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Ray Bradbury: O País de Outubro (1955)

The October Country. Ray Bradbury. Ballantine Books. Outubro de 1955. Book Cover by Joe Mugnaini.
Primeira Edição (1955)
Book Cover by Joe Mugnaini
O País de Outubro é uma coletânea de 19 contos de horror do escritor norte-americano Ray Bradbury (1920-2012), publicado originalmente nos Estados Unidos em outubro de 1955 pela editora Ballantine Books. A maioria dos contos foram publicados entre 1943 e 1946 na revista Weird Tales e em 1947 no seu primeiro livro, a também coletânea de contos Dark Carnival (não publicado no Brasil), com poucas exceções em outras revistas. Com exceção de 4 contos que foram publicados em 1954, todos os outros 15 contos foram publicados em Dark Carnival. No Brasil, o livro foi publicado inicialmente pela Edições GRD na década de 1960 em dois volumes (O País de Outubro e Outros contos do País de Outubro), em traduções de Hélio Pólvora e José Geraldo Vieira, e, posteriormente em 1981 pela editora Francisco Alves, em tradução de José Eduardo Ribeiro Moretzsohn.

Em O País de Outubro reuniu Ray Bradbury dezenove histórias escolhidas (e em parte reescritas) dentre as que havia publicado anteriormente, algumas delas já consagradas como verdadeiras obras-primas do gênero, reproduzidas em revistas e antologias dentro e fora dos Estados Unidos. Contos como "O Anão", "O Pequeno Assassino", "O Lago", "O Vento" são páginas inesquecíveis e pertencem ao que de melhor se escreveu na ficção moderna. Ray Bradbury, sem nunca se repetir ou se copiar a si mesmo, sabe mesclar o horror e o fantástico, o mistério e o imprevisto, a ternura e o sonho, a morte e a vida dentro de uma linguagem profundamente poética, que capta com delicadeza e maestria o frêmito humano. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1981]

Na introdução do livro, Ray Bradbury escreveu: "O País de Outubro... o país onde o ano está sempre chegando ao fim. O país onde as colinas são nevoeiros e os rios são neblinas; onde os meios-dias passam rápidos, as sombras e os crepúsculos se alongam, e as meias-noites permanecem. O país constituído, de um modo geral, de porões, subporões, carvoeiras, sótãos e despensas que não fazem frente para o sol. O país cujas pessoas são pessoas de outono, que pensam tão somente pensamentos de outono. Cujas pessoas, ao passarem à noite nos caminhos vazios, emitem ruídos de chuva..." [fonte: introdução da edição da editora Francisco Alves, 1981]

Os 19 contos que compõe o livro são, de acordo com a edição da Editora Francisco Alves de 1981: (1) O anão (2) O próximo da fila (3) A ficha de pôquer atenta de H. Matisse (4) O esqueleto (5) A jarra (6) O lago (7) O emissário (8) Possuída pelo fogo (9) O pequeno assassino (10) A multidão (11) A caixinha de surpresa (12) A segadeira (13) Tio Einar (14) O vento (15) O homem do segundo andar (16) Havia uma velha senhora (17) A cisterna (18) Festa de família (19) A morte maravilhosa de Dudley Stone.

Thomas Luke [Graham Masterton]: Fobia (1980)

Phobia. Thomas Luke (Graham Masterton). Editora Pocket Books. 1980.
Primeira Edição (1980)
Fobia é um livro de horror do escritor escocês Graham Masterton (1946-), única obra em que o autor utilizou o pseudônimo Thomas Luke. O livro foi publicado originalmente nos Estados Unidos em agosto de 1980 pela editora Pocket Books, com o título Phobia. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1982 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta. O livro, na realidade, é uma romantização do roteiro de um filme canadense de mesmo nome, Phobia (sem título no Brasil), que foi lançado nos cinemas norte-americanos um mês após o lançamento do livro, em setembro de 1980. O roteiro foi escrito por Lew Lehman, Jimmy Sangster e Peter Bellwood, baseado em argumento de Gary Sherman e Ronald Shusett.

