Páginas

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Richard Matheson: Hell House - A casa infernal (1971)

Hell House: A casa infernal é um livro de terror do escritor americano Richard Matheson (1926-2013), publicado originalmente nos Estados Unidos em junho de 1971 pela editora The Viking Press com o título Hell House

Por mais de vinte anos, a Mansão Belasco permaneceu vazia. Tida como o "Monte Everest" das casas mal-assombradas, essa construção de aspecto imponente e sinistro testemunhou cenas inconcebíveis de horror e depravação. No passado, duas expedições com o propósito de investigar os segredos que a casa encerrava terminaram em assassinato, suicídio e loucura para seus integrantes. Agora, uma nova investigação tem lugar, levando quatro estranhos ao local interditado, determinados a esquadrinhar a Mansão Belasco em busca de respostas definitivas sobre a vida após a morte. Cada um dos membros da nova equipe tem suas próprias razões para enfrentar os tormentos e tentações indescritíveis da mansão; mas, será que alguém consegue sobreviver ao mal que espreita na casa mais assombrada do mundo? [fonte: contracapa da edição da editora Novo Século]

O livro foi adaptado para o cinema em 1973, A casa da noite eterna (The legend of Hell House), dirigido por John Hough e protagonizado por Roddy McDowall e Pamela Franklin. Além disso, a obra também foi adaptada em história em quadrinhos, numa minissérie (Richard Matheson's Hell House) escrita por Ian Edginton e desenhada por Simon Fraser. Foi publicada nos Estados Unidos em 2004 pela editora IDW Publishing. 

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Richard Matheson: O incrível homem que encolheu (1956)

O incrível homem que encolheu é um livro de fantasia, aventura, terror e ficção científica do escritor americano Richard Matheson (1926-2013), publicado originalmente nos Estados Unidos em maio de 1956 pela editora Gold Metal Books com o título The shrinking man. A partir da década de 1980, o livro também passou a ser publicado nos Estados Unidos com o título The incredible shrinking man.

Centímetro por centímetro, dia a dia, Scott continua encolhendo sem parar. Sua esposa e família são agora gigantes inalcançáveis, o galo da casa, uma incrível ameaça; Scott precisa lutar pela sobrevivência em um mundo que se torna cada vez maior e mais perigoso - até se defrontar com o paroxismo do medo no limiar da não existência. [fonte: contracapa da edição da editora Novo Século]

O livro foi adaptado para o cinema em 1957, O incrível homem que encolheu (The incredible shrinking man), dirigido por Jack Arnold e protagonizado por Grant Williams. A obra serviu de base para o roteiro do filme A incrível mulher que encolheu (The incridible shrinking woman), dirigido por Joel Schumacher em 1981 e protagonizado por Lily Tomlin. Além disso, a obra também foi adaptada em história em quadrinhos, numa minissérie em 4 edições (Richard Matheson's The shrinking man) escrita por Ted Adams e desenhada por Mark Torrer. Foi publicada nos Estados Unidos em 2015 pela editora IDW Publishing. 

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Richard Matheson: Amor além da vida (1978)

[COMPRE]
Amor além da vida é um livro de fantasia espiritualista do escritor americano Richard Matheson (1926-2013), publicado originalmente nos Estados Unidos em setembro de 1978 pela editora G. P. Putman's Sons com o título What dreams may come.  

Chris é casado com Annie: formam um casal apaixonado. A felicidade dos dois se desvanece quando Chris sofre um acidente fatal. No Além, Chris é amparado e empenha-se em ajudar seu grande amor. Annie, em desespero, pretende dar fim à própria vida... Conheça a história completa de Annie e Chris e viva emoções ainda mais intensas! Descubra, entre dois mundos, a incrível força do amor para a qual não existem barreiras. [fonte: contracapa da edição da editora Buttlerfly]

O livro foi adaptado para o cinema em 1998, Amor além da vida (What dreams may come), dirigido por Vincent Ward e com Robin Williams e Annabella Sciorra interpretando o casal. 

