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Lúcia Machado de Almeida: Xisto no espaço (1967)

Xisto no espaço. Lúcia Machado de Almeida.
Xisto no espaço é um livro infantojuvenil de ficção científica da escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado originalmente no Brasil em 1967 e reeditado até os dias atuais na consagrada série Vaga-Lume, da Editora Ática. O livro é o segundo de uma trilogia protagonizada pelo personagem Xisto, sendo antecedido por Aventuras de Xisto (1957) e precedido por Xisto e o Saca-Rolha (1974), que teve o título alterado para Xisto e o pássaro cósmico a partir de 1983.                      

Xisto no espaço foi publicado inicialmente no formato de folhetim, em capítulos, na revista mineira Alterosa, entre abril a dezembro de 1963 (do número 364 ao número 372).

Chega ao país de Xisto uma mensagem do espaço: Rutus, aquele que não tem sangue, desafia o jovem herói a enfrentá-lo no planeta Minos. Caso contrário, destruirá o Universo. Diante de um convite ameaçador como esse, não resta alternativa para Xisto e Bruzo, seu fiel ajudante. Os dois vão ter de empreender uma longa viagem interestelar, combatendo as mais variadas ameaças alienígenas pelo caminho. Cinco, quatro, três, dois, um... já! Embarque na astronave de Xisto e Bruzo e participe dessa incrível aventura no espaço sideral. [fonte: contracapa da edição de 2009, Editora Ática]

O livro ganhou em 1968 o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro (CBL), considerado mais importante prêmio literário brasileiro, na categoria de Literatura Juvenil. 

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O rapto do Garoto de Ouro (Marcos Rey)

capa 1 (1982-1990)
Capa criada por Jayme Leão (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O rapto do Garoto de Ouro, do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999), publicado no Brasil entre 1982 e 1990 [capa 1] e entre 1991 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1982. Ilustrado por Jayme Leão.

Sinopse: Madame Santa, a modista epecializada em vestidos de noiva. Marino Bataglia, negociante de cães de raça. Heitor Salvattore, campeão de braço-de-ferro. Zorba, o ex-marinheiro e ex-vendedor de enciclopédias. Entre os quatro, há uma coisa em comum: estão todos na lista dos jovens detetives Leo, Gino e Ângela, como suspeitos. Mas qual deles poderia ter raptado o Garoto de Ouro? [fonte: contracapa da edição publicada em 1993]
orelha, por Edu

Oi, pessoal! Desta vez estou aqui pra apresentar um cara incrível: o Garoto de Ouro, um super cantor de rock. Epa! Alguma coisa estranha está acontecendo... Socorro, gente, socorro!!! Raptaram o Alfredo! Ainda bem que o Garoto de Ouro tem amigos como Ângela, Leo e Gino que não vão sossegar enquanto não encontrarem o raptor. Aposto que você também não vai sossegar enquanto não acabar de ler emocionante aventura policial. [fonte: orelha do livro da edição publicada em 1985]
capa 2 (1991-1998)

Os jovens detetives Leo, Ângela e Gino protagonizam quatro livros escritos por Marcos Rey: O mistério do Cinco Estrelas (1981), O rapto do Garoto de Ouro (1982), Um cadáver ouve rádio (1983) e Um rosto no computador (1993).

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1999.
contracapa, edição 1993

O livro é dividido em 34 capítulos: (1) O grande show que não houve, (2) Dentro de uma casa escura, (3) Uma notícia muito ruidosa, (4) O Garoto de Ouro e seus sentidos, (5) A agenda verde, (6) O amanhecer de um raptado, (7) A reunião, (8) O primeiro olá do raptor, (9) Madame Santa - Modista vestido para noivas, (10) Cães com ou sem pedigree - Proprietário: Marino Bataglia, (11) Câmera lenta, (12) Uma frustrada visita ao salsicheiro, (13) O segundo "olá" do raptor, (14) O campeão de braço-de-ferro, (15) Pequeno intervalo para reflexões, (16) Ricardo Tozzi: o comilão, (17) Um amigo é pra essas coisas, (18) Um retrospecto no escuro, (19) O suícidio de Miss Bexiga, (20) Zorba, o ex-marinheiro grego, (21) João Cabeçada no Lar do Senhor, (22) Intervalo para almoço, (23) Visita do raptor ao Garoto de Ouro, (24) O homem que quase viu o raptor, (25) Façam suas apostas, (26) O começo de uma segunda-feira tensa, (27) A mensagem, (28) Últimas instruções, (29) O resgate, (30) A volta do raptado, (31) A volta da agenda verde, (32) Apresento-lhes o raptor, (33) Um passeio para refrescar a cabeça, (34) Um pouco depois do fim.


