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quarta-feira, 6 de março de 2019

Isadora Highsmith: O fantasma de Greenstock (1975) | R. F. Lucchetti: O fantasma de Greenstock (2018)

O fantasma de Greenstock é um livro de horror gótico do escritor brasileiro R. F. Lucchetti (Rubens Francisco Lucchetti). O livro foi publicado originalmente no Brasil em 1975, com o autor utilizando o heterônimo Isadora Highsmith. Uma nova versão do livro foi reescrita e publicada em 2018. 

Sinopse: Que levou Andrea Corbey a cruzar o Atlântico e visitar o secular castelo de Greenstock? Quais os segredos por trás das paredes do castelo, que, erguido sobre uma colina e de frente para o mar, parecia gemer - como um bando de corvos - contra a ventania? Por que toda mulher que se casa com um Barão de Greenstock tem de usar um anel em forma de caveira? Que fim teve Pamela Greenstock, a última lady Greenstock? Quem foi Trenery? E qual foi a maldição lançada pelo seu pai? Que é ser uma lady Greenstock? As respostas a essas perguntas você obterá lendo O Fantasma de Greenstock, o sexto volume da Coleção R. F. Lucchetti. [fonte: Rubens Francisco Lucchetti, publicado em sua página do Facebook, nos dias 4 e 5 de fevereiro de 2018] 

Personagens: Janice Cunningham, Andrea Corbey, Pamela Greenstock, Trenery.


terça-feira, 5 de março de 2019

R. F. Lucchetti: Fim-de-semana com a morte (1972) | Christine Gray: O Solar dos Gansfields (1975) | R. F. Lucchetti: Rachel (2017)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 05/03/2019.
Fim-de-semana com a morte é uma novela de horror gótico policial, com a temática de vampirismo, do escritor brasileiro R. F. Lucchetti (Rubens Francisco Lucchetti), publicado originalmente no Brasil em 1972. A narrativa foi escrita pelo autor entre 1963 e 1965 e na época foi intitulado como "A casa do promontório". Poucos anos depois, em 1975, foi publicado uma nova versão da história, O Solar dos Gansfields, com o autor utilizando o heterônimo Christine Gray. Nessa nova versão, Lucchetti transferiu a ação da trama do Brasil para a Inglaterra, alterando o nome da protagonista de Raquel para Rachel. Em março de 2017, mais de 40 anos depois, uma nova versão da história foi reescrita e publicada, com um novo título: Rachel, voltando o cenário da narrativa para a Inglaterra. [fonte: Facebook do autor] | Álbum de Capas do Autor: R. F. Lucchetti | Álbum de Capas da Autora: Christine Gray | 

O enorme casarão, conhecido como Solar dos Gansfields ou a Casa do Promontório exercia um estranho fascínio sobre os seus habitantes. Rachel só se sentia liberta, quando caminhava pelas praias desertas das redondezas, ouvindo o ruído das ondas. E ela sabia que jamais poderia fugir: a casa, que parecia ser o reduto da noite, por estar envolta sempre numa auréola de escuridão, a vigiava. [fonte: Facebook do autor] Casa do Promontório, o Solar dos Gansfields: uma casa misteriosa, sufocante, melancólica. Contudo, era uma sólida obra, toda construída com blocos de pedra. E é para lá que Oliver Collins segue após receber um bilhete de cunho nervoso, vindo de Richard Gansfield, seu amigo de longa data; num passado não tão recente, ambos haviam cursado Direito juntos, embora Richard jamais tivesse a mínima vontade de seguir carreira como magistrado, pois, na realidade, ele formara-se apenas para agradar seu falecido avô. Sua verdadeira paixão era a Entomologia (estudo dos insetos). Richard havia se distanciado de Oliver logo após seu casamento com Rachel, uma bela mulher (descrita com detalhes bem convincentes pelo autor). Além da extrema beleza, Rachel carregava consigo uma aura de mistério e sedução; assim que pousou seus olhos nela, Oliver rompeu o fio tênue que separa a loucura da paixão, fazendo ambos apaixonarem-se perdidamente. Todavia, além de carregar a culpa por amar a esposa do seu melhor amigo, Oliver terá que lutar com algo verdadeiramente sinistro, que ronda a atmosfera enevoada da Casa do Promontório… e que está ceifando rapidamente a vida de Richard! [fonte: ALEX ANDRÉ - LENDO MUITO, 2017]

Rachel |  R. F. Lucchetti | Capa |
Rachel |  R. F. Lucchetti | Editora: Editorial Corvo | Coleção: R. F. Lucchetti | Volume: 5 | Março de 2017 | ISBN: 978-85-917914-6-0 | Capa: Hugo Araújo (ilustração) | Capa: Fabio Moraes (finalização) | Prefácio: Paulo Wences Duarte | Álbum de Capas da Coleção |