Richard Matheson: Em algum lugar do passado (1975)

[COMPRE]
Em algum lugar do passado é um livro de romance e fantasia (subgênero: viagem no tempo) do escritor americano Richard Matheson (1926-2013), publicado originalmente nos Estados Unidos em 1975 pela editora The Viking Press com o título Bid time return. A partir da década de 1980 o livro também passou a ser publicado nos Estados Unidos com o título de Somewhere in time.

Richard Collier é um jovem teatrólogo do século XX que se apaixona obsessivamente por uma fotografia de Elise McKenna, atriz de sucesso que viveu no século XIX, em Chicago. Richard fica tão encantado com a imagem de Elise que decide fazer uma pesquisa sobre a vida da artista, e descobre que ele têm muitas afinidades. Numa tentativa de se desligar do presente para viver essa paixão intensa, ele se submete a uma auto-hipnose que o transporta no tempo. Mas há um elemento-surpresa na regressão ao passado: Richard tem de enfrentar o empresário ciumento da atriz, William Fawcett. [fonte: contracapa da edição da editora BestBolso]

O livro foi adaptado para o cinema em 1980, Em algum lugar do passado (Somewhere in time), dirigido por Jeannot Szwarc e com Christopher Reeve e Jane Seymour nos papéis principais. A obra ganhou o prêmio World Fantasy Award de Melhor Romance, em 1976.

Richard Matheson: Eu sou a lenda / A última esperança sobre a Terra (1954)

I am legend. Richard Matheson. Editora Gold Medal Books. Julho de 1954. Capa de Stanley Melzoff.
Primeira Edição (1954)
Book cover by Stanley Melzoff
Eu sou a lenda é um livro de horror e ficção científica do escritor norte-americano Richard Matheson (1926-2013), publicado originalmente nos Estados Unidos em julho de 1954 pela editora Gold Medal Books, com título I am legend. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1981 pela editora Francisco Alves, em tradução de Paula Castro e Fausto Cunha. O livro também foi publicado com o título A última esperança sobre a Terra

Terminada a guerra, manifesta-se estranha epidemia, trazida pelas tempestades de poeira e pelos mosquitos. Durante o dia, as pessoas permanecem em coma profundo; à noite, despertam repentinamente e saem em busca de alimento. Mas só de um: sangue. Médicos e cientistas não conseguem diagnosticar a enfermidade nem encontrar a cura. O que é mais grave: a epidemia se alastra rapidamente, desorganizando toda estrutura social. Todos ou quase todos acabam sendo atingidos pela nova Peste e a única solução é queimar os corpos numa gigantesca fornalha atômica: porque, de outra forma, os mortos retornam, sedentos de sangue. Em meio a esse pesadelo, um homem não foi contaminado, por ter adquirido uma espécie de imunidade. Robert Neville, então, empreende uma operação de extermínio dos sobreviventes e, ao mesmo tempo, procura descobrir a origem da misteriosa doença. Ela sempre existiu, mas tinha sido encoberta, através dos séculos, pelo manto da fantasia, da superstição e do medo. Transformara-se numa lenda sinistra o que não passava de um fenômeno natural: a infecção por um bacilo. E Robert Neville, refugiado numa casa à prova de vampiros, vai desmontando, um a um, os disfarces da lenda. Ele considera-se o último ser normal sobre a Terra. O último homem. Porém, um dia encontra Ruth, à luz do dia, e vê-se abalado por uma terrível revelação. [fonte: orelha da edição da editora Francisco Alves, 1981]


sábado, 14 de outubro de 2017

Clássicos Zahar (coleção da Editora Zahar)


(por Daniel Medeiros Padovani) 


Tudo começou em 2001 com Mariana Zahar, neta de Jorge Zahar.

Mas vamos voltar um pouco mais no tempo. Em 1956 foi fundada no Rio de Janeiro a Zahar Editores, pelos irmãos Lucien, Jorge e Ernesto Zahar. A editora foi inaugurada oficialmente no ano seguinte, em 1957, tornando-se a pioneira no Brasil na publicação de livros de ciências humanas e sociais (história, filosofia, antropologia, sociologia, psicanálise, entre outras). A sociedade se dissolveu na década de 1970.  