Quando criança Peter Ross assistia à morte de sua irmã, afogada na piscina da casa onde moravam, quando esta tentava convencê-lo de que sua boneca sabia nadar. Peter ficara paralisado de terror, e não emitira um só grito para que a socorressem. Tempos depois, seu pai usara a forma pouco ortodoxa de ensinar-lhe a nadar, atirando-o na piscina. Surtira o efeito, aprendera a nadar. Mas o trauma da morte da irmã marcou-lhe a vida e influiu no psiquiatra behaviorista em que se transformara quando adulto. Peter Ross tinha a seus cuidados cinco pacientes homicidas - cinco cobaias humanas para uma radical experiência psicológica. Cinco homens e mulheres que nada tinham em comum, exceto o medo compulsivo, irracional e consumidor que governa suas vidas, tornando-os indefessos. O tratamento que Ross impunha a seus pacientes era chamado por ele de "terapia de implosão", que consistia, basicamente, de projeções de filmes em que o paciente via na tela imagens que não podia suportar. Imagens que os transtornavam a tal ponto que tremiam de pavor todas as vezes em que o Dr. Ross iniciava sua "terapia". Aos poucos, esses pacientes começam a morrer. Vitimados por aquilo que cada um mais temia. E, para os sobreviventes, passou a existir um outro motivo de medo: um louco, dominado por uma sombria e peculiar obsessão... [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1982]

Frank De Felitta: Vingança em alto-mar (1980)

Sea trial. Frank De Felitta. Editora Gollancz. 1980.
Primeira Edição (1980)
Vingança em alto-mar é um livro do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1980 pela editora Gollancz, com o título Sea trial. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1981 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta. 

"Embarque num iate particular lindamente equipado para um descontraído cruzeiro de duas semanas através do cintilante Caribe. Viaje à vontade, em total anonimato. Seus anfitriões, um casal de marujos amistosos e experientes, oferecem oportunidades de vislumbres impossíveis a bordo de grandes navios de cruzeiro. O tempo será lindo, proporcionando um sol inigualável na mais propícia das estações do ano. E quando o sol baixa no horizonte, a vida a bordo deva-se a níveis dignos da ocasião. Nossas noites são repletas de deleites gastronômicos, do retinir de copos de cristal e de conversas agradáveis — ou, se você preferir, de repousante silêncio. Escreva-nos resumindo seus interesses. Só aceitamos casais." Este é o anuncio de um jornal. Este é o começo da armadilha. [fonte: contracapa da edição da editora Francisco Alves, 1981] 

Frank De Felitta: Por amor a Audrey Rose (1982)

For love of Audrey Rose. Frank De Felitta. Editora Warner Books. Julho de 1982. Capa de Charles Moll.
Primeira Edição (1982)
Cover book by Charles Moll
Por amor a Audrey Rose é um livro de horror do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em julho de 1982 pela editora Warner Books, com o título For love of Audrey Rose. O livro é a sequência de As duas vidas de Audrey Rose (Audrey Rose), publicado em 1975. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1983 pela editora Francisco Alves, em tradução de Donaldson M. Garschagen. 