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Lúcia Machado de Almeida: Aventuras de Xisto (1957)

Você vai viver com Xisto, fantásticas aventuras entre reis, palácios, feiticeiros e castelos. Você vai se emocionar com as aventuras de Xisto. Xisto é um herói diferente, ele é jovem, mais ou menos assim como você.
[fonte: contracapa da edição de 1978, Editora Brasiliense]


Aventuras de Xisto. Lúcia Machado de Almeida.
Aventuras de Xisto é um livro infantojuvenil da escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado originalmente no Brasil em 1957 e reeditado até os dias atuais na consagrada série Vaga-Lume, da Editora Ática. O livro é o primeiro de uma trilogia protagonizada pelo personagem Xisto, sendo completada por Xisto no espaço (1967) e Xisto e o Saca-Rolha (1974), que teve o título alterado para Xisto e o pássaro cósmico a partir de 1983.

Xisto e seu fiel escudeiro Bruzo são amigos desde a infância. Durante a adolescência, eles vivem grandes aventuras no reino onde moram. Situado num enorme continente perdido no meio do mar, as terras são governadas por Magnoto, que apesar de corajoso, tem muito medo de bruxaria. Uma bela manhã, os garotos flagram um extravagante cavalheiro com uma capa negra escondendo um embrulho no meio das árvores. Curiosos, eles encontram o embrulho e descobrem que se trata do Manual Secreto dos Bruxos. Ao folhear as páginas, Xisto lê sobre os quatro feiticeiros que ainda estão vivos e decide sair em viagem para encontra-los. [fonte: site da editora Ática, visitado em abril de 2018] São muitas e fantásticas as aventuras que você vai acompanhar, seguindo a trilha de Xisto e Bruzo, pelo reino de Magnoto, o Cacheado - um mundo mágico que revive a época de ouro da cavalaria medieval. [fonte: contracapa da edição de 2002, Editora Ática]

Sobre o personagen Xisto, Lúcia Machado de Almeida revelou: "Xisto é o primeiro personagem criado por minha imaginação, quando eu tinha apenas 8 anos de idade. Uma espécie de símbolo quixotesco do idealismo e coragem da juventude, que foi crescendo e vivendo em mim até concretizar mais tarde nas "Aventuras de Xisto". Nesse livro, o herói vive na Idade Média e é cavaleiro andante, solto pelo mundo a consertar malfeitos, vencendo os perigos, não pela força bruta, mas pelo raciocínio, coragem e inteligência. Eu contava essas estórias a meus sobrinhos e "carregava" de tal modo nos lances dramáticos que as meninas ficavam assustadíssimas, e até eu mesma acabava com medo de meus próprios personagens." [fonte: orelha da edição de 1978, Editora Brasiliense]



O feijão e o sonho (Orígenes Lessa)

Capa criada por Fernando Lopes (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O feijão e o sonho, do escritor brasileiro Orígenes Lessa (1903-1986), publicado no Brasil entre 1981 e 1984 pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1938. Ilustrado por Fernando Lopes.

Sinopse: O poeta Campos Lara é um grande sonhador. Só que, por se dedicar profundamente a sua criação literária, ele acaba esquecendo as necessidades cotidianas, como comprar comida para a família. Campos Lara sente que ninguém o compreende, e sua esposa, Maria Rosa, está cansada da difícil vida que levam.  As dificuldades de relacionamento de um casal e os conflitos internos de um homem sonhador são alguns dos temas abordados por Orígenes Lessa neste clássico da literatura que vem conquistando gerações de leitores. [fonte: site da editora, link visitado em março de 2014]

Oi, pessoal! Aí vai a história de Maria Rosa e Campos Lara, uma história de amor diferente. Ela sempre preocupada com o feijão de cada dia, ele sempre escrevendo e curtindo a arte. Você nem pode imaginar quanta coisa acontece com eles! Acho que você tem muita sorte de poder ler este livro agora... [fonte: orelha da edição publicada em 1982]

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu alterações em três ocasiões: 1985,1993 e 1999.

O livro é dividido em 51 capítulos, sem títulos. O feijão e o sonho ganhou em 1939 o Prêmio Antônio da Alcântara Machado (da Academia Brasileira de Letras – ABL).

Adaptação na televisão: O feijão e o sonho (1969, Brasil, novela, TV Educativa) e O feijão e o sonho (1976, Brasil, novela, TV Globo). Além disso, houve duas apresentações no programa de teleteatro TV de Vanguarda, da TV Tupi, em 1952 e 1956.

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Zezinho, o dono da porquinha preta (Jair Vitória)

capa 1 (1981-1989)
Capa criada por Cirton Genaro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Zezinho, o dono da porquinha preta, do escritor brasileiro Jair Vitória (1943-xxxx), publicado no Brasil entre 1981 e 1989 [capa 1] e entre 1990 e 1997 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1981. Ilustrado por Cirton Genaro.

Sinopse: O amor de Zezinho por sua porquinha é tão grande que, quando seu pai quer vendê-la, o menino faz de tudo para evitar a separação. Nessa luta, o garoto vai aprender muita coisa e perceber a vida de outra maneira. [fonte: site da editora]Além da mudança das cores do fundo da capa em 1990, houve uma nova alteração no layout da capa do livro na coleção Vaga-Lume em 1998 [capa].