Cerca de trinta anos depois, em janeiro de 1985, Jorge Zahar, aos 65 anos de idade, fundou a Jorge Zahar Editor, junto com os filhos Jorge Júnior e Ana Cristina, mantendo na nova editora a mesma linha editorial da antiga Zahar Editores. Em 2007, a Jorge Zahar Editor abriu seu catálogo para obras de interesse em geral, o que permitiu publicações na área de música, cinema, teatro, televisão, entre outras. Em 2010, a editora passou a operar debaixo do nome Zahar.

Mas voltemos para 2001. Mariana Zahar sempre foi aficionada pela personagem Alice, do clássico Alice no País das Maravilhas, do escritor inglês Lewis Carroll (1832-1898). Desde criança ela coleciona edições, cartões ou qualquer outra coisa que ela encontra sobre a personagem. O desejo dela era ver uma edição de Alice ser publicada pela editora de sua família. Mas como isso seria possível, ja que a editora não publicava ficção? Em 2001, já trabalhando a 10 anos na editora, ela tomou coragem e propôs para o conselho editorial que fosse publicado uma tradução da edição comentada por Martin Gardner (The annotated Alice - 1960, e More annotated Alice - 1990, reunidas em 1998). Esses comentários dava um ar de não ficção a obra, o que convenceu o conselho.

A tradução de Maria Luiza X. de A. Borges tornou-se um grande sucesso premiado, dando à tradutora o Jabuti de 2002 de Melhor Tradução. O sucesso abriu as portas para que outras edições comentadas de grandes clássicos da literatura mundial fossem traduzidas e publicadas, como por exemplo, as obras completas de Sherlock Holmes e Contos de Fadas. Com o livro O conde de Monte Cristo, do escritor francês Alexandre Dumas (1802-1870), a editora decidiu criar edições comentadas exclusivas, e nesse primeiro lançamento os responsáveis pelos comentários foram André Telles e Rodrigo Lacerda. 

E assim surgiu a consagrada coleção CLÁSSICOS ZAHAR, dirigida por Rodrigo Lacerda. Com suas edições comentadas, em capa dura e belíssimo tratamento gráfico, a coleção já conta com mais de 30 títulos no catálogo. Além disso, em 2010, a editora lançou novamente Alice (que inclui os dois livros da personagem) em edição de bolso, ainda em capa dura mas sem os comentários. A edição novamente foi um sucesso de vendas e isso abriu espaço para que outras obras da coleção também passasse a ser lançadas no formato de bolso.

Nota: Jorge Zahar faleceu na noite de 11 de junho de 1998, no hospital Pró-Cardíaco no Rio de Janeiro, devido a uma endocardite bacteriana.

Fontes para o texto introdutório:
  • Wikipédia pt. Jorge Zahar. Disponível em:<https://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Zahar>. Acesso em: 13 out 2017.
  • Wikipédia pt. Zahar (editora). Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Zahar_(editora)>. Acesso em: 13 out 2017.
  • Zahar. Zahar, a tradição que se renova. Disponível em: <http://www.zahar.com.br/apresentacao/editora>. Acesso em: 13 out 2017.
  • Zahar. Perfil Jorge Zahar. Disponível em: <http://www.zahar.com.br/apresentacao/sobre-o-fundador>. Acesso em: 13 out 2017.
  • ZAHAR, Mariana. Uma visita de Alice à Zahar, 21 jul 2015. Disponível em: <http://www.zahar.com.br/blog/post/uma-visita-de-alice-zahar>. Acesso em: 13 out 2013.

