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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

A. A. Milne: Ursinho Pooh constrói uma casa / Winnie Puff constrói uma casa (1928)

The house at Pooh corner (no Brasil, Winnie Puff constrói uma casa / Ursinho Pooh constrói uma casa) é um livro infantil do escritor inglês A. A. Milne (1856-1956, Alan Alexander Milne), publicado originalmente na Inglaterra em 1928 pela editora Methuen. O livro é a sequência do livro Winnie-the-Pooh (no Brasil, Winnie Puff / Ursinho Pooh), publicada em 1926. Ambos os livros foram ilustrados por E. H. Shepard (1879-1976, Ernest Howard Shepard).

O livro é composto por 10 histórias independentes e trazem novas aventuras dos bichos de pelúcia do menino Christopher Robin no Bosque dos Cem Acres, iniciando com o ursinho Pooh e Leitão tentando construir uma casa para Ió, o burro. Um novo amigo é apresentando: Tigrão, um tigre de pelúcia cheio de energia que adora pular com sua cauda.

Em 1968, os estúdios Walt Disney adaptou três das histórias do livro no curta-metragem animado Winnie the Pooh and the blustery day (no Brasil, Ursinho Puff e o dia chuvoso). Em 1974, mais duas histórias foram adaptadas no curta Winnie the Pooh and Tigger too! (no Brasil, Ursinho Puff e o tigre saltador). Posteriormente, em 1977, o curta foi inserido junto com outros curtas do personagem no filme The many adventures of Winnie the Pooh (no Brasil, Puff o ursinho guloso).

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

A. A. Milne: Ursinho Pooh / Winnie Puff (1926)

Winnie-the-Pooh (no Brasil, Winnie Puff / Ursinho Pooh) é um livro infantil do escritor inglês A. A. Milne (1856-1956, Alan Alexander Milne), publicado originalmente na Inglaterra em outubro de 1926 pela editora Methuen. O livro teve uma sequência, também escrita por Milne, que foi publicada em 1928: The house at Pooh corner (no Brasil, Winnie Puff constrói uma casa / Ursinho Pooh constrói uma casa). Ambos os livros foram ilustrados por E. H. Shepard (1879-1976, Ernest Howard Shepard).

O livro é composto por 10 histórias independentes que trazem as aventuras de um brinquedo do menino Christopher Robin, o ursinho de pelúcia Pooh, e seus amigos, que também são bichos de pelúcia: Leitão (porquinho), Ió (burro), Corujão e Coelho.

Em 1966, Walt Disney adaptou uma das histórias do livro no curta-metragem animado Winnie the Pooh and the honey tree (no Brasil, Ursinho Puff e a árvore de mel). Posteriormente, em 1977, o curta foi inserido junto com outros curtas do personagem no filme The many adventures of  Winnie the Pooh (no Brasil, Puff o ursinho guloso).

Em outubro de 2009, foram publicados outros dois livros com os personagens, autorizados oficialmente pelos detentores dos direitos da obra de A. A. Milne: Return to the Hundred Acre Wood (Retorno ao Bosque dos Cem Acres), escrito por David Benedictus; e, The best bear in all the world (O melhor urso em todo o mundo), escrito por Paul Bright, Jeanne Willis, Kate Saunders e Brian Sibley. Os livros foram ilustrados por Mark Burgess e ainda não foram publicados no Brasil.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Manuel Pinheiro Chagas: O juramento da duquesa (1873)

O juramento da duquesa. Romance Histórico Original. Manuel Pinheiro Chagas. Edição Saraiva (editora). Coleção Saraiva, Nº 129. Março de 1959. Capa e contracapa de Nico Rosso.
O juramento da duquesa é um romance histórico do escritor português Manuel Pinheiro Chagas (1842-1895), publicado originalmente em Portugal em 1873. É a sequência do romance histórico A máscara vermelha (1873). [+capas]

