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sábado, 8 de março de 2014

Monteiro Lobato: Histórias diversas (1947)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 8/3/2014.
 (atualizações posteriores para inclusão de capas de novas edições)
Histórias diversas | Monteiro Lobato | Primeira Edição | Editora Brasiliense | 1959 |
Histórias diversas
 é uma coletânea de 13 contos infantis e 1 peça teatral do escritor brasileiro Monteiro Lobato, publicado originalmente no Brasil em 1947 pela editora Brasiliense, como segunda parte de Fábulas, na Obra Completa do autor. Em 1959, o título passou a ser publicado como livro independente. Histórias diversas é um dos 23 títulos da série literária Sítio do Picapau Amarelo. | Álbum de Capas do Autor | Álbum de Capas da Série |

Será que Emília é uma fada disfarçada de boneca? De onde vêm seus poderes mágicos e o dom de criar uma língua que todo mundo entende? Como se constrói um aparelho para enxergar o invisível? Esses e muitos outros segredos você vai descobrir nas páginas deste livro. As histórias de Monteiro Lobato mostram que no reino da fantasia tudo pode acontecer. [fonte: contracapa da edição de 2008, Globo] 

Monteiro Lobato: Fábulas (1943)

Primeira Edição
(Reformulada)
Fábulas é uma antologia infantil de 74 fábulas selecionadas e adaptadas pelo escritor brasileiro Monteiro Lobato, publicado originalmente no Brasil em 1943 pela Companhia Editora Nacional. O livro reúne fábulas clássicas do francês Jean de La Fontaine, dos gregos Esopo e Heródoto e do romano Fedro, além de trazer algumas escritas pelo próprio Monteiro Lobato, adaptando-as numa linguagem mais próxima da realidade brasileira e utilizando animais conhecidos pelas crianças do Brasil. Cabe resaltar que o autor já publicava um livro chamado Fábulas desde 1922, mas essas edições anteriores não traziam a interação dos personagens do Sítio do Picapau Amarelo na narrativa, apenas as fábulas. Somente a partir da 8ª edição (1943), Monteiro Lobato reformulou o livro para que Dona Benta passasse a ser a narradora das fábulas, e entre uma fábula e outra, ela dialogasse com os outros personagens do Sítio do Picapau Amarelo, tirando dúvidas, ouvindo comentários, analisando e criticando o texto fabuloso. Para visualizar as capas dessas edições anteriores a 1943 (8ª edição), acesse esse link: https://capasdelivrosbrasil.blogspot.com.br/2017/12/monteiro-lobato-fabulas-de-narizinho-fabulas.html.

As fábulas narram histórias em que os animais falam, têm características humanas e costumam enfrentar situações de confronto, perigo ou desafio. Monteiro Lobato queria levar esses contos para o público infantil e, em 1921, lançou Fábulas de Narizinho, livro que reunia as mais famosas fábulas de Esopo e La Fontaine e algumas lendas do folclore brasileiro. No ano seguinte, Lobato reuniu mais algumas histórias e lançou uma edição ampliada chamada apenas de Fábulas. Narradas por Dona Benta, essas histórias ganham um gostinho especial, principalmente com os comentários e perguntas de Narizinho, Pedrinho, Emília, Visconde de Sabugosa e toda a turma do Sítio. [fonte: orelha da edição de 2008, Editora Globo] As fábulas fazem parte do cotidiano de todas as crianças e passam de geração em geração. Quem não ouviu pelo menos uma vez na vida a história da cigarra e da formiga antes de dormir quando era criança? Ou quem sabe a história escolhida tenha sido aquela da galinha dos ovos de ouro? Ou sua preferida talvez seja aquela sobre a raposa e as uvas… ou talvez a do lobo em pele de cordeiro. Pode ser ainda que você seja fã mesmo é do universo encantado do Sítio do Picapau Amarelo. E que tal unir as duas coisas? Com uma roupagem bem brasileira, Monteiro Lobato reconta dezenas das mais famosas e inspiradoras histórias de Esopo e La Fontaine – além de algumas de sua autoria – em meio a uma conversa descontraída entre Dona Benta, Narizinho, Pedrinho e a famosa boneca de pano Emília. E não pense você que os personagens do Sítio do Picapau Amarelo são meros coadjuvantes; eles ouvem atentamente essas lições ancestrais e participam de maneira ativa e crítica das aventuras e descobertas. [fonte: Universo dos Livros] 

