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Armistead Maupin: Outras histórias de uma cidade (1983)

Further Tales of the city. Armistead Maupin. Harper & Row. Serie Tales of the city, #3. 1982.
Primeira Edição
Outras histórias de uma cidade é um romance do escritor norte-americano Armistead Maupin, publicado originalmente nos Estados Unidos em 1982 pela editora Harper & Row, com o título Further tales of the city. De temática LGBT, é o terceiro volume da série literária Tales of the city (Histórias de uma cidade), composta de 9 títulos. Os textos foram publicados originalmente no formato de folhetim na coluna do autor no jornal San Francisco Chronicle. [+Capas: Armistead Maupin

Esta obra é o terceiro livro uma coleção de seis, onde o jornalista do San Francisco Chronicle, Armistead Maupin, retratou em sua coluna, a cidade que vive e seus costumes e personagens. Este livro, conta a história de vários personagens, como Anna Madrigal, a dona da pensão da Barbary Lane, que aprisiona uma apresentadora de telejornal no porão, o romântico Michael Tolliver vai ao National Gay Rodeo procurando distração e, quem sabe, alguma garota interessante; DeDe Halcyon Day e Mary Ann Singleton seguem pistas que podem leva-los a um psicopata em algum lugar do Alaska, e a colunista social Prue Giroux que se envolve com um sem-teto que vive em um parque em São Francisco. [fonte: contracapa da edição brasileira] Em 1981, Mary Ann Singleton trabalha como apresentadora de produtos num programa de exibição de filmes na TV, mas almeja fazer parte da equipe de jornalismo da emissora. Ela e Brian Hawkins estão em um relacionamento sério. Separado do médico Jon, Michael Tolliver procura o amor em alguns relacionamentos casuais. Quando DeDe volta com seus gêmeos da Guiana, ela conta a Mary Ann que viveu durante um tempo no acampamento de Jim Jones, um fanático religioso que induziu os membros de sua seita a cometerem suicídio coletivo. Para DeDe, Jim Jones continua vivo e Mary Ann acredita que esse é o furo jornalístico que ela precisa para crescer em sua carreira. 

Os 9 livros da série Tales of the city (Histórias de uma cidade) são: Tales of the city (1978) [no Brasil: Histórias de uma cidade], More tales of the city (1980) [no Brasil: Mais histórias de uma cidade], Further tales of the city (1982) [no Brasil: Outras histórias de uma cidade], Babycakes (1984), Significant others (1987), Sure of you (1989), Michael Tolliver lives (2007), Mary Ann in Autumn (2010) e The days of Anna Madrigal (2014).

Armistead Maupin: Novas histórias de uma cidade (1980)

More tales of the city. Armistead Maupin. Harper & Row. Serie Tales of the city, #2. 1980.
Primeira Edição
Novas histórias de uma cidade é um romance do escritor norte-americano Armistead Maupin, publicado originalmente nos Estados Unidos em 1980 pela editora Harper & Row, com o título More tales of the city. De temática LGBT, é o segundo volume da série literária Tales of the city (Histórias de uma cidade), composta de 9 títulos. Os textos foram publicados originalmente no formato de folhetim na coluna do autor no jornal San Francisco Chronicle[+Capas: Armistead Maupin].

Em 1977, Mary Ann Singleton e Michael Tolliver (Mouse) fazem um cruzeiro para o México com o dinheiro que Edgar Halcyon, o patrão falecido de Mary, deixou para ela. Durante a viagem, Mary inicia um romance com Burke Andrew, um rapaz que não lembra de seu passado em São Francisco devido à uma amnésia. Já Michael reinicia seu relacionamento com o médico Jon Fielding, após um tempo afastados. De volta a São Francisco, Mary Ann tenta ajudar seu namorado a descobrir o motivo de ele ter perdido sua memória, aparentemente depois de um evento traumático. Enquanto isso, Anna Madrigal revela detalhes sobre seu passado.

Os 9 livros da série Tales of the city (Histórias de uma cidade) são: Tales of the city (1978) [no Brasil: Histórias de uma cidade], More tales of the city (1980) [no Brasil: Novas histórias de uma cidade], Further tales of the city (1982) [no Brasil: Outras histórias de uma cidade], Babycakes (1984), Significant others (1987), Sure of you (1989), Michael Tolliver lives (2007), Mary Ann in Autumn (2010) e The days of Anna Madrigal (2014).

Armistead Maupin: Histórias de uma cidade (1978)

Tales of the city. Armistead Maupin. Harper & Row. Serie Tales of the city, #1. 1978.
Primeira Edição
Histórias de uma cidade é um romance do escritor norte-americano Armistead Maupin, publicado originalmente nos Estados Unidos em 1978 pela editora Harper & Row, com o título Tales of the city. De temática LGBT, é o primeiro volume da série literária Tales of the city (Histórias de uma cidade), composta de 9 títulos. Inicialmente, os textos que compõem o livro foram publicados no formato de folhetim nos jornais Pacific Sun (em 1974) e San Francisco Chronicle, na coluna do autor. [+Capas: Armistead Maupin]

Em 1976, Mary Ann Singleton viaja de Cleveland (Ohio) para São Francisco (Califórnia) para passar alguns dias e conhecer a cidade. Mas a jovem se apaixona pela lugar e decide ficar, informando sua mãe da decisão em uma ligação telefônica. Ela arruma um apartamento em Barbary Lane, número 28. É um pequeno complexo de várias casas construídas uma em cima da outra, onde sua proprietária, a misteriosa Anna Madrigal, cultiva um lindo jardim, inclusive com plantação de maconha, que oferece a seus inquilinos. Em Barbary Lane, Mary Ann entra em contato com os outros moradores da pensão: Mona Ramsey, uma publicitária, cujo melhor amigo, Michael Tolliver, conhecido pelo apelido Mouse (Rato), é um gay desempregado que vive com ela no apartamento; Brian Hawkins, um garçom que sai com muitas mulheres,  mas não se apega a nenhuma; e, Norman Neal Wiliiams, um tímido e misterioso vendedor de vitaminas que vive na cobertura. Mona consegue um emprego de secretária para Mary Ann na agência de Edgar Halcyon, onde ela passa a ser assediada por Beauchamp Day, o genro de Edgar, casado com a infeliz DeDe. Quando finalmente Mary cede aos avanços de Beauchamp, ele não consegue manter a ereção. Ao mesmo tempo, devido a constante ausência sexual do marido, DeDe se envolve com o Lionel, um jovem chinês de 18 anos, de quem engravida. Após a decepção com Mary, Beauchamp frequenta uma sauna gay e lá conhece o médico Jon Fielding, o ginecologista de DeDe, e passam a ter um caso. Mas Jon acaba conhecendo Michael, com quem passa a ter um romance, fugindo assim das constantes investidas de Beauchamp. Mas as histórias cruzadas dos personagens não terminam por aí. Mary passa a ter uma amizade com seu vizinho Norman, que se mostra alguém que esconde algum segredo, enquanto Edgar passa a ter um romance extraconjugal com Anna.