O livro é dividido em 26 capítulos, sem títulos.

capa 2 (1990-1997)



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O mistério do Cinco Estrelas (Marcos Rey)

Capa 1 (1981-1987)
Capa criada por Jayme Leão (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O mistério do Cinco Estrelas, do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999), publicado no Brasil entre 1981 e 1987 [capa 1] e entre 1988 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1981. Ilustrado por Jayme Leão.

Sinopse: Um caso de assassinato. Quem acreditaria no simples camareiro daquele hotel de luxo? Contra ele, há o depoimento de um hóspede poderoso. Para provar inocência, Leo conta com a ajuda de Gino e Ângela. Mas o trio conseguirá resolver o mistério do cinco estrelas? Esta é a primeira aventura dos três detetives de Marcos Rey, que se transformaram no maior sucesso de nossa recente literatura para jovens. [fonte: contracapa da edição publicada em 1997]
orelha, por Edu

Eu sei que vocês todos são vidrados como eu em histórias policiais. Pois esta é uma das boas. O menino aí embaixo é o Léo. Ele está trabalhando numa boa como mensageiro num hotel. Por que será que ele olha tão desconfiado para aquele velhinho bonachão? Nooossa! Parece que ele se meteu numa fria! Aquele isqueiro deve ter alguma coisa errada e... Xiiiiiii! Qual é a daquele cara com o revólver na mão? Ei, seus bandidos! Vamos parar de pegar no pé de gente fina como o Léo? Não estão vendo que ele agora está numa ótima com sua garota? Esses quadrinhos são para mostrar que nesta história não vai faltar aventuras e suspense. Você não vai conseguir largar este livro antes de acabá-lo. Vamos nessa? [fonte: orelha do livro da edição publicada em 1984]

Capa 2 (1988-1998)
Um estranho com cara de índio é assassinado no luxuoso hotel em que Leo trabalha. O rapaz suspeita do Barão, um hóspede habitual do cinco estrelas. Acontece que, depois do crime, Leo é despedido. Claro que não podia se tratar de mera coincidência... Com o amigo Gino e a namorada Ângela, Leo resolve investigar os fatos. É preciso seguir as pistas e encontrar o criminoso para que ele possa recuperar o emprego. Em O mistério do cinco estrelas, Marcos Rey cria o trio de detetives que aparecerá também em outras de suas histórias, fazendo o maior sucesso. Acompanhe este caso de Leo, Gino e Ângela. Você não vai conseguir parar antes do final. [fonte: prefácio, “Um trio que já deu muito o que falar...”, da edição publicada em 1997]

Os jovens detetives Leo, Ângela e Gino protagonizam quatro livros escritos por Marcos Rey: O mistério do Cinco Estrelas (1981), O rapto do Garoto de Ouro (1982), Um cadáver ouve rádio (1983) e Um rosto no computador (1993).
contracapa (1988-1998)

O livro é dividido em 27 capítulos: (1) O 222, (2) Guima, sabe o que eu vi?, (3) Um velório sem cadáver, (4) Um mergulho nos porões do hotel, (5) O cadáver desaparece mais uma vez, (6) O primeiro dia de um desempregado, (7) Um cadáver boia no rio, (8) As coisas ficam pretas, (9) A história aconteceu assim, (10) Escondido na casa de Tia Zula, (11) A lista, (12) O nome que restou na lista, (13) Os fabricantes de marmelada, (14) Alguém esteve no apartamento de Guima, (15) Guima e Hans na delegacia, (16) No estranho Hotel Acapulco, (17) A notícia que não saiu publicada, (18) A jovem loura do Corcel marrom, (19) Pânico na represa, (20) Para onde?, (21) A fuga sensacional do apartamento, (22) O quebra-cabeça, (23) Uma reunião muito importante, (24) Dentro da casa da represa, (25) Mais roupa suja para lava, (26) Um agradável chá das cinco, (27) Um final muito, muito feliz.

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A Serra dos Dois Meninos (Aristides Fraga Lima)

capa 1 (1980-1989)
Capa criada por Paulo César Pereira (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro A Serra dos Dois Meninos, do escritor brasileiro Aristides Fraga Lima (1923-1996), publicado no Brasil entre 1980 e 1989 [capa 1] e entre 1990 e 1995 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1980. Ilustrado por Paulo César Pereira.