Quem leu As Duas Vidas de Audrey Rose recorda-se do estranho caso de uma menina que seria a reencarnação de outra, morta queimada num acidente de automóvel. Ivy Templeton nascera no dia da morte de Audrey Rose. Um estranho, Elliot Hoover, afirma que ela é a nova encarnação de sua filha. A ideia parece absurda aos pais da menina, porém aos poucos deixam-se tocar e a própria Ivy cede aos argumentos de Elliot, que deseja que ela se submeta a uma sessão de regressão psíquica. Ocorre, no entanto, que nessa sessão Ivy passa a se comportar como Audrey Rose, reproduzindo o horror e a angústia de seus últimos instantes — e também morre, com todos os sinais de queimaduras da outra. Por Amor a Audrey Rose retoma a narrativa, mostrando a reação dos pais diante daquela tragédia. Quem mais sofre é o pai, Bill Templeton, que termina tendo um colapso nervoso, o qual evolui rapidamente para a insanidade mental. Tendo ido buscar alívio e compreensão das coisas da vida no jainismo e depois no lamaísmo, julga por fim entrever a “realidade”: Ivy deve voltar para cumprir uma nova vida. Sua ideia fixa é encontrar uma menina que tenha nascido justamente na hora da morte de Ivy — seria a encarnação dela. Mas a busca obsessiva de Bill não só falha em seus objetivos como também contribui para piorar seu estado mental: depois de se ver privado da pequena Juanita, é internado num sanatório para loucos. Por sua vez, Janice Templeton procura igualmente a mesma “realidade”, e para tal parte em busca de Hoover, que fora viver entre monges na Índia. Consegue por fim descobri-lo, convence-o a voltar para ajudá-la na cura do marido. Daí em diante o romance se desenrola num crescendo de emoção e suspense até o clímax final. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1983] 

Frank De Felitta: As duas vidas de Audrey Rose (1975)

Audrey Rose: Whose child is she now?. Frank De Felitta. Editora G. P. Putnam's Sons. 1975.
Primeira Edição (1975)
As duas vidas de Audrey Rose é um livro de horror do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1975 pela editora G. P. Putnam's Sons, com o título Audrey Rose e subtítulo Whose child is she now?. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1977 pela editora Francisco Alves, em tradução de Marcos Santarrita e Luiz Horácio da Matta. O livro teve uma sequência, Por amor a Audrey Rose (For love of Audrey Rose), publicado em 1982.

Bill e Janice Templeton levam uma vida quase perfeita - um casamento feliz, um magnífico apartamento e uma filha encantadora, Ivy, que adoram. Inesperadamente, um estranho, Elliot Hoover, intromete-se em sua vida, insistindo que Ivy possui a alma de sua filha Audrey Rose, que morreu num acidente de carro no exato momento em que Ivy nasceu. A princípio os Templeton consideram as afirmações de Hoover inverossímeis demais para serem levadas em consideração, mas, aos poucos, as evidências começam a ser convincentes demais para serem ignorados. Os alicerces da vida idílica dos Templeton vão sendo abalados à medida que cada novo e aterrorizante acontecimento aponta para a conclusão de que Hoover estava certo. A terrível verdade parece ser a de que Audrey Rose reencarnou em Ivy, que passa a reviver repetidas vezes a imolação de Audrey em meio às chamas do automóvel. Os gritos histéricos de Ivy (...) não provêm de alucinações de uma mente pertubada. São os gritos aterradores de uma garotinha indefesa que está sendo incessantemente queimada viva! [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1977] 

Frank De Felitta: O demônio de Gólgota (1984)

Golgotha Falls. Frank De Felitta. Editora Simon & Schuster. 1984.
Primeira Edição (1984)
O demônio de Gólgota é um livro de horror do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1984 pela editora Simon & Schuster, com o título Golgotha falls. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1986 pela editora Francisco Alves, em tradução de Toni Thomson. O subtítulo da obra é An assault on the Fourth Dimension (no Brasil: Um mergulho na Quarta Dimensão).  

Cataratas de Gólgota fica num vale ressequido e desolado, ao norte do estado de Massachusetts onde, em 1919, o padre Bernard K. Lovell, pároco da igreja das Dores Eternas, sucumbindo do isolamento e ao desespero, entrega-se a uma negra noite de loucura, necrofilia e suicídio. Em 1978, um padre jesuíta enviado pela diocese para reconsagrar a igreja perdida e profanada, vê-se dominado pelas garras abjetas da bestialidade. Um local amaldiçoado em que, no limiar do século XXI, um homem de fé profundíssima e dois brilhantes pesquisadores do paranormal travam combate, tendo por armas a fé inabalável e a mais sofisticada tecnologia contra Satanás, o mais antigo e ardiloso adversário de todos. Cataratas de Gólgota narra a fascinante história da colisão frontal entre a moderna ciência da parapsicologia e os antiquíssimos mistérios da fé. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1986] 