Os 9 livros da série Tales of the city (Histórias de uma cidade) são: Tales of the city (1978) [no Brasil: Histórias de uma cidade], More tales of the city (1980) [no Brasil: Novas histórias de uma cidade], Further tales of the city (1982) [no Brasil: Outras histórias de uma cidade], Babycakes (1984), Significant others (1987), Sure of you (1989), Michael Tolliver lives (2007), Mary Ann in Autumn (2010) e The days of Anna Madrigal (2014).

Luis Eduardo Matta: Morte no colégio (2007)

Morte no colégio. Luiz Eduardo Matta. Editora Ática (São Paulo-SP). Coleção Vaga-Lume. 2007. ISBN: 978-85-08-10775-9. Ilustrações de Fábio Moon e Gabriel Sá.
Primeira Edição
Morte no colégio é uma novela juvenil do escritor brasileiro Luis Eduardo Matta, publicado originalmente no Brasil em 2007 pela editora Ática. Entre os temas abordados no livro estão a configuração da estrutura familiar diferente da tradicional (os protagonistas da história são órfãos e criados pelo tio), histórias policiais de crime e mistério, as civilizações antigas, a filosofia de Sócrates e Platão, o mito do contimente perdido de Atlântida, o comércio de drogas dentro das escolas brasileiras. [+Capas: Luis Eduardo Matta]

Ivan nunca poderia imaginar que, de uma hora para outra, se veria envolvido em tantos enigmas... a começar pelas mensagens anônimas ameaçando sua vida. E, logo em seguida, por um misterioso assassinato na escola em que estuda! Isso sem contar as atitudes suspeitas que vive presenciando no intervalo das aulas... Como se não bastassem tantos mistérios, parece que tudo o que vem acontecendo tem forte relação com um dos maiores enigmas de todos os tempos, o mito de Atlândida - o continente perdido que, em um passado muito distante, teria sido engolido pelo mar. Ivan, Sofia e tio Fausto vão enfrentar riscos de todos os tipos para desvendar tantos enigmas e juntar as peças desse complexo quebra-cabeça. Junte-se a eles nessa aventura - e prepare-se para muita emoção! [fonte: contracapa da edição de 2007, Editora Ática]

Luiz Antonio Aguiar: Operação Nova York (2000)

Operação Nova York. Luiz Antonio Aguiar. Editora Ática. Coleção Vaga-Lume. 2000 / 2006 / 2008 / 2013. ISBN: 85-08-07435-2 (aluno), 85-08-07436-0 (professor) e 978-85-08-07435-8 (2008). Capa de Gonzalo Cárcamo (ilustração) e Ary de Almeida Normanha (leiaute). Ilustrações de Cárcamo (Gonzalo Cárcamo).
Primeira Edição
Operação Nova York é um livro juvenil do escritor brasileiro Luiz Antonio Aguiar, publicado originalmente no Brasil em 2000 pela editora Ática. [+Capas: Luiz Antonio Aguiar]

Por essa Dôda não esperava. Passar as férias em Nova York era um sonho, mas Joubert, seu pai, precisava levar junto Marinara, a chata da namorada dele? E, para piorar, eles ficam justamente num hotel onde não falta nada: alarmes falsos, roubos, sequestros e até assassinatos! De repente, Dôda se vê envolvida com gangsters numa superintriga internacional. Ela vai precisar de muito sangue-frio para libertar seu pai das garras dos bandidos. Ufa! Com essa adrenalina toda, será que Dôda vai conseguir conhecer a Nova York dos seus sonhos? [fonte: contracapa da edição de 2000, Editora Ática]

Sylvia Orthof: A limpeza de Teresa (1983)

A limpeza de Teresa. Sylvia Orthof. Editora Ática. Coleção Lagarta Pintada. 1983-2005 (1ª a 11ª edição). ISBN: 85-08-02822-9 (1988). Capa de Sonia Maria de Souza (lustração). Ilustrações de Sonia Maria de Souza.
Primeira Edição
A limpeza de Teresa é um livro infantil da escritora brasileira Sylvia Orthof, publicado originalmente no Brasil em junho de 1983 pela editora Ática. O livro, um conto rimado, é indicado para crianças em inicio de alfabetização (6-7 anos) e tem como temática a mania de limpeza e higienização.

Teresa tem mania de limpeza, então sai esfregando tudo que vê pela frente: chão, gato, bananeira, mesa, avião... Cuidado! Se ela estiver por perto, nem você vai escapar da faxina! [fonte: contracapa da edição de 2008] Quem será essa Sinhá Teresa, que tem mania de limpeza, e que vai parar em Veneza, limpando com seus panos os turistas americanos? [fonte: site da editora]

Lúcia Pimentel Góes: A girafa e o mede-palmo (1984)

A girafa e o mede-palmo. Lúcia Pimentel Góes. Editora Ática. Coleção Lagarta Pintada. 1984-1998 (1ª a 5ª edição). ISBN: 85-08-00592-X (1987). Capa de Maria Cecília Marra (ilustração). Ilustrações de Maria Cecília Marra.
Primeira Edição
A girafa e o mede-palmo é um livro infantil da escritora brasileira Lúcia Pimentel Góes, publicado originalmente no Brasil em outubro de 1984 pela editora Ática. O livro, uma fábula moderna de acumulação, é indicada para crianças em inicio de alfabetização (6-7 anos) e tem como temática a solidariedade.

