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segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Manuel Filho: A menina que perdeu o trem (2013)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 16/01/2023.
A menina que perdeu o trem: Os fantasmas de Paranapiacaba é uma novela juvenil sobrenatural do escritor brasileiro Manuel Filho, publicado originalmente no Brasil em 2013 pela editora BesouroBox. | Álbum de Capas do Autor |

Um lugar e seus fantasmas, revelados pelo visor de uma máquina fotográfica. Abel e Fig são dois garotos que, em uma excursão do colégio, vão visitar Paranapiacaba, uma antiga vila ferroviária. Um clic e a aventura começa cheia de mistérios e revelações surpreendentes. Fotografando a viagem, eles descobrem os fantasmas desse lugar. A partir daí, os dois amigos viverão uma inesquecível aventura. O leitor, arrastado pelos inacreditáveis acontecimentos, só conseguirá fechar o livro quando o último trem partir ou a bateria acabar. [fonte: contracapa da edição de 2018 e site da editora]

A menina que perdeu o trem | Subtítulo: Os fantasmas de Paranapiacaba | Manuel Filho | Editora: BesouroBox | 2013 - atualmente (2023) |A menina que perdeu o trem | Subtítulo: Os fantasmas de Paranapiacaba | Manuel Filho | Editora: BesouroBox | 2013 - atualmente (2023) | Contracapa |
A menina que perdeu o trem | Subtítulo: Os fantasmas de Paranapiacaba | Manuel Filho | Editora: BesouroBox | 2013 - atualmente (2023) | ISBN: 978-85-99275-68-9 | Capa: - | Ilustrações: Marco Cena |

domingo, 15 de janeiro de 2023

Ferreira de Castro: Os pequenos mundos (1938) [Terras de sonho]

Os pequenos mundos é um livro de crônicas de viagens do escritor português Ferreira de Castro, publicado originalmente em Portugal em março de 1938 pela Empresa Nacional de Publicidade (ENP), com o título Pequenos mundos e velhas civilizações. No Brasil, o livro foi publicado parcialmente em 1952 pela editora Saraiva com o título Terras de sonho. A edição completa do livro no Brasil foi publicada em 1958 quando a editora José Aguilar publicou a obra completa de Ferreira de Castro. | Álbum de Capas do Autor | 

O livro traz crônicas das impressões, além de informações históricas, geográficas e culturais, das viagens que Ferreira de Castro realizou no exercício de sua profissão de jornalista. O livro é baseado em impressões do autor em três viagens que ele fez: para Andorra (em 1929), para Irlanda (em 1930) e, principalmente, pela costa do Mar Mediterrâneo (em 1935). Assim o autor, através de suas crônicas de viagens, traz informações históricas, geográficas, culturais e curiosas dos seguintes lugares visitados: Andorra, Rodes, Malta, Maiorca, Córsega, Mônaco, Riviera Francesa, Irlanda, Monte Cristo, Riviera Italiana, Castelo de If, Egito, Palestina, Cartago, Túnis, Pompeia, Nápoles, Madeira e Açores.

Ferreira de Castro: Obras Completas | Volume III | Os pequenos mundos | A volta ao mundo | Ferreira de Castro | Editora: José Aguilar | Coleção: Biblioteca Luso-Brasileira | Segmento: Série Portuguesa | 1958 - 1961 |
Ferreira de Castro: Obras Completas | Volume III (Livros de Viagens) | Os pequenos mundos | A volta ao mundo | Ferreira de Castro | Editora: José Aguilar | Coleção: Biblioteca Luso-Brasileira | Segmento: Série Portuguesa | 1958 - 1961 | Capa: - | Prefácio: Alexandre Cabral |

R. Magalhães Júnior: Artur Azevedo e sua época (1953)

Artur Azevedo e sua época é um romance biográfico do escritor brasileiro R. Magalhães Júnior, sobre a vida do dramaturgo brasileiro Artur Azevedo (1855-1908), publicado originalmente no Brasil em agosto de 1953 pela editora Saraiva, com o título Arthur Azevedo e sua época. | Álbum de Capas do Autor | 

Biografia romanceada que apresenta a vida do teatrólogo, jornalista e poeta brasileiro Artur Azevedo (1855-1908), desde a infância e juventude em São Luís, no Maranhão, até o seu sucesso como teatrólogo no Rio de Janeiro. O livro traz uma abordagem dos grandes acontecimentos que ocorreram principalmente na capital do Brasil na época, o Rio de Janeiro, mostrando a transição do governo monárquico ao republicano, e as transformações políticas, sociais e culturais resultantes disso, inclusive em relação à abolição da escravatura, já que Artur era abolicionista.

