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sexta-feira, 7 de março de 2014

A chave do tamanho (Monteiro Lobato)

Capa criada por Paulo Borges para o livro A chave do tamanho, do escritor brasileiro Monteiro Lobato (1882-1948), publicado no Brasil a partir de dezembro de 2008 pela editora Globo (a partir de 2012 pelo selo Globinho), dentro da coleção Monteiro Lobato – Obra Infantojuvenil. Publicado originalmente em 1942. Ilustrado por Paulo Borges.

Sinopse: Como acabar com a guerra e convencer a humanidade a conviver em paz e harmonia? O Sítio do Picapau Amarelo perdeu a antiga alegria depois que os combates da Segunda Guerra Mundial começaram. Para acabar com a tragédia, Emília tem mais uma de suas ideias brilhantes. Mas dessa vez, a bonequinha causa uma mudança radical que coloca em perigo todo o globo terrestre. [fonte: contracapa do livro]

Este livro foi lançado em 1942, quando os submarinos alemães afundaram navios mercantes brasileiros. O ataque provocou a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, ao lado da Inglaterra, da França, da Rússia e dos Estados Unidos, países do bloco das nações aliadas que lutavam contra a Alemanha, a Itália e o Japão. Em A chave do tamanho, Monteiro Lobato faz uma dura crítica aos governantes que destruíram cidades inteiras, matando milhares de pessoas na Europa. Ele apresenta para os pequenos leitores o tema da guerra, um problema muito sério que os adultos daquele tempo não costumavam discutir com as crianças. Em uma história cheia de perigos e suspense, Emília lidera a turma do Sítio com novos personagens que tentam sobreviver em um mundo radicalmente mudado. Desde suas primeiras edições, A chave do tamanho trazia um texto intitulado “Explicação necessária”. Nele, Monteiro Lobato esclarecia que todos os personagens vinham das histórias anteriores, que começaram com Reinações de Narizinho, livro lançado em 1931. Ele conta que Dona Benta, a avó de Pedrinho e Narizinho, vive com eles no Sítio do Picapau Amarelo, em companhia de Tia Nastácia, mais o Visconde de Sabugosa, além de Quindim, o rinoceronte, e do Conselheiro, um burro falante muito inteligente. Também comenta que Emília mudou bastante, tornando-se praticamente uma pessoa de verdade, independente, divertida, cheia de ideias e que manda em quase todo mundo no Sítio. [fonte: orelha do livro]

Numa época em que os adultos não costumavam conversar assuntos sérios com as crianças, Lobato fala sobre a guerra com o público infantil neste livro que se tornou um de seus grandes sucessos. Nessa história, Dona Benta e a Turma do Sítio do Picapau Amarelo estão muito preocupados com as notícias que chegam pelo rádio e pelos jornais e relatam os bombardeios e as mortes causadas pela segunda guerra mundial. Escondida de todos, Emília resolve dar um jeito na situação e depois sai pelo mundo enfrentando perigos e fazendo descobertas. [fonte: site da editora]
contracapa

Essa edição contém um prefácio intitulado “Quando tamanho é documento”, escrito por Marcia Camargos.

Adaptações para televisão: Sítio do Picapau Amarelo (1952-1962, série, TV Tupi), Sítio do Picapau Amarelo (1964, série, TV Cultura), Sítio do Picapau Amarelo (1967-1969, série, TV Bandeirantes), Sítio do Picapau Amarelo (1977-1986, série, TV Globo), Sítio do Picapau Amarelo (2001-2007, série, TV Globo) e Sítio do Picapau Amarelo (2012-2014, série animada, TV Globo).

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A reforma da natureza (Monteiro Lobato)

Capa criada por Paulo Borges para o livro A reforma da natureza, do escritor brasileiro Monteiro Lobato (1882-1948), publicado no Brasil a partir de julho de 2008 pela editora Globo (a partir de 2012 pelo selo Globinho), dentro da coleção Monteiro Lobato – Obra Infantojuvenil. Publicado originalmente em 1941. Ilustrado por Paulo Borges.

Sinopse: A cabecinha de Emília borbulha de ideias. Por isso, enquanto a turma viaja à Europa para resolver os problemas causados pela Segunda Guerra Mundial, ela promove uma reforma nos animais e nas árvores frutíferas, fazendo do Sítio o lugar mais curioso do mundo. Aqui você vai descobrir tudo sobre mais esta estripulia da boneca! [fonte: contracapa do livro]