A girafa Benedita é tão distraída que acaba presa entre os galhos de uma árvore. Ela fica desesperada! O minúsculo mede-palmo promete ajudá-la. Será que o bichinho vai conseguir tirar a grande Benedita desse apuro? [fonte: contracapa da edição de 2010] Como um pequeno mede-palmo pode soltar uma girafa presa no alto de uma árvore? [fonte: Coletivo Leitor]

Lúcia Pimentel Góes: A maior boca do mundo (1984)

A maior boca do mundo. Lúcia Pimentel Góes. Editora Ática. Coleção Lagarta Pintada. 1984-2008. ISBN: 85-08-00593-8 (1985), 85-08-00761-2 (1986), 85-08-01757-X (1984), 85-08-02823-7 (1988) e 978-85-08-02823-8 (2007). Capa de Cláudia Scatamacchia (ilustração). Ilustrações de Cláudia Scatamacchia.
Primeira Edição
A maior boca do mundo é um livro infantil da escritora brasileira Lúcia Pimentel Góes, publicado originalmente no Brasil em dezembro de 1984 pela editora Ática. O livro é indicada para crianças em ínicio de alfabetização (6-7 anos) e tem como temática a curiosidade natura das crianças pequenas.

Laurinha é uma menina muito perguntadeira. Mas, um dia, ela é que tem de buscar a resposta para uma pergunta difícil, feita pela vovó. [fonte: Coletivo Leitor] Laurinha sai por aí querendo saber qual é a maior boca do mundo. Sua amiga Zelita é dona de uma boca e tanto! Ah, mas a boca do sapo é bem maior, que parece pequena se comparada à do tubarão, que... [fonte: contracapa da edição de 2010]

Giselda Laporta Nicolelis: O exercício da paixão (1985)

O exercício da paixão. Giselda Laporta Nicolelis. Editora Nobel. 1985. ISBN: 85-2130327-0.
Primeira Edição
O exercício da paixão é uma autobiografia da escritora brasileira Giselda Laporta Nicolelis, publicada originalmente no Brasil em 1985 pela editora Nobel.

Giselda é escritora (literatura infanto-juvenil). Suas memórias já se utilizam de uma certa crítica feminista. Descendente de imigrantes italianos, sua adolescência transcorre no Brás (São Paulo) nos anos 40. O livro refere-se também à vida profissional mais recente da escrtora. [fonte: revista Mulherio]



Giselda Laporta Nicolelis: Sonhar é possível? (1982)

Sonhar é possível?. Giselda Laporta Nicolelis. Editora Brasiliense. Coleção Jovens do Mundo Todo. 1982-1985 (1ª e 5ª edição). Capa de Miguel Paiva.
Primeira Edição
Sonhar é possível? é uma novela juvenil da escritora brasileira Giselda Laporta Nicolelis, publicado originalmente no Brasil em 1982 pela editora Brasiliense. O livro traz como temática as habitações coletivas, a pobreza, a luta do dia-a-dia pela sobrevivência, os problemas sociais.

Num casarão caindo aos pedações, pessoas lutam duramente pela sobrevivência. Em meio às dificuldades de um único dia, dentro de um espaço tão hostil, seria possível sonhar uma realidade melhor? [fonte: contracapa da edição de 1987] Sonhar é possível? é um relato sensível e comovente de um dia no cortiço do Bixiga, ressaltando as desventuras vividas por seus moradores. São histórias de pessoas que lutam duramente pela sobrevivência, mostrando um pouco desse mundo - o das "habitações coletivas". Localizado na região central da cidade de São Paulo, o bairro do Bixiga abriga casarões antigos, que, por estarem em situação irregular ou abandonados, são transformados em cortiços. Ao retratar os aspectos trágicos da vida de seus moradores, a autora desperta no leitor as perturbantes questões: Nesse ambiente e miséria, violência, injustiças, é possível almejar uma realidade melhor? Afinal, sonhar é possível? [fonte: contracapa da edição de 2009] 

Odette de Barros Mott: Justino, o retirante (1970)

Justino, o retirante. Odette de Barros Mott. Editora Brasiliense. Coleção Jovens do Mundo Todo. 1970 (1ª edição). Capa de Elisa T. Setti Riodel. Ilustrações de Lila Galvão Figueiredo.
Primeira Edição
Justino, o retirante é uma novela juvenil da escritora brasileira Odette de Barros Mott, publicado originalmente no Brasil em 1970 pela editora Brasiliense. O livro é indicado para jovens a partir dos 15 anos e traz a temática do problema da seca no sertão do Nordeste brasileiro, a emigração para outras regiões do país, a dura vida de retirante.

Justino tem apenas 12 anos, mas está só no mundo: seu pai e sua mãe morreram num intervalo de apenas quinze dias! Decide, então, fugir - da seca, da fome e da opressão de um senhor de terras. Em sua busca por um destino diferente, conhece não só o sofrimento de seus irmãos nordestinos, mas também a solidariedade e a amizade de pessoas que o ajudam a prosseguir em seu maior sonho: transformar sua vida e modificar a triste realidade de sua gente. [fonte: contracapa da edição de 2001] O que mais impressionara fora a fartura da feira, os caçuás cheios de carne e de verduras, as frutas, a mandioca. Na caatinga, nos campos, aquela miséria! Por que seria asiim? Por que no mundo essa diferença de comer? [fonte: contracapa da edição de 1982]

Everaldo Moreira Véras: O menino dos óculos de aro de metal (1977)

O menino dos óculos de aro de metal é um livro infantojuvenil do escritor brasileiro Everaldo Moreira Veras, publicado originalmente no Brasil em 1977 pela Companhia Editora de Pernambuco. Foi o primeiro livro publicado do autor.

Uma história de amor, uma história de aventuras empolgantes entre a realidade de fora e o simbolismo da realidade interna nas emoções da busca da Flor-do-Sol. Somente a solidariedade da turma do Teno, enfrentando riscos inimagináveis, consegue superar as dificuldades opostas na conquista do objetivo final. [fonte: orelha da edição de 1979] "A história mostra o encontro de Saulo, o personagem-narrador, com Teno, ‘o menino dos óculos de aro de metal’, de quem fica muito amigo e em cuja casa passa a viver. Até que o menino fica doente e Saulo sai em busca do ‘pólen da Flor-do-Sol’, que poderia curá-lo, conforme o mágico Salir dissera." [ALERTA DE SPOILER: para ler selecione o trecho em branco a seguir] "Mas ao final de muitas aventuras e sofrimentos, quando Saulo volta com o remédio, encontra o amigo morto e morre também. Só nesse momento é que, apanhado em total surpresa, o leitor descobre que o personagem-narrador era um pássaro. E só então uma série de afirmações e incidentes que, durante a leitura, haviam parecido quase inverossímeis, mágicos ou exagerados... recebem sua verdadeira dimensão e tudo se justifica." [FIM DO SPOLIER] (COELHO, 2006)


Giselda Laporta Nicolelis: Domingo dia de cachimbo (1976)

Domingo dia de cachimbo é um romance infantil da escritora brasileira Giselda Laporta Nicolelis, publicado originalmente no Brasil em 1976 pela editora Vértice.