Sinopse: Perdidos no mato há três dias, famintos, Ricardo e Maneca não vacilam em fazer um churrasco com os restos de um veado que a onça matara. Justamente na hora de saboreá-lo, a fera retorna ao local do banquete. E agora? Essa é apenas uma das aventuras sensacionais que você vai ler em A Serra dos Dois Meninos, um livro incrível de Aristides Fraga Lima. [fonte: contracapa da edição publicada em 1993]

Vejam que beleza é a fazenda “Gravatá”! É aí que Ricardo e Maneca, meninos como você, vão viver uma aventura incrível. Não dá nem pra imaginar como ela vai terminar. Ricardo e Maneca se tornam super-amigos dos vaqueiros. Juntos, eles se divertem a valer. Mas o que eles querem mesmo é explorar as serras da fazenda, cheias de mistérios e perigos. Aposto que você também está louco para saber tintim por tintim o que aconteceu com Ricardo e Maneca nas serras. Então faça como eu: vá correndo ler este livro de aventuras. [fonte: orelha da edição publicada em 1982]
capa 2 (1990-1995)

O enredo principal de A Serra dos Dois Meninos se passa na fictícia Fazenda Gravatá, localizada próxima da cidade de Adustina, na Bahia. Além disso, são citadas outras cidades baianas: a capital Salvador, Parapiranga, Baixão do Carolino e Lagoa Branca. Os protagonistas do livro são os irmãos Ricardo e Maneca, cuja família é composta por Senhor Domingos (pai), Dona Mariana (mãe), Alfredo (irmão), Pepe (irmã), Iaiá (irmã) e Quita (irmã). A cozinheira da família é Joana e eles tem um parente chamado Francisco Carvalho. Na fazenda do Senhor Domingos trabalham os vaqueiros Aurélio, Nicolau, João do Cedro, Pedro Damasceno, Zé Dias, Manuel da Boa-Vista, João do Pedro, Virgílio, Zé do Caima, João do Mari, João do Virgílio, Maurício, Coló e Zequinha da Lagoa do Velho. Zefinha é a esposa de Nicolau e é empregada da fazenda. Três caçadores frequentam a fazenda: Isac, Zé Pequeno e Alexandre. Gérson é filho de Isac. Durante a narração de uma aventura é citado o cangaceiro Azulão e sua esposa.
orelha, por Edu

O livro é dividido em 23 capítulos e 1 epílogo: (1) A viagem, (2) A fazenda "Gravatá", (3) A "pega" do gado, (4) O mistério da caatinga, (5) A Serra do Capitão, (6) A "ferra" do gado, (7) O "show", (8) Armadilhas, (9) O "pai do mato" e Alexandre, (10) Os preparativos, (11) Na Serra do Capitão, (12) Perdidos, (13) A primeira refeição, (14) Descansando, (15) Noite terrível, (16) Churrasco, (17) A busca, (18) Dia do Juízo, (19) Vestígios, (20) Na pista dos meninos, (21) A onça criminosa, (22) Rumo à fazenda, (23) Uma passagem bíblica, (24) Epílogo.

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Lúcia Machado de Almeida: Spharion (1979)

Spharion é um livro infantojuvenil policial e de ficção científica (parapsicologia) escrito pela escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado originalmente no Brasil em 1979, com o subtítulo Aventuras de Dico Saburó.

Em Diamantina, foram furtados diamantes pequenos e de pouco valor. Em seguida, um minerador apareceu morto, com o rosto marcado por uma misteriosa inscrição: Spharion. Este foi o primeiro de uma série de assassinatos e de enigmáticos fenômenos que desafiam a imaginação dos habitantes do local. Quem está por trás dos crimes? O que pode significar aquilo tudo? Para resolver o caso, o inspetor Pimentel vai conta com a ajuda de Dico Saburó, um rapaz paranormal, e do jornalista Pedro. Juntos, os três vão participar de uma aventura fantástica, em que se confundem o sobrenatural e a realidade. [fonte: sobrecapa da edição de 2007, Editora Ática]

Lemos ainda no prefácio (Crime e enigma) da edição de 1993 (Editora Ática): "No decorrer das investigações são muitos os fatos sobrenaturais que acontecem, além de continuarem a ocorrer outros crimes tão enigmáticos quanto o primeiro. Você vai atravessar as fronteiras da realidade e descobrir que o impossível pode acontecer, acompanhando as aventuras de Dico Saburó e seus amigos em Spharion. Vai penetrar num universo muito além da imaginação. Prepare-se para uma sucessão de surpresas, que vão mantê-lo intrigado da primeira à última página."

O livro, ganhador do Prêmio Cultural do Distrito Federal, em 1979, traz uma intertextualidade com outro livro da autora, O escaravelho do diabo, através do inspetor Pimentel, que investiga as duas séries de crimes. A trama de O escaravelho do diabo é até citada rapidamente em Spharion, quando um dos personagens diz que Pimentel foi capaz de resolver o “Caso do Escaravelho do Diabo”, então ele era capacitado suficientemente para resolver o “Caso Spharion”.


Tonico (José Rezende Filho)

capa 1 (1978-1991)
Capa criada por Iranildo Alves (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Tonico, do escritor brasileiro José Rezende Filho (1929-1977), publicado no Brasil entre 1978 e 1991 [capa 1] e entre 1993 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1977. Ilustrado por Iranido Alves.

