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Ray Bradbury: O País de Outubro (1955)

The October Country. Ray Bradbury. Ballantine Books. Outubro de 1955. Book Cover by Joe Mugnaini.
Primeira Edição (1955)
Book Cover by Joe Mugnaini
O País de Outubro é uma coletânea de 19 contos de horror do escritor norte-americano Ray Bradbury (1920-2012), publicado originalmente nos Estados Unidos em outubro de 1955 pela editora Ballantine Books. A maioria dos contos foram publicados entre 1943 e 1946 na revista Weird Tales e em 1947 no seu primeiro livro, a também coletânea de contos Dark Carnival (não publicado no Brasil), com poucas exceções em outras revistas. Com exceção de 4 contos que foram publicados em 1954, todos os outros 15 contos foram publicados em Dark Carnival. No Brasil, o livro foi publicado inicialmente pela Edições GRD na década de 1960 em dois volumes (O País de Outubro e Outros contos do País de Outubro), em traduções de Hélio Pólvora e José Geraldo Vieira, e, posteriormente em 1981 pela editora Francisco Alves, em tradução de José Eduardo Ribeiro Moretzsohn.

Em O País de Outubro reuniu Ray Bradbury dezenove histórias escolhidas (e em parte reescritas) dentre as que havia publicado anteriormente, algumas delas já consagradas como verdadeiras obras-primas do gênero, reproduzidas em revistas e antologias dentro e fora dos Estados Unidos. Contos como "O Anão", "O Pequeno Assassino", "O Lago", "O Vento" são páginas inesquecíveis e pertencem ao que de melhor se escreveu na ficção moderna. Ray Bradbury, sem nunca se repetir ou se copiar a si mesmo, sabe mesclar o horror e o fantástico, o mistério e o imprevisto, a ternura e o sonho, a morte e a vida dentro de uma linguagem profundamente poética, que capta com delicadeza e maestria o frêmito humano. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1981]

Na introdução do livro, Ray Bradbury escreveu: "O País de Outubro... o país onde o ano está sempre chegando ao fim. O país onde as colinas são nevoeiros e os rios são neblinas; onde os meios-dias passam rápidos, as sombras e os crepúsculos se alongam, e as meias-noites permanecem. O país constituído, de um modo geral, de porões, subporões, carvoeiras, sótãos e despensas que não fazem frente para o sol. O país cujas pessoas são pessoas de outono, que pensam tão somente pensamentos de outono. Cujas pessoas, ao passarem à noite nos caminhos vazios, emitem ruídos de chuva..." [fonte: introdução da edição da editora Francisco Alves, 1981]

Os 19 contos que compõe o livro são, de acordo com a edição da Editora Francisco Alves de 1981: (1) O anão (2) O próximo da fila (3) A ficha de pôquer atenta de H. Matisse (4) O esqueleto (5) A jarra (6) O lago (7) O emissário (8) Possuída pelo fogo (9) O pequeno assassino (10) A multidão (11) A caixinha de surpresa (12) A segadeira (13) Tio Einar (14) O vento (15) O homem do segundo andar (16) Havia uma velha senhora (17) A cisterna (18) Festa de família (19) A morte maravilhosa de Dudley Stone.

Thomas Luke [Graham Masterton]: Fobia (1980)

Phobia. Thomas Luke (Graham Masterton). Editora Pocket Books. 1980.
Primeira Edição (1980)
Fobia é um livro de horror do escritor escocês Graham Masterton (1946-), única obra em que o autor utilizou o pseudônimo Thomas Luke. O livro foi publicado originalmente nos Estados Unidos em agosto de 1980 pela editora Pocket Books, com o título Phobia. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1982 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta. O livro, na realidade, é uma romantização do roteiro de um filme canadense de mesmo nome, Phobia (sem título no Brasil), que foi lançado nos cinemas norte-americanos um mês após o lançamento do livro, em setembro de 1980. O roteiro foi escrito por Lew Lehman, Jimmy Sangster e Peter Bellwood, baseado em argumento de Gary Sherman e Ronald Shusett.