Para Emília, o mundo não passa de uma grande “trapalhada”. Tudo está errado. Por que o Rabicó tem rabo em forma de caracol e o rinoceronte Quindim um couro tão grosso? E como explicar a jabuticaba? Uma frutinha minúscula em árvores gigantescas e as abóboras, imensas, nascendo em pés molinhos que se esparramam pelo chão. Pensando nisso tudo, Emília aproveita a ausência de Dona Benta que viajou para a Europa com a turma do Sítio para reformar a natureza. A partir daí, ninguém segura a boneca de pano. Ao lado de uma amiga que vem especialmente do Rio de Janeiro para essa aventura, ela coloca em prática muitas de suas ideias mais malucas. Depois de aprontar mil travessuras, Emília ganha a companhia do Visconde. De volta da Europa, o sabugo junta-se a ela na Cova do Anjo para realizar experiências em insetos. Por um descuido ele cria monstros gigantescos que assustam a vizinhança e entusiasmam os cientistas alemães. Sempre ponderada e democrática, Dona Benta questiona as mudanças que desequilibram a natureza. Ao argumentar pacientemente com a boneca, a avó dá uma lição de liberdade e ensina como é importante respeitar o meio ambiente. Neste livro, Monteiro Lobato ainda demonstra sua tristeza com a Segunda Guerra Mundial, trazendo o conflito para os leitores infantis. [fonte: orelha do livro]

Para Emília, o mundo está todo errado. Ela não entende por que a jabuticaba, uma fruta tão pequena, dá em árvores gigantescas e abóboras imensas nascem em pés esparramados pelo chão. Em A reforma da natureza, a boneca de pano decide reformar cientificamente plantas, animais e insetos e causa muitos problemas ao desrespeitar o equilíbrio do meio. [fonte: site da editora]

A reforma da natureza é a reunião em volume único (em 1944) de 2 livros menores escritos e publicados por Monteiro Lobato em 1941: A reforma da natureza e O espanto das gentes.
contracapa

Essa edição do livro contém um prefácio intitulado “Paz na Europa e confusão no Sítio”, escrito por Marcia Camargos.

Adaptações para televisão: Sítio do Picapau Amarelo (1952-1962, série, TV Tupi), Sítio do Picapau Amarelo (1964, série, TV Cultura), Sítio do Picapau Amarelo (1967-1969, série, TV Bandeirantes), Sítio do Picapau Amarelo (1977-1986, série, TV Globo), Sítio do Picapau Amarelo (2001-2007, série, TV Globo) e Sítio do Picapau Amarelo (2012-2014, série animada, TV Globo).


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Memórias da Emília (Monteiro Lobato)

Capa criada por Paulo Borges para o livro Memórias da Emília, do escritor brasileiro Monteiro Lobato (1882-1948), publicado no Brasil a partir de dezembro de 2007 pela editora Globo (a partir de 2012 pelo selo Globinho), dentro da coleção Monteiro Lobato – Obra Infantojuvenil. Publicado originalmente em 1936. Ilustrado por Paulo Borges.

Sinopse: Desde que nasceu, pelas mãos hábeis de Tia Nastácia, Emília não parou um minuto. A boneca conheceu o mundo das fábulas e dos contos de fadas, viajou ao espaço e esteve nos recantos mais fantásticos do universo. Agora, neste livro, com a ajuda do Visconde de Sabugosa e muita imaginação, ela resolveu contar as incríveis aventuras que viveu com a turma do Sítio do Picapau Amarelo. [fonte: contracapa do livro]

Um dia, Emília teve a ideia de revelar as aventuras da sua curta, mas agitada existência. No quarto de badulaques, decorado com besouros, borboletas e flores secas, ela dita as suas memórias para o Visconde de Sabugosa, que suspira conformado, ouve e anota. Emília pensa, tosse e engasga, sem saber por onde começar, mas quando abre a torneirinha de asneiras consegue encher páginas e páginas com suas lembranças e opiniões sobre o Sítio do Picapau Amarelo. Com muita imaginação, ela conta não apenas o que houve, mas muda todas as histórias do jeito que bem entende e deixa o Visconde muito irritado com isso. Meio a contragosto, o Visconde registra a história do anjinho de asa quebrada, a vinda das crianças inglesas para conhecer de perto a criatura celeste, a luta de Popeye contra o terrível Capitão Gancho, a visita de Peter Pan e  muito mais. Este livro foi lançado pela primeira vez em 1936 e revela como a Marquesa de Rabicó, sempre novidadeira, decidiu provar ao mundo que sabe fazer um pouco de tudo e ainda escrever suas memórias. Ou melhor, ditá-las para o Visconde de Sabugosa e depois levar a fama e colher os aplausos. Com a cabecinha cheia de ideias, a boneca de pano também filosofa sobre a vida de uma maneira tão especial que surpreende até Dona Benta. [fonte: orelha do livro]

Em Memórias da Emília, a boneca de pano mais espevitada da literatura resolve escrever um livro para contar todas suas aventuras. Para isso, ela providencia: papel, pena, tinta, e escala o Visconde de Sabugosa toda sua vida: desde seu nascimento a partir dos retalhos de uma saia de Tia Nastácia, passando pelas divertidas histórias que viveu com a turma do Sítio e personagens como Peter Pan, Capitão Gancho e Popeye. Através das memórias, Lobato expõe o jeito emiliano de ser e pensar. [fonte: site da editora]
contracapa

Essa edição contém um prefácio intitulado “O jeito emiliano de pensar”, escrito por Marcia Camargos e Vladimir Sacchetta.