O Solar dos Gansfields | Christine Gray | Capa |
O Solar dos Gansfields | Christine Gray | Editora: Cedibra (Companhia Editoria Brasileira) | Coleção: Sonhadora | 1975 | Álbum de Capas da Coleção |

Fim-de-semana com a morte | R. F. Lucchetti | Capa |
Fim-de-semana com a morte | R. F. Lucchetti | Editora: Cedibra (Companhia Editora Brasileira) | Coleção: Super Policial | Volume: 1 | 1972 | Álbum de Capas da Coleção |

domingo, 20 de janeiro de 2019

Monteiro Lobato: O pinguim que andou de bonde (2019, fragmento)

O pinguim que andou de bonde é um fragmento (trecho) do livro A Barca de Gleyre do escritor brasileiro Monteiro Lobato [+capas], publicado separadamente no Brasil em janeiro de 2019 pela editora FTD. Direcionado para crianças a partir de 3 anos ou em processo de alfabetização, é um livro curto (32 páginas) e com muitas ilustrações, permitindo assim que crianças nessa faixa etária sejam apresentados ao universo lobatiano. A história sobre os pinguins é uma história verdadeira que aconteceu com Monteiro Lobato enquanto ele passava férias no litoral paulista (Itanhaém, Santos, São Vicente) em julho de 1915. Ele mencionou a história em duas cartas que enviou para seu amigo Godofredo Rangel, datada de 3 e 15 de julho de 1915. Essas cartas podem ser lidas completas no livro A Barca de Gleyre (1944), que reproduz uma série de cartas que Monteiro Lobato escreveu para Godofredo Rangel durante 40 anos (1903-1943).

Em uma praia de São Vicente, Lobato encontra um pinguim de asa quebrada e quer levá-lo para casa, de bonde, mas o motorneiro do bonde não gosta muito da ideia. (FTD, 2019)

O pinguim que andou de bonde. Monteiro Lobato. Editora FTD. Coleção Meu Primeiro Lobato. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01701-5. Capa de Nelson Cruz (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Nelson Cruz. Fragmento de A Barca de Gleyre.
O pinguim que andou de bonde. Monteiro Lobato. Editora FTD. Coleção Meu Primeiro Lobato [+capas]. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01701-5. Capa de Nelson Cruz (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Nelson Cruz. Fragmento de A Barca de Gleyre.

Referências:

Monteiro Lobato: O pintinho sura (2019, fragmento)

O pintinho sura é um fragmento (trecho) do livro Histórias de Tia Nastácia do escritor brasileiro Monteiro Lobato [+capas], publicado separadamente no Brasil em janeiro de 2019 pela editora FTD. Direcionado para crianças a partir de 3 anos ou em processo de alfabetização, é um livro curto (32 páginas) e com muitas ilustrações, permitindo assim que crianças nessa faixa etária sejam apresentados ao universo lobatiano. O pinto sura é o 29º conto popular de Histórias de Tia Nastácia (1937), que é uma seleção e adaptação de contos populares e folclóricos coletados pelo sociólogo brasileiro Sílvio Romero e publicados no livro Contos populares do Brasil (1885) (conto: O pinto pelado). 

Um pintinho anda triste pelo galinheiro. Ele é diferente dos outros pintinhos que vivem ali, porque não tem rabo. Por isso, sofre a perseguição de um frangote carijó. Cansado dessa vidinha sofrida, ele decide levar uma carta ao rei, encontrando pelo caminho uma raposa, um rio e um espinheiro. (FTD, 2019)

O pintinho sura. Monteiro Lobato. Editora FTD (São Paulo-SP). Coleção Meu Primeiro Lobato. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01700-8. Capa de Marilda Castanha (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Marilda Castanha. Fragmento de Histórias de Tia Nastácia.
O pintinho sura. Monteiro Lobato. Editora FTD (São Paulo-SP). Coleção Meu Primeiro Lobato [+capas]. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01700-8. Capa de Marilda Castanha (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Marilda Castanha. Fragmento de Histórias de Tia Nastácia.