Artur Azevedo e sua época | R. Magalhães Júnior | Editora: LISA (Livros Irradiantes) | Coleção: Homens e Épocas das Letras e das Artes Brasileiras | Volume: 3 | 1971 |Artur Azevedo e sua época | R. Magalhães Júnior | Editora: LISA (Livros Irradiantes) | Coleção: Homens e Épocas das Letras e das Artes Brasileiras | Volume: 3 | 1971 | Contracapa |
Artur Azevedo e sua época | R. Magalhães Júnior | Editora: LISA (Livros Irradiantes) | Coleção: Homens e Épocas das Letras e das Artes Brasileiras | Volume: 3 | 1971 | Álbum de Capas da Coleção |

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Camila Cerqueira César: Olaf, o esquilo do Norte (1978)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 12/01/2023.
Olaf, o esquilo do Norte é um livro infantil da escritora brasileira Camila Cerqueira César, publicado originalmente no Brasil em 1978 pela editora Ática. | Álbum de Capas da Autora |

Que estranhos costumes tinha aquele esquilo vindo de longe! ele sabe muita coisa, mas vai precisar aprender ainda mais... [fonte: site da editora Ática]

Olaf, o esquilo do Norte | Camila Cerqueira César | Editora: Ática | Coleção: Lagarta Pintada | 1978 - 1983 |
Olaf, o esquilo do Norte | Camila Cerqueira César | Editora: Ática | Coleção: Lagarta Pintada | 1978 - 1983 | ISBN: 85-08-04991-9 | Capa: Eliardo França | Ilustrações: Eliardo França | Álbum de Capas da Coleção |

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Philip Pullman: A Filha do Fabricante de Fogos de Artifício (1995)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 10/01/2023.
A Filha do Fabricante de Fogos de Artifício é uma novela infantil de fantasia e aventura do escritor inglês Philip Pullman, publicado originalmente na Inglaterra (Reino Unido) em novembro de 1995 pela editora Doubleday, com o título The Firework-Maker's Daughter. No Brasil, o livro foi publicado em 2007, em tradução de Heloísa Maria Leal. | Álbum de Capas do Autor |

Lila é uma menina que deseja se tornar, como o seu pai, uma grande Fabricante de Fogos de Artifício. Mas Lalchand não quer que sua filha se meta num ramo tão perigoso: para dominar essa arte, é preciso viajar até a Gruta de Razvani, o Demônio do Fogo, no coração do Monte Merapi, e trazer de lá um punhado de Enxofre Real. Porém, mesmo contra a vontade do pai, Lila, contando com a ajuda de Hamlet, um elefante branco falante, e seu pequeno criador Chulak, resolve embarcar numa inesquecível aventura em meio a florestas mágicas e rios habitados por piratas.

A filha do fabricante de fogos de artifício | Philip Pullman | Editora: Bertrand Brasil | Junho 2007 |A filha do fabricante de fogos de artifício | Philip Pullman | Editora: Bertrand Brasil | Junho 2007 | Contracapa |
A Filha do Fabricante de Fogos de Artifício | Philip Pullman | Editora: Bertrand Brasil | Junho 2007 | ISBN: 978-85-286-1247-9 | Capa: Silvana Mattievich | Ilustrações: Nick Haris | Tradução: Heloísa Maria Leal |

terça-feira, 15 de novembro de 2022

Vários Autores: Divindades Afro-Brasileiras (2004)

Divindades Afro-Brasileiras é um livro de ensaios sobre o culto a deuses africanos (orixás) no Brasil, organizado por Duda Teixeira e com textos escritos por Alexandra Gonsalez, Carla Aranha, Debora Didonê, Juliana Sachs e Suzel Tunes. O livro, um projeto da revista Revista das Religiões (Editora Abril), foi publicado originalmente no Brasil em bancas de jornais e revistas pela editora Abril em 22 de setembro de 2004. Ele é o segundo volume de quatro títulos da coleção Divindades, formada também por Divindades Gregas, Divindades Indianas e Divindades Egípcias. 