A obra infantil de Monteiro é composta de 23 títulos conforme ele organizou em 1947, pouco antes de sua morte:Reinações de Narizinho (1931), Viagem ao céu (1932), O saci (1932), Caçadas de Pedrinho (1933),Aventuras de Hans Staden (1927), Peter Pan (1930), História do Mundo para as crianças (1933), Emília no País da Gramática (1934), Aritmética de Emília (1935), Geografia de Dona Benta (1935), História das invenções (1935), Dom Quixote das crianças (1936), Memórias de Emília (1936), Serões de Dona Benta(1937), O poço do Visconde (1937), Histórias de Tia Nastácia (1937), O Picapau Amarelo (1939), O minotauro (1939), A reforma da natureza (1941), A chave do tamanho (1942), Os doze trabalhos de Hércules (1944), Fábulas (1943) e Histórias diversas (1947).


Nota: Em 27 de junho de 1945, Monteiro Lobato assinou contrato com a Editora Brasiliense para edição de suas Obras Completas. A partir daí, ele revisou toda sua obra (adulta e infantil). Em 1946 foi lançado a primeira série (literatura geral) de suas Obras Completas em 13 volumes, e, em 1947, a segunda série (literatura infantil) em 17 volumes. Essa última revisão de Lobato (o escritor faleceu pouco depois, em 4 de julho de 1948) é a base de todas as edições lançadas até os dias de hoje. A Editora Brasiliense publicou os livros de Monteiro Lobato de 1946 até 2006. A partir de setembro de 2007, o direito de publicação passou para a Editora Globo e a partir de 1 de janeiro de 2019, sua obra entrou em domínio público, possibilitando a publicação por várias outras editoras. Durante os 60 anos em que a obra ficou sobre a tutela da Editora Brasiliense, a editora tinha por prática publicar os livros lobatianos em duas frentes distintas: a publicação da obra individual (com capa ilustrada e individualizada) e a publicação de uma ou mais obras juntas em um mesmo volume dentro de uma coleção de obras completas (as capas de todos os volumes são iguais). Para a apresentação das capas nessa postagem, foi usado o critério de também separar nas duas categorias: primeiro será apresentado os lançamentos individuais do livro Fábulas, e posteriormente, os volumes das obras completas em que o título apareceu. 

sexta-feira, 7 de março de 2014

Os doze trabalhos de Hércules (Monteiro Lobato)

Capa criada por Cris Eich para o livro Os doze trabalhos de Hércules, do escritor brasileiro Monteiro Lobato (1882-1948), publicado no Brasil a partir de abril de 2010 pela editora Globo (a partir de 2012 pelo selo Globinho), dentro da coleção Monteiro Lobato – Obra Infantojuvenil. Publicado originalmente em 1944. Ilustrado por Cris Eich.

Sinopse: Um leão feroz, centauro, a corça dos pés de bronze, uma serpente com corpo de cão e nove cabeças, além de um javali enfurecido. Estes são alguns dos animais mitológicos da Grécia Antiga que Hércules terá de enfrentar. Numa viagem fantástica você vai descobrir como Pedrinho, Emília e o Visconde de Sabugosa ajudam o herói a derrotar as forças do mal e a cumprir suas doze tarefas. [fonte: contracapa do livro]

Nestas páginas recheadas de aventuras e perigos, vamos encontrar a turma do Sítio do Picapau Amarelo em viagem através do tempo. Escondidos da avó, que fica em casa com crise de reumatismo, sob os cuidados da neta, Pedrinho, Emília e o Visconde de Sabugosa voam até a Grécia Antiga para ajudar um dos mais populares heróis da mitologia clássica. Vão acompanhar de perto as façanhas de Hércules, condenado pelo rei Euristeu a executar doze tarefas dificílimas até para um semideus como ele. Para terminar os trabalhos, Hércules terá de unir sua força gigantesca com a esperteza da boneca Emília “dadeira de ideias”, com a inteligência de Pedrinho, seu “oficial de gabinete” e com a sabedoria do Visconde, seu fiel escudeiro. [fonte: orelha do livro]