Quando criança Peter Ross assistia à morte de sua irmã, afogada na piscina da casa onde moravam, quando esta tentava convencê-lo de que sua boneca sabia nadar. Peter ficara paralisado de terror, e não emitira um só grito para que a socorressem. Tempos depois, seu pai usara a forma pouco ortodoxa de ensinar-lhe a nadar, atirando-o na piscina. Surtira o efeito, aprendera a nadar. Mas o trauma da morte da irmã marcou-lhe a vida e influiu no psiquiatra behaviorista em que se transformara quando adulto. Peter Ross tinha a seus cuidados cinco pacientes homicidas - cinco cobaias humanas para uma radical experiência psicológica. Cinco homens e mulheres que nada tinham em comum, exceto o medo compulsivo, irracional e consumidor que governa suas vidas, tornando-os indefessos. O tratamento que Ross impunha a seus pacientes era chamado por ele de "terapia de implosão", que consistia, basicamente, de projeções de filmes em que o paciente via na tela imagens que não podia suportar. Imagens que os transtornavam a tal ponto que tremiam de pavor todas as vezes em que o Dr. Ross iniciava sua "terapia". Aos poucos, esses pacientes começam a morrer. Vitimados por aquilo que cada um mais temia. E, para os sobreviventes, passou a existir um outro motivo de medo: um louco, dominado por uma sombria e peculiar obsessão... [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1982]

Frank De Felitta: Vingança em alto-mar (1980)

Sea trial. Frank De Felitta. Editora Gollancz. 1980.
Primeira Edição (1980)
Vingança em alto-mar é um livro do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1980 pela editora Gollancz, com o título Sea trial. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1981 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta. 

"Embarque num iate particular lindamente equipado para um descontraído cruzeiro de duas semanas através do cintilante Caribe. Viaje à vontade, em total anonimato. Seus anfitriões, um casal de marujos amistosos e experientes, oferecem oportunidades de vislumbres impossíveis a bordo de grandes navios de cruzeiro. O tempo será lindo, proporcionando um sol inigualável na mais propícia das estações do ano. E quando o sol baixa no horizonte, a vida a bordo deva-se a níveis dignos da ocasião. Nossas noites são repletas de deleites gastronômicos, do retinir de copos de cristal e de conversas agradáveis — ou, se você preferir, de repousante silêncio. Escreva-nos resumindo seus interesses. Só aceitamos casais." Este é o anuncio de um jornal. Este é o começo da armadilha. [fonte: contracapa da edição da editora Francisco Alves, 1981] 

Frank De Felitta: Por amor a Audrey Rose (1982)

For love of Audrey Rose. Frank De Felitta. Editora Warner Books. Julho de 1982. Capa de Charles Moll.
Primeira Edição (1982)
Cover book by Charles Moll
Por amor a Audrey Rose é um livro de horror do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em julho de 1982 pela editora Warner Books, com o título For love of Audrey Rose. O livro é a sequência de As duas vidas de Audrey Rose (Audrey Rose), publicado em 1975. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1983 pela editora Francisco Alves, em tradução de Donaldson M. Garschagen. 

Quem leu As Duas Vidas de Audrey Rose recorda-se do estranho caso de uma menina que seria a reencarnação de outra, morta queimada num acidente de automóvel. Ivy Templeton nascera no dia da morte de Audrey Rose. Um estranho, Elliot Hoover, afirma que ela é a nova encarnação de sua filha. A ideia parece absurda aos pais da menina, porém aos poucos deixam-se tocar e a própria Ivy cede aos argumentos de Elliot, que deseja que ela se submeta a uma sessão de regressão psíquica. Ocorre, no entanto, que nessa sessão Ivy passa a se comportar como Audrey Rose, reproduzindo o horror e a angústia de seus últimos instantes — e também morre, com todos os sinais de queimaduras da outra. Por Amor a Audrey Rose retoma a narrativa, mostrando a reação dos pais diante daquela tragédia. Quem mais sofre é o pai, Bill Templeton, que termina tendo um colapso nervoso, o qual evolui rapidamente para a insanidade mental. Tendo ido buscar alívio e compreensão das coisas da vida no jainismo e depois no lamaísmo, julga por fim entrever a “realidade”: Ivy deve voltar para cumprir uma nova vida. Sua ideia fixa é encontrar uma menina que tenha nascido justamente na hora da morte de Ivy — seria a encarnação dela. Mas a busca obsessiva de Bill não só falha em seus objetivos como também contribui para piorar seu estado mental: depois de se ver privado da pequena Juanita, é internado num sanatório para loucos. Por sua vez, Janice Templeton procura igualmente a mesma “realidade”, e para tal parte em busca de Hoover, que fora viver entre monges na Índia. Consegue por fim descobri-lo, convence-o a voltar para ajudá-la na cura do marido. Daí em diante o romance se desenrola num crescendo de emoção e suspense até o clímax final. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1983] 

Frank De Felitta: As duas vidas de Audrey Rose (1975)

Audrey Rose: Whose child is she now?. Frank De Felitta. Editora G. P. Putnam's Sons. 1975.
Primeira Edição (1975)
As duas vidas de Audrey Rose é um livro de horror do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1975 pela editora G. P. Putnam's Sons, com o título Audrey Rose e subtítulo Whose child is she now?. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1977 pela editora Francisco Alves, em tradução de Marcos Santarrita e Luiz Horácio da Matta. O livro teve uma sequência, Por amor a Audrey Rose (For love of Audrey Rose), publicado em 1982.

