainha Má), The Beast within: A tale of Beauty's prince (2014, A Fera em mim: A história do príncipe da Bela), Poor unfortunate soul: A tale of the Sea Witch (2016, Úrsula: A história da bruxa da pequena sereia), Mistress of all evil: A tale of the Dark Fairy (2017, Malévola: A rainha do mal: A história da fada das trevas) e Mother knows best: A tale of the Old Witch (2018).

Serena Valentino: A Fera em mim - A história do príncipe da Bela (2014)


A Fera em mim: A história do príncipe da Bela. Serena Valentino.
The Beast within: A tale of Beauty's prince (no Brasil, A Fera em mim: A história do príncipe da Bela) é um livro juvenil da escritora americana Serena Valentino (1970), publicado originalmente nos Estados Unidos em julho de 2014. [+ CAPAS DA ESCRITORA SERENA VALENTINO]

Um príncipe amaldiçoado se isola em seu castelo. Poucos o viram, mas aqueles que conseguiram tal proeza afirmam que seus pelos são exagerados e suas garras são afiadas – como as de uma fera! No entanto, o que levou esse príncipe, que já foi encantador e amado por seu povo, a se tornar um monstro tão retraído e amargo? Será que ele conseguirá encontrar o amor verdadeiro e pôr um fim à maldição que lhe foi lançada? Em A fera em mim, conheça a história por trás de um dos mais cativantes e populares contos Disney de todos os tempos: A Bela e a Fera!  [fonte: site da editora, visitado em setembro de 2018]

O livro é o segundo de uma série chamada Villains (no Brasil, Vilões da Disney), publicada nos Estados Unidos pela Disney Press (um selo da Disney Publishing Worldwide), cuja pretensão é contar as origens e motivações dos vilões dos filmes dos estúdios Walt Disney. Por se tratar de um produto Disney, as personalidades dos personagens da história são baseadas nos filmes e não nos contos de fadas originais nos quais os filmes foram baseados. O vilão desse livro é Fera do filme A Bela e a Fera (1991). Os livros da série são: Fairest of all: A tale of the Wicked Queen (2009, A mais bela de todas: A história da Rainha Má), The Beast within: A tale of Beauty's prince (2014, A Fera em mim: A história do príncipe da Bela), Poor unfortunatesoul: A tale of the Sea Witch (2016, Úrsula: A história da bruxa da pequena sereia), Mistress of all evil: A tale of the Dark Fairy (2017, Malévola: A rainha do mal: A história da fada das trevas) e Mother knows best: A tale of the Old Witch (2018).



Serena Valentino: A mais bela de todas - A história da Rainha Má (2009)


A mais bela de todas: A história da Rainha Má. Serena Valentino.
Fairest of all: A tale of the Wicked Queen (no Brasil, A mais bela de todas: A história da Rainha Má) é um livro juvenil da escritora americana Serena Valentino (1970), publicado originalmente nos Estados Unidos em agosto de 2009. [+ CAPAS DA ESCRITORA SERENA VALENTINO]

Ela é a primeira vilã da Disney. Apesar da beleza exuberante, é invejosa e extremamente má. Capaz até de pedir a um caçador o coração da doce e ingênua princesa do reino, ela chega a envenenar uma maçã para conseguir se livrar de sua rival. Mas toda história tem dois lados, não é verdade? Será que você conhece realmente a origem da Rainha Má? Este livro vai te contar uma história desconhecida até então. Ela é sobre amor e perda, com uma pitada de magia. Descubra aqui o que se esconde por trás do olhar enigmático da mais bela de todas... [fonte: site da editora, visitado em setembro de 2018]

O livro é o primeiro de uma série chamada Villains (no Brasil, Vilões da Disney), publicada nos Estados Unidos pela Disney Press (um selo da Disney Publishing Worldwide), cuja pretensão é contar as origens e motivações dos vilões dos filmes dos estúdios Walt Disney. Por se tratar de um produto Disney, as personalidades dos personagens da história são baseadas nos filmes e não nos contos de fadas originais nos quais os filmes foram baseados. A vilã desse livro é a Rainha Má do filme Branca de Neve e os setes anões (1937). Os livros da série são: Fairest of all: A tale of the Wicked Queen (2009, A mais bela de todas: A história da Rainha Má), The Beast within: A tale of Beauty's prince (2014, A Fera em mim: A história do príncipe da Bela), Poor unfortunate soul: A tale of the Sea Witch (2016, Úrsula: A história da bruxa da pequena sereia), Mistress of all evil: A tale of the DarkFairy (2017, Malévola: A rainha do mal: A história da fada das trevas) e Mother knows best: A tale of the Old Witch (2018).

