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A Montanha das Duas Cabeças (Francisco Marins, Editora Ática, Coleção Vaga-Lume, Série: O mistério dos Morros Dourados - Nº 2, 1988)

Capa criada por Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)
Ilustrações internas por Jô Fevereiro
Versão condensada do livro O bugre-do-chapéu-de-anta, publicado em 1958 pela Editora Melhoramentos
Atenção! Prepare-se para desbravar o sertão do Brasil junto com Tonico e Perova. Eles vão às minas de Quilombo-Açu, onde estão acontecendo fatos incríveis. Na tribo dos Mutuca, eles encontram um grande companheiro, o índio Pixuíra. Só que para atrapalhar aparece o Bugre-do-Chapéu-de-Anta, um sujeito muito misterioso. Quer saber mais? Então comece a ler agora mesmo esta aventura emocionante. [fonte: orelha do livro]

Os passageiros do futuro (Wilson Rocha, Editora Ática, Coleção Vaga-Lume, 1987-1992)

Capa criada por Milton Rodrigues Alves (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)
Ilustrações internas por Milton Rodrigues Alves
B-Hor, Thera, Plick e Delon vivem no ano 3000 e se envolvem com experiências científicas e alta tecnologia. Por engano, Delon viaja no tempo e para numa lanchonete carioca em 1987, onde conhece Márcia e já arruma confusão. À procura do amigo, B-Hor, Thera e Plick também viajam no tempo, mas dá tudo errado: eles caem no século XVIII em meio a uma invasão francesa no Rio de Janeiro. Agora os amigos terão de descobrir como voltar para casa e tentar não se envolver em mais problemas enquanto estão por aqui. [fonte: site da editora]

Enigma na televisão

capa 2 (1993-1998)
capa 1 (1987-1992)

Autor (a): Marcos Rey [lista]
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1987-1992 [capa 1] e 1993-1998 [capa 2]
Arte da Capa: Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)

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Sinopse: Beijar na boca é crime? Assim pensam as integrantes da Liga das Sentinelas, que protestam contra os programas da TV Mundial. Mas elas seriam capazes de cometer uma série de assassinatos para defender suas ideias? É o pretende descobrir o jovem repórter Ivo. Siga com ele as pistas de uma trama sinistra, neste livro emocionante de Marcos Rey.  [fonte: contracapa]

Edição Original: Enigma na televisão, 1987, Brasil, Editora Ática.
Ilustrado por Jô Fevereiro.

O outro lado da ilha

capa 2 (1995)
capa 1 (1986-1991)

Autor (a): José Maviael Monteiro [lista]
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1986-1991, 1995
Arte da Capa: Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)

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Sinopse: Que ameaça terrível se esconde do outro lado da ilha? Uma surpresa pavorosa aguarda o grupo de excursionistas que haviam planejado um fim-de-semana tranquilo, em contato harmônico com a natureza e o mar. Neste romance incrível, José Maviael Monteiro apresenta as consequências catastróficas de uma intervenção apressada sobre o meio ambiente.  [fonte: contracapa]

Edição Original: O outro lado da ilha, 1986, Brasil, Editora Ática.
Ilustrado por Jô Fevereiro.

Orelha, por Edu: "Olá, pessoal! Toda essa turma que está no barco foi tio Cirilo quem levou pra ilha da Cacaia. E lá começaram a surgir muitos mistérios. Nossa! Que explosão foi aquela? Olha lá! Tio Cirilo, Ivan e os outros ficaram apavorados com o estouro da vidraça. Puxa! Ainda bem que o Ivan e a Lia aproveitam também as belezas do lugar e a turma toda se envolve numa aventura cheia de ação e perigo. Vamos ler pra ficar sabendo de tudo?"

Açúcar amargo (Luiz Puntel)

capa 1 (1986-1992)
Capa criada por Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Açúcar amargo, do escritor brasileiro Luiz Puntel (1949-xxxx), publicado no Brasil entre 1986 e 1992 [capa 1] e entre 1993 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1986. Ilustrado por Jô Fevereiro.

Sinopse: Trabalhar e estudar não é fácil. Principalmente quando se trata do difícil trabalho dos boias-frias nas lavouras de cana. Mas é essa a realidade em que vive, e é nela que Marta vai perceber o sentido da luta social e do amor. Em Açúcar amargo, Luiz Puntel retrata com sensibilidade a vida dos trabalhadores rurais, pela perspectiva de uma jovem decidida. [fonte: contracapa da edição publicada em 1993]

A jovem Marta tem sua vida transformada após um trágico acidente que culminou na morte de seu irmão. Abalado, seu pai Pedro decide mudar de cidade e viver da colheita da cana. Ele culpa Marta pela perda do filho e a impede de estudar. Os dois passam a viver constantes desentendimentos. Decidida, a jovem vai atrás de seus sonhos e enfrenta a dura realidade da vida como boia-fria, enquanto lida com as mudanças e desejos típicos da adolescência. Aos poucos, ela entende a necessidade e a importância da luta social para conquistar seus direitos. [fonte: site da editora, link visitado em abril de 2013]
capa 2 (1993-1998)