Adaptações para televisão: Sítio do Picapau Amarelo (1952-1962, série, TV Tupi), Sítio do Picapau Amarelo (1964, série, TV Cultura), Sítio do Picapau Amarelo (1967-1969, série, TV Bandeirantes), Sítio do Picapau Amarelo (1977-1986, série, TV Globo), Sítio do Picapau Amarelo (2001-2007, série, TV Globo) e Sítio do Picapau Amarelo (2012-2014, série animada, TV Globo).

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quinta-feira, 6 de março de 2014

O saci (Monteiro Lobato)

Capa criada por Paulo Borges para o livro O saci, do escritor brasileiro Monteiro Lobato (1882-1948), publicado no Brasil a partir de novembro de 2007 pela editora Globo (a partir de 2012 pelo selo Globinho), dentro da coleção Monteiro Lobato – Obra Infantojuvenil. Publicado originalmente em 1921, em versão mais condensada, com o título de O sacy. Ilustrado por Paulo Borges.

Sinopse: Que cara tem a Mula-sem-cabeça? Por que o Curupira anda com os pés virados para trás? Para buscar as respostas, Monteiro Lobato nos leva a uma incrível expedição pelo mundo dos seres fantásticos. Guiados pelo Saci, enfrentamos juntos com Pedrinho os perigos da escuridão para descobrir os segredos da mata virgem e conhecer de perto os principais mitos do nosso folclore. [fonte: contracapa do livro]

Nesta nova edição do livro, lançado pela primeira vez em 1921, o neto de Dona Benta vai passar as férias no seu lugar predileto. O Sítio do Picapau Amarelo tem uma casa espaçosa, com janelas para o jardim. Nos fundos fica o pomar cheio de árvores carregadas de frutas. Nelas, passarinhos constroem ninhos de gravetos ou argila. Há borboletas, peixes no riacho e animais falantes. Ali, um menino curioso como Pedrinho poderia passar a vida inteira. Mas desta vez ele quer descobrir tudo sobre o Saci e embarca em uma aventura de tirar o fôlego. Para qualquer criança do mundo, o quintal da casa de Dona Benta é o melhor lugar do planeta. É lá que Narizinho, junto com o Visconde de Sabugosa e a boneca Emília, inventa brincadeiras superdivertidas e se mete nas maiores aventuras. Não muito longe dali, no meio da mata fechada, fica o Capoeirão dos Tucanos, habitado por seres assustadores. Mesmo um garoto valente como Pedrinho não tem coragem de entrar sozinho naquele reino assombrado. Mas nesta história o menino contará com a ajuda do Saci, o mais conhecido dos mitos brasileiros. Ao lado dele, vai cavalgar porcos selvagens para admirar a Iara, rainha das águas, e ver de perto a Porca dos Sete Leitões, a Cuca e o Boitatá, entre tantos outros seres imaginários. [fonte: orelha do livro]

Este livro de Monteiro Lobato narra mais uma temporada de férias de Pedrinho. O valente neto de Dona Benta vai ao Sítio do Picapau Amarelo em busca de novas aventuras e resolve caçar um Saci. Depois de capturar o mais famoso personagem do folclore brasileiro, Pedrinho faz um trato com o Saci e os dois se tornam amigos inseparáveis, participando juntos de aventuras incríveis. [fonte: site da editora]

Quando foi lançado originalmente em 1921, o livro O saci era um livro curto de apenas 38 páginas. A edição original trazia apenas os mitos do saci, do lobisomem, da cuca e da iara. A partir de 1932, Monteiro Lobato reformulou e ampliou totalmente a obra, acrescentado capítulos sobre a fauna e a flora brasileira, além dos mitos de cauré, do uirapuru, do urutau, do curupira, do boitatá, do neguinho do pastoreio, da mula sem cabeça, da porca dos sete leitões e do caipora.
contracapa

Essa edição do livro contém um prefácio intitulado “Nas pegadas do Saci-Pererê”, escrito por Marcia Camargos e Vladimir Sacchetta.

Adaptação para cinema: O saci (1951).

Adaptações para televisão: Sítio do Picapau Amarelo (1952-1962, série, TV Tupi), Sítio do Picapau Amarelo (1964, série, TV Cultura), Sítio do Picapau Amarelo (1967-1969, série, TV Bandeirantes), Sítio do Picapau Amarelo (1977-1986, série, TV Globo), Sítio do Picapau Amarelo (2001-2007, série, TV Globo) e Sítio do Picapau Amarelo (2012-2014, série animada, TV Globo).

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