Domingo dia de cachimbo é um livro para crianças de todas as idades. Através de uma linguagem criativa e envolvente, fala de sentimentos como o amor, a amizade e principalmente da liberdade, essencial a todos nós que estamos tão presos ao dia-a-dia e esquecemos de que a imaginação e o sonho são uma das mais belas formas de expressão da liberdade. [fonte: contracapa da edição de 1985]

Giselda Laporta Nicolelis: A sementeira (1975) / Nos limites do sonho (1984)

A sementeira é um romance adulto da escritora brasileira Giselda Laporta Nicolelis, publicado originalmente no Brasil em 1975. Em 1984, o livro foi adaptado como novela juvenil e republicado pela Atual Editora com um novo título: Nos limites do sonho. A temática abordada no livro é a frustração amorosa e os valores morais de cidades pequenas e suas consequências (sexualidade, fofoca, religiosidade).

Donana é uma solitária e religiosa professora, moradora de uma cidadezinha do interior de um estado não determinado. Por ter dedicado boa parte de sua vida ao ensino de crianças residentes em diferentes áreas rurais, nunca chegou a se casar, até que aos 43 anos conhece o seu primeiro e único amor – Francisco -, um vendedor ambulante de 50 anos. Às vésperas do matrimônio, ela recebe uma carta escrita pelo futuro marido relatando a impossibilidade da realização do casamento, uma vez que já era casado. A partir de então, Donana chega à beira da loucura, diante da frustração de não ter tido o sonho de mulher realizado. Dominada pela decepção e pelo desejo sexual reprimido, a protagonista vivencia momentos de delírios em que sua alma de mulher recatada e devota é transfigurada pelo fogo e desejo de uma prostituta. [fonte: tese de Valdirene Barboza de Araújo Batista]

Giselda Laporta Nicolelis: Da cor do azeviche (1984) / Amor não tem cor (2002)

Da cor do azeviche é uma novela juvenil da escritora brasileira Giselda Laporta Nicolelis, publicado originalmente em 1984 pela editora Salamandra. Em 2002, o livro foi republicado pela editora FTD com um novo título: Amor não tem cor. Entre os temas abordados no livro estão: autorracismo, miscigenação, adoção, preconceito racial, processo de adoção no Brasil, vida em orfanatos, 

Marijane, casada há vários anos, na impossibilidade de ter filhos, decide adotar uma criança, um menino, de cor parda. Seu desejo vai contra o de seu marido, que, apesar de mulato, só concorda com a adoção de uma menina loira e de olhos azuis. Esta história retrata a mistura de sentimentos que afloram quando os casais decidem adotar uma criança. A preferência do marido de Marijane coincide com a da maioria dos casais adotantes no Brasil. Giselda Laporta aborda o preconceito racial que ocorre durante o processo de adoção de uma criança de pele escura que vive em uma instituição de São Paulo, instigando o leitor a refletir sobre a adoção e tudo o que ela envolve: rejeição, preconceito, aceitação e como lidar com o novo, com o semelhante, com o desigual. [fonte: site da editora]

Giselda Laporta Nicolelis: Olha para mim (2011)

Olha para mim é uma novela juvenil da escritora brasileira Giselda Laporta Nicolelis, publicado originalmente no Brasil em 2011 pela Editoral 25. O livro é indicado para adolescentes a partir dos 11 anos de idade e a temática tratada é o bullying na escola e suas consequências.

Rafael nasceu estrábico. Desde criança, era discriminado, tanto na escola quanto na vizinhança, pelos garotos que o impediam até de jogar futebol. Quase nunca era convidado para festas ou mesmo para trabalhos em grupo. E, muitas vezes, chegou a ser alvo de violência gratuita. Embora fosse mais uma vítima de "bullying" – que lhe causava sofrimento físico e psicológico –, descobriu que a inteligência e a autoestima superam a discriminação. Porque o segredo não está no fato de as pessoas serem todas iguais, mas no de serem diferentes! [fonte: contracapa]

Giselda Laporta Nicolelis: O portão do paraíso (1991)

O portão do paraíso é uma novela juvenil da escritora brasileira Giselda Laporta Nicolelis, publicado originalmente no Brasil em 1991 pela Editora Moderna. O livro é indicado para adolescentes a partir dos 13 anos de idade e trata de temas como relacionamento sexual na adolescência e gravidez precoce.

Taís é uma garota que leva uma vida tranquila: de casa pra escola, encontros com amigas, passeios no shopping, enfim, coisas de adolescente. Certo dia, Gelcimar vem morar na casa dela. Aos poucos, um encantamento mútuo acontece. Gelcimar, mais experiente, e usando de sua capacidade de sedução, leva Taís, muito ingênua, a se relacionar sexualmente com ele. Ela só vai ter noção das consequências do seu ato ao descobrir que está grávida. Então chega a hora de cair no mundo real que é muito diferente dos seus sonhos - ela não passa de uma criança, esperando outra criança - com todos os desdobramentos que tal situação vai causar em sua vida dali pra frente... [fonte: contracapa da edição de 2003]

Orígenes Lessa: O menino e a sombra (1981)

O menino e a sombra é um livro infantojuvenil do escritor brasileiro Orígenes Lessa (1903-1986), publicado originalmente no Brasil em 1981 pela editora Nórdica.

Este livro conta a historia de Pedrinho, um menino esperto, que com sua inocência tão infantil quanto rara, torna-se amigo íntimo de sua sombra e divide com ela suas mais profundas observações sobre as pessoas e as coisas, no mundo das sombras. Juntos experimentam o amor genuíno que sentem por suas princesas preferidas - a prometida Juliana e sua respectiva sombra. [fonte: contracapa da edição da editora Global]

Orígenes Lessa: A greve das bolas (1981)

A greve das bolas é um livro infantojuvenil do escritor brasileiro Orígenes Lessa (1903-1986), publicado originalmente no Brasil em 1981 pela editora Nórdica.