Se você não conhece a dura vida dos boias-frias - pessoas que trabalham no campo em troca de um pagamento muito baixo -, o título deste romance pode parecer um pouco estranho. Porém, esta história vai fazê-lo compreender que até o açúcar pode ser amargo. Nem por isso a aventura narrada por Luiz Puntel deixa de ter um lado doce e agradável, com personagens como Marta, uma jovem que estuda, trabalha duro, e ainda assim encontra tempo para amar e ser feliz. Você vai descobrir que a união faz verdadeiramente a força, quando vir os boias-frias da região da cidade de Guariba, em São Paulo, resolveram lutar por seus direitos de trabalhadores, num episódio baseado em fatos reais. Você vai se emocionar com Açúcar amargo, um livro que mostra a realidade nem sempre alegre de nosso país. [fonte: prefácio, "Uma aventura da vida real", da edição publicada em 1993]

Oi, pessoal! Este é o Seu Pedro. Imaginem só: ele corta muita cana, mas recebe pouca grana! É por isso que os bóias-frias, essa gente que trabalha nas colheitas, resolvem se unir e lutar por uma vida melhor. É, mas às vezes sai briga! E tem muita gente que vai tomar parte nesta luta: a Marta, filha do Seu Pedro, moça muito corajosa e que gosta de estudar. Tem também o Mudinho, personagem misterioso, que vai dar o que falar. E então? Vamos ler agora mesmo para desvendar a história toda? [fonte: orelha da edição publicada em 1986]

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1993 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 1999.
contracapa (1993-1998)

A história narrada no livro, apesar de ser ficção e os personagens criados pelo autor, tem como pano de fundo histórico o inédito, na época, levante de mais de 5 mil trabalhadores do corte de cana, conhecidos como boias-frias, que ocorreu na cidade de Guariba, estado de São Paulo, na tarde de 15 de maio de 1984. Os trabalhadores se reuniram em frente à igreja matriz da cidade para protestar contra a mudança de pagamento do corte de cana, que aumentou de cinco (1,40 metros) para sete ruas (2,80 metros), causando um maior desgaste físico e menor produção aos trabalhadores. A manifestação terminou em correria, quebradeira e intervenção da polícia, resultando em uma morte (Amaral Vaz Meloni de 46 anos) e 40 feridos. Com repercussão internacional, os trabalhadores liderados por José de Fátima Soares, na época com 27 anos e presidente do sindicato, entraram em greve, exigindo a criação de um piso salarial, registro em carteira, fim dos “gatos” (empreiteiros que os escravizavam), transporte em ônibus (ao invés do precário caminhão "pau-de-arara", usado na época) trabalho na entressafra (em outras lavouras), o fornecimento dos equipamentos de trabalho e segurança (luvas, facão, podão, botas e meias) e o mesmo tipo de pagamento que os adultos recebiam por quilo de cana cortado para as mulheres e os maiores de 16 anos. Leia mais no site Brasilagro (link visitado em abril de 2013).
orelha, por Edu

O livro é dividido em 27 capítulos: (1) Pensando em namorados, (2) O tempo de brincar de casinha já passou mesmo, (3) De tudo fica um pouco, como diria o poeta Drummond. Mesmo que seja um beijo roubado, (4) Mas, porém, contudo, entretanto, a vida está mesmo cheia de conjunções adversativas, (5) Marta preferia ser suspensa ou expulsa da escola a ouvir aquilo, (6) Suspende o suco de laranja! Sai um chope gelado! (7) Suspende o chope! Sai um caldo de cana, (8) Mas nesta casa quem decide tudo é o pai?, (9) Marta seria mesmo a culpada?, (10) Uma professora descomplicada, (11) Sangue do mesmo sangue, (12) Um "mineiro" que trabalha em silêncio. Um farmacêutico apaixonado. Uma garota ciumenta, (13) Cuidado com o Mudinho, peãozada!, (14) As confidências de Marta, (15) Lugar de mulher é em volta do fogão, (16) Um pé de cana não forma um canavial, (17) Há amor nos olhos de Marta, (18) Marta tem ciúmes de Mudinho, (19) O Mudinho falou? Mas como?, (20) Marta, finalmente mulher, (21) Marta é roubada, (22) Unidos, somos fortes..., (23) Não tem homem aqui, não?, (24) A greve, (25) Um tirinho à-toa?, (26) Três dias de tensão, (27) Agora é que a história começa.

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Pega ladrão (Luiz Galdino)

capa 1 (1986-1992)
Capa criada por Paulo César Pereira (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Pega ladrão, do escritor brasileiro Luiz Galdino (1940-xxxx), publicado no Brasil entre 1986 e 1992 [capa 1] e entre 1993 e 1996 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1986. Ilustrado por Paulo César Pereira.