Os anos que se seguiram à restauração da independência de Portugal foram férteis em conjurações e traições, a que poucos podiam escapar ilesos. Neste romance histórico, Pinheiro Chagas retoma a trama iniciada na "Máscara Vermelha" e romanceia os eventos que se lhe seguiram. Destaca-se, nomeadamente a prisão e julgamento de Francisco de Lucena, o Secretário de Estado que promoveu a morte do Marquês de Vila Real e do duque de Caminha. Também Pedro Bonete, o pérfido catalão que, qual camaleão, veste as cores das circunstâncias para salvar a pele assume novamente um papel primordial nesta empolgante saga de Pinheiro Chagas. [fonte: Kobo] 

Manuel Pinheiro Chagas: A máscara vermelha (1873)

A máscara vermelha. Romance Histórico Original. Manuel Pinheiro Chagas. Edição Saraiva (editora). Coleção Saraiva, Nº 128. Fevereiro de 1959. Capa e contracapa de Nico Rosso.
A máscara vermelha é um romance histórico do escritor português Manuel Pinheiro Chagas (1842-1895), publicado originalmente em Portugal em 1873. Foi seguido pelo romance histórico O juramento da duquesa (1873). [+capas]

No dia 7 de junho de 1640 rebenta em Barcelona a "Revolta da Catalunha". O rei Filipe IV de Castela foca a sua atenção e os seus esforços naquela província do leste da península, fragilizando a defesa dos restantes domínios. É neste contexto que em Portugal tem início o movimento de restauração da independência, que irá culminar na revolta de 1 de dezembro. São estes dois acontecimentos históricos que inspiram este romance de Pinheiro Chagas. Nele é narrada a história de uma jovem portuguesa, de nome Inês, que é acolhida em Castela pelo vice-rei, um velho amigo de seu pai. Ali vive protegida e num ambiente familiar até que o povo em motim, naquela que ficou conhecida como a revolta dos segadores, invade o palácio do governador com o objetivo de o assassinar e declarar a independência da região. Durante esta invasão ela vê-se confrontada com uma difícil decisão, salvar o seu protetor ou a sua dignidade. Escolhe preservar a vida de quem tanto estima e perde a virgindade aos braços do líder dos revoltosos, D. Pedro Bonete. Apesar dos esforços de Inês o vice-rei acaba assassinado pelos revoltosos e ela fica à guarda de Pedro Bonete. A convivência entre ambos dá origem a uma paixão e Inês já profundamente enamorada do catalão, e por temer pela vida dele, propõe-lhe que regressam ambos a Portugal assim que o rei Filipe recuperar o controlo da Catalunha. Em Portugal davam-se os primeiros passos para a restauração da independência e os acontecimentos que se seguem acabam por revelar o verdadeiro caráter do espanhol. [fonte: Kobo] 

Manuel Pinheiro Chagas: Tristezas à beira-mar (1866)

Tristezas à beira-mar. Manuel Pinheiro Chagas. Edição Saraiva (editora). Coleção Saraiva, Nº 121. Julho de 1958. Capa e contracapa de Nico Rosso.
Tristezas à beira-mar é um romance do escritor português Manuel Pinheiro (1842-1895), publicado originalmente em Portugal em 1866. Foi o primeiro romance publicado do autor. [+capas]

Leonor e Madalena, irmãs a quem uma fatalidade deixou órfãs, foram separadas na infância, ficando a primeira na pequena vila da Ericeira ao cuidado do avô de ambas, e a segunda na cidade de Lisboa ao cuidado de uma tia. A vida corria suave para Leonor; tornara-se noiva de Jorge, uma das poucas pessoas com quem lidava, e o futuro parecia-lhe, se não risonho, pelo menos seguro. Até que um dia Madalena é obrigada a regressar à Ericeira, transtornando involuntariamente o sossego da sua irmã e do seu avô... [fonte: Kobo] 

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Ian Fleming: Chitty-Chitty-Bang-Bang: O carro mágico / O calhambeque voador / O calhambeque mágico / O calhambeque e os gangsters (1964-1965)