E se domingo, no estádio, a bola não rola? Vocês já imaginaram a greve das bolas? Pois Orígenes Lessa bolou esta história, onde as bolas conversam e tem sentimentos. Mas um dia... elas se revoltam. Qual o motivo? Ora bolas! [fonte: contracapa]

Orígenes Lessa: Alegres desventuras de um relógio de pulso (1980)

Alegres desventuras de um relógio de pulso é um livro infantojuvenil do escritor brasileiro Orígenes Lessa (1903-1986), publicado originalmente no Brasil em 1980 pela editora Nórdica.

Uma história em que os protagonistas são relógios com sentimentos e emoções e falam das viagens que fizeram, das peripécias que viveram e das paixões que sentiram. [fonte: contracapa]

Arthur Conan Doyle: Contos de Terror e de Mistério (1922) [O enigma do trem perdido / A nova catacumba e outras histórias / Dr. Negro e outras histórias / O gato do Brasil e outras histórias de terror e suspense / Histórias de Horror e Mistério]

Primeira Edição (1922)
Contos de Terror e de Mistério é uma coletânea de 12 contos de terror e mistério do escritor escocês Arthur Conan Doyle (1859-1930), o criador do personagem Sherlock Holmes. O livro foi publicado originalmente na Inglaterra em julho de 1922 pela editora John Murray, com o título Tales of Terror and Mystery. Em 1925, o livro foi publicado nos Estados Unidos pela editora editora George H. Doran com um novo título The black doctor and other tales of terror and mystery, e nessa nova edição foi acrescentado o 13º conto: The nightmare room. Os contos já haviam sido publicados anteriormente em revistas (a maioria na revista The Strand) no período entre 1893 e 1921, e 8 dos contos presentes na coletânea já haviam sido publicados em uma coletânea anterior do escritor, Round the fire Stories (O doutor negro, no Brasil), publicado em 1908 pela editora The McClure Company.

A primeira edição do livro no Brasil foi publicado em 1958 pela editora Melhoramentos, em tradução de Oscar Mendes. Uma nova edição da obra foi publicado em 1981 pela editora Francisco Alves, em tradução de João Guilherme B. Lincke. Em 2001, a editora Francisco Alves liberou os direitos da tradução para a editora L&PM que republicou os contos em dois títulos: A nova catacumba e outras histórias e Dr. Negro e outras histórias. Posteriormente, em fevereiro de 2012, a editora L&PM selecionou quatro contos de A nova catacumba e outras histórias e publicou com o título O gato do Brasil e outras histórias de terror e supense. Além disso, vários dos contos também foram publicados em 1984 pela editora Ediouro numa série de 5 livros de contos de Conan Doyle intitulada Contos de crime, terror e mistério. Em 2019, o livro ganhou uma nova tradução de Maria Luiza X. de A. Borges, publicado pela editora Escotilha NS.

Os contos que compõe o livro são: (1) Terror nas alturas / O horror nas alturas (2) O funil de couro (3) A nova catacumba / A catacumba nova (4) O caso de Lucy Sannox (5) O monstro da gruta / O terror da Fenda de Blue John / O terror da gruta de João Azul (6) O gato do Brasil / O gato brasileiro (7) O enigma do trem perdido / O trem especial perdido / O trem especial desaparecido (8) O caçador de besouro (9) O homem dos relógios (10) A caixa de charão / A caixa laqueada (11) O doutor negro / O médico negro / O doutor moreno (12) A relíquia judaica / O peitoral do judeu (13) A sala do pavor / O quarto do pesadelo. 

Ray Bradbury: O País de Outubro (1955)

The October Country. Ray Bradbury. Ballantine Books. Outubro de 1955. Book Cover by Joe Mugnaini.
Primeira Edição (1955)
Book Cover by Joe Mugnaini
O País de Outubro é uma coletânea de 19 contos de horror do escritor norte-americano Ray Bradbury (1920-2012), publicado originalmente nos Estados Unidos em outubro de 1955 pela editora Ballantine Books. A maioria dos contos foram publicados entre 1943 e 1946 na revista Weird Tales e em 1947 no seu primeiro livro, a também coletânea de contos Dark Carnival (não publicado no Brasil), com poucas exceções em outras revistas. Com exceção de 4 contos que foram publicados em 1954, todos os outros 15 contos foram publicados em Dark Carnival. No Brasil, o livro foi publicado inicialmente pela Edições GRD na década de 1960 em dois volumes (O País de Outubro e Outros contos do País de Outubro), em traduções de Hélio Pólvora e José Geraldo Vieira, e, posteriormente em 1981 pela editora Francisco Alves, em tradução de José Eduardo Ribeiro Moretzsohn.

Em O País de Outubro reuniu Ray Bradbury dezenove histórias escolhidas (e em parte reescritas) dentre as que havia publicado anteriormente, algumas delas já consagradas como verdadeiras obras-primas do gênero, reproduzidas em revistas e antologias dentro e fora dos Estados Unidos. Contos como "O Anão", "O Pequeno Assassino", "O Lago", "O Vento" são páginas inesquecíveis e pertencem ao que de melhor se escreveu na ficção moderna. Ray Bradbury, sem nunca se repetir ou se copiar a si mesmo, sabe mesclar o horror e o fantástico, o mistério e o imprevisto, a ternura e o sonho, a morte e a vida dentro de uma linguagem profundamente poética, que capta com delicadeza e maestria o frêmito humano. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1981]

Na introdução do livro, Ray Bradbury escreveu: "O País de Outubro... o país onde o ano está sempre chegando ao fim. O país onde as colinas são nevoeiros e os rios são neblinas; onde os meios-dias passam rápidos, as sombras e os crepúsculos se alongam, e as meias-noites permanecem. O país constituído, de um modo geral, de porões, subporões, carvoeiras, sótãos e despensas que não fazem frente para o sol. O país cujas pessoas são pessoas de outono, que pensam tão somente pensamentos de outono. Cujas pessoas, ao passarem à noite nos caminhos vazios, emitem ruídos de chuva..." [fonte: introdução da edição da editora Francisco Alves, 1981]

Os 19 contos que compõe o livro são, de acordo com a edição da Editora Francisco Alves de 1981: (1) O anão (2) O próximo da fila (3) A ficha de pôquer atenta de H. Matisse (4) O esqueleto (5) A jarra (6) O lago (7) O emissário (8) Possuída pelo fogo (9) O pequeno assassino (10) A multidão (11) A caixinha de surpresa (12) A segadeira (13) Tio Einar (14) O vento (15) O homem do segundo andar (16) Havia uma velha senhora (17) A cisterna (18) Festa de família (19) A morte maravilhosa de Dudley Stone.