Sinopse: Até que se prove o contrário, todos os boys daquela agência de publicidade estão sob suspeita de roubo. Zeca não esperava por essa, ainda mais que esse é o seu primeiro emprego. Como querer que os outros acreditem na sua palavra, se ele mesmo já não sabe em qual dos colegas pode confiar? Para demonstrar sua inocência só resta uma saída: descobrir o verdadeiro culpado. [fonte: contracapa da edição publicada em 1995]

Os conflitos de Zeca no seu primeiro emprego, numa agência de publicidade, em meio ao mal-estar provocado por roubos e desconfianças. [fonte: site da editora, link visitado em junho de 2005]
capa 2 (1993-1996)


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Bem-vindos ao Rio

capa 1 (1986-1991)
capa 2 (1992-1999)
Autor (a): Marcos Rey [lista]
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1986-1991 [capa 1] e 1992-1999 [capa 2]
Arte da Capa: Cláudio Rocha (ilustração), Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)

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Sinopse: Uma viagem ao Rio de Janeiro pode virar um pesadelo? É o que acontece com Cláudio e Pat, logo que chegam à Cidade Maravilhosa. Você vai conhecer um lado violento da realidade brasileira, acompanhando a aventura eletrizante dos dois jovens, vítimas de uma quadrilha formada por adolescentes, em Bem-vindos ao Rio, um livro emocionante de Marcos Rey. [fonte: contracapa] Sequestrados por um bando de garotos, durante uma viagem ao Rio, Cláudio e Pat vão conhecer de perto o problema do menor de rua. [fonte: site da editora]

Edição Original: Bem-vindos ao Rio, 1988, Brasil, Editora Ática.
Ilustrado por Cláudio Rocha e Jô Fevereiro.

Orelha, por Edu: "Oi, turma! Prepare-se para mais uma sensacional história de Marcos Rey. Vocês nem imaginam o que eu estou enxergando daqui, do alto da Cidade Maravilhosa. Olha só! O Cláudio e a Pat estão visitando o Rio pela primeira vez... Mas o passeio não será completamente feliz porque eles vão passar maus bocados naquele casarão. Xi, pessoal. Ali tem gente tentando fugir. Mas quem são aqueles três correndo do carro de polícia? E Cláudio? O que eles está fazendo em cima do telhado? Que história movimentada, não? Então, vamos começar a ler agorinha mesmo pra acompanhar todos esses lances emocionantes!"

O feijão e o sonho (Orígenes Lessa)

capa 1 (1985-1992)
Capa criada por Daisy Startari (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O feijão e o sonho, do escritor brasileiro Orígenes Lessa (1903-1986), publicado no Brasil entre 1985 e 1992 [capa 1] e entre 1993 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1938. Ilustrado por Daisy Startari.

Sinopse: O poeta Campos Lara é um grande sonhador. Só que, por se dedicar profundamente a sua criação literária, ele acaba esquecendo as necessidades cotidianas, como comprar comida para a família. Campos Lara sente que ninguém o compreende, e sua esposa, Maria Rosa, está cansada da difícil vida que levam.  As dificuldades de relacionamento de um casal e os conflitos internos de um homem sonhador são alguns dos temas abordados por Orígenes Lessa neste clássico da literatura que vem conquistando gerações de leitores. [fonte: site da editora, link visitado em março de 2014]

O que é mais importante: o dinheiro ou a felicidade? O poeta Campos Lara prefere a segunda opção, mas como é que ele vai fazer para sustentar a família? E o que fará Maria Rosa ao descobrir que está casada com um sonhador, sem o mínimo senso prático? Em O feijão e o sonho, um livro clássico de Orígenes Lessa, você vai acompanhar o dia-a-dia de um casal que enfrenta as dificuldades de conciliar os desejos e a realidade. [fonte: contracapa da edição publicada em 1995]
capa 2 (1993-1998)

Oi, pessoal! Aí vai a história de Maria Rosa e Campos Lara, uma história de amor diferente. Ela sempre preocupada com o feijão de cada dia, ele sempre escrevendo e curtindo a arte. Você nem pode imaginar quanta coisa acontece com eles! Acho que você tem muita sorte de poder ler este livro agora... [fonte: orelha da edição publicada em 1985]

Antes de 1985, as edições de O feijão e o sonho publicado na coleção Vaga-Lume possuía outra ilustração na capa, desenhada por Fernando Lopes, que também desenhou as ilustrações internas. A partir de 1985, tanto a ilustração da capa como as ilustrações internas, foram criadas por Daisy Startari. A capa do livro pela coleção Vaga-Lume voltaria a sofrer pequenas alterações no layout em 1993 (conforme visto nessa postagem) e 1999.

O livro é dividido em 51 capítulos, sem títulos. O feijão e o sonho ganhou em 1939 o Prêmio Antônio da Alcântara Machado (da Academia Brasileira de Letras – ABL).