Referências:

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Julieta de Godoy Ladeira: Recife dos holandeses (1987)

Recife dos holandeses. Julieta de Godoy Ladeira. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História. 1987-1998 (1ª a 6ª edição). ISBN: 85-08-01925-4. Capa de Rodval Matias (ilustração). Ilustrações de Rodval Matias.
Recife dos holandeses é um livro paradidático de História do Brasil da escritora brasileira Julieta de Godoy Ladeira, publicado originalmente no Brasil em 1987 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro são as invasões holandesas no Brasil colonial durante o século XVII (1630-1654), incluindo o governo de Maurício de Nassau em Recife (1637-1643) e a Insurreição Pernambucana, que resultou na expulsão dos holandeses do Brasil pelos portugueses. O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

A presença dos holandeses no Nordeste brasileiro entre 1630 e 1654 e sua influência na vida socioeconômica do Brasil - a administração de Maurício de Nassau foi mais moderna do que aquela com que a Colônia estava acostumada. Mas o Brasil holandês foi marcado também pela resistência ao invasor, com a chamada Insurreição Pernambucana. [fonte: site da editora, setembro de 2001] Eventos históricos abordados: (1) As consequências do domínio espanhol para o Brasil açucareiro (2) Resistência inicial (3) Calabar (4) Brasil holandês de Nassau (5) Insurreição Pernambucana.

Recife dos holandeses. Julieta de Godoy Ladeira. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História. 1987-1998 (1ª a 6ª edição). ISBN: 85-08-01925-4. Capa de Rodval Matias (ilustração). Ilustrações de Rodval Matias.
Edições: 1ª (1987), 2ª (1990), 3ª (1991), 4ª (1994), 5ª (1995), 6ª (1998).

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Luiz Alexandre Teixeira Jr.: O engenho colonial (1983)

O engenho colonial é um livro paradidático de História do Brasil escrito por Luiz Alexandre Teixeira Jr. (pseudônimo coletivo), publicado originalmente no Brasil em 1983 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro é o dia-a-dia em um engenho de cana-de-açúcar na capitania de Pernambuco no século XVII (1601-1700), no período do Brasil colonial.  O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

O litoral pernambucano foi a mais importante região açucareira da América portuguesa no período colonial. É nesse cenário que o mascate João levará você a percorrer o engenho de D. Luís, rico senhor de engenho. Entre personagens fictícias e fatos históricos, a partir desta leitura de O engenho colonial você poderá conhecer o cotidiano das relações sociais e econômicas que marcaram a vida no Brasil colônia. [fonte: contracapa da edição de 2003] O livro narra o contraste interno de um engenho típico do Brasil colonial. Nele, os proprietários vivem suntuosamente, consumindo produtos europeus, enquanto os escravos, tocados a chicote, trabalham cortando cana-de-açúcar para produzir aquele que seria o principal produto exportado pelo Brasil no século XVII. [fonte: site da editora, setembro de 2001] 

Eventos históricos abordados: (1) O pacto colonial (2) A plantation açucareira (3) A sociedade açucareira (4) O cotidiano num engenho da Zona da Mata pernambucana (século XVII).

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Mustafa Yazbek: Os bandeirantes (1985)

Os bandeirantes é um livro paradidático de História do Brasil do escritor e historiador brasileiro Mustafa Yazbek, publicado originalmente no Brasil em 1985 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro são as expedições de exploração do interior do território brasileiro ocorridas durante o século XVII (1601-1700) conhecidas como bandeiras, realizadas por sertanistas (os bandeirantes) em busca de riquezas mineiras, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos, contribuindo diretamente para a expansão territorial do Brasil para regiões como Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

Neste livro, você poderá conhecer a trajetótia de uma bandeira paulista que sai em busca de índios, na primeira metade do século XVII. Embora imaginária, a história foi inspirada e fundamentada em documentos históricos. Você poderá descobrir um pouco do cotidiano dos antigos habitantes da América portuguesa, acompanhando a partida da bandeira da vila de São Paulo, seu percurso pelos sertões do sul e seu ataque a uma aldeia de índios administrada por jesuítas espanhóis. Os bandeirantes são descritos com suas grandezas e mazelas, como conquistadores de um imenso continente para a Coroa portuguesa à custa do extermínio de muitas vidas. [fonte: contracapa da edição de 2003] 

Eventos históricos abordados: (1) São Paulo no século XVII (2) Uma bandeira de caça ao índio: preparativos, composição, objetivos, cotidiano  (3) Missões jesuíticas: a catequese e aculturação indígena (4) O choque violento entre bandeirantes e reduções (5) Uma visão crítica do mito do bandeirismo (6) A expansão das fronteiras brasileiras.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Antonio Carlos Olivieri: A França Antártica (1994)

A França Antártica é um livro paradidático de História do Brasil do escritor brasileiro Antonio Carlos Olivieri, publicado originalmente no Brasil em 1995 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro é a invasão francesa ao território do Brasil colonial em meados do século XVI, onde fundaram uma colônia, a França Antártica, na região da Baía de Guanabara (Rio de Janeiro) entre 1555 e 1570, o que ocasionou, após a expulsão dos franceses, uma intensificação dos portugueses na colonização do território brasileiro. O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