Bill e Janice Templeton levam uma vida quase perfeita - um casamento feliz, um magnífico apartamento e uma filha encantadora, Ivy, que adoram. Inesperadamente, um estranho, Elliot Hoover, intromete-se em sua vida, insistindo que Ivy possui a alma de sua filha Audrey Rose, que morreu num acidente de carro no exato momento em que Ivy nasceu. A princípio os Templeton consideram as afirmações de Hoover inverossímeis demais para serem levadas em consideração, mas, aos poucos, as evidências começam a ser convincentes demais para serem ignorados. Os alicerces da vida idílica dos Templeton vão sendo abalados à medida que cada novo e aterrorizante acontecimento aponta para a conclusão de que Hoover estava certo. A terrível verdade parece ser a de que Audrey Rose reencarnou em Ivy, que passa a reviver repetidas vezes a imolação de Audrey em meio às chamas do automóvel. Os gritos histéricos de Ivy (...) não provêm de alucinações de uma mente pertubada. São os gritos aterradores de uma garotinha indefesa que está sendo incessantemente queimada viva! [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1977] 

Frank De Felitta: O demônio de Gólgota (1984)

Golgotha Falls. Frank De Felitta. Editora Simon & Schuster. 1984.
Primeira Edição (1984)
O demônio de Gólgota é um livro de horror do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1984 pela editora Simon & Schuster, com o título Golgotha falls. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1986 pela editora Francisco Alves, em tradução de Toni Thomson. O subtítulo da obra é An assault on the Fourth Dimension (no Brasil: Um mergulho na Quarta Dimensão).  

Cataratas de Gólgota fica num vale ressequido e desolado, ao norte do estado de Massachusetts onde, em 1919, o padre Bernard K. Lovell, pároco da igreja das Dores Eternas, sucumbindo do isolamento e ao desespero, entrega-se a uma negra noite de loucura, necrofilia e suicídio. Em 1978, um padre jesuíta enviado pela diocese para reconsagrar a igreja perdida e profanada, vê-se dominado pelas garras abjetas da bestialidade. Um local amaldiçoado em que, no limiar do século XXI, um homem de fé profundíssima e dois brilhantes pesquisadores do paranormal travam combate, tendo por armas a fé inabalável e a mais sofisticada tecnologia contra Satanás, o mais antigo e ardiloso adversário de todos. Cataratas de Gólgota narra a fascinante história da colisão frontal entre a moderna ciência da parapsicologia e os antiquíssimos mistérios da fé. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1986] 


Frank De Felitta: Marcha fúnebre das marionetes (1990)

Funeral march of the marionettes. Frank De Felitta. Editora New English Library. Fevereiro de 1990.
Primeira Edição (1990)
Marcha fúnebre das marionetes é um livro de suspense policial do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente no Reino Unido (Inglaterra) em fevereiro de 1990 pela editora New English Library (selo da Hodder & Stoughton), com o título Funeral march of marionettes. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1992 pela editora Francisco Alves, em tradução de Toni Thomson. 

Um psicopata que baseia seus crimes nos grandes assassinatos do cinema! A corrida matinal de um publicitário se torna uma corrida pela vida quando é perseguido por um aeromodelo explosivo. Uma linda secretária é eletrocutada no chuveiro de um hotel. Apenas a natureza extravagante de cada crime parece ligá-los, até que ocorre ao tenente Santomássimo um pensamento igualmente bizarro: poderiam esses assassinatos serem baseados nos filmes Intriga Internacional e Psicose? Santomássimo recorre à professora de cinema Kay Quinn, que - à medida que os assassinatos continuam - presta consultoria à polícia a respeito dos temas e cenários dos crimes. Juntos, precisam predizer os próximos movimentos do psicopata, que já está selecionando o elenco... [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1992] 

Frank De Felitta: Terror na Oktotoberfest (1973)

Oktoberfest. Frank De Felitta. Doubleday. 1973.
Primeira Edição (1973)
Terror na Oktoberfest é um livro de suspense policial do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1973 pela editora Doubleday, com o título Oktoberfest. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1984 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta. 