Adaptação na televisão: O feijão e o sonho (1969, Brasil, novela, TV Educativa) e O feijão e o sonho (1976, Brasil, novela, TV Globo). Além disso, houve duas apresentações no programa de teleteatro TV de Vanguarda, da TV Tupi, em 1952 e 1956.


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Sylvio Pereira: A grande fuga (1985)

A grande fuga. Sylvio Pereira.
A grande fuga é um livro do escritor brasileiro Sylvio Pereira (1911-1995), direcionado ao público adolescente e publicado originalmente no Brasil em 1985 pela editora Ática, dentro da consagrada coleção Vaga-Lume. A última edição do livro foi editada em 2002 (14 anos, em 2018). [+ CAPAS DO ESCRITOR SYLVIO PEREIRA]

A caminho de uma praia, ao socorrer um homem ferido, três jovens acabam envolvidos numa perigosa disputa entre quadrilhas. [fonte: site da editora, visitado em julho de 2005] Cat, Júlio e Paulino vão pensar duas vezes, de agora em diante, antes de ajudar um desconhecido. Afinal, foi por causa disso que acabaram numa casa habitada por perigosos bandidos, e sitiada por uma quadrilha rival. O que fazer numa situação como essa? Fugir por onde, se eles estão cercados? O inimigo está em todos os lados! Suspense e mistério esperam você neste livro incrível de Sylvio Pereira. [fonte: contracapa da edição de 1995, Editora Ática]



Perigos no mar (Aristides Fraga Lima)

capa 1 (1985-1991)
Capa criada por Adelfo Suzuki (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Perigos no mar, do escritor brasileiro Aristides Fraga Lima (1923-1996), publicado no Brasil entre 1985 e 1991 [capa 1] e em 1997 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1985. Ilustrado por Adelfo Suzuki.

Sinopse: Durante uma pescaria em alto-mar, três jovens são vítimas de um naufrágio. Eles vagam pelo oceano Atlântico num pequeno bote, perdidos no litoral da Bahia. Conseguirão vencer os perigos do mar? A relação entre homem e a natureza na obra de Aristides Fraga Lima é tema recorrente. Neste Perigos no mar, os irmãos Márcio, Lino e Bete vão pescar com o pai e alguns amigos em uma escuna, no litoral de Salvador. A pescaria tinha tudo para ser uma delícia, mas o tempo muda repentinamente, e a sorte dos garotos também. Apanhados por uma tempestade, os três  são arrastados para longe e, sozinhos, têm de enfrentar terríveis perigos no oceano. A união entre eles e o bom uso do que a natureza lhes oferece serão fundamentais para sua sobrevivência. Por meio de uma emocionante história, este livro trata de temas como a união familiar e a consciência ecológica, questão de extrema importância a ser discutida com os jovens nos dias de hoje. [fonte: site da editora, link visitado em abril de 2014]
capa 2 (1997)

Oi, moçada! Sabem que saiu pra pescar nesta beleza de escuna? Márcio, Lino e Bete - três irmãos superbacanas - mais o pai deles e uma tripulação veterana. Mas imaginam só: de repente Márcio, Lino e Bete se veem perdidos no mar dentro do barquinho deles, o escaler Netuno. E os três náufragos passam por cada uma... Cuidado! Olha a baleia! Uau, ainda bem que eles são corajosos! Aposto que você ficou com vontade de saber muito mais das aventuras emocionantes destes valentes náufragos! Vamos lá, então? Que tal ler agorinha mesmo? [fonte: orelha da edição publicada em 1985]
orelha, por Edu

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1997 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 2002.


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Dinheiro do céu

capa 1 (1985-1986, 1990-1991)
capa 2 (1993-1995)

Autor (a): Marcos Rey [lista]
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1985-1986 e 1990-1991 [capa 1] e 1993-1995 [capa 2]
Arte da Capa: Marcus de Sant’Anna (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)

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Sinopse: Os conflitos de Dani, que vive a experiência do primeiro amor, a busca do primeiro emprego e a expectativa de receber uma grande herança. [fonte: site da editora]

Edição Original: Dinheiro do céu, 1985, Brasil, Editora Ática.
Ilustrado por Marcus de Sant’Anna.