Para as informações dos livros da coleção que serão mencionados nessa postagem a partir de agora, foram utilizadas as páginas eletrônicas dos livros na página da editora (www.zahar.com.br) e serão mencionadas assim que utilizadas. Sempre que um dos volumes da coleção já tiver o lançamento no formato de bolso serão mostradas as duas capas (primeiro a edição comentada e depois, à direita, a capa da versão bolso luxo). Os livros serão mencionados obedecendo a ordem alfabética dos títulos.

sábado, 10 de junho de 2017

Lewis Carroll: Alice no País das Maravilhas (1865)

[EM CONSTRUÇÃO]
Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 10/6/2017, 
com atualizações posteriores para inclusão de novas capas.
Alice no País das Maravilhas é um livro infantojuvenil do escritor inglês Lewis Carroll, publicado originalmente na Inglaterra julho de 1865 pela editora Macmillan, com o título Alice's adventures in Wonderland (em algumas edições inglesas publicado como Alice in Wonderland). No Brasil, o livro foi publicado pela primeira vez em 1931 pela Companhia Editora Nacional, em tradução de Monteiro Lobato. O livro também foi publicado no Brasil como Alice na Terra das Maravilhas e Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Em dezembro de 1871, Lewis Carroll publicou uma sequência para Alice no País das Maravilhas: Through the looking-glass and what Alice found there (no Brasil: Alice no País dos Espelhos; ou, Através do espelho e o que Alice encontrou por lá). Em 1890, o próprio Lewis Carroll publicou uma adaptação de Alice para um público mais infantil: The nursery "Alice" (no Brasil: A cuidadosa Alice; ou, Alice para crianças). | Álbum de Capas do Autor |

O livro conta a história de Alice, uma menina curiosa, que vê um apressado coelho branco em seu jardim. Impressionada por notar que o coelho estava com roupas e um relógio, além de falar, Alice o segue e acaba caindo na toca do coelho, que a leva para um lugar fantástico, povoado por animais falantes e outros seres amalucados, como o Dodô, a Lagarta, a Duquesa, o Gato de Cheshire (o Gato Risonho), o Chapeleiro Maluco, a Lebre de Março, o Grifo, a Tartaruga Fingida, a Rainha de Copas e seu exército de cartas de baralho, entre outros.

A história surgiu em 4 de julho de 1862, quando, durante uma passeio de barco, Charles Lutwidge Dodgson contou de improviso uma história para entreter as irmãs Liddell (Loriny Charlotte, Edith Mary e Alice Pleasance). Em 24 de novembro de 1864, Dodgson transcreveu a história para o papel para entregar para Alice uma versão manuscrita do conto oral. Para esse manuscrito ele deu o título de Alice's Adventures under ground (Aventuras de Alice debaixo da terra). Por influência de amigos, Dodgson resolveu publicar a história. Para isso, ele aumentou a história original (passando de 18 mil palavras para 35 mil) e alterando o título para Adventures's Alice in Wonderland. A primeira edição (de 2.000 exemplares) foi publicada em 4 de julho de 1865, mas logo removida das livrarias porque o ilustrador da obra, John Tenniel, não aprovou a qualidade da impressão. A segunda edição, impressa em dezembro de 1865, logo se esgotou.

O livro possui doze capítulos: 1) Down the rabbit hole (Na toca do Coelho / A queda na toca do Coelho Branco / Descendo pela toca do Coelho); 2) The Pool of Tears (A Lagoa de Lágrimas); 3) The Caucus Race and A long tale (Uma corrida e uma história sem fim / Uma corrida de comitê e Uma história comprida / Uma corrida de comitê e uma longa história); 4) The Rabbit sends a Little Bill (A casa do Coelho / O Coelho dá um encargo a Bill / O Coelho envia o pequeno Bill); 5) Advice from a Caterpillar (Conselhos de uma Lagarta); 6) Pig and pepper (Porco e pimenta); 7) A Mad Tea Party (Um chazinho entre malucos / Um chá de loucos / Um chá maluco); 8) The Queen's croquet ground (Os jogos da rainha / O campo de croquet da Rainha); 9) The Mock Turtle's story (A Tartaruga Fingida / A história da Tartaruga Falsa); 10) The Lobster dance (A quadrilha da Lagosta); 11) Who stole the tarts? (Quem roubou as tortas?); 12) Alice's evidence (O testemunho de Alice / O depoimento de Alice).