Em Munique, durante a Oktoberfest, o carnaval da cerveja e da libertinagem na Alemanha, ocorrem três crimes de morte com todos os sinais de uma crueldade requintada: as vítimas são mortas a golpes de uma machadinha de açougueiro e os cadáveres literalmente reduzidos a pedaços. As características comuns desses crimes fazem a polícia (o inspetor-chefe Bauer, de Munique) pensar que se trate de um maníaco. E não só. As vítimas representam extraordinária semelhança fisionômica a conhecidas personalidades da era nazista: Goering, Tauber, Himmler. Seria um fanático judeu caçador de nazistas? Seria um indivíduo enlouquecido pela dor e pelo sofrimento nos campos de concentração e que, muitos anos depois, resolvesse vingar-se? Com o decorrer dos dias, o inspetor Bauer se vê às voltas com um passado seu que supunha sepultado para sempre, e as lembranças daqueles dias de insânia, antes e durante a Segunda Guerra Mundial, vê martelar sua memória e a memória de uma moça israelense de origem alemã, srta. Madeline Kress, que o ajuda na solução do mistério. [fonte: Fernando Py, orelha da edição da editora Francisco Alves, 1984] 

Frank De Felitta: A Entidade (1978)

The entity. Frank De Felitta. Editora G. P. Putnam's Sons. 1978. Book cover by Charles Moll.
Primeira Edição (1978)
Cover book by Charles Moll
A Entidade é um livro de horror parapsicológico do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em julho de 1978 pela editora G. P. Putnam's Sons, com o título The Entity. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1980 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta.

Carlotta Moran, trinta e dois anos de idade, tem três filhos e trabalha como secretária. Mãe dedicada, é uma mulher simpática e normal que se relaciona com Gerry, o homem por quem é apaixonada e que tenciona desposá-la. É exatamente quando esse homem sai da cidade a trabalho, por seis semanas, que os fatos estranhos começam a ocorrer. A cada noite, sem a sua vontade e sem a menor compreensão de nada, Carlotta é violentada por um inimigo contra o qual não há armas. E ele é forte, cruel... e invisível. Nas teias de um pesadelo mais real do que sua própria carne e mais intenso do que alguém jamais poderia ter vivenciado, Carlotta Moran terá que vencer apenas um dos seres que povoam um universo tão próximo ao nosso que muitas vezes nos interpenetra e nem sentimos. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1980] 

Terror e mistério num caso de violência sexual! Alucinação? Histeria? Quem seria o ser diabólico que violentava aquela mulher indefesa? Testemunhadas pelos próprios filhos, vizinhos e psicólogos, as agressões redobram sua violência a cada novo ataque. Um inimigo forte e cruel subjuga Carlotta Moran, uma inocente viúva, mãe de três filhos, levando-a ao desespero... Carlotta é paranormal? A Entidade realmente existe? [fonte: contracapa da edição da editora Nova Cultural, 1986] 

Antologia de Contos: Sete faces da bravura (1993)

Sete faces da bravura é uma antologia de sete contos temáticos escrito por sete escritores brasileiros e direcionado ao público juvenil, publicado originalmente no Brasil em 1993 pela editora Moderna, dentro da coleção Veredas.

Os bravos são aqueles que se destacam da média da humanidade pelo comportamento audacioso, enfrentando desafios que fazem a maioria das pessoas encolher-se de medo. Neste livro está uma amostra de personagens que marcaram a história e protagonizaram inúmeras aventuras: pirata, espião, bandeirante, caçador, cavaleiro medieval, cangaceiro e caubói. [fonte: contracapa]

Os sete contos que compõem o livro são: O pirata que não deu certo (Orlando de Miranda, subtema: pirata), A ponte (Pedro Bandeira, subtema: espião), Uma bandeira branca (Mustafa Yazbek, subtema: bandeirante), A última caçada (Marçal Aquino, subtema: caçador), Meu senhor Dom Fuas (Luiz Maria Veiga, subtema: cavaleiro medieval), O fogo de Satã (Fernando Portela, subtema: cangaceiro), A balada de Ethan Crane (Júlio Emílio Braz, subtema: caubói).

O livro é parte de um projeto chamado Sete Faces, composto de 18 títulos temáticos: Sete faces do amor, Sete faces da aventura, Sete faces da bravura, Sete faces do conto de fadas, Sete faces do crime, Sete faces do destino, Sete faces da escola, Sete faces da fábula, Sete faces da família, Sete faces da ficção científica, Sete faces da ficção espacial, Sete faces do herói, Sete faces do humor, Sete faces da mulher, Sete faces da paixão, Sete faces da primeira vez, Sete faces do sobrenatural e Sete faces do terror.