Antes de iniciar a narrativa do livro, Marcos Rey escreve um prefácio explicando porque decidiu escrever esse livro e a razão do estilo/gênero não ser o mesmo utilizado nos livros anteriores do autor publicados na coleção Vaga-Lume: "Dinheiro do céu não é uma história policial como as anteriores que escrevi para esta coleção — desculpem-me. Mas não pensem que abandonei o gênero. Vou fazer ainda muitas outras e sempre enquadrando um problema social. Desta vez atendo a uma sugestão feita pessoalmente e por carta por muitos professores e professoras. Pediram-me eles um verdadeiro romance em que o personagem, um rapaz, já começasse a viver no intrincado mundo dos adultos. Um enredo que enfeixasse emoções, conflitos e barreiras próprios da idade. As grandes hesitações, os primeiros empregos, os primeiros amores. Achei que valia a pena tentar. Um segredo: também fui moço e sei como as coisas acontecem. Dinheiro do céu desenrola-se em 1964, quando houve uma revolução no País. Toda boa história precisa ter um fundo histórico. Mas não se trata de coisa antiga. Pouco muDon de lá para cá, materialmente, e, no íntimo das pessoas. ainda menos. Aos mestres preocupados em dar uma visão mais real do mundo a seus alunos, pago a promessa. Aos meus leitores habituais, garanto — não ficarão decepcionados. Há muito suspense, enigmas e surpresas neste atribulado início de vida do personagem Danilo Marino. E também uma boa dose de humor. Se gostarem, o jovem que fui agradece."

Orelha, por Edu: "Oi, turma, vocês não imaginam as coisas inesperadas que o Dani vai viver neste livro. Prepare-se! Ele tem uma família incrível: o tio Salvador, amigo para todas as horas, o Don Francisco, fascinado pela Itália, além de Teresa, do Fúlvio, do Roberto... Vejam só: a história de Dani e sua família se passa em outra época, em 1964, quando as primeiras músicas de rock surgiram no Brasil e a minissaia começou a ter sucesso. Mas tudo começa mesmo com uma grande surpresa. Vamos ler já o livro para saber qual é..."

O mistério dos Morros Dourados (Francisco Marins)

Capa criada por Jayme Cortez (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O mistério dos Morros Dourados, do escritor brasileiro Francisco Marins (1922-xxxx), publicado no Brasil entre 1985 e 1995 pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1985. Ilustrado por Jayme Cortez.

Sinopse: Existe mesmo a Mina dos Martírios? Ou suas incríveis riquezas não passam de uma lenda fantástica? É o que pretendem descobrir os aventureiros Tonico e Perova. Enfrentando os perigos dos sertões, os dois conseguirão resolver o mistério dos Morros Dourados? Acompanhe esta história emocionante nas matas brasileiras do século passado. [fonte: contracapa da edição publicada em 1993]

Tonico e Perova desafiam os perigos do interior brasileiro no fim do século XIX. Buscam a mina dos Martírios, o sonho de todos que procuram ouro. Mata e aventureiros reservam muitas surpresas para os dois. [fonte: site da editora]

Olá, amigos. Quero apresentar para vocês O mistério dos Morros Dourados, uma história sensacional que mostra o interior do Brasil no século passado. Procurando os Martírios, as fabulosas minas de ouro brasileiras, Tonico e seus amigos vivem uma extraordinária aventura, atravessando matas e enfrentando perigos. É! Enfrentar a maldade de bandidos como o Bugre não será fácil para eles. Vocês vão ver! Vamos começar a ler o livro agora mesmo e participar também desta emocionante busca ao ouro. Vai valer a pena! [fonte: orelha da edição publicada em 1985]

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 2002.

O mistério dos Morros Dourados é uma adaptação parcial reunindo a parte ficcional de dois livros da série Roteiro dos Martírios (a série é formada por três livros), que Francisco Marins publicou na década de 1950: Expedição aos Martírios (1952) e Volta à Serra Misteriosa (1956, publicado em 2008 com o título Prisioneiros da selva).

A narrativa de O mistério dos Morros Dourados foi continuada nos livros A Montanha das Duas Cabeças (1988) e Em busca do diamante (1995), ambos publicados na coleção Vaga-Lume.

O livro é dividido em 7 partes, subdividas em 60 capítulos.

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Deus me livre! (Luiz Puntel)

capa 1 (1984-1991)
Capa criada por Milton Rodrigues Alves (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Deus me livre!, do escritor brasileiro Luiz Puntel (1949-xxxx), publicado no Brasil entre 1984 e 1991 [capa 1] e entre 1992 e 2000 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1984. Ilustrado por Milton Rodrigues Alves.

Sinopse: Uma praga invade o Beco do Deus me livre e, para se livrarem do inseto, os moradores incendeiam a região — casas e tudo o mais. Mas o garoto Tinho sabia como havia sido provocado aquele desastre e vai investigar. [fonte: site da editora]


Oi, turma! Estamos no Beco do Deus Me Livre, um lugar pobre, mas de gente muito unida. É, mas parece que tem muitas pessoas interessadas nestes terrenos aqui, e elas são capazes de tudo para consegui-los. Aqui mora o Tinho, um garoto que por acaso se envolve numa história perigosa e que para provar sua inocência precisa de muita coragem... E da ajuda de seus amigos também! Pois é, vocês conhecem o ditado: "A união faz a força"? Então vamos ler rapidinho esta história para ver como isso pode acontecer! [fonte: orelha da edição publicada em 1984]
capa 2 (1992-2000)

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1992 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 2000.
orelha, por Edu

No ano de seu lançamento (1984), Deus me livre! foi premiado pela Biblioteca Internacional para a Juventude, com sede em Munique (Alemanha), onde anualmente são selecionadas as publicações mais importantes de cada país.