O Candomblé é uma criação brasileira. Do lado de cá do oceano Atlântico, a cultura dos negros africanos modificou-se para constituir uma nova religião. E os orixás ganharam atributos diferentes. Iemanjá, que protegia um rio na África, tornou-se a Senhora do Mar. Exu, que guarda semelhanças com o deus grego Hermes, foi apressadamente identificado como o Diabo pelos cristãos. Oxalá, o criador dos homens, passou a ser venerado na Bahia nas festas em homenagem ao Nosso Senhor do Bonfim. Em milhares de terreiros, os orixás tomam o controle do corpo de seus filhos-de-santo em transe para participar de coloridas e animadas festas. A visita dessas divindades compõe um ingrediente sem o qual a identidade nacional não teria o mesmo sabor. [fonte: contracapa] Os deuses abordados no livro são: Exu, Oxalá, Omolu, Nanã, Iemanjá, Xangô, Oxum, Iansã, Oxóssi e Ogum. [fonte: capa]

Divindades Afro-Brasileiras | Duda Teixeira (organização) | Alexandra Gonsalez (ensaios) | Carla Aranha (ensaios) | Debora Didonê (ensaios) | Juliana Sachs (ensaios) | Suzel Tunes (ensaios) | Editora: Abril | Coleção: Divindades | Setembro 2004 |Divindades Afro-Brasileiras | Duda Teixeira (organização) | Alexandra Gonsalez (ensaios) | Carla Aranha (ensaios) | Debora Didonê (ensaios) | Juliana Sachs (ensaios) | Suzel Tunes (ensaios) | Editora: Abril | Coleção: Divindades | Setembro 2004 | Contracapa |
Divindades Afro-Brasileiras | Duda Teixeira (organização) | Alexandra Gonsalez (ensaios) | Carla Aranha (ensaios) | Debora Didonê (ensaios) | Juliana Sachs (ensaios) | Suzel Tunes (ensaios) | Editora: Abril | Coleção: Divindades | Setembro 2004 | Capa: Carlo Giovani | Ilustrações: Rogério Nunes | Fotografias: Gisele Rocha | Projeto Gráfico: Juliana Vidigal | Prefácio: Duda Teixeira | Conteúdo Adicional: Livros Sagrados | Álbum de Capas da Coleção |

Vários Autores: Divindades Gregas (2004)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 15/11/2022.
Divindades Gregas é um livro de ensaios sobre o culto a deuses gregos, organizado por Duda Teixeira e com textos escritos por Cristiana Felippe, Fábia Prates, Maurício Moraes e Reinaldo José Lopes. O livro, um projeto da revista Revista das Religiões (Editora Abril), foi publicado originalmente no Brasil em bancas de jornais e revistas pela editora Abril em 22 de setembro de 2004. Ele é o primeiro volume de quatro títulos da coleção Divindades, formada também por Divindades Afro-Brasileiras, Divindades Indianas e Divindades Egípcias.

A vida dos gregos antigos estava impregnada de religião. Marinheiros jogavam água no corpo antes de aventurar-se no mar para ganhar a proteção de Posêidon. Reis consultavam o Oráculo de Delfos para decidir sobre a guerra. Sacerdotes embriagavam-se com vinho imaginando estarem sendo possuídos pelo deus Dioniso. Parentes colocavam uma moeda na língua do defunto para a alma pagar o pedágio no mundo subterrâneo. Embora a face mais conhecida dos deuses gregos sejam as histórias mitológicas e fantásticas, as divindades e os heróis tiveram influência marcante no cotidiano de seus fiéis. Conhecer essas formas de veneração ajuda a entender melhor a história e as peculiaridades do ser humano. [fonte: contracapa] Os deuses abordados no livro são: Zeus, Hera, Hades, Posêidon, Afrodite, Dioniso, Atena, Apolo e Hermes; e os semideuses Héracles, Asclépio, Orfeu e Prometeu. [fonte: capa]

Divindades Gregas | Duda Teixeira (organização) | Maurício Moraes (textos) | Fábia Prates (textos) | Reinaldo José Lopes (textos) | Cristiana Felippe (textos) | Editora: Abril | Coleção: Divindades | Setembro 2004 |Divindades Gregas | Duda Teixeira (organização) | Maurício Moraes (textos) | Fábia Prates (textos) | Reinaldo José Lopes (textos) | Cristiana Felippe (textos) | Editora: Abril | Coleção: Divindades | Setembro 2004 | Contracapa |
Divindades Gregas | Duda Teixeira (organização) | Cristiana Felippe (ensaios) | Fábia Prates (ensaios) | Maurício Moraes (ensaios) | Reinaldo José Lopes (ensaios) | Editora: Abril | Coleção: Divindades | Setembro 2004 | Capa: Carlo Giovani | Ilustrações: Estúdio Mol | Fotografias: Gisele Rocha | Projeto Gráfico: Juliana Vidigal | Prefácio: Duda Teixeira | Conteúdo Adicional: Livros Sagrados | Álbum de Capas da Coleção |

terça-feira, 8 de novembro de 2022

Cristina Porto: Catarina Malagueta (1999)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 08/11/2022.
Catarina Malagueta
é um livro infantil da escritora brasileira Cristina Porto, publicado originalmente no Brasil em 1999 pela editora Ática. | Álbum de Capas da Autora |