Fonte da imagem: Manhattan Rare Books

Chitty Chitty Bang Bang: The magical car é um livro infantil do escritor inglês Ian Fleming (1908-1964), publicado originalmente na Inglaterra pela editora Jonathan Cape em três volumes: Adventure Number 1 (22 de outubro de 1964), Adventure Number 2 (26 de novembro de 1964) e Adventure Number 3 (14 de janeiro de 1965). No Brasil, os três volumes foram lançados pela editora Expressão e Cultura na década de 1960 com o título Chitty-Chitty Bang-Bang e os subtítulos O calhambeque voador, O calhambeque mágico e O calhambeque e os gangsters. A partir de 1968, o três livrinhos passaram a ser publicados em volume único na Inglaterra, o que foi adotado nas edições do livro pelo mundo, inclusive no Brasil em uma edição lançado pela editora Galera Record em 2011: Chitty Chitty Bang Bang: O carro mágico. Inicialmente, o texto de Ian Fleming foi lançado em cinco capítulos no jornal Daily Express, durante uma semana, de 19 de outubro (segunda-feira) e 24 de outubro de 1964 (sexta-feira).

Ele consegue nadar. Ele consegue voar. Ele consegue até pensar sozinho... As aventuras completas do carro de corrida mais mágico que já cruzou os céus. O Comandante Caractacus Pott, sua mulher e seus dois filhos gêmeos não são uma família comum, e ninguém poderia esperar que eles tivessem um automóvel comum. Inspirado em um carro de corridas real construído em 1920 pelo Conde Zborowsky, Chitty Chitty Bang Bang é um carro mágico que consegue nadar, voar e até pensar sozinho. Quando os Potts se deparam com Joe, o monstro, e seu terrível bando, eles precisam desesperadamente de ajuda para combater a notória gangue de ladrões. É aí que Chitty Chitty Bang Bang entra em ação, guiando a família Pott por uma série de aventuras pelos céus, os mares e muito além! Repleta de humor, peripécias e parafernálias que só um gênio como Fleming poderia criar, a história se tornou um clássico para crianças e adultos de todas as idades... [fonte: Skoob]

O livro ganhou o prêmio Young Reader's Choice Award em 1967. Na década de 2010, o escritor inglês Frank Cottrell-Boyce (1959-) trouxe novas aventuras com Chitty-Chitty Bang-Bang em três novos livros: Chitty Chitty Bang Bang flies again (outubro de 2011), Chitty Chitty Bang Bang and the race against time (setembro de 2012) e Chitty Chitty Bang Bang over the moon (setembro de 2013). Nenhum dos títulos teve tradução publicada no Brasil.

Em dezembro de 1968 foi lançado nos cinemas o filme Chitty Chitty Bang Bang (no Brasil, O calhambeque mágico, lançado em janeiro de 1969), livremente baseado no romance infantil de Ian Fleming. Após o lançamento do filme, a editora inglesa Pan Books lançou uma romantização do roteiro do filme escrita por John Burke. Em 2002, o filme foi adaptado como peça teatral musical e exibida no teatro London Palladium, em Londres (Inglaterra), no período de abril de 2002 a setembro de 2005.

Chitty Chitty Bang Bang: The magical car foi o último livro escrito por Ian Fleming, além de ser o único infantil do escritor inglês criador do famoso personagem James Bond (007). Ele foi escrito especialmente para seu filho Caspar, já que Fleming costuma contar as histórias do carro mágico para o garoto à noite. O autor não viveu para vê-lo publicado. Ele faleceu em 12 de agosto de 1964, aos 54 anos, após um ataque cardíaco, na data do aniversário de 12 anos de seu filho. O livro só viria a ser publicado a partir de outubro daquele ano.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Paulo Bentancur: A máquina de brincar (2005)

A máquina de brincar. Paulo Bentancur. Editora Bertrand Brasil. Abril de 2005. ISBN: ISBN:85-286-1104-3. Capa de Os Figuras. Ilustrações de Os Figuras (estúdio).
A máquina de brincar é um livro de contos em formato de poemas do escritor brasileiro Paulo Bentancur (1957-2016), direcionado ao público infantojuvenil e publicado originalmente no Brasil em 2005 pela editora Bertrand Brasil. O livro contém 25 poemas e é dividido em duas parte: "Para ler no claro", com páginas brancas e poemas com personagens bons; e "Para ler no escuro", com páginas pretas e poemas com personagens maus, como bruxa e o diabo.