Thomas Luke [Graham Masterton]: Fobia (1980)

Phobia. Thomas Luke (Graham Masterton). Editora Pocket Books. 1980.
Primeira Edição (1980)
Fobia é um livro de horror do escritor escocês Graham Masterton (1946-), única obra em que o autor utilizou o pseudônimo Thomas Luke. O livro foi publicado originalmente nos Estados Unidos em agosto de 1980 pela editora Pocket Books, com o título Phobia. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1982 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta. O livro, na realidade, é uma romantização do roteiro de um filme canadense de mesmo nome, Phobia (sem título no Brasil), que foi lançado nos cinemas norte-americanos um mês após o lançamento do livro, em setembro de 1980. O roteiro foi escrito por Lew Lehman, Jimmy Sangster e Peter Bellwood, baseado em argumento de Gary Sherman e Ronald Shusett.

Quando criança Peter Ross assistia à morte de sua irmã, afogada na piscina da casa onde moravam, quando esta tentava convencê-lo de que sua boneca sabia nadar. Peter ficara paralisado de terror, e não emitira um só grito para que a socorressem. Tempos depois, seu pai usara a forma pouco ortodoxa de ensinar-lhe a nadar, atirando-o na piscina. Surtira o efeito, aprendera a nadar. Mas o trauma da morte da irmã marcou-lhe a vida e influiu no psiquiatra behaviorista em que se transformara quando adulto. Peter Ross tinha a seus cuidados cinco pacientes homicidas - cinco cobaias humanas para uma radical experiência psicológica. Cinco homens e mulheres que nada tinham em comum, exceto o medo compulsivo, irracional e consumidor que governa suas vidas, tornando-os indefessos. O tratamento que Ross impunha a seus pacientes era chamado por ele de "terapia de implosão", que consistia, basicamente, de projeções de filmes em que o paciente via na tela imagens que não podia suportar. Imagens que os transtornavam a tal ponto que tremiam de pavor todas as vezes em que o Dr. Ross iniciava sua "terapia". Aos poucos, esses pacientes começam a morrer. Vitimados por aquilo que cada um mais temia. E, para os sobreviventes, passou a existir um outro motivo de medo: um louco, dominado por uma sombria e peculiar obsessão... [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1982]

Frank De Felitta: Vingança em alto-mar (1980)

Sea trial. Frank De Felitta. Editora Gollancz. 1980.
Primeira Edição (1980)
Vingança em alto-mar é um livro do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1980 pela editora Gollancz, com o título Sea trial. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1981 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta. 

"Embarque num iate particular lindamente equipado para um descontraído cruzeiro de duas semanas através do cintilante Caribe. Viaje à vontade, em total anonimato. Seus anfitriões, um casal de marujos amistosos e experientes, oferecem oportunidades de vislumbres impossíveis a bordo de grandes navios de cruzeiro. O tempo será lindo, proporcionando um sol inigualável na mais propícia das estações do ano. E quando o sol baixa no horizonte, a vida a bordo deva-se a níveis dignos da ocasião. Nossas noites são repletas de deleites gastronômicos, do retinir de copos de cristal e de conversas agradáveis — ou, se você preferir, de repousante silêncio. Escreva-nos resumindo seus interesses. Só aceitamos casais." Este é o anuncio de um jornal. Este é o começo da armadilha. [fonte: contracapa da edição da editora Francisco Alves, 1981] 

Frank De Felitta: Por amor a Audrey Rose (1982)

For love of Audrey Rose. Frank De Felitta. Editora Warner Books. Julho de 1982. Capa de Charles Moll.
Primeira Edição (1982)
Cover book by Charles Moll
Por amor a Audrey Rose é um livro de horror do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em julho de 1982 pela editora Warner Books, com o título For love of Audrey Rose. O livro é a sequência de As duas vidas de Audrey Rose (Audrey Rose), publicado em 1975. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1983 pela editora Francisco Alves, em tradução de Donaldson M. Garschagen. 

Quem leu As Duas Vidas de Audrey Rose recorda-se do estranho caso de uma menina que seria a reencarnação de outra, morta queimada num acidente de automóvel. Ivy Templeton nascera no dia da morte de Audrey Rose. Um estranho, Elliot Hoover, afirma que ela é a nova encarnação de sua filha. A ideia parece absurda aos pais da menina, porém aos poucos deixam-se tocar e a própria Ivy cede aos argumentos de Elliot, que deseja que ela se submeta a uma sessão de regressão psíquica. Ocorre, no entanto, que nessa sessão Ivy passa a se comportar como Audrey Rose, reproduzindo o horror e a angústia de seus últimos instantes — e também morre, com todos os sinais de queimaduras da outra. Por Amor a Audrey Rose retoma a narrativa, mostrando a reação dos pais diante daquela tragédia. Quem mais sofre é o pai, Bill Templeton, que termina tendo um colapso nervoso, o qual evolui rapidamente para a insanidade mental. Tendo ido buscar alívio e compreensão das coisas da vida no jainismo e depois no lamaísmo, julga por fim entrever a “realidade”: Ivy deve voltar para cumprir uma nova vida. Sua ideia fixa é encontrar uma menina que tenha nascido justamente na hora da morte de Ivy — seria a encarnação dela. Mas a busca obsessiva de Bill não só falha em seus objetivos como também contribui para piorar seu estado mental: depois de se ver privado da pequena Juanita, é internado num sanatório para loucos. Por sua vez, Janice Templeton procura igualmente a mesma “realidade”, e para tal parte em busca de Hoover, que fora viver entre monges na Índia. Consegue por fim descobri-lo, convence-o a voltar para ajudá-la na cura do marido. Daí em diante o romance se desenrola num crescendo de emoção e suspense até o clímax final. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1983] 

Frank De Felitta: As duas vidas de Audrey Rose (1975)

Audrey Rose: Whose child is she now?. Frank De Felitta. Editora G. P. Putnam's Sons. 1975.
Primeira Edição (1975)
As duas vidas de Audrey Rose é um livro de horror do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1975 pela editora G. P. Putnam's Sons, com o título Audrey Rose e subtítulo Whose child is she now?. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1977 pela editora Francisco Alves, em tradução de Marcos Santarrita e Luiz Horácio da Matta. O livro teve uma sequência, Por amor a Audrey Rose (For love of Audrey Rose), publicado em 1982.