Sinopse: Oi, pessoal. Estamos de novo no pedaço. E vocês já sabem que quando chego é sempre pra trazer coisa muito boa. Já imaginaram a luta de um moleque órfão de pai para sobreviver nesse mundo cheio de maldade? Pois essa é a história. Tonico é o personagem dessa história. Seu maior amigo é o Carniça, um moleque de rua. Só que a liberdade de Carniça provoca sérios choques com suas obrigações de casa. Mesmo assim, Carniça é o seu herói. Daí acontecer uma porção de coisas incríveis. Mas isso você só vai saber lendo e vibrando com as páginas seguintes desse livro sensacional. [fonte: orelha da edição publicada em 1982]

Pobre e órfão de pai, Tonico sonha com sua independência e começa a trabalhar como engraxate, percorrendo as ruas com o amigo Carniça. Nesse percurso, os pobres meninos não têm medo da vida. [fonte: site da editora]
capa 2 (1993-1997)

Tonico teve uma sequência publicada em 1982, Tonico e Carniça, escrito inicialmente por José Rezende Filho (que faleceu antes de terminar o livro) e posteriormente por Assis Brasil.
orelha, por Edu

Os personagens do livro são: Tonico, Dona Zenaide “Zen” (mãe de Tonico), Severino “Bio” (tio de Tonico), Dona Corália (avó de Tonico), Marly (esposa de Severino), Valtinho “Carniça”, Seu Duda (dono da loja), Esposa do Seu Duda, Dona Zélia (cliente do Seu Duda), freguesa do Seu Duda, secretária da escola, Padre Colombo, Seu Fonseca (dono da farmácia), Célio (funcionário da farmácia), Fregueses da cadeira de engraxate, Segurança do depósito, Moleques do depósito, Garçons de Copacabana, Engraxates de Copacabana, Homem e Mulher de Copacabana. Além disso, alguns personagens são apenas citados no livro, como o pai falecido de Tonico chamado Luiz, os meninos do time de futebol do campinho (Cafua, Bentinho, Manuel, Ricardo e Pedro Henrique), Dona Elza (dona do armazém), Zé (dono do boteco), as irmãs de Tonico, Antônio (dono do bar), Paraíba e Italiano. A narrativa do livro se passa na cidade do Rio de Janeiro.

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Menino de asas (Homero Homem)


capa 1 (1977-1991)
Capa criada por Jayme Leão (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Menino de asas, do escritor brasileiro Homero Homem (1921-1991), publicado no Brasil entre 1977 e 1991 [capa 1] e entre 1993 e 1997 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1971. Ilustrado por Jayme Leão.

Sinopse: Ser diferente é um crime? Parece que sim, pelo menos para a maioria das pessoas que conhece aquele menino que nasceu com asas no lugar dos braços. O Menino de Asas, porém, não se deixa intimidar: vai fazer de tudo para vencer a rejeição. Nessa luta, além do preconceito, ele pode descobrir também a amizade e o amor. Acompanhe esta história fantástica. [fonte: contracapa da edição publicada em 1993]

Com uma linguagem cheia de poesia, este livro conta a história de um menino que tem asas no lugar dos braços. Cansado de ser discriminado pelos habitantes da pequena cidade em que vive, o Menino de Asas se muda para uma cidade maior, determinado a vencer a rejeição. Nesse percurso cheio de contratempos e aventuras, ele descobre a amizade dos meninos de rua. Nesta história fantasiosa, Homero Homem trabalha com sensibilidade o tema do preconceito com o diferente. Em sala de aula, a obra proporciona a conscientização em torno da necessidade de tolerância e aceitação do outro, tão fundamentais nos dias de hoje. [fonte: site da editora, link visitado em março de 2014]
capa 2 (1993-1997)

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1993 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 2000.

O livro ganhou o Prêmio Nacional de Literatura do MEC-INL (Ministério da Educação e Instituto Nacional do Livro), em 1975.

O livro é dividido em 4 partes, subdivididas em 33 capítulos, sem títulos.

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Cem noites tapuias (Ofélia e Narbal Fontes)

capa 1 (1976-1985)
Capa criada por Jandira Lorenz (ilustração) e
capa 2 (1986)
Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Cem noites tapuias, dos escritores brasileiros Ofélia Fontes (1902-1986) e Narbal Fontes (1899-1960), publicado no Brasil entre 1976 e 1985 [capa 1] e 1986 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1976. Ilustrado por Jandira Lorenz.

SinopseEste livro é uma história de índios, garimpeiros, rapto de um menino. Tudo com muita aventura e emoção. Já pensou se você fosse esse menino? Viver no meio dos índios com saudades de seu pai e sem saber se um dia voltaria para sua casa? Conheça toda a história do Quinquim, o menino desta aventura, lendo o livro. [fonte: orelha da edição publicada em 1981]

orelha, por Edu

Cem noites tapuias ganhou o prêmio Jabuti, o mais importante do Brasil, na categoria Infantil em 1976.

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Lúcia Machado de Almeida: Atíria, a borboleta (1951) / O caso da borboleta Atíria (1975)

Um crime acontece no mundo dos insetos. A noiva do Príncipe Grilo foi assassinada. Os mesmos criminosos sequestram a borboleta Atíria. Quem seriam eles e qual o motivo do crime?
[fonte: site da editora, visitado em março de 2014] 


Atíria, a borboleta é um livro infantojuvenil da escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado originalmente no Brasil em 1951. Em 1972, o livro foi lançado com o título de O caso de Atíria, a borboleta e, a partir de 1975, o livro passou a ser publicado com o título de O caso da borboleta Atíria, já dentro da série Vaga-Lume (Editora Ática), e é por este título que a obra é conhecida e publicada atualmente. 