Frank De Felitta: Marcha fúnebre das marionetes (1990)

Funeral march of the marionettes. Frank De Felitta. Editora New English Library. Fevereiro de 1990.
Primeira Edição (1990)
Marcha fúnebre das marionetes é um livro de suspense policial do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente no Reino Unido (Inglaterra) em fevereiro de 1990 pela editora New English Library (selo da Hodder & Stoughton), com o título Funeral march of marionettes. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1992 pela editora Francisco Alves, em tradução de Toni Thomson. 

Um psicopata que baseia seus crimes nos grandes assassinatos do cinema! A corrida matinal de um publicitário se torna uma corrida pela vida quando é perseguido por um aeromodelo explosivo. Uma linda secretária é eletrocutada no chuveiro de um hotel. Apenas a natureza extravagante de cada crime parece ligá-los, até que ocorre ao tenente Santomássimo um pensamento igualmente bizarro: poderiam esses assassinatos serem baseados nos filmes Intriga Internacional e Psicose? Santomássimo recorre à professora de cinema Kay Quinn, que - à medida que os assassinatos continuam - presta consultoria à polícia a respeito dos temas e cenários dos crimes. Juntos, precisam predizer os próximos movimentos do psicopata, que já está selecionando o elenco... [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1992] 

Frank De Felitta: Terror na Oktotoberfest (1973)

Oktoberfest. Frank De Felitta. Doubleday. 1973.
Primeira Edição (1973)
Terror na Oktoberfest é um livro de suspense policial do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1973 pela editora Doubleday, com o título Oktoberfest. No Brasil, foi publicado pela primeira e única vez em 1984 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta. 

Em Munique, durante a Oktoberfest, o carnaval da cerveja e da libertinagem na Alemanha, ocorrem três crimes de morte com todos os sinais de uma crueldade requintada: as vítimas são mortas a golpes de uma machadinha de açougueiro e os cadáveres literalmente reduzidos a pedaços. As características comuns desses crimes fazem a polícia (o inspetor-chefe Bauer, de Munique) pensar que se trate de um maníaco. E não só. As vítimas representam extraordinária semelhança fisionômica a conhecidas personalidades da era nazista: Goering, Tauber, Himmler. Seria um fanático judeu caçador de nazistas? Seria um indivíduo enlouquecido pela dor e pelo sofrimento nos campos de concentração e que, muitos anos depois, resolvesse vingar-se? Com o decorrer dos dias, o inspetor Bauer se vê às voltas com um passado seu que supunha sepultado para sempre, e as lembranças daqueles dias de insânia, antes e durante a Segunda Guerra Mundial, vê martelar sua memória e a memória de uma moça israelense de origem alemã, srta. Madeline Kress, que o ajuda na solução do mistério. [fonte: Fernando Py, orelha da edição da editora Francisco Alves, 1984] 

Frank De Felitta: A Entidade (1978)

The entity. Frank De Felitta. Editora G. P. Putnam's Sons. 1978. Book cover by Charles Moll.
Primeira Edição (1978)
Cover book by Charles Moll
A Entidade é um livro de horror parapsicológico do escritor norte-americano Frank De Felitta (1921-2016), publicado originalmente nos Estados Unidos em julho de 1978 pela editora G. P. Putnam's Sons, com o título The Entity. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1980 pela editora Francisco Alves, em tradução de Luiz Horácio da Matta.