Pierre Lambert é um náufrago de um navio corsário francês que encontra abrigo junto aos tupinambás. Contratado por Villegaignon para servir de intérprete, Lambert acaba liderando uma revolta contra a tirania do comandante. O plano é descoberto, mas ele consegue escapar, indo se refugiar novamente entre os tupinambás. A partir desse momento, o esperto francês participa ao lado de franceses, portugueses ou índios, de acordo com sua conveniência, de importantes episódios da tentativa de estabelecer uma colônia francesa em território brasileiro, em meados do século XVI. [fonte: site da editora, dezembro de 2000] 

Eventos históricos abordados: (1) O Tratado de Tordesilhas e suas consequências (2) Invasões no Brasil: franceses e holandeses (3) Conflitos religiosos na Europa (4) Fundação da França Antártica.


Silvia Cintra Franco e Sergio Reinhardt Santana: A Inquisição Ibérica (1995)

A Inquisição Ibérica. Silvia Cintra Franco e Sergio Reinhardt Santana. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História. 1995-1999 (1ª a 3ª edição). ISBN: 85-08-05361-4. Ilustrações de Marcus de Sant'Anna.
A Inquisição Ibérica é um livro paradidático de História do Brasil dos escritores brasileiros Silvia Cintra Franco e Sergio Reinhardt Santana, publicado originalmente no Brasil em 1995 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro foram as visitas da Inquisição Católica no início da colonização brasileira, na segunda metade do século XVI, para frear práticas que representasse ameaça à hegemonia católica, muitas vezes utilizando tortura física e psicológica. O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional, mas baseado em fatos reais, mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

Olinda, 1594. A jovem Ana Costa, filha de mãe judia e pai católico, dirige a fazenda da família, onde também vive sua prima Felipa. Mas a chegada de uma visitação do Tribunal do Santo Ofício vai mudar a vida das duas moças. Acusada de práticas judaizantes, Felipa é levada para Lisboa. Não resistindo às torturas, acaba denunciando a prima, injustamente. Ana Costa nega todas as acusações, mesmo sob tortura. Mas o Tribunal decide que ela deve se penitenciar publicamente, participando de um auto-de-fé. Seu sofrimento, porém, não acaba por aí… Baseado em um fato verdadeiro, A Inquisição Ibérica trata de acontecimentos pouco explorados e conhecidos de nossa História. [fonte: site da editora, dezembro de 2000] Eventos históricos abordados: (1) Origens da Inquisição. (2) O Tribunal do Santo Ofício na Espanha e em Portugal. (3) As visitações no Brasil. (4) Os procedimentos inquisitoriais.

A Inquisição Ibérica. Silvia Cintra Franco e Sergio Reinhardt Santana. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História. 1995-1999 (1ª a 3ª edição). ISBN: 85-08-05361-4. Ilustrações de Marcus de Sant'Anna.
Edições: 1ª (1995), 2ª (1998), 3ª (1999).

Antonio Augusto da Costa Faria: Caravelas no Novo Mundo (1984)

Caravelas no Novo Mundo. Antonio Augusto da Costa Faria. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História.
Caravelas no Novo Mundo é um livro paradidático de História do Brasil do historiador brasileiro Antonio Augusto da Costa Faria, publicado originalmente no Brasil em 1984 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro é a preparação e a viagem comandada por Pedro Álvares Cabral que culminou no descobrimento do Brasil pelos portugueses em 22 de abril de 1500. O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. A partir  de 2003, o conteúdo histórico foi ampliado e o título do livro passou por uma pequena alteração: Caravelas do Novo Mundo. 

A aventura da esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral em sua viagem entre Portugal e Brasil, descrita pelo escrivão Pero Vaz de Caminha: os primeiros contatos com os habitantes do Novo Mundo e os perigos enfrentados pelos descobridores. [fonte: site da editora, dezembro de 2000] A expansão marítima e comercial promovida por algumas nações européias nos séculos XV e XVI mudou o panorama do mundo como era conhecido até então. Novos continentes foram incorporados ao mapa mundial; novas regiões foram exploradas comercialmente; enormes contigentes humanos foram transformados em mão-de-obra escrava. Este livro trata justamente desse momento singular da História, destacando o pioneirismo português e a dimensão humana das viagens marítimas, em que medo, fome, doenças, morte e glórias conviviam cotidianamente nas caravelas que conduziam aqueles navegadores para o Novo Mundo. [fonte: contracapa, 2003]

Eventos históricos abordados: (1) O pioneirismo português nas grandes navegações modernas (2) A viagem de Cabral: composição da esquadra, objetivos, perigos, necessidades, limitações (3) Os primeiros contatos entre portugueses e índios do Brasil (4) A descrição da terra.