Depois de conhecer Hércules em um trecho de O Minotauro – uma das muitas histórias que Dona Benta contou para os seus netos-, Pedrinho fica entusiasmado com as proezas do herói e convence a turma do Sítio do Picapau Amarelo a partir em uma aventura pela Grécia Antiga. Um pouco de pó de pirlimpimpim, um, dois, três e... lá vão eles! Emília, o Visconde de Sabugosa e Pedrinho voltam mais de 2 mil anos ao passado bem a tempo de ajudar Hércules em sua primeira tarefa: combater o terrível Leão de Nemeia. Se os heróis da mitologia grega achavam que conheciam de tudo é porque ainda não tinham visto esta boneca de pano muito da sabichona, acompanhada de um sabugo de milho fidalgo e um garoto curioso e valente. A aventura com o Leão, no entanto, é apenas a primeira tarefa terrível que Hércules tem para realizar, obrigado a enfrentar doze trabalhos. Hércules ainda teria que combater com a Hidra de Lerna, a Corça dos Pés de Bronze, o Javali de Erimanto, passar pela provação das Cavalariças de Áugias, combater as aves do lago de Estinfale e o Touro de Creta. Tudo com a ajuda “intelectual” de Emília, Pedrinho e do Visconde, já que – se tinha músculos e coragem de sobra – o semideus não era lá muito esperto. Publicado pela primeira vez há mais de 60 anos, o livro faz parte de uma coleção de Monteiro Lobato que adapta contos de fadas e clássicos da literatura para as crianças. É uma maneira divertida de conhecer as lendas gregas, numa edição com ilustrações em aquarela de Cris Eich. [fonte: site da editora]

Os doze trabalhos de Hércules é a reunião em volume único (em 1944) de 12 livros menores escritos e publicados por Monteiro Lobato em 1944: O leão de Neméia, A hidra de Lerna, A corça de pés de bronze, O javali de Erimanto, As cavalariças de Áugias, As aves do lago Estínfale, O touro de Creta, Os cavalos de Diomedes, O cinto de Hipólita, Os bois de Gerião, O pomos das hespérides e Hércules e o Cérbero. Para essa edição da editora Brasiliense, o livro foi dividido em dois volumes [volume 2], onde cada um deles contém seis dos doze trabalhos de Hércules.
contracapa

Essa edição contém um prefácio intitulado “A lição dos três picapaus”, escrito por Marcia Camargos.

Adaptações para televisão: Sítio do Picapau Amarelo (1952-1962, série, TV Tupi), Sítio do Picapau Amarelo (1964, série, TV Cultura), Sítio do Picapau Amarelo (1967-1969, série, TV Bandeirantes), Sítio do Picapau Amarelo (1977-1986, série, TV Globo), Sítio do Picapau Amarelo (2001-2007, série, TV Globo) e Sítio do Picapau Amarelo (2012-2014, série animada, TV Globo).

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A chave do tamanho (Monteiro Lobato)

Capa criada por Paulo Borges para o livro A chave do tamanho, do escritor brasileiro Monteiro Lobato (1882-1948), publicado no Brasil a partir de dezembro de 2008 pela editora Globo (a partir de 2012 pelo selo Globinho), dentro da coleção Monteiro Lobato – Obra Infantojuvenil. Publicado originalmente em 1942. Ilustrado por Paulo Borges.

Sinopse: Como acabar com a guerra e convencer a humanidade a conviver em paz e harmonia? O Sítio do Picapau Amarelo perdeu a antiga alegria depois que os combates da Segunda Guerra Mundial começaram. Para acabar com a tragédia, Emília tem mais uma de suas ideias brilhantes. Mas dessa vez, a bonequinha causa uma mudança radical que coloca em perigo todo o globo terrestre. [fonte: contracapa do livro]

Este livro foi lançado em 1942, quando os submarinos alemães afundaram navios mercantes brasileiros. O ataque provocou a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, ao lado da Inglaterra, da França, da Rússia e dos Estados Unidos, países do bloco das nações aliadas que lutavam contra a Alemanha, a Itália e o Japão. Em A chave do tamanho, Monteiro Lobato faz uma dura crítica aos governantes que destruíram cidades inteiras, matando milhares de pessoas na Europa. Ele apresenta para os pequenos leitores o tema da guerra, um problema muito sério que os adultos daquele tempo não costumavam discutir com as crianças. Em uma história cheia de perigos e suspense, Emília lidera a turma do Sítio com novos personagens que tentam sobreviver em um mundo radicalmente mudado. Desde suas primeiras edições, A chave do tamanho trazia um texto intitulado “Explicação necessária”. Nele, Monteiro Lobato esclarecia que todos os personagens vinham das histórias anteriores, que começaram com Reinações de Narizinho, livro lançado em 1931. Ele conta que Dona Benta, a avó de Pedrinho e Narizinho, vive com eles no Sítio do Picapau Amarelo, em companhia de Tia Nastácia, mais o Visconde de Sabugosa, além de Quindim, o rinoceronte, e do Conselheiro, um burro falante muito inteligente. Também comenta que Emília mudou bastante, tornando-se praticamente uma pessoa de verdade, independente, divertida, cheia de ideias e que manda em quase todo mundo no Sítio. [fonte: orelha do livro]