Helicônia sempre foi estimada por todos e não tinha inimigos de espécie alguma. Então, quem matou a noiva do Príncipe Grilo, o Senhor das Florestas? Que motivo alguém teria para executá-la? Descobrir as respostas desta pergunta é a tarefa de Papílio - amigo de infância de Sua Alteza e detetive do bosque. Para decifrar o enigma, ele vai contar com a colaboração da borboleta Atíria. [fonte: contracapa da edição de 1999] Ao ajudar Papílio, a corajosa borboleta enfrenta grandes perigos, como o encontro com Esqueleto-Vivo na Gruta dos Horrores, para descobrir o paradeiro do assassino que assombra a rotina dos insetos na floresta. [fonte: site da editora, visitado em abril de 2018]                

No prefácio/introdução da edição de 1991, lemos a seguinte resenha: "Solte sua imaginação! Você vai se deparar com um tremendo mistério policial que tem como protagonista uma singela borboleta. A história se passa no mundo dos insetos - que você vai ter oportunidade de conhecer, como se ficasse pequeno e compreendesse a língua de grilos, besouros e lagartas. Quem é o criminoso que está ameaçando a floresta? Qual o motivo dos crimes? As respostas são surpreendentes... Lúcia Machado de Almeida cria uma emocionante aventura de detetive, misturando elementos de lendas e contos de fadas. Ao fazer os insetos falarem e pensarem, a autora apresenta uma visão crítica da própria sociedade humana, levando o leitor a refletir sobre o mundo em que vive. Prepare-se para conhecer um livro mágico. Venha solucionar o caso da borboleta Atíria. Boa leitura."

Nas notas de rodapé do livro, a autora apresenta informações explicativas sobre os animais apresentados na trama, com os nomes científicos dos animais e informações sobre eles, como seu tempo de vida, sua aparência, seus hábitos e curiosidades. Uma dessas notas, por exemplo, dizia: “Há uma cigarra norte-americana que fica 17 anos enterrada, até completar sua evolução.” Essas informações permitem ao leitor compreender melhor as observações feitas pelos personagens ( “Imagine você que ela está enterrada há mais de quatro anos nesse buraco!”). [fonte: tese "À sombra de Vaga-Lume: Análise e recepção da Série Vaga-Lume", de Catia Toledo Mendonça, Universidade Federal do Paraná, 2007, disponível em Acervo Digital UFPR]

Em 1992, Lúcia Machado de Almeida publicou uma continuação para o livro: Atíria na Amazônia.


Ofélia e Narbal Fontes: O gigante de botas (1941)

O gigante de botas é um romance histórico dos escritores brasileiro Narbal Fontes (1899-1960) e sua esposa Ofélia Fontes (1902-1986), publicado originalmente no Brasil em 1941 pela editora Leuzinger. Um ano antes, em 1940, o texto ganhou o primeiro prêmio do primeiro Concurso de Histórias e Contos, instituído pela Secretaria de Educação e Cultura do Distrito Federal. [+ CAPAS DO ESCRITOR NARBAL FONTES] [+ CAPAS DA ESCRITORA OFÉLIA FONTES]

Anhanguera e o capitão Ortiz guiam uma bandeira pelas matas goianas rumo à mina dos Martírios. A natureza é cenário dessa aventura em que os bandeirantes enfrentam índios e traições no próprio grupo [fonte: site da Editora Ática, visitado em junho de 2005]

Na apresentação da edição da editora Saraiva, lemos: "O Gigante de Botas" não é uma história inventada, é uma história acontecida. Os episódios principais são verdadeiros, os personagens mais importantes são figuras reais... Os estudiosos de História do Brasil sabem que D. Rodrigo César de Menezes, Sebastião do Rego e outros se encontram em suas páginas. Isso para no falar em Bartolomeu Bueno da Silva, o "Gigante de Botas" e no Capitão João Leite da Silva Ortiz, que fundaram Goiás. Essa maravilhosa região do Brasil está a distância de algumas horas de avião do Rio de Janeiro e de, São Paulo. Mas há dois séculos era como se fosse o fim do mundo... A bandeira que eles empreenderam foi uma das mais heróicas aventuras da Humanidade!

O escaravelho do diabo (Lúcia Machado de Almeida)

Capa criada por Sérgio Cáfaro Furlani (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O escaravelho do diabo, da escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado no Brasil entre 1974 e 1981 pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1955. Ilustrado por Sérgio Cáfaro Furlani.