A máquina de brincar reúne 25 poemas para o público infanto-juvenil. De forma lúdica e engraçada, Paulo Bentancur escreve sobre o dia-a-dia infantil como se estivesse brincando com a meninada no parquinho ou no pátio da escola. Mas, como a realidade das crianças não é nada sem a imaginação, A máquina de brincar junta tudo o que se passa na frente dos olhos e dentro da cabeça desse pessoal pequeno. Tem mágicas, sustos, jogos e historinhas - de crianças, com crianças, para crianças. Escrevendo com muito cuidado e carinho, Bentancur prova que um poeta nunca deixa de ser um pouco moleque. [fonte: contracapa do livro]

A máquina de brincar. Paulo Bentancur. Editora Bertrand Brasil. Abril de 2005. ISBN: ISBN:85-286-1104-3. Capa de Os Figuras. Ilustrações de Os Figuras (estúdio).

A partir de 2014, A máquina de brincar passou a ser alvo de polêmica e boicote após uma mãe de aluna publicar um vídeo indignada com o conteúdo do livro, acusando o autor de incentivar o satanismo para crianças, devido a dois poemas da segunda parte: "O Diabo que me carregue" e "O que Deus nos deu". Sobre a polêmica, Paulo Bentancur disse: "Quis fazer um livro diferente. As crianças de hoje são inteligentes, gostam de suspense, de figuras lendárias. E qual o problema de brincar com Deus e o diabo? Não faço apologia ao demônio, apenas brinco com o lado bom e o lado mau das coisas. (...) Os pequenos sabem que existe esse mito em torno de Deus e do diabo. O que fiz foi jogar uma piada, de forma leve." [fonte: Jornal de Brasília, julho de 2014] "Nove anos depois de lançado e comprado pelo Governo de São Paulo para distribuição às bibliotecas públicas, meu livro A Máquina de Brincar (toda criança é uma “máquina”, um instrumento, um ser construído pela biologia a partir da qual brota a imaginação) vem recebendo, de uma hora para outra, de repente, como se se organizasse um movimento, e por causa de 2 poemas entre 25 (97% dos poemas “sem problemas”), sem mais nem menos, como se eu estivesse escrevendo sob uma ótica religiosa, quando nem religioso sou." [fonte: Pop Mundi, julho de 2014] "A explicação é a irreverência, o bom humor, nada além. Não tive o intuito de ofender nenhuma religião. Era para ser uma brincadeira aos olhos das crianças. Quis dar um ar divertido e humano a essas figuras religiosas. Não deixa de ser uma censura, porque o livro também fala sobre outras criaturas fantásticas." [fonte: IG, julho de 2014]

Paulo Bentancur: O morto que não encontrava o céu (2009)

O morto que não encontrava o céu. Paulo Bentancur. Editora WS Editor. Coleção Infanto-Juvenil. Abril de 2009. ISBN: 978-85-7599-099-5. Ilustrações de Nicole Dieter.
O morto que não encotrava o céu é um livro infantojuvenil de terror do escritor brasileiro Paulo Bentancur (1957-2016), direcionado para o público de 9 a 12 anos e publicado originalmente no Brasil em abril de 2009 pela editora WS Editor.