Numa época em que os adultos não costumavam conversar assuntos sérios com as crianças, Lobato fala sobre a guerra com o público infantil neste livro que se tornou um de seus grandes sucessos. Nessa história, Dona Benta e a Turma do Sítio do Picapau Amarelo estão muito preocupados com as notícias que chegam pelo rádio e pelos jornais e relatam os bombardeios e as mortes causadas pela segunda guerra mundial. Escondida de todos, Emília resolve dar um jeito na situação e depois sai pelo mundo enfrentando perigos e fazendo descobertas. [fonte: site da editora]
contracapa

Essa edição contém um prefácio intitulado “Quando tamanho é documento”, escrito por Marcia Camargos.

Adaptações para televisão: Sítio do Picapau Amarelo (1952-1962, série, TV Tupi), Sítio do Picapau Amarelo (1964, série, TV Cultura), Sítio do Picapau Amarelo (1967-1969, série, TV Bandeirantes), Sítio do Picapau Amarelo (1977-1986, série, TV Globo), Sítio do Picapau Amarelo (2001-2007, série, TV Globo) e Sítio do Picapau Amarelo (2012-2014, série animada, TV Globo).

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A reforma da natureza (Monteiro Lobato)

Capa criada por Paulo Borges para o livro A reforma da natureza, do escritor brasileiro Monteiro Lobato (1882-1948), publicado no Brasil a partir de julho de 2008 pela editora Globo (a partir de 2012 pelo selo Globinho), dentro da coleção Monteiro Lobato – Obra Infantojuvenil. Publicado originalmente em 1941. Ilustrado por Paulo Borges.

Sinopse: A cabecinha de Emília borbulha de ideias. Por isso, enquanto a turma viaja à Europa para resolver os problemas causados pela Segunda Guerra Mundial, ela promove uma reforma nos animais e nas árvores frutíferas, fazendo do Sítio o lugar mais curioso do mundo. Aqui você vai descobrir tudo sobre mais esta estripulia da boneca! [fonte: contracapa do livro]

Para Emília, o mundo não passa de uma grande “trapalhada”. Tudo está errado. Por que o Rabicó tem rabo em forma de caracol e o rinoceronte Quindim um couro tão grosso? E como explicar a jabuticaba? Uma frutinha minúscula em árvores gigantescas e as abóboras, imensas, nascendo em pés molinhos que se esparramam pelo chão. Pensando nisso tudo, Emília aproveita a ausência de Dona Benta que viajou para a Europa com a turma do Sítio para reformar a natureza. A partir daí, ninguém segura a boneca de pano. Ao lado de uma amiga que vem especialmente do Rio de Janeiro para essa aventura, ela coloca em prática muitas de suas ideias mais malucas. Depois de aprontar mil travessuras, Emília ganha a companhia do Visconde. De volta da Europa, o sabugo junta-se a ela na Cova do Anjo para realizar experiências em insetos. Por um descuido ele cria monstros gigantescos que assustam a vizinhança e entusiasmam os cientistas alemães. Sempre ponderada e democrática, Dona Benta questiona as mudanças que desequilibram a natureza. Ao argumentar pacientemente com a boneca, a avó dá uma lição de liberdade e ensina como é importante respeitar o meio ambiente. Neste livro, Monteiro Lobato ainda demonstra sua tristeza com a Segunda Guerra Mundial, trazendo o conflito para os leitores infantis. [fonte: orelha do livro]

Para Emília, o mundo está todo errado. Ela não entende por que a jabuticaba, uma fruta tão pequena, dá em árvores gigantescas e abóboras imensas nascem em pés esparramados pelo chão. Em A reforma da natureza, a boneca de pano decide reformar cientificamente plantas, animais e insetos e causa muitos problemas ao desrespeitar o equilíbrio do meio. [fonte: site da editora]

A reforma da natureza é a reunião em volume único (em 1944) de 2 livros menores escritos e publicados por Monteiro Lobato em 1941: A reforma da natureza e O espanto das gentes.
contracapa

Essa edição do livro contém um prefácio intitulado “Paz na Europa e confusão no Sítio”, escrito por Marcia Camargos.