O livro é dividido em 22 capítulos: (1) Alguém tem um apagador de memórias?, (2) Maldita mania de ler gibi americano!, (3) Milhares de barbeiros: é a praga!, (4) A situação aqui no favelão é crítica, (5) Se virar para trás, amizade, eu te apago, (6) Tinho, um traidor, (7) Tinho recebe um prêmio, (8) Coroinha? Até papa se fosse preciso..., (9) A polícia aparece e Tinho vai preso, (10) Uma luta movida a paz, (11) No beco, um tesouro escondido, (12) Uma aluna muito "charmosa", (13) Um favo de mel muito amargo, (14) Tinho recebe uma visita, (15) Vespas suicidas visitam o covil do favos de mel, (16) Na pista de dois suspeitos, (17) À procura de um bandidão de bangue-bangue italiano, (18) As dez pragas do Egito, (19) Um bafo de múmia esclarece muita coisa, (20) Piquenique na cama, (21) Senador engole recibo, (22) Tinho, esqueceu alguma coisa?

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Os barcos de papel (José Maviael Monteiro)

capa 1 (1984-1992)
Capa criada por Iranildo Alves (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Os barcos de papel, do escritor brasileiro José Maviael Monteiro (1931-1992), publicado no Brasil entre 1984 e 1992 [capa 1] e entre 1993 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1984. Ilustrado por Iranildo Alves.

Sinopse: Quito, Miguel, André e Josué resolvem explorar a caverna que encontraram durante um passeio. Mas a excursão se transforma em perigo: o grupo se perde. E parece que a caverna esconde mais surpresas do que eles podiam imaginar... Como escapar dessa situação? Acompanhe a história desses jovens aventureiros em Os barcos de papel, um livro empolgante de José Maviael Monteiro. [fonte: contracapa da edição publicada em 1994]


Os amigos Quito, Miguel, André e Josué resolvem explorar a caverna que encontraram durante um passeio. Mas os quatro se perdem e ficam presos. Descobrem então que a caverna esconde surpresas e até se envolvem com bandidos! [fonte: site da editora, link visitado em abril de 2013]

capa 2 (1993-1998)
Você teria coragem de explorar uma caverna enorme, sem saber o que iria encontrar pela frente? Quito, André, Josué e Miguel - os personagens principais deste romance - não hesitaram em entrar pelas galerias de rochas que descobriram por acaso. Uma caverna grande e muito profunda, onde acabaram se perdendo. E agora? Que perigos os garotos vão enfrentar nas entranhas da terra? Que mistérios escondem a cada passo? Isso é somente o começo de uma história sensacional marcada por muitos sobressaltos e suspense, onde surpresas acontecem a todo momento. Participe da aventura desses quatro companheiros corajosos e criativos. Você vai descobrir que uma brincadeira inocente pode se revelar uma arma muito útil. Agora, sem perder tempo, vá fundo: quatro meninos e uma caverna estão à sua espera. Boa leitura. [fonte: prefácio, "Navegando contra o destino", da edição publicada em 1993]

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1993 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 1999.

No ano de seu lançamento (1984), Os barcos de papel foi premiado pela Biblioteca Internacional para a Juventude, com sede em Munique (Alemanha), onde anualmente são selecionadas as publicações mais importantes de cada país.
contracapa (1993-1998)

O livro é dividido em 22 capítulos: (1) Os navios de brinquedo, (2) O lago da montanha, (3) Os meninos desaparecidos, (4) A caverna, (5) Os morcegos, (6) À procura dos meninos, (7) Uma esperança, (8) Um grande susto, (9) As primeiras buscas, (10) Um estranho achado, (11) O helicóptero, (12) Mais buscas, (13) A primeira refeição, (14) Um telefonema misterioso, (15) Mais buscas - menos esperança, (16) Uma inesperada visita, (17) Os meninos sequestrados, (18) Uma notícia alarmante, (19) Carlão e Setevidas, (20) O resgate, (21) Uma surpresa, (22) Os barcos de papel.

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Os pequenos jangadeiros (Aristides Fraga Lima)

capa 1 (1984-1989)
Capa criada por Rhadamés de Sant'Anna (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Os pequenos jangadeiros, do escritor brasileiro Aristides Fraga Lima (1923-1996), publicado no Brasil entre 1984 e 1989 [capa 1] e entre 1990 e 1997 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1984. Ilustrado por Rhadamés de Sant'Anna.