Sete faces da bravura. Marcia Kupstas (organizadora), Orlando de Miranda, Pedro Bandeira, Mustafa Yazbek, Marçal Aquino, Luiz Maria Veiga, Fernando Portela e Júlio Emílio Braz. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1993-1996 (1ª a 4ª edição). ISBN: 85-16-00782-0. Capa de Alberto Naddeo. Ilustrações de Alberto Naddeo.Sete faces da bravura. Marcia Kupstas (organizadora), Orlando de Miranda, Pedro Bandeira, Mustafa Yazbek, Marçal Aquino, Luiz Maria Veiga, Fernando Portela e Júlio Emílio Braz. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1993-1996 (1ª a 4ª edição). ISBN: 85-16-00782-0. Contracapa.
Sete faces da bravura. Marcia Kupstas (organizadora), Orlando de Miranda, Pedro Bandeira, Mustafa Yazbek, Marçal Aquino, Luiz Maria Veiga, Fernando Portela e Júlio Emílio Braz. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1993-1996 (1ª a 4ª edição). ISBN: 85-16-00782-0. Capa de Alberto Naddeo. Ilustrações de Alberto Naddeo.

Antologia de Contos: Sete faces da aventura (1992)

Sete faces da aventura é uma antologia de sete contos temáticos escrito por sete escritores brasileiros e direcionado para o público juvenil, publicado originalmente no Brasil em 1992 pela editora Moderna, dentro da coleção Veredas.

Viagens mirabolantes, riscos de vida, coragem, valentia, violência, ousadia. Esses são temas eternos, em toda literatura universal. Neste livro, aventuras fantásticas foram divididas em sete espaços: o mar, a floresta, o deserto, a montanha, o espaço sideral, a cidade superpovoada, o ambiente fechado e sufocante. Venha participar desses sete riscos, dessas sete emoções! [fonte: contracapa]

Os sete contos que compõem o livro são: Correndo no deserto do tempo (Elisabeth Maggio, subtema: aventura no deserto), Uma aventura na floresta (Wagner Costa, subtema: aventura na floresta), Além do grande mar (Márcia Kupstas, subtema: aventura no mar), Um crime mais que perfeito (Pedro Bandeira, subtema: aventura entre quatro paredes), Eu, um pioneiro (Ricardo Gouveia, subtema: aventura no espaço sideral), Leo, Pin e Fon (Carlos Queiroz Telles, subtema: aventura na montanha), Sangue no asfalto (Ricardo Soares, subtema: aventura urbana).

O livro é parte de um projeto chamado Sete Faces, composto de 18 títulos temáticos: Sete faces do amor, Sete faces da aventura, Sete faces da bravura, Sete faces do conto de fadas, Sete faces do crime, Sete faces do destino, Sete faces da escola, Sete faces da fábula, Sete faces da família, Sete faces da ficção científica, Sete faces da ficção espacial, Sete faces do herói, Sete faces do humor, Sete faces da mulher, Sete faces da paixão, Sete faces da primeira vez, Sete faces do sobrenatural e Sete faces do terror.

Sete faces da aventura. Márcia Kupstas (organizadora), Elisabeth Maggio, Wagner Costa, Márcia Kupstas, Pedro Bandeira, Ricardo Gouveia, Carlos Queiroz Telles. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1996 (1ª a 7ª edição). ISBN: 85-16-00733-1. Capa de Alberto Naddeo. Ilustrações de Alberto Naddeo.Sete faces da aventura. Márcia Kupstas (organizadora), Elisabeth Maggio, Wagner Costa, Márcia Kupstas, Pedro Bandeira, Ricardo Gouveia, Carlos Queiroz Telles. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1996 (1ª a 7ª edição). ISBN: 85-16-00733-1. Contracapa.
Sete faces da aventura. Marcia Kupstas (organizadora), Elisabeth Maggio, Wagner Costa, Marcia Kupstas, Pedro Bandeira, Ricardo Gouveia, Carlos Queiroz Telles. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1996 (1ª a 7ª edição). ISBN: 85-16-00733-1. Capa de Alberto Naddeo. Ilustrações de Alberto Naddeo.

Antologia de Contos: Sete faces do amor (1992)

Sete faces do amor é uma antologia de sete contos temáticos escrito por sete escritores brasileiros e direcionado para o público juvenil, publicado originalmente no Brasil em 1992 pela editora Moderna, dentro da coleção Veredas.