SinopseVítimas ruivas recebem um escaravelho antes de serem assassinadas. Essa é a única pista de que Alberto dispõe para chegar àquele estranho criminoso. Qual a relação entre ruivos e escaravelhos? Quem será o próximo? [fonte: site da editora, link visitado em março de 2014]

A partir de 1982, a editora alterou a ilustração da capa do livro na coleção. A nova ilustração foi desenhada por Mario Cafiero, que também desenhou novas ilustrações internas. Com a nova ilustração, a capa voltaria a passar por alterações no layout em 1993, 1999 e 2011.

A narração do livro se passa na fictícia cidade de Vista Alegre. A história é protagonizada por Alberto, um estudante de Medicina, e Inspetor Pimentel, que investigam uma série de assassinatos de pessoas ruivas na cidade. Os suspeitos de cometer o crime são moradores da casa da irlandesa Cora O'Shea: o americano Phillip Gedeon, o suíço Jean Graz, Verônica, a copeira Elza e o cozinheiro. As vítimas do assassino durante a narrativa são: Hugo (irmão de Alberto), Clarence (filho de Cora), Maria Fernanda (cantora de ópera), Rachel Saturnino e Padre Afonso. Outros personagens que aparecem ou são citados no livro são os pais de Alberto, os empregados da casa de Alberto e da pensão de Cora, Jairo Saturnino (pai de Rachel), Lia (irmã de Rachel), Marmaduke (filho mais velho de Cora), Sr. Ravic (namorado de Rachel), Dora Costa (amiga de Rachel), Carlos (amigo de Hugo), um amigo de Alberto, Carlito (um garoto de 11 anos), Mrs. Juell (a pianista), Nilza (enfermeira), Silva (subinspetor), Carmela, Paula, Seu Inácio (vizinho de Alberto), Cristóvão Leite (zelador) e outros funcionários do zoológico (porteiro e segurança), Nathalie, Rudolf Bartels (cientista), Dr. Jean Renaud (médico), Professor Kurt von Richter e Hans Schultz (assistente de Rudolf). O personagem Inspetor Pimentel apareceu como investigador em outro livro da escritora, Spharion, publicado originalmente em 1979.

O livro é dividido em 24 capítulos: (1) O mensageiro da morte, (2) Os hóspedes da irlandesa, (3) A espada espanhola, (4) Clarence O'Shea, (5) Hipophenemus toxicodendri, (6) Suspeitas, (7) Alberto prepara a máquina fotográfica, (8) Uma praça de touros em Sevilha..., (9) A zarabatana fatal, (10) O pássaro fatal, (11) O visitante noturno, (12) As cabeleiras vermelhas, (13) O besouro de papelão vermelho, (14) O "inseto" age, (15) Entre a vida e a morte, (16) Rachel fala do "inseto", (17) Pânico na cidade, (18) A sombra, (19) As luvas vermelhas, (20) Aperta-se o cerco, (21) O último ruivo, (22) O Bembidion ustulatum, (23) Intermezzo, (23) O "Ignicornius diabolicus", (24) Os passos de Rudolf Bartels.

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Maria José Dupré: A ilha perdida (1944)

A ilha perdida é o segundo livro infantojuvenil publicado da escritora brasileira Maria José Dupré (1898-1984), na época do lançamento utilizando o pseudônimo Sra. Leandro Dupré. Publicado originalmente no Brasil em 1944 pela Editora Brasiliense, o livro é uma sequência direta do livro infantojuvenil anterior da autora, Aventuras de Vera, Lúcia, Pingo e Pipoca (1943) e foi seguido por duas outras narrativas: A montanha encantada (1945) e A mina de ouro (1946). [+ CAPAS DA ESCRITORA MARIA JOSÉ DUPRÉ]

Os irmãos Henrique e Eduardo estão adorando as férias. Vão ser dias e dias desbravando a fazenda do padrinho em Taubaté, interior de São Paulo. Não podia ser melhor! Mas quando Quico e Oscar, seus primos, falam de uma misteriosa ilha ali perto, no rio Paraíba, os planos de Henrique e Eduardo mudam. Agora eles só pensam em explorar aquela solitário pedaço de terra, conhecida também como a Ilha Perdida. O que encontrarão por lá? Os dois não param os preparativos para a viagem. Haverá onças e outros animais selvagens? O que a densa mata esconde? E, o mais intrigante: será que alguém mora na ilha, como dizem? Ao atravessar o rio em uma pequena canoa, Henrique e Eduardo estão prestes a viver uma aventura muito maior do que imaginavam. [fonte: contracapa da edição de 2011, Editora Ática]


Cabra das Rocas (Homero Homem)

capa 1 (1973-1989)
Capa criada por Edmundo Rodrigues (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Cabra das Rocas, do escritor brasileiro Homero Homem (1921-1991), publicado no Brasil entre 1973 e 1989 [capa 1] e entre 1990 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1960, com o título O povo das Rocas. Ilustrado por Edmundo Rodrigues.