Bill e Janice Templeton levam uma vida quase perfeita - um casamento feliz, um magnífico apartamento e uma filha encantadora, Ivy, que adoram. Inesperadamente, um estranho, Elliot Hoover, intromete-se em sua vida, insistindo que Ivy possui a alma de sua filha Audrey Rose, que morreu num acidente de carro no exato momento em que Ivy nasceu. A princípio os Templeton consideram as afirmações de Hoover inverossímeis demais para serem levadas em consideração, mas, aos poucos, as evidências começam a ser convincentes demais para serem ignorados. Os alicerces da vida idílica dos Templeton vão sendo abalados à medida que cada novo e aterrorizante acontecimento aponta para a conclusão de que Hoover estava certo. A terrível verdade parece ser a de que Audrey Rose reencarnou em Ivy, que passa a reviver repetidas vezes a imolação de Audrey em meio às chamas do automóvel. Os gritos histéricos de Ivy (...) não provêm de alucinações de uma mente pertubada. São os gritos aterradores de uma garotinha indefesa que está sendo incessantemente queimada viva! [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1977] 

Frank De Felitta: O demônio de Gólgota (1984)

Golgotha Falls. Frank De Felitta. Editora Simon & Schuster. 1984.
Primeira Edição (1984)
O demônio de Gólgota é um livro de horror do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1984 pela editora Simon & Schuster, com o título Golgotha falls. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1986 pela editora Francisco Alves, em tradução de Toni Thomson. O subtítulo da obra é An assault on the Fourth Dimension (no Brasil: Um mergulho na Quarta Dimensão).  

Cataratas de Gólgota fica num vale ressequido e desolado, ao norte do estado de Massachusetts onde, em 1919, o padre Bernard K. Lovell, pároco da igreja das Dores Eternas, sucumbindo do isolamento e ao desespero, entrega-se a uma negra noite de loucura, necrofilia e suicídio. Em 1978, um padre jesuíta enviado pela diocese para reconsagrar a igreja perdida e profanada, vê-se dominado pelas garras abjetas da bestialidade. Um local amaldiçoado em que, no limiar do século XXI, um homem de fé profundíssima e dois brilhantes pesquisadores do paranormal travam combate, tendo por armas a fé inabalável e a mais sofisticada tecnologia contra Satanás, o mais antigo e ardiloso adversário de todos. Cataratas de Gólgota narra a fascinante história da colisão frontal entre a moderna ciência da parapsicologia e os antiquíssimos mistérios da fé. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1986] 


Frank De Felitta: Marcha fúnebre das marionetes (1990)

Funeral march of the marionettes. Frank De Felitta. Editora New English Library. Fevereiro de 1990.
Primeira Edição (1990)
Marcha fúnebre das marionetes é um livro de suspense policial do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente no Reino Unido (Inglaterra) em fevereiro de 1990 pela editora New English Library (selo da Hodder & Stoughton), com o título Funeral march of marionettes. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1992 pela editora Francisco Alves, em tradução de Toni Thomson. 

Um psicopata que baseia seus crimes nos grandes assassinatos do cinema! A corrida matinal de um publicitário se torna uma corrida pela vida quando é perseguido por um aeromodelo explosivo. Uma linda secretária é eletrocutada no chuveiro de um hotel. Apenas a natureza extravagante de cada crime parece ligá-los, até que ocorre ao tenente Santomássimo um pensamento igualmente bizarro: poderiam esses assassinatos serem baseados nos filmes Intriga Internacional e Psicose? Santomássimo recorre à professora de cinema Kay Quinn, que - à medida que os assassinatos continuam - presta consultoria à polícia a respeito dos temas e cenários dos crimes. Juntos, precisam predizer os próximos movimentos do psicopata, que já está selecionando o elenco... [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1992] 

Frank De Felitta: Terror na Oktotoberfest (1973)

Oktoberfest. Frank De Felitta. Doubleday. 1973.
Primeira Edição (1973)
Terror na Oktoberfest é um livro de suspense policial do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1973 pela editora Doubleday, com o título Oktoberfest. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1984 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta. 

Em Munique, durante a Oktoberfest, o carnaval da cerveja e da libertinagem na Alemanha, ocorrem três crimes de morte com todos os sinais de uma crueldade requintada: as vítimas são mortas a golpes de uma machadinha de açougueiro e os cadáveres literalmente reduzidos a pedaços. As características comuns desses crimes fazem a polícia (o inspetor-chefe Bauer, de Munique) pensar que se trate de um maníaco. E não só. As vítimas representam extraordinária semelhança fisionômica a conhecidas personalidades da era nazista: Goering, Tauber, Himmler. Seria um fanático judeu caçador de nazistas? Seria um indivíduo enlouquecido pela dor e pelo sofrimento nos campos de concentração e que, muitos anos depois, resolvesse vingar-se? Com o decorrer dos dias, o inspetor Bauer se vê às voltas com um passado seu que supunha sepultado para sempre, e as lembranças daqueles dias de insânia, antes e durante a Segunda Guerra Mundial, vê martelar sua memória e a memória de uma moça israelense de origem alemã, srta. Madeline Kress, que o ajuda na solução do mistério. [fonte: Fernando Py, orelha da edição da editora Francisco Alves, 1984] 

Frank De Felitta: A Entidade (1978)

The entity. Frank De Felitta. Editora G. P. Putnam's Sons. 1978. Book cover by Charles Moll.
Primeira Edição (1978)
Cover book by Charles Moll
A Entidade é um livro de horror parapsicológico do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em julho de 1978 pela editora G. P. Putnam's Sons, com o título The Entity. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1980 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta.