Nenhum tema foi ou será mais explorado pela literatura do que o amor. Escritores e poetas já versaram sobre ele de diversos ângulos, com finais felizes ou desfechos trágicos, fazendo chorar ou sonhar. Partilhe conosco desses momentos apaixonados. Reviva, nestas sete histórias, os amores que você já teve. Sonhe, com estas sete propostas, com os amores que poderá vir a ter... [fonte: contracapa]

Os sete contos que compõem o livro são: Volta e meia vamos dar (Pedro Bandeira, subtema: amor vassalo), Trago estas rosas (Luiz Maria Veiga, subtema: amor romântico), O sapo desencantado (Márcia Melo e Jesse Navarro, subtema: amor possessivo), Janaína (Júlio Emílio Braz, subtema: amor platônico), Quase namorada (Vivina de Assis Viana, subtema: amor amizade), Foi tudo amor (Fernando Portela, subtema: amor traidor), O patinho feio (Edson Gabriel Garcia, subtema: amor mensageiro).

O livro é parte de um projeto chamado Sete Faces, composto por 18 títulos temáticos: Sete faces do amor, Sete faces da aventura, Sete faces da bravura, Sete faces do conto de fadas, Sete faces do crime, Sete faces do destino, Sete faces da escola, Sete faces da fábula, Sete faces da família, Sete faces da ficção científica, Sete faces da ficção espacial, Sete faces do herói, Sete faces do humor, Sete faces da mulher, Sete faces da paixão, Sete faces da primeira vez, Sete faces do sobrenatural e Sete faces do terror.

Sete faces do amor. Márcia Kupstas (organizadora), Pedro Bandeira, Luiz Maria Veiga, Márcia Melo, Jesse Navarro, Júlio Emílio Braz, Vivina de Assis Viana, Fernando Portela e Edson Gabriel Garcia. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1997 (1ª a 14ª edição). ISBN: 85-16-006984-0. Capa de Avelino Guedes. Ilustrações de Avelino Guedes.Sete faces do amor. Márcia Kupstas (organizadora), Pedro Bandeira, Luiz Maria Veiga, Márcia Melo, Jesse Navarro, Júlio Emílio Braz, Vivina de Assis Viana, Fernando Portela e Edson Gabriel Garcia. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1997 (1ª a 14ª edição). ISBN: 85-16-006984-0. Contracapa.
Sete faces do amor. Marcia Kupstas (organizadora), Pedro Bandeira, Luiz Maria Veiga, Marcia Melo, Jesse Navarro, Júlio Emílio Braz, Vivina de Assis Viana, Fernando Portela e Edson Gabriel Garcia. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1997 (1ª a 14ª edição). ISBN: 85-16-00684-0. Capa de Avelino Guedes. Ilustrações de Avelino Guedes.

Rubens Francisco Lucchetti / R. F. Lucchetti: O dobre sinistro (1963 / 2019)

O dobre sinistro é um livro de horror do escritor brasileiro Rubens Francisco Lucchetti, publicado originalmente no Brasil em 1963 (o livro foi escrito por volta de 1956). Uma nova versão do livro foi reescrita e publicada em janeiro de 2019, com o o autor utilizando o pseudônimo R. F. Lucchetti.

Sinopse: Em Londres, o bondoso dr. Jekyll impensadamente faz surgir um monstro de perversidade e fúria, o asqueroso sr. Hyde, que, na verdade, é um desdobramento de sua própria personalidade. [Na mesma] Londres, um assassino cruel, o célebre Jack o Estripador, dissemina o pânico entre as prostitutas do miserável distrito de Whitechapel. Em Paris, um orangotango comete uma série de assassinatos na Rua Morgue. E em Westmoreland, uma pacata aldeia inglesa, o repicar de um sino anuncia a chegada dos Filhos de Satã... [fonte: Rubens Francisco Lucchetti, em sua página do Facebook


Terence Gray / R. F. Lucchetti: No domínio do mistério (1975) / Sortilégio (2018)

No domínio do mistério é um livro de horror gótico (vampirismo e fantasma) do escritor brasileiro R. F. Lucchetti (Rubens Francisco Lucchetti), publicado originalmente no Brasil em 1975, com o autor utilizando o heterônimo Terence Gray. Uma nova versão do livro foi reescrita e publicada em outubro de 2018, com o título Sortilégio.

Sinopse: Encontraria aquele grupo as repostas para o inquietante enigma do além: [fonte: capa de No domínio do mistério]

Personagens: Roger M. Conway, James A. Bradley, Janice Cunningham.

R. F. Lucchetti: Procure a mulher! (2018)

Procure a mulher! é um livro de contos do escritor brasileiros R. F. Lucchetti (Rubens Francisco Lucchetti), publicado originalmente no Brasil em novembro de 2018. O livro reúne sete contos protagonizados por personagens femininas  de personalidades fortes (femmes fatales). Os contos foram escritos pelo autor entre as décadas de 1950 e 1980, mas permaneciam inéditos até então.