Sinopse: Quem é que não quer melhorar na vida? Joãozinho sonha com isso, deseja estudar e ser alguém. Mas, para chegar onde quer, tem de enfrentar um inimigo terrível: o preconceito social. Uma firme determinação é o único aliado com que Joãozinho poder verdadeiramente contar. Em Cabra das Rocas, de Homero Homem, você vai ver do que um menino é capaz. [fonte: contracapa da edição de 1996]


Joãozinho deseja estudar para escapar da pobreza. Com ajuda do farmacêutico, consegue entrar no disputado Ateneu, mas então tem de enfrentar o preconceito social. [fonte: site da editora, link visitado em fevereiro de 2014]

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1990 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 1999.
capa 2 (1990-1998)

A narrativa da história se passa por volta da década de 1950, e gira em torno do preconceito social que se dá devido à ingressão de Joãozinho, morador do humilde bairro das Rocas na cidade de Natal-RN, ao disputado colégio Atheneu Norte-Riograndense, na época frequentado pelos filhos das famílias ricas da cidade.

Título em outros idiomas: Gente della Rocas (Itália).

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Éramos seis (Maria José Dupré)

capa 1 (1973-1989)
Capa criada por Terezinha Bissoto (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Éramos seis, da escritora brasileira Maria José Dupré (1898-1984), publicado no Brasil entre 1973 e 1989 (capa 1) e entre 1990 e 1998 (capa 2) pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1943. Ilustrado por Terezinha Bissoto.

Sinopse: Coragem, perseverança e união. Serão esses os segredos que permitem àquela família enfrentar todos os desafios que a vida lhe impõe? Você vai acompanhar o dia-a-dia de seu Júlio, dona Lola e seus filhos, com alegrias, tristezas, problemas e soluções, narrado com sensibilidade por Maria José Dupré. Éramos Seis é um livro clássico, que tem emocionado muitas gerações de leitores. [fonte: contracapa da edição de 1994]


A força e a união de uma família para vencer os conflitos e a pobreza, numa mensagem de coragem sempre atual. [fonte: site da editora, link visitado em abril de 2005]

Oi, bicho! Aí vem a história de mamãe Lola, uma história de gente com a gente. Tem o Julinho, que um dia inventa de soltar os cachorros da carrocinha. Tem o Alfredo, brigão desde criança, que acaba indo pra guerra. Tem a Isabel, com seu namoro contrariado, tem... Ah, vou parar por aqui. O resto você vai saber lendo o livro. Tchau! [fonte: orelha da edição publicada em 1989]


capa 2 (1990-1998)
A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1990 (conforme pode ser visto nesta postagem), 1999 e 2010.

O livro ganhou os prêmios Raul Pompéia (da Academia Brasileira de Letras - ABL) e José Ermínio de Moraes. Maria José Dupré escreveu uma sequência para Éramos seis (1943) intitulada Dona Lola (1949).

A narrativa do livro inicia por volta de 1914 e se estende por 28 anos, até 1942. Nesse ínterim, dois eventos históricos são citados como acontecendo na cidade de São Paulo e que influência o dia-a-dia dos personagens: a Revolução Paulista de 1924 e a Revolução Constitucionalista de 1932. Entre os assuntos polêmicos para a época abordados no livro estão: o comunismo no Brasil na década de 1930, o preconceito por pessoas divorciadas ou separadas, a dura realidade da criação e educação de filhos, a diferença existente entre ricos e pobres, o uso de grosseria na comunicação familiar, entre muitos outros.

orelha, por Edu
Os personagens do livro são: Dona Lola (Eleonora) [a narradora], Seu Júlio (marido de Lola), Carlos (filho mais velho de Lola e Júlio), Alfredo (filho de Lola e Júlio), Julinho (filho de Lola e Júlio), Isabel (filha de Lola e Júlio), Durvalina (empregada de Lola e Júlio), Caçarola (gato de Isabel), mãe de Lola, Clotilde (irmã de Lola), Olga (irmã de Lola), Emília (tia de Lola), Candoca (tia de Lola), Elvira (tia de Lola), mãe de Júlio, Maria (irmã de Júlio), Zeca (namorado e posteriormente marido de Olga), Adelaide (prima de Lola, filha de Emília), Justina (prima de Lola, filha de Emília), Mocinha (prima de Lola, filha de Candoca), Nélson (marido de Mocinha), Vira-Mundo (amigo de infância de Alfredo), Raio Negro (amigo de infância de Alfredo), Dona Genú (vizinha de Lola), Joca (filha de Genú), Lili (filha de Genú), Leonor (filha de Genú), Barbosa (patrão de Júlio), Felício (namorado e posteriormente marido de Isabel), Maria Laura (filha de Barbosa, namorada e posteriormente esposa de Julinho), Dona Carola (vizinha de Clotilde), além de muitos outros que são apenas citados em conversas dos personagens.
contracapa (1990-1998)

Adaptação para cinema: Éramos seis (1945, Argentina, sem título no Brasil).

Adaptação para televisão: Éramos seis (1958, Brasil, novela, Record), Éramos seis (1967, Brasil, novela, Tupi), Éramos seis (1977, Brasil, novela, Tupi) e Éramos seis (1994, Brasil, novela, SBT).

Adaptação em quadrinhos: Edição Maravilhosa Nº 128 (julho de 1956).


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