Adaptações para televisão: Sítio do Picapau Amarelo (1952-1962, série, TV Tupi), Sítio do Picapau Amarelo (1964, série, TV Cultura), Sítio do Picapau Amarelo (1967-1969, série, TV Bandeirantes), Sítio do Picapau Amarelo (1977-1986, série, TV Globo), Sítio do Picapau Amarelo (2001-2007, série, TV Globo) e Sítio do Picapau Amarelo (2012-2014, série animada, TV Globo).


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Monteiro Lobato: O Minotauro (1939)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 07/03/2014.
O Minotauro é um livro infantil de fantasia do escritor brasileiro Monteiro Lobato, publicado originalmente no Brasil em novembro de 1939 pela editora Companhia Editora Nacional, com o subtítulo Maravilhosas aventuras dos netos de Dona Benta na Grécia Antiga. O livro é o 18º de 23 volumes da série literária Sítio do Picapau Amarelo. | Álbum de Capas do Autor | Álbum de Capas da Série |

Durante o casamento da Branca de Neve, os monstros do mundo da fábula promovem um verdadeiro ataque para estragar a festa. Todos escapam ilesos, menos Tia Nastácia, que, no meio da confusão, desaparece misteriosamente. Para encontrá-la, Pedrinho, Narizinho, Dona Benta, Emília e o Visconde de Sabugosa vão aventurar-se à bordo do navio Beija-flor das Ondas. O destino da embarcação é a Grécia Antiga, e Dona Benta a descreve como “o maior povo da Antiguidade pelo brilho da inteligência e pelas realizações artísticas”. Emília suspeita que Tia Nastácia foi devorada pelo Minotauro, um dos mais terríveis monstros da Antiguidade. Como verdadeiros detetives em busca de pistas do paradeiro da cozinheira do Sítio, eles vão atrás de figuras históricas, como o líder político Péricles, o escultor Fídias e o filósofo Sócrates. Também vão correr perigos ao lado do herói Hércules, conhecer seres mitológicos, como faunos, ninfas, dríades e sátiros, e também aprender sobre os deuses do Olimpo e a Guerra de Troia. E mal sabem o que os espera quando finalmente chegam ao Labirinto de Creta...
[fonte: site da editora Globinho]

Monteiro Lobato: O Picapau Amarelo (1939)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 07/03/2014.
Última atualização: 03/06/2025.
O Picapau Amarelo é um romance infantil de fantasia do escritor brasileiro Monteiro Lobato, publicado originalmente no Brasil em 1939 pela Companhia Editora Nacional, com o subtítulo O sítio de Dona Benta, um mundo de verdade e de mentira. O livro é o 17º de 23 volumes da série literária Sítio do Picapau Amarelo. | Álbum de Capas do Autor | Álbum de Capas da Série |

O Sítio do Picapau Amarelo ficou tão famoso que as personagens do Mundo da Fábula resolveram se mudar para lá. Quando a cartinha do Pequeno Polegar chegou às mãos de Dona Benta, com um pedido especial para que os recebesse, a matriarca do Sítio correu para adquirir mais terras. (...) Um a um, eles vão chegando. Entre os primeiros estão Branca de Neve e os Sete Anões. Em seguida vêm Aladim com os gênios das Mil e Uma Noites. Logo depois, a Gata Borralheira, Peter Pan e os m/eninos perdidos do País do Nunca. Aparecem ainda Dom Quixote com Sancho Pança e os heróis da mitologia grega. Não faltam nem os fabulistas Esopo e La Fontaine, que se misturam à incrível legião de seres encantados das histórias da carochinha. (...) Mas com a mudança, vêm também alguns tipos que botam medo, como o Barba Azul, a Quimera, o Capitão Gancho... (...) Após a chegada dos habitantes do mundo da imaginação, a vida dos netos de Dona Benta transforma-se em uma grande aventura. Os hóspedes ilustres mudam a paisagem do Sítio do Picapau Amarelo, onde Peter Pan resolve colocar até o Mar dos Piratas, causando uma grande confusão. Graças às ideias brilhantes de Emília, tudo se resolve e ela ainda inventa uma festa nas Terras Novas para celebrar um casamento muito especial. Tia Nastácia, radiante na companhia de Sancho Pança, arregaça as mangas e prepara o mais fino banquete de que se tem notícia. Tudo corria às mil maravilhas até o palácio ser assaltado pelos personagens que não foram convidados. Como escapar dos furiosos monstros das fábulas? 
[fonte: orelha da edição de 2008, Globo] [fonte: contracapa da edição de 2020, Biblioteca Azul]