Carlotta Moran, trinta e dois anos de idade, tem três filhos e trabalha como secretária. Mãe dedicada, é uma mulher simpática e normal que se relaciona com Gerry, o homem por quem é apaixonada e que tenciona desposá-la. É exatamente quando esse homem sai da cidade a trabalho, por seis semanas, que os fatos estranhos começam a ocorrer. A cada noite, sem a sua vontade e sem a menor compreensão de nada, Carlotta é violentada por um inimigo contra o qual não há armas. E ele é forte, cruel... e invisível. Nas teias de um pesadelo mais real do que sua própria carne e mais intenso do que alguém jamais poderia ter vivenciado, Carlotta Moran terá que vencer apenas um dos seres que povoam um universo tão próximo ao nosso que muitas vezes nos interpenetra e nem sentimos. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1980] 

Terror e mistério num caso de violência sexual! Alucinação? Histeria? Quem seria o ser diabólico que violentava aquela mulher indefesa? Testemunhadas pelos próprios filhos, vizinhos e psicólogos, as agressões redobram sua violência a cada novo ataque. Um inimigo forte e cruel subjuga Carlotta Moran, uma inocente viúva, mãe de três filhos, levando-a ao desespero... Carlotta é paranormal? A Entidade realmente existe? [fonte: contracapa da edição da editora Nova Cultural, 1986] 

Antologia de Contos: Sete faces da bravura (1993)

Sete faces da bravura é uma antologia de sete contos temáticos escrito por sete escritores brasileiros e direcionado ao público juvenil, publicado originalmente no Brasil em 1993 pela editora Moderna, dentro da coleção Veredas.

Os bravos são aqueles que se destacam da média da humanidade pelo comportamento audacioso, enfrentando desafios que fazem a maioria das pessoas encolher-se de medo. Neste livro está uma amostra de personagens que marcaram a história e protagonizaram inúmeras aventuras: pirata, espião, bandeirante, caçador, cavaleiro medieval, cangaceiro e caubói. [fonte: contracapa]

Os sete contos que compõem o livro são: O pirata que não deu certo (Orlando de Miranda, subtema: pirata), A ponte (Pedro Bandeira, subtema: espião), Uma bandeira branca (Mustafa Yazbek, subtema: bandeirante), A última caçada (Marçal Aquino, subtema: caçador), Meu senhor Dom Fuas (Luiz Maria Veiga, subtema: cavaleiro medieval), O fogo de Satã (Fernando Portela, subtema: cangaceiro), A balada de Ethan Crane (Júlio Emílio Braz, subtema: caubói).

O livro é parte de um projeto chamado Sete Faces, composto de 18 títulos temáticos: Sete faces do amor, Sete faces da aventura, Sete faces da bravura, Sete faces do conto de fadas, Sete faces do crime, Sete faces do destino, Sete faces da escola, Sete faces da fábula, Sete faces da família, Sete faces da ficção científica, Sete faces da ficção espacial, Sete faces do herói, Sete faces do humor, Sete faces da mulher, Sete faces da paixão, Sete faces da primeira vez, Sete faces do sobrenatural e Sete faces do terror.

Sete faces da bravura. Marcia Kupstas (organizadora), Orlando de Miranda, Pedro Bandeira, Mustafa Yazbek, Marçal Aquino, Luiz Maria Veiga, Fernando Portela e Júlio Emílio Braz. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1993-1996 (1ª a 4ª edição). ISBN: 85-16-00782-0. Capa de Alberto Naddeo. Ilustrações de Alberto Naddeo.Sete faces da bravura. Marcia Kupstas (organizadora), Orlando de Miranda, Pedro Bandeira, Mustafa Yazbek, Marçal Aquino, Luiz Maria Veiga, Fernando Portela e Júlio Emílio Braz. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1993-1996 (1ª a 4ª edição). ISBN: 85-16-00782-0. Contracapa.
Sete faces da bravura. Marcia Kupstas (organizadora), Orlando de Miranda, Pedro Bandeira, Mustafa Yazbek, Marçal Aquino, Luiz Maria Veiga, Fernando Portela e Júlio Emílio Braz. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1993-1996 (1ª a 4ª edição). ISBN: 85-16-00782-0. Capa de Alberto Naddeo. Ilustrações de Alberto Naddeo.

Antologia de Contos: Sete faces da aventura (1992)

Sete faces da aventura é uma antologia de sete contos temáticos escrito por sete escritores brasileiros e direcionado para o público juvenil, publicado originalmente no Brasil em 1992 pela editora Moderna, dentro da coleção Veredas.

Viagens mirabolantes, riscos de vida, coragem, valentia, violência, ousadia. Esses são temas eternos, em toda literatura universal. Neste livro, aventuras fantásticas foram divididas em sete espaços: o mar, a floresta, o deserto, a montanha, o espaço sideral, a cidade superpovoada, o ambiente fechado e sufocante. Venha participar desses sete riscos, dessas sete emoções! [fonte: contracapa]

Os sete contos que compõem o livro são: Correndo no deserto do tempo (Elisabeth Maggio, subtema: aventura no deserto), Uma aventura na floresta (Wagner Costa, subtema: aventura na floresta), Além do grande mar (Márcia Kupstas, subtema: aventura no mar), Um crime mais que perfeito (Pedro Bandeira, subtema: aventura entre quatro paredes), Eu, um pioneiro (Ricardo Gouveia, subtema: aventura no espaço sideral), Leo, Pin e Fon (Carlos Queiroz Telles, subtema: aventura na montanha), Sangue no asfalto (Ricardo Soares, subtema: aventura urbana).

O livro é parte de um projeto chamado Sete Faces, composto de 18 títulos temáticos: Sete faces do amor, Sete faces da aventura, Sete faces da bravura, Sete faces do conto de fadas, Sete faces do crime, Sete faces do destino, Sete faces da escola, Sete faces da fábula, Sete faces da família, Sete faces da ficção científica, Sete faces da ficção espacial, Sete faces do herói, Sete faces do humor, Sete faces da mulher, Sete faces da paixão, Sete faces da primeira vez, Sete faces do sobrenatural e Sete faces do terror.

Sete faces da aventura. Márcia Kupstas (organizadora), Elisabeth Maggio, Wagner Costa, Márcia Kupstas, Pedro Bandeira, Ricardo Gouveia, Carlos Queiroz Telles. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1996 (1ª a 7ª edição). ISBN: 85-16-00733-1. Capa de Alberto Naddeo. Ilustrações de Alberto Naddeo.Sete faces da aventura. Márcia Kupstas (organizadora), Elisabeth Maggio, Wagner Costa, Márcia Kupstas, Pedro Bandeira, Ricardo Gouveia, Carlos Queiroz Telles. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1996 (1ª a 7ª edição). ISBN: 85-16-00733-1. Contracapa.
Sete faces da aventura. Marcia Kupstas (organizadora), Elisabeth Maggio, Wagner Costa, Marcia Kupstas, Pedro Bandeira, Ricardo Gouveia, Carlos Queiroz Telles. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1996 (1ª a 7ª edição). ISBN: 85-16-00733-1. Capa de Alberto Naddeo. Ilustrações de Alberto Naddeo.