Os contos que compõem a antologia são: (1) Mamãe tinha razão (2) Uma questão de negócio (3) Em pleno espetáculo (4) O depoimento da Sra. Marone (5) A scretária perfeita (6) O bandido (7) Férias em Acapulco.

Isadora Highsmith / R. F. Lucchetti: O fantasma de Greenstock (1975 / 2018)

O fantasma de Greenstock é um livro de horror gótico do escritor brasileiro R. F. Lucchetti (Rubens Francisco Lucchetti). O livro foi publicado originalmente no Brasil em 1975, com o autor utilizando o heterônimo Isadora Highsmith. Uma nova versão do livro foi reescrita e publicada em 2018. 

Sinopse: Que levou Andrea Corbey a cruzar o Atlântico e visitar o secular castelo de Greenstock? Quais os segredos por trás das paredes do castelo, que, erguido sobre uma colina e de frente para o mar, parecia gemer - como um bando de corvos - contra a ventania? Por que toda mulher que se casa com um Barão de Greenstock tem de usar um anel em forma de caveira? Que fim teve Pamela Greenstock, a última lady Greenstock? Quem foi Trenery? E qual foi a maldição lançada pelo seu pai? Que é ser uma lady Greenstock? As respostas a essas perguntas você obterá lendo O Fantasma de Greenstock, o sexto volume da Coleção R. F. Lucchetti. [fonte: Rubens Francisco Lucchetti, publicado em sua página do Facebook, nos dias 4 e 5 de fevereiro de 2018] 

Personagens: Janice Cunningham, Andrea Corbey, Pamela Greenstock, Trenery.


R. F. Lucchetti / Christine Gray: Fim-de-semana com a morte (1972) / O Solar dos Gansfields (1975) / Rachel (2017)

Fim-de-semana com a morte é um livro de horror gótico policial (vampirismo) do escritor brasileiro R. F. Lucchetti (Rubens Francisco Lucchetti), publicado originalmente no Brasil em 1972. A narrativa foi escrita pelo autor entre 1963 e 1965 e na época foi intitulado como "A Casa do Promontório". Poucos anos depois, em 1975, foi publicado uma nova versão da história, O Solar dos Gansfields, com o autor utilizando o heterônimo Christine Gray. Nessa nova versão, Lucchetti transferiu a ação da trama do Brasil para a Inglaterra, alterando o nome da protagonista de Raquel para Rachel. Em março de 2017, mais de 40 anos depois, uma nova versão da história foi reescrita e publicada, com um novo título: Rachel


Personagens: Rachel Gansfields, Richard Gansfields (marido de Rachel), Oliver Collins (amigo de Richard), William Harrison (inspetor).


Monteiro Lobato: O pinguim que andou de bonde (2019, fragmento)

O pinguim que andou de bonde é um fragmento (trecho) do livro A Barca de Gleyre do escritor brasileiro Monteiro Lobato [+capas], publicado separadamente no Brasil em janeiro de 2019 pela editora FTD. Direcionado para crianças a partir de 3 anos ou em processo de alfabetização, é um livro curto (32 páginas) e com muitas ilustrações, permitindo assim que crianças nessa faixa etária sejam apresentados ao universo lobatiano. A história sobre os pinguins é uma história verdadeira que aconteceu com Monteiro Lobato enquanto ele passava férias no litoral paulista (Itanhaém, Santos, São Vicente) em julho de 1915. Ele mencionou a história em duas cartas que enviou para seu amigo Godofredo Rangel, datada de 3 e 15 de julho de 1915. Essas cartas podem ser lidas completas no livro A Barca de Gleyre (1944), que reproduz uma série de cartas que Monteiro Lobato escreveu para Godofredo Rangel durante 40 anos (1903-1943).

Em uma praia de São Vicente, Lobato encontra um pinguim de asa quebrada e quer levá-lo para casa, de bonde, mas o motorneiro do bonde não gosta muito da ideia. (FTD, 2019)

O pinguim que andou de bonde. Monteiro Lobato. Editora FTD. Coleção Meu Primeiro Lobato. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01701-5. Capa de Nelson Cruz (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Nelson Cruz. Fragmento de A Barca de Gleyre.
O pinguim que andou de bonde. Monteiro Lobato. Editora FTD. Coleção Meu Primeiro Lobato [+capas]. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01701-5. Capa de Nelson Cruz (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Nelson Cruz. Fragmento de A Barca de Gleyre.