Histórias de Tia Nastácia (Monteiro Lobato)

Capa criada por Cláudio Martins para o livro Histórias de Tia Nastácia, do escritor brasileiro Monteiro Lobato (1882-1948), publicado no Brasil a partir de agosto de 2009 pela editora Globo (a partir de 2012 pelo selo Globinho), dentro da coleção Monteiro Lobato – Obra Infantojuvenil. Publicado originalmente em 1937. Ilustrado por Cláudio Martins.

Sinopse: Quem inventou as histórias de João e Maria, da raposa faminta, de Manoel da Bengala ou do pulo do gato? Elas fazem parte do folclore. São relatos, casos, superstições e ditados que o povo repete de geração em geração, dos pais para os filhos. Recebem pequenas modificações aqui e ali até serem recolhidas pelos escritores e entrarem para livros como este, escrito por Monteiro Lobato! [fonte: contracapa do livro]

Depois de pesquisar e escrever sobre o Saci, Monteiro Lobato reuniu o melhor das fábulas clássicas com os mais conhecidos contos do folclore brasileiro. Tia Nastácia sabe contar casos como ninguém. Neste livro, ela vai revelando aos moradores do Sítio do Picapau Amarelo todas as histórias que ouviu de seus pais quando era criança. Sentada na varanda da casa de Dona Benta, ela deixa todo mundo deslumbrado com a sua memória. Pedrinho, Narizinho e Emília fazem comentários que deixam as narrativas ainda mais divertidas. Lançado pela primeira vez em 1937, este livro traz 43 histórias do folclore contadas por Tia Nastácia, a cozinheira que sacia a fome dos moradores do Sítio e alimenta a imaginação de todos. [fonte: orelha do livro]

Se folclore é a sabedoria do povo (do inglês folk, povo e de lore, sabedoria), quem melhor que Tia Nastácia para contar histórias e causos do folclore nacional? Em torno da cozinheira do Sítio do Picapau Amarelo, Pedrinho, Narizinho e Emília passam horas ouvindo desde clássicas fábulas da literatura mundial a contos populares brasileiros. Este livro é o resultado do trabalho de pesquisa que Monteiro Lobato fez na coleta de todas essas histórias. Lançado pela primeira vez em 1937, agora as 43 histórias contadas por Tia Nastácia ganham as ilustrações de Cláudio Martins. [fonte: site da editora]

As 43 histórias folclóricas que compõe essa edição são: O bicho Manjaléu; O Sargento Verde; A princesa ladrona; O pássaro preto; A raposinha; O homem pequeno; A moura-torta; A madrasta; Manuel da Bengala; João e Maria; O bom diabo; A fonte das Três Comadres; A rainha que saiu do mar; A formiga e a neve; João Esperto; O caçula; A cumbuca de ouro; A mulher dengosa; O cágado na festa do céu; O rabo do macaco; O macaco e o coelho; O macaco e o aluá; O macaco, a onça e o veado; O veado e o sapo; A onça e o coelho; O pulo do gato; O doutor Botelho; A raposa e o homem; O pinto sura; O jabuti e o homem; O jabuti e a caipora; O jabuti e a onça; O jabuti e a fruta; O jabuti e o lagarto; O jabuti e o jacaré; O jabuti e os sapinhos; A raposa faminta; O camponês ingênuo; A história dos macacos; O rato orgulhoso; Peixes na floresta; O alcatraz e o eider; História dos dois ladrões.
contracapa

Essa edição do livro contém um prefácio intitulado “As fábulas de Monteiro Lobato”, escrito por Marcia Camargos.