Fim de semana. Sábado e domingo com ótimas chances de dar em aventura. Felipe, um menino pra lá de curioso, sai a caminhar pelo bairro, o seu mundo particular e, também, o mundo de tanta gente que mora por ali ou não mora, mas costuma passar pelo lugar. Felipe gosta de um bom papo, não resiste a investigar cada detalhe da realidade. Mas... O que é a realidade? Ora, aquele cara que agora mesmo vem ali! Quem? Aquele sujeito! Rosto estranho. Modos estranhos. E Felipe, sem dar-se conta, foi parar perto demais do cemitério. Assim começa mais um livro infanto-juvenil de Paulo Bentancur, com a marca registrada do autor: uma sucessão de surpresas captura o personagem principal e seu gosto pelo risco. Bem, o bairro não é assim tão perigoso. Quer dizer, depende do dia, de quem aparece na nossa frente. Diante de Felipe surge um homem muito difícil de ser descrito. E que busca uma coisa que ninguém busca. Pelo menos ninguém que até aquele dia Felipe tenha conhecido. História de terror, com todos os sustos imagináveis e inimagináveis. E não bastasse o terror, tem o humor, muito humor. No mínimo para a gente rir de nervoso. Aquele encontro muda a vida de Felipe. Muda para sempre. Ele passa do susto inicial a sustos maiores. Até o susto derradeiro: não ter certeza se está... vivo! Agora a curiosidade - que nunca o abandona - precisa de uma aliada: a coragem. E mais que a coragem: a inteligência. Ele precisa bolar um plano para ajudar um novo amigo que se encontra numa situação bastante complicada. E ele ajuda. Se sai vivo dessa? Bem, só mesmo lendo o livro. [fonte: orelha do livro]

O morto que não encontrava o céu. Paulo Bentancur. Editora WS Editor. Coleção Infanto-Juvenil. Abril de 2009. ISBN: 978-85-7599-099-5. Ilustrações de Nicole Dieter.

sábado, 29 de setembro de 2018

Flávia Savary: O herói (2010)

O herói. Flávia Savary. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2010-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-4104-2. Ilustrações de Jean-Claude R. Alphen.
O herói é um livro infantil da escritora brasileira Flávia Savary (1956), publicado originalmente no Brasil em 2010 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 8 e 9 anos o tema do comportamento e da convivência com o outro. [+ CAPAS DA ESCRITORA FLÁVIA SAVARY]

O herói desta história usa armadura e espada, mas vive suas aventuras numa grande metrópole dos dias de hoje. Esse pequeno detalhe o torna muito próximo dos “homens comuns”, porém os desafios que ele se dispõe a enfrentar escondem diversas surpresas. De forma bem-humorada e com as divertidas ilustrações de Jean-Claude R. Alphen, O herói brinca com a famosa figura do cavaleiro Dom Quixote, mostrando situações e problemas típicos da sociedade de nosso tempo. [fonte: contracapa do livro]

O herói. Flávia Savary. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2010-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-4104-2. Ilustrações de Jean-Claude R. Alphen. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]

Socorro Acioli: A rendeira borralheira (2009)

A rendeira borralheira. Socorro Acioli. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2009-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-2021-4. Ilustrações de Alexandre Camanho.
A rendeira borralheira é um livro infantil da escritora brasileira Socorro Acioli (1975), publicado originalmente no Brasil em 2009 pela editora Positivo. A fábula contemporânea traz pra discussão entre as crianças de 8 e 9 anos o tema do preconceito, da autoestima e da cultura popular brasileira. [+ CAPAS DA ESCRITORA SOCORRO ACIOLI]

A vida na pequena Santa Rita é um tédio na maior parte do ano. Em todo mês de junho, entretanto, sempre acontece uma grande festa que transforma a cidade: a música e os enfeites invadem as ruas, as pessoas preparam deliciosas comidas, as crianças fazem mil e uma brincadeiras, todas as garotas se animam com os preparativos para o concurso de Rainha do Milho. Todas menos uma: Rosalina é uma rendeira que nunca participou do concurso e que sonha em dançar algum dia nessa tão animada festa. Ambientada no Nordeste brasileiro, esta envolvente narrativa de Socorro Acioli recria a famosa história da Gata Borralheira. [fonte: contracapa do livro]

A rendeira borralheira. Socorro Acioli. Editora Positivo. Coleção Confabulando. 2009-atualmente (1ª edição). ISBN: 978-85-385-2021-4. Ilustrações de Alexandre Camanho. [+ CAPAS DA COLEÇÃO CONFABULANDO]