Carlotta Moran, trinta e dois anos de idade, tem três filhos e trabalha como secretária. Mãe dedicada, é uma mulher simpática e normal que se relaciona com Gerry, o homem por quem é apaixonada e que tenciona desposá-la. É exatamente quando esse homem sai da cidade a trabalho, por seis semanas, que os fatos estranhos começam a ocorrer. A cada noite, sem a sua vontade e sem a menor compreensão de nada, Carlotta é violentada por um inimigo contra o qual não há armas. E ele é forte, cruel... e invisível. Nas teias de um pesadelo mais real do que sua própria carne e mais intenso do que alguém jamais poderia ter vivenciado, Carlotta Moran terá que vencer apenas um dos seres que povoam um universo tão próximo ao nosso que muitas vezes nos interpenetra e nem sentimos. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1980] 

Terror e mistério num caso de violência sexual! Alucinação? Histeria? Quem seria o ser diabólico que violentava aquela mulher indefesa? Testemunhadas pelos próprios filhos, vizinhos e psicólogos, as agressões redobram sua violência a cada novo ataque. Um inimigo forte e cruel subjuga Carlotta Moran, uma inocente viúva, mãe de três filhos, levando-a ao desespero... Carlotta é paranormal? A Entidade realmente existe? [fonte: contracapa da edição da editora Nova Cultural, 1986] 

Antologia de Contos: Sete faces da bravura (1993)

Sete faces da bravura é uma antologia de sete contos temáticos escrito por sete escritores brasileiros e direcionado ao público juvenil, publicado originalmente no Brasil em 1993 pela editora Moderna, dentro da coleção Veredas.

Os bravos são aqueles que se destacam da média da humanidade pelo comportamento audacioso, enfrentando desafios que fazem a maioria das pessoas encolher-se de medo. Neste livro está uma amostra de personagens que marcaram a história e protagonizaram inúmeras aventuras: pirata, espião, bandeirante, caçador, cavaleiro medieval, cangaceiro e caubói. [fonte: contracapa]

Os sete contos que compõem o livro são: O pirata que não deu certo (Orlando de Miranda, subtema: pirata), A ponte (Pedro Bandeira, subtema: espião), Uma bandeira branca (Mustafa Yazbek, subtema: bandeirante), A última caçada (Marçal Aquino, subtema: caçador), Meu senhor Dom Fuas (Luiz Maria Veiga, subtema: cavaleiro medieval), O fogo de Satã (Fernando Portela, subtema: cangaceiro), A balada de Ethan Crane (Júlio Emílio Braz, subtema: caubói).

O livro é parte de um projeto chamado Sete Faces, composto de 18 títulos temáticos: Sete faces do amor, Sete faces da aventura, Sete faces da bravura, Sete faces do conto de fadas, Sete faces do crime, Sete faces do destino, Sete faces da escola, Sete faces da fábula, Sete faces da família, Sete faces da ficção científica, Sete faces da ficção espacial, Sete faces do herói, Sete faces do humor, Sete faces da mulher, Sete faces da paixão, Sete faces da primeira vez, Sete faces do sobrenatural e Sete faces do terror.

Sete faces da bravura. Marcia Kupstas (organizadora), Orlando de Miranda, Pedro Bandeira, Mustafa Yazbek, Marçal Aquino, Luiz Maria Veiga, Fernando Portela e Júlio Emílio Braz. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1993-1996 (1ª a 4ª edição). ISBN: 85-16-00782-0. Capa de Alberto Naddeo. Ilustrações de Alberto Naddeo.Sete faces da bravura. Marcia Kupstas (organizadora), Orlando de Miranda, Pedro Bandeira, Mustafa Yazbek, Marçal Aquino, Luiz Maria Veiga, Fernando Portela e Júlio Emílio Braz. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1993-1996 (1ª a 4ª edição). ISBN: 85-16-00782-0. Contracapa.
Sete faces da bravura. Marcia Kupstas (organizadora), Orlando de Miranda, Pedro Bandeira, Mustafa Yazbek, Marçal Aquino, Luiz Maria Veiga, Fernando Portela e Júlio Emílio Braz. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1993-1996 (1ª a 4ª edição). ISBN: 85-16-00782-0. Capa de Alberto Naddeo. Ilustrações de Alberto Naddeo.