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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Manuel Pinheiro Chagas: O juramento da duquesa (1873)

O juramento da duquesa. Romance Histórico Original. Manuel Pinheiro Chagas. Edição Saraiva (editora). Coleção Saraiva, Nº 129. Março de 1959. Capa e contracapa de Nico Rosso.
O juramento da duquesa é um romance histórico do escritor português Manuel Pinheiro Chagas (1842-1895), publicado originalmente em Portugal em 1873. É a sequência do romance histórico A máscara vermelha (1873). [+capas]

Os anos que se seguiram à restauração da independência de Portugal foram férteis em conjurações e traições, a que poucos podiam escapar ilesos. Neste romance histórico, Pinheiro Chagas retoma a trama iniciada na "Máscara Vermelha" e romanceia os eventos que se lhe seguiram. Destaca-se, nomeadamente a prisão e julgamento de Francisco de Lucena, o Secretário de Estado que promoveu a morte do Marquês de Vila Real e do duque de Caminha. Também Pedro Bonete, o pérfido catalão que, qual camaleão, veste as cores das circunstâncias para salvar a pele assume novamente um papel primordial nesta empolgante saga de Pinheiro Chagas. [fonte: Kobo] 

Manuel Pinheiro Chagas: A máscara vermelha (1873)

A máscara vermelha. Romance Histórico Original. Manuel Pinheiro Chagas. Edição Saraiva (editora). Coleção Saraiva, Nº 128. Fevereiro de 1959. Capa e contracapa de Nico Rosso.
A máscara vermelha é um romance histórico do escritor português Manuel Pinheiro Chagas (1842-1895), publicado originalmente em Portugal em 1873. Foi seguido pelo romance histórico O juramento da duquesa (1873). [+capas]

No dia 7 de junho de 1640 rebenta em Barcelona a "Revolta da Catalunha". O rei Filipe IV de Castela foca a sua atenção e os seus esforços naquela província do leste da península, fragilizando a defesa dos restantes domínios. É neste contexto que em Portugal tem início o movimento de restauração da independência, que irá culminar na revolta de 1 de dezembro. São estes dois acontecimentos históricos que inspiram este romance de Pinheiro Chagas. Nele é narrada a história de uma jovem portuguesa, de nome Inês, que é acolhida em Castela pelo vice-rei, um velho amigo de seu pai. Ali vive protegida e num ambiente familiar até que o povo em motim, naquela que ficou conhecida como a revolta dos segadores, invade o palácio do governador com o objetivo de o assassinar e declarar a independência da região. Durante esta invasão ela vê-se confrontada com uma difícil decisão, salvar o seu protetor ou a sua dignidade. Escolhe preservar a vida de quem tanto estima e perde a virgindade aos braços do líder dos revoltosos, D. Pedro Bonete. Apesar dos esforços de Inês o vice-rei acaba assassinado pelos revoltosos e ela fica à guarda de Pedro Bonete. A convivência entre ambos dá origem a uma paixão e Inês já profundamente enamorada do catalão, e por temer pela vida dele, propõe-lhe que regressam ambos a Portugal assim que o rei Filipe recuperar o controlo da Catalunha. Em Portugal davam-se os primeiros passos para a restauração da independência e os acontecimentos que se seguem acabam por revelar o verdadeiro caráter do espanhol. [fonte: Kobo] 

Manuel Pinheiro Chagas: Tristezas à beira-mar (1866)

Tristezas à beira-mar. Manuel Pinheiro Chagas. Edição Saraiva (editora). Coleção Saraiva, Nº 121. Julho de 1958. Capa e contracapa de Nico Rosso.
Tristezas à beira-mar é um romance do escritor português Manuel Pinheiro (1842-1895), publicado originalmente em Portugal em 1866. Foi o primeiro romance publicado do autor. [+capas]

Leonor e Madalena, irmãs a quem uma fatalidade deixou órfãs, foram separadas na infância, ficando a primeira na pequena vila da Ericeira ao cuidado do avô de ambas, e a segunda na cidade de Lisboa ao cuidado de uma tia. A vida corria suave para Leonor; tornara-se noiva de Jorge, uma das poucas pessoas com quem lidava, e o futuro parecia-lhe, se não risonho, pelo menos seguro. Até que um dia Madalena é obrigada a regressar à Ericeira, transtornando involuntariamente o sossego da sua irmã e do seu avô... [fonte: Kobo]