Rosana Rios: Um tronco no meio do caminho (2010)

Um tronco no meio do caminho. Rosana Rios. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2010-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-4128-8. Ilustrações de Mateus Rios.
Um tronco no meio do caminho é um livro infantil da escritora brasileira Rosana Rios (1955), publicado originalmente no Brasil em 2010 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 6 ou 7 anos a solidariedade. [+ CAPAS DA ESCRITORA ROSANA RIOS]

A onça vai beber água e encontra um tronco no meio do caminho. Ela tenta empurrar o tronco, mas ele nem se mexe. Outros animais se aproximam e também procuram tirar o tronco do lugar, mas nada de ele se mover. Nesta divertida história de Rosana Rios, a solução do problema vem de quem menons se espera. [fonte: contracapa do livro]

Um tronco no meio do caminho. Rosana Rios. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2010-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-4128-8. Ilustrações de Mateus Rios. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]

Carlos Augusto Segato: O raposo e as luvas (2008)

O raposo e as luvas. Carlos Augusto Segato. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2008-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-7472-908-4. Ilustrações de Ricardo Girotto.
O raposo e as luvas é um livro infantil do escritor brasileir Carlos Augusto Segato (1960), publicado originalmente no Brasil em 2008 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 8 ou 9 anos temas como o desprezo e a pirataria. [+ CAPAS DO ESCRITOR CARLOS AUGUSTO SEGATO]

Régias é um jovem raposo pobre que mora num bairro próximo ao centro da cidade, estuda e trabalha duro numa feira. Num dia chuvoso, Régis vê saindo da casa mais rica do bairro uma bela e jovem raposinha, que derruba um delicado par de luvas ao entrar num carro. Ele tenta avisá-la, mas ela o ignora e Régis vai-se embora com as luvas. Mal sabia ele que esse acontecimento teria um significado especial em sua vida. Parodiando a famosa fábula "A raposa e as uvas", de Esopo, o autor constrói uma narrativa atual e divertida, em que a "moral da história" depende da interpretação de cada leitor. [fonte: contracapa do livro]

O raposo e as luvas. Carlos Augusto Segato. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2008-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-7472-908-4. Ilustrações de Ricardo Girotto. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]

Tânia Alexandre Martinelli: Penas pro ar (2009)

Penas pro ar. Tânia Alexandre Martinelli. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2009-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-1440-4. Ilustrações de Mariângela Haddad.
Penas pro ar é um livro infantil da escritora brasileira Tânia Alexandre Martinelli (1964), publicado originalmente no Brasil em 2009 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre crianças de 8 e 9 anos temas como o autoritarismo versus o diálogo e sobre a convivência com os outros. [+ CAPAS DA ESCRITORA TÂNIA ALEXANDRE MARTINELLI]

Susi é uma franguinha cheia de iniciativa, que acompanha a mãe numa visita a parentes de um outro galinheiro. Nesse local, fica conhecendo o mandachuva do pedaço, um galo sem nome, folgado, arrogante e autoritário, que ela resolve chamar de Penoso. Depois de um diálogo nada agradável com ele, Susi aproveita o tempo livre para conversar com diversas galinhas do local e fazer propaganda do galo de seu próprio terreiro, conhecido por Arnaldo. Mal sabia ela que estava armando a maior reviravolta nos dois galinheiros. Narrada pela própria protagonista, esta divertida fábula aborda temas importantes sobre a vida em sociedade. [fonte: contracapa do livro]

Penas pro ar. Tânia Alexandre Martinelli. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2009-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-1440-4. Ilustrações de Mariângela Haddad. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]

Tânia Alexandre Martinelli: Tempo de rosas (2012)

Tempo de rosas. Tânia Alexandre Martinelli.
Tempo de rosas é um livro da escritora brasileira Tânia Alexandre Martinelli (1964), direcionado ao público juvenil (a partir dos 13 anos) e publicado originalmente no Brasil em 2012 pela editora Positivo. O livro traz para o público jovem temas como relacionamento familiar, afetividade, amadurecimento e morte. [+ CAPAS DA ESCRITORA TÂNIA ALEXANDRE MARTINELLI]

Tempo de rosas conta a história de Luciano, um adolescente que, após a morte da mãe, passa a morar com o irmão mais novo na casa do avô. De forma realista, mas também com muita poesia e sensibilidade, a escritora Tânia Alexandre Martinelli retrata o cotidiano dessa família e os dramas vividos pelo protagonista, que em uma fase de transformações se vê obrigado a ter responsabilidades de adulto. [fonte: site da editora, visitado em setembro de 2018]

Sylvio Pereira: Fuga para a esperança (1987)

Fuga para a esperança. Sylvio Pereira. Editora Record. 1987.
Fuga para a esperança é um livro do escritor brasileiro Sylvio Pereira (1911-1995), direcionado para o público adulto e publicado originalmente no Brasil em 1987 pela editora Record. [+ CAPAS DO ESCRITOR SYLVIO PEREIRA]

Uma reportagem, em forma de romance, do cotidiano das metrópoles modernas: assaltos, violência, vítimas inocentes. Com seu tema de paixão, ódio, amor, sangue, Sylvio Pereira nos devenda "a mais inquietadora fisionomia do nosso tempo, a máscara trágica do século XX". [fonte: contracapa do livro]

Fuga para a esperança. Sylvio Pereira. Editora Record. 1987.