Sinopse: Mário e seus primos Otávio e Marco Antônio resolvem navegar pelo rio São Francisco nas férias. Junto com o experiente pescador Velho Quinquim, decidem o trajeto: irão de Juazeiro a Curaçá. Durante a jornada, os jovens conhecem as maravilhas do rio e seu entorno, como quando acampam em Maniçola e Quinquim prepara um delicioso peixe para eles. Mas, quando o rio mostra sua força, o passeio se transforma numa perigosa aventura. [fonte: site da editora]

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1990 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 1998.
capa 2 (1990-1998)


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Sozinha no mundo (Marcos Rey)

capa 1 (1984-1988)
Capa criada por Marcus Sant’Anna (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Sozinha no mundo, do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999), publicado no Brasil entre 1984 e 1988 [capa 1] e entre 1989 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1984. Ilustrado por Marcus Sant’Anna.

Sinopse: A mãe morreu. O tio Leonel sumiu. A única conhecida perdeu a memória. Pimpa acabou de chegar a São Paulo e está completamente só. Mas uma mulher parece estar muito interessada na garota. Por quê? É o que Pimpa pretende descobrir. Até lá, só lhe resta fugir da estranha mulher que a persegue. Mas para onde ir, quando se está sozinha no mundo? Descubra a resposta neste romance incrível de Marcos Rey. [fonte: contracapa da edição publicada em 1992]

Oi, pessoal! Preparem-se para mais uma sensacional aventura. Desta vez, vocês vão conhecer Roberto, que trabalha num jornal onde fica sabendo de muita coisa e se mete em situações incríveis, tentando descobrir onde se encontram os irmãos sequestrados. É claro que ele conta com a ajuda de seus amigos, principalmente de Beatriz. Eu vou curtir a emoção das páginas seguintes. Venham comigo! [Fonte: orelha da edição publicada em 1986]
capa 2 (1989-1998)

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1989 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 1999.
contracapa (1989-1998)

O livro é dividido em 31 capítulos: (1) A morte viaja de ônibus, (2) Pimpa diante do juiz de menores, (3) Uma notícia dessas que a gente precisa sentar para não cair, (4) Beba água e conte tudo, meu filho, (5) Pimpa dá os primeiros passos por conta própria, (6) Boa tarde, Dona Regina! Eu sou Pimpa!, (7) O parquinho da viúva, (8) Raimundo dedica este número para Gracinda com todo o amor, (9) Ah! Ah! Ah! Ah! O disco das gargalhadas. Pimpa não acha graça, (10) Na casa do professor, (11) O estranho curso do professor Bandeira, (12) Que bonito é o shopping center!, (13) A pobre menina rica, (14) Adivinhem que ganhou a gincana?, (15) Há coração capaz de aguentar mais isto?, (16) Pimpa procura “Tio” Leonel, (17) O que faz Pimpa numa passeata feminista?, (18) Agora, sim: Dona Regina recupera a memória, (19) Dona Berenice e Noel no juizado, (20) A volta ao juizado: E agora, senhor juiz?, (21) Um capítulo com uma ex-atriz e muitos cachorros, (22) A história do roubo do filme, (23) O alegre mundo canino: O fusca branco, (24) A bruxa perfumada ataca outra vez, (25) Um castelo das histórias de fada, (26) A menina passeia pelos jardins do castelo, (27) A gaveta, (28) Um milhão de segundos de espera, (29) Os muros do castelo, (30) Os porquês, um a um, afinal, (31) E foram felizes por muitos e muitos anos.


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Sylvio Pereira: A primeira reportagem (1983)

A primeira reportagem. Sylvio Pereira.
A primeira reportagem é um livro do escritor brasileiro Sylvio Pereira (1911-1995), direcionado ao publico adolescente e publicado originalmente no Brasil em 1983 pela editora Ática, dentro da consagrada coleção Vaga-Lume, onde continua sendo editado atualmente [informação atualizada em setembro de 2018]. [+ CAPAS DO ESCRITOR SYLVIO PEREIRA]

Após a morte da mãe, Roberto se muda para São Paulo. O tio, que já morava na cidade, arruma para ele um trabalho no renomado jornal Notícias e Debates e uma vaga em uma pensão. As novidades do emprego e as descobertas do primeiro amor agitam a vida do garoto de dezoito anos. A poucos dias de completar oito meses no jornal, o sequestro de duas crianças, uma menina de quatorze anos e um menino de seis, filhos do Secretário da Fazenda, pode mudar a vida de Roberto. Ele acaba se envolvendo com o caso e, quando menos imagina, a história dá um novo rumo à sua vida profissional. [fonte: site da editora, visitado em setembro de 2018]

Lúcia Machado de Almeida: Xisto e o Saca-Rolha (1974) / Xisto e o pássaro cósmico (1983)

Xisto e o Saca-Rolha é um livro infantojuvenil de ficção científica da escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado originalmente no Brasil em 1974. A partir de 1983 ele passou a ser reeditado na consagrada Série Vaga-Lume, da Editora Ática, com um novo título: Xisto e o pássaro cósmico. O livro é o terceiro de uma trilogia protagonizada pelo personagem Xisto, formada também por Aventuras de Xisto (1957) e Xisto no espaço (1967). 