domingo, 14 de maio de 2017

Coleção Folha: Histórias de Reis, Príncipes e Princesas (Folha de S. Paulo)

[EM CONSTRUÇÃO)


Entre 5 de fevereiro e 16 de julho de 2017, o jornal Folha de S. Paulo lançou nas bancas de jornais 25 volumes de contos de fadas numa coleção de livros chamada COLEÇÃO FOLHA: HISTÓRIAS DE REIS, PRÍNCIPES E PRINCESAS, direcionada para crianças de 3 a 6 anos. Cada volume possui 28 páginas com ilustrações coloridas e capa dura. Os textos são adaptações feitas por 6 autores convidados (Angela Müller de Toledo, Laiz B. de Carvalho, Rosane Pamplona, Silvia Oberg, Stela Maris Fazio Battaglia e Susana Ventura), pesquisadores experientes da área de literatura infantil, apresentadas em livros ilustrados por 8 artistas reconhecidos nacionalmente (Adilson Farias, André Rocca, Cris Eich, Mateus Rios, Sidney Meireles, Taline Schubach, Tel Coelho e Weberson Santiago). 

"Reis em busca da justiça, príncipes que enfrentam provas terríveis, princesas encantadas, jovens considerados bobos que revelam coragem, bondade e perspicácia para solucionar desafios, fadas, bruxas, florestas misteriosas, castelos, animais com estranhos poderes, objetos mágicos... Tramas e personagens como estas fazem parte de contos que se popularizaram como clássicos infantis e que habitam o imaginário de crianças, jovens e adultos no mundo todo há séculos. Transmitidas de pais para filhos, estas narrativas proporcionam trocas de experiências entre adultos e crianças, permitindo o diálogo entre as gerações." (fonte: site da coleção)

Nota: Todas as sinopses disponíveis abaixo foram extraídas do site da coleção http://principeseprincesas.folha.com.br/, visitado em maio de 2017. 

domingo, 7 de maio de 2017

Fernando Lalana: O segredo do bosque (1982)

O segredo do bosque é um livro infantil do escritor espanhol Fernando Lalana [CAPAS], publicado originalmente na Espanha em outubro de 1982 com o título El secreto de la arboleda. No Brasil, ele foi publicado em 1997 pela editora Paulinas na Coleção Maria Fumaça [CAPAS] - Série Carvão (ISBN: 85-7311-599-8), em tradução de Neri Emilio Stein, com reedição em 1999 e 2001. A capa e as ilustrações internas foram criadas por Daisy Startari.

Sinopse: Pobre Ernesto. Quando viu quatro notas vermelhas em seu boletim, parecia que o céu ia despencar sobre sua cabeça e que a terra ia se abrir sob seus pés e engoli-lo. Diante desta situação, podia advinhar qual seria a reação de seu pai, e conseqüentemente suas férias iam para o espaço. Porém, algo muito estranho, fantástico, espantoso e admirável estava para acontecer. E com Mariluci - a sabichona da sua classe-, Margarida, a colisão dos ônibus, os representantes dos Reis Magos, Carlota e, sobretudo, Rufina, aquelas seriam umas férias inesquecíveis para Ernesto.(fonte: contracapa)

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Tânia Alexandre Martinelli: Violeta (1998)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 3/5/2017. 
Atualização em:  16/3/2023.
Violeta é uma novela infantil da escritora brasileira Tânia Alexandre Martinelli, publicado originalmente no Brasil em agosto de 1998 pela editora Paulinas. | Álbum de Capas da Autora

A história de um garoto que é apaixonado por animais. Em sua casa existe vários bichinhos, mas o garoto insiste em adotar mais um cachorro. A trama da história se concentra na discussão entre filho e mãe. Desesperado, o garoto tenta convencer a mãe a deixá-lo adotar mais um cachorro. 
[fonte: Todo Dia]