Adaptações para televisão: Sítio do Picapau Amarelo (1952-1962, série, TV Tupi), Sítio do Picapau Amarelo (1964, série, TV Cultura), Sítio do Picapau Amarelo (1967-1969, série, TV Bandeirantes), Sítio do Picapau Amarelo (1977-1986, série, TV Globo), Sítio do Picapau Amarelo (2001-2007, série, TV Globo) e Sítio do Picapau Amarelo (2012-2014, série animada, TV Globo).

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Serões de Dona Benta (Monteiro Lobato)

Capa criada por Roberto Fukue para o livro Serões de Dona Benta, do escritor brasileiro Monteiro Lobato (1882-1948), publicado no Brasil a partir de fevereiro de 2014 pela editora Globinho, dentro da coleção Monteiro Lobato – Obra Infantojuvenil. Publicado originalmente em 1937. Ilustrado por Roberto Fukue.

Sinopse: Monteiro Lobato foi o primeiro escritor brasileiro a respeitar a inteligência e a curiosidade intelectual das crianças. Como não subestimava os pequenos, não hesitava em informar por meio da literatura, oferecendo ao leitor uma nova maneira de conhecer o mundo. Serões de Dona Benta, que acaba de ser lançado pela Globinho, é um delicioso exemplo da habilidade do autor em abordar temas complexos de maneira divertida. No livro, depois de perceber certa mudança nas crianças desde a abertura do primeiro poço de petróleo no Brasil – episódio narrado no livro O poço do Visconde –, Dona Benta resolve ensinar física, geografia e astronomia para Pedrinho, Narizinho e Emília. Eles tinham aprendido um pouco de geologia e queriam mais, estavam ansiosos por “saber tudo quanto há no mundo”. Ao longo da narrativa, Dona Benta fala de assuntos ligados à ciência de maneira, simples, direta e dinâmica. Usa acontecimentos do cotidiano, experiências e curiosidades como ponto de partida para as aulas. Uma lufada de vento que entra pela janela da sala, por exemplo, se torna o gancho perfeito para uma conversa sobre o ar. Monteiro Lobato cria metáforas engraçadas, usa diálogos para desenvolver o conteúdo científico e valoriza a participação das crianças na construção do conhecimento. As observações e questionamentos dos garotos – junto com as maluquices de Emília – deixam as aulas de Dona Benta ainda mais dinâmicas e divertidas. Além disso, os 22 capítulos do livro são encadeados de maneira a facilitar o aprendizado e, muitas vezes, o mesmo assunto é divido em mais de um capítulo para não cansar o leitor. Lançada pela primeira vez em 1937, a obra é um reflexo da preocupação de Lobato com a educação e de sua visão revolucionária sobre pedagogia. Além disso, apresenta algumas ideias bastante avançadas para a época, e que só se tornaram realidade muito tempo depois da morte do autor, como a viagem pela estratosfera, a clonagem ou o uso da força das marés como fonte da energia renovável. Apesar dos quase 80 anos transcorridos desde sua primeira publicação, o livro continua atual e pode ser uma valiosa ferramenta para professores e alunos. A edição atual foi complementada com comentários que atualizam os conteúdos científicos e apontam as mudanças que aconteceram na década de 1940 até os dias de hoje. Outra novidade dessa recente edição são os dois anexos no final do livro: um breve histórico da evolução dos modelos atômicos e uma classificação periódica dos elementos. Como diz Tatiana Belinky no texto de orelha do livro, com sua linguagem “clara como água do pote”, sem nenhum “cientifiquês”, Serões de Dona Benta vale por toda uma biblioteca. [fonte: contracapa da edição publicada em 1994]

Adaptações para televisão: Sítio do Picapau Amarelo (1952-1962, série, TV Tupi), Sítio do Picapau Amarelo (1964, série, TV Cultura), Sítio do Picapau Amarelo (1967-1969, série, TV Bandeirantes), Sítio do Picapau Amarelo (1977-1986, série, TV Globo), Sítio do Picapau Amarelo (2001-2007, série, TV Globo) e Sítio do Picapau Amarelo (2012-2014, série animada, TV Globo).


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O poço do Visconde (Monteiro Lobato)

Capa criada por Osnei e Hector Gomez para o livro O poço do Visconde, do escritor brasileiro Monteiro Lobato (1882-1948), publicado no Brasil a partir de agosto de 2010 pela editora Globo (a partir de 2012 pelo selo Globinho), dentro da coleção Monteiro Lobato – Obra Infantojuvenil. Publicado originalmente em 1937. Ilustrado por Osnei e Hector Gomez.