Tendo como passageiro um enorme pássaro radioativo, um disco voador se espatifa no mar e uma sequência de fatos estranhos começa a acontecer. O Saca-Rolha, um monstro terrível, põe em perigo a vida no planeta Terra. Ao lado do professor Van-Van, o sábio dos sábios, e de seu fiel ajudante Bruzo, Xisto se vê obrigado a entrar em ação. Que relação pode existir entre a nave espacial caída e o monstruoso Saca-Rolha? Como se encaixa nisso tudo o misterioso pássaro cósmico? Acompanhe Xisto e Bruzo nesta aventura fantástica para decifrar um enigma intergaláctico. [fonte: contracapa da edição de 2011, Editora Ática]

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Um cadáver ouve rádio (Marcos Rey)

capa 1 (1983-1992)
Capa criada por Jayme Leão (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Um cadáver ouve rádio, do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999), publicado no Brasil entre 1983 e 1992 [capa 1] e entre 1993 e 1997 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1983. Ilustrado por Jayme Leão.

Sinopse: Quem pode estar interessado no assassinato de um pobre sanfoneiro? Tudo o que se sabe é que ele era muito querido por todos... Mas Leo, Gino e Ângela - o simpático trio de detetives de Marcos Rey - já começaram suas investigações. O culpado que se cuide! Tudo pode acontecer em Um cadáver ouve rádio, um romance que está em sintonia com quem gosta de aventura e mistério. [fonte: contracapa da edição publicada em 1995]

Que horror! Assassinaram Boa-Vida, aquele sanfoneiro amigão de Ângela, Leo e Gino! Xi! Esta história vai dar o que falar... Que caso complicado enfrentam meus três amigos! Tem de tudo no meio: uma arma chinesa, uma loja de pássaros no bairro japonês, um sanfoneiro de forró e um monte de pessoas e coisas. Mas a gente só vai ficar sabendo de tudo lendo o livro. Vamos nessa? [fonte: orelha da edição publicada em 1984]

capa 2 (1993-1997)
Você talvez já saiba quem são Leo, Gino e Ângela - o simpático trio de jovens detetives que comandam a ação de vários livros de Marcos Rey. Mas, se ainda não sabe, fique certo de uma coisa: o prazer vai ser todo seu. Essa turma está sintonizada com a aventura. Em Um cadáver ouve rádio, os três de veem envolvidos numa história misteriosa, que começa com o assassinato de um pobre sanfoneiro, muito querido por todos que o conheciam. Quem é que poderia estar interessado na morte de uma pessoa assim? Que motivos levaram o criminoso a agir? A resposta vai surpreender Leo, Gino e Ângela, e a você também. Situações que deixam a gente com a respiração suspensa são a marca registrada dos livros de Marcos Rey. Sintonize esta aventura mas não se esqueça: quando um cadáver ouve rádio, tudo pode acontecer. [fonte: prefácio, "Em sintonia com a aventura", publicado na edição de 1995]

Os jovens detetives Leo, Ângela e Gino protagonizam quatro livros escritos por Marcos Rey: O mistério do Cinco Estrelas (1981), O rapto do Garoto de Ouro (1982), Um cadáver ouve rádio (1983) e Um rosto no computador (1993).
orelha, por Edu

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1993 (conforme pode ser visualizada nesta postagem), 1998 e 2010.

contracapa (1993-1997)
O livro é dividido em 34 capítulos: (1) Um relato com muita palidez, gagueira e copos de água, (2) Leo chega ao local do crime, (3) Quem odiaria um sanfoneiro?, (4) Lágrimas que decidem, (5) Enfim, a arma do crime, (5) No enterro alguém chora por todos, (6) Um chinês tocador de sanfona? Ah! Ah! Ah!, (7) Agora sim, uma pista quente, (8) A gaiola de onde Boa-Vida escapou para morrer, (9) O endereço do ninho da serpente, (10) O forró do Afonso, (11) Beco do Sebastião, (12) Leo! Leo! Sou eu, Guima!, (13) O homem que poderia ter salvo Boa-Vida, (14) Um bom teatro e uma ótima pizza antes da ação, (15) Seu Rafa já sabia de tudo, (16) Uma voz fria ao telefone, (17) O segundo recado telefônico, (18) O terceiro telefonema, (19) O grande plano em ação, (20) A entrevista perigosa, (21) A segunda parte do plano, (22) Há sempre um chinês numa história muito misteriosa, (23) Comprando uma gaiola, (24) À procura do senhor Slang, (25) A bomba, (26) Prazer em conhecê-lo, senhor Slang Shie, (27) A segunda bomba, (28) Qual será a próxima vítima?, (29) Adeus, Muriçoca!, (30) Uma sanfona destruída pelos fãs, (31) Parabéns, senhor milionário, (32) Manchetes do dia seguinte, (33) O encontro na praça, (34) Um pouco além do fim.

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