Referências:

Monteiro Lobato: O pintinho sura (2019, fragmento)

O pintinho sura é um fragmento (trecho) do livro Histórias de Tia Nastácia do escritor brasileiro Monteiro Lobato [+capas], publicado separadamente no Brasil em janeiro de 2019 pela editora FTD. Direcionado para crianças a partir de 3 anos ou em processo de alfabetização, é um livro curto (32 páginas) e com muitas ilustrações, permitindo assim que crianças nessa faixa etária sejam apresentados ao universo lobatiano. O pinto sura é o 29º conto popular de Histórias de Tia Nastácia (1937), que é uma seleção e adaptação de contos populares e folclóricos coletados pelo sociólogo brasileiro Sílvio Romero e publicados no livro Contos populares do Brasil (1885) (conto: O pinto pelado). 

Um pintinho anda triste pelo galinheiro. Ele é diferente dos outros pintinhos que vivem ali, porque não tem rabo. Por isso, sofre a perseguição de um frangote carijó. Cansado dessa vidinha sofrida, ele decide levar uma carta ao rei, encontrando pelo caminho uma raposa, um rio e um espinheiro. (FTD, 2019)

O pintinho sura. Monteiro Lobato. Editora FTD (São Paulo-SP). Coleção Meu Primeiro Lobato. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01700-8. Capa de Marilda Castanha (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Marilda Castanha. Fragmento de Histórias de Tia Nastácia.
O pintinho sura. Monteiro Lobato. Editora FTD (São Paulo-SP). Coleção Meu Primeiro Lobato [+capas]. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01700-8. Capa de Marilda Castanha (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Marilda Castanha. Fragmento de Histórias de Tia Nastácia.

Referências:

Julieta de Godoy Ladeira: Recife dos holandeses (1987)

Recife dos holandeses. Julieta de Godoy Ladeira. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História. 1987-1998 (1ª a 6ª edição). ISBN: 85-08-01925-4. Capa de Rodval Matias (ilustração). Ilustrações de Rodval Matias.
Recife dos holandeses é um livro paradidático de História do Brasil da escritora brasileira Julieta de Godoy Ladeira, publicado originalmente no Brasil em 1987 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro são as invasões holandesas no Brasil colonial durante o século XVII (1630-1654), incluindo o governo de Maurício de Nassau em Recife (1637-1643) e a Insurreição Pernambucana, que resultou na expulsão dos holandeses do Brasil pelos portugueses. O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

A presença dos holandeses no Nordeste brasileiro entre 1630 e 1654 e sua influência na vida socioeconômica do Brasil - a administração de Maurício de Nassau foi mais moderna do que aquela com que a Colônia estava acostumada. Mas o Brasil holandês foi marcado também pela resistência ao invasor, com a chamada Insurreição Pernambucana. [fonte: site da editora, setembro de 2001] Eventos históricos abordados: (1) As consequências do domínio espanhol para o Brasil açucareiro (2) Resistência inicial (3) Calabar (4) Brasil holandês de Nassau (5) Insurreição Pernambucana.

Recife dos holandeses. Julieta de Godoy Ladeira. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História. 1987-1998 (1ª a 6ª edição). ISBN: 85-08-01925-4. Capa de Rodval Matias (ilustração). Ilustrações de Rodval Matias.
Edições: 1ª (1987), 2ª (1990), 3ª (1991), 4ª (1994), 5ª (1995), 6ª (1998).

Luiz Alexandre Teixeira Jr.: O engenho colonial (1983)

O engenho colonial é um livro paradidático de História do Brasil escrito por Luiz Alexandre Teixeira Jr. (pseudônimo coletivo), publicado originalmente no Brasil em 1983 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro é o dia-a-dia em um engenho de cana-de-açúcar na capitania de Pernambuco no século XVII (1601-1700), no período do Brasil colonial.  O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

O litoral pernambucano foi a mais importante região açucareira da América portuguesa no período colonial. É nesse cenário que o mascate João levará você a percorrer o engenho de D. Luís, rico senhor de engenho. Entre personagens fictícias e fatos históricos, a partir desta leitura de O engenho colonial você poderá conhecer o cotidiano das relações sociais e econômicas que marcaram a vida no Brasil colônia. [fonte: contracapa da edição de 2003] O livro narra o contraste interno de um engenho típico do Brasil colonial. Nele, os proprietários vivem suntuosamente, consumindo produtos europeus, enquanto os escravos, tocados a chicote, trabalham cortando cana-de-açúcar para produzir aquele que seria o principal produto exportado pelo Brasil no século XVII. [fonte: site da editora, setembro de 2001] 

Eventos históricos abordados: (1) O pacto colonial (2) A plantation açucareira (3) A sociedade açucareira (4) O cotidiano num engenho da Zona da Mata pernambucana (século XVII).