Sinopse: Novidades no Sítio do Picapau Amarelo. Agora a turma resolveu procurar petróleo no meio do pasto. Mas como cavar a rocha dura? Com a força do rinoceronte Quindim, a sabedoria do Visconde e as soluções sempre criativas da Emília, tudo é possível. Além de muitas descobertas, neste livro alguns conceitos foram atualizados e comentados para ajudar você a aprender coisas incríveis sobre geologia, a ciência que estuda os minerais, e o combustível que faz o mundo rodar. [fonte: contracapa do livro]

Vocês já perceberam, é claro, que se trata do Visconde de Sabugosa, o poço de profunda sapiência sabugal do Sítio do Picapau Amarelo. Só que o poço aqui é outro, mais profundo – e haja profundeza nisso! É o que você vão descobrir com a conversa “geológica” desse sabugo científico, sobre o cada vez mais importante e disputado “ouro negro”: Sua Excelência o Petróleo! Tão estimulante e reveladora conversa chegou a causar um megarrebuliço na turma do Sítio da Dona Benta. Tanto assim que o Pedrinho, para espanto geral, decidiu entrar em ação imediata, ali mesmo, no próprio sítio! Era ali que seria feita a primeiríssima perfuração do primeiro poço de petróleo do Brasil. Dito e feito! E essa notícia sensacional produziu um efeito tsunami em toda a imprensa do país. Os repórteres acorreram em massa, incrédulos, achando que tão formidável e caríssimo projeto era impossível! Mas o que é impossível no Sítio do Picapau Amarelo? Perguntem à Emília, que tem todas as respostas tão... tão lobatianas! Mas antes quero contar a vocês que, na época da aventura petrolífera do poço do Visconde, eu mesma – garota estudante de uns 16 anos – vivi a minha própria aventura petrolífera! Foi há muitos anos, vocês nem eram nascidos... Mas eu, contagiada pelo entusiasmo de Pedrinho, aderi “com tudo” ao belo movimento cívico, conhecido até hoje como a campanha “O petróleo é nosso”. Só que naqueles tempos, digamos complicados, não era permitido falar no “inexistente” petróleo brasileiro. Era até perigoso: o próprio Monteiro Lobato chegou a ser preso por insistir nisso! Mas eu, junto com tanta gente boa, assinei listas e listas daquele “manifesto” – sem dar bola para a proibição. E notem bem, sem recorrer ao emiliano jeitinho do Faz de Conta” (Tatiana Belinky) [fonte: orelha do livro]

Lançado pela primeira vez em 1937, O poço do Visconde foi a forma que Monteiro Lobato encontrou para levar às crianças a campanha pelo petróleo que vinha difundindo de Norte a Sul do país. Ao mesmo tempo, dentro do projeto pioneiro de literatura paradidática do escritor, o livro vinha possibilitar o aprendizado da geologia, a ciência que estuda os minerais, de forma prazerosa e divertida. Um ano antes, através de O escândalo do petróleo, dirigido ao público adulto, Lobato havia registrado sua luta em defesa da exploração do óleo combustível por empresas nacionais e da soberania do Brasil no setor. Agora, com O poço do Visconde, buscava sensibilizar os jovens leitores quanto a importância do tema para o progresso da nação. [fonte: site da editora]
contracapa

Essa edição do livro contém um prefácio intitulado “Lobato e o petróleo nacional”, escrito por Fernando Vedovate, Mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo. Além disso, o livro possui várias notas no decorrer da narrativa atualizando as informações escritas por Lobato de acordo com as descobertas posteriores na área. No final da edição, existe um anexo, “Do sonho à realidade”, com mapas, esquemas e ilustrações que mostram com foi formado o petróleo no subsolo do planeta, como é feita a perfuração de poços e a extração do petróleo, como é feito o refino e quais são seus principais derivados, além de visualizar as mais importantes jazidas e áreas produtoras do mundo.

Adaptações para televisão: Sítio do Picapau Amarelo (1952-1962, série, TV Tupi), Sítio do Picapau Amarelo (1964, série, TV Cultura), Sítio do Picapau Amarelo (1967-1969, série, TV Bandeirantes), Sítio do Picapau Amarelo (1977-1986, série, TV Globo), Sítio do Picapau Amarelo (2001-2007, série, TV Globo) e Sítio do Picapau Amarelo (2012-2014, série animada, TV Globo).

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