Catarina adora música e quando está tocando sua rabeca tudo vai muito bem. Só que... cuidado: não é à toa que ela ganhou o apelido de Malagueta. Quando pisam no seu pé, Catarina fica ardida como o quê! [fonte: contracapa da edição de 2013, Ática] Catarina vive no interior com sua família. Mas sua vida muda muito quando vai estudar música na cidade grande e conhece um mundo novo e nada hospitaleiro. Ela vai precisar reunir toda a sua força de vontade para vencer seus medos e superar seus desafios. [fonte: Coletivo Leitor]

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Mary Rodgers: Um bilhão para Boris (1974)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 02/11/2022.
Um bilhão para Boris é uma novela juvenil cômica de fantasia da escritora estadunidense Mary Rodgers, publicado originalmente nos Estados Unidos em outubro de 1974 pela editora Harper & Row, com o título A billion for Boris. No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1996 pela editora Ática, em tradução de Ana Maria Machado. A billion for Boris é o segundo volume de três livros da série Andrews Family (Família Andrews) Em 1999, o livro foi republicado nos Estados Unidos com um novo título: ESP TV. | Álbum de Capas da Autora |

Você conhece alguém que tem alergia à própria mãe? Pois o Boris tem, e daquelas bravas. E esse não é o ponto mais complicado da história. A mesma turma que viveu estranhas aventuras em Que sexta-feira mais pirada! estão de volta com um caso ainda mais intrigante. O Cara-de-Macaco foi consertar um aparelho de TV e acabou descobrindo um novo jeito de ver a programação. E que jeito! O Boris já sonha em ficar milionário com a descoberta do garoto e a confusão apenas vai começar... [fonte: contracapa da edição de 1996]

Um bilhão para Boris | Mary Rodgers | Editora: Ática | Coleção: Outras Terras, Outros Jovens | Segmento: Grupo Azul | 1995 |Um bilhão para Boris | Mary Rodgers | Editora: Ática | Coleção: Outras Terras, Outros Jovens | Segmento: Grupo Azul | 1995 | Contracapa |
Um bilhão para Boris | Mary Rodgers | Editora: Ática | Coleção: Outras Terras, Outros Jovens | Segmento: Grupo Azul | 1996 | ISBN: 85-08-05727-X | Capa: - | Ilustrações: Bilau | Tradução: Ana Maria Machado |  Álbum de Capas da Coleção | 

Mary Rodgers: Que sexta-feira mais pirada! (1972)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 02/11/2022.
Que sexta-feira mais pirada! é uma novela juvenil cômica de fantasia da escritora estadunidense Mary Rodgers, publicado originalmente nos Estados Unidos em abril de 1972 pela editora Harper & Row, com o título Freaky Friday (Sexta-feira esquisita). No Brasil, foi publicado pela primeira vez em 1994 pela editora Ática, em tradução de Ana Maria Machado. Freaky Friday é o primeiro volume de três livros da série Andrews Family (Família Andrews). | Álbum de Capas da Autora |

Annabel é uma adolescente nova-iorquina que, num belo dia, acorda e descobre uma coisa incrível: tinha virado sua mãe! No início, ela acha que tirou a sorte grande. Não ia precisar ir à escola e podia fazer o que desse na telha. Só que a vida adulta não é tão simples como ela imaginava... [fonte: contracapa da edição de 2017]

Que sexta-feira mais pirada! | Mary Rodgers | Editora: Ática | Coleção: Quero Ler | Segmento: Novela | 2011 - 2019 |Que sexta-feira mais pirada! | Mary Rodgers | Editora: Ática | Coleção: Quero Ler | Segmento: Novela | 2011 - 2019 | Contracapa |
Que sexta-feira mais pirada! | Mary Rodgers | Editora: Ática | Coleção: Quero Ler | Segmento: Novela | 2011 - 2019 | ISBN: 978-85-08-08820-1 | Capa: Maria Eugênia (ilustração) | Ilustrações: Maria Ângela | Tradução: Ana Maria Machado | Projeto Gráfico: Marcos Lisboa | Projeto Gráfico: Suzana Laub | Projeto Gráfico: Katia Harumi Terasaka | Prefácio: sem autor mencionado (Vendo a vida com os olhos dos outros) | Conteúdo Adicional: Quero mais | Conteúdo Adicional: Suplemento de Trabalho | Álbum de Capas da Coleção |