Páginas

sábado, 13 de abril de 2019

Antologia de Contos: Sete faces do amor (1992)

Sete faces do amor é uma antologia de sete contos temáticos escrito por sete escritores brasileiros e direcionado para o público juvenil, publicado originalmente no Brasil em 1992 pela editora Moderna, dentro da coleção Veredas.

Nenhum tema foi ou será mais explorado pela literatura do que o amor. Escritores e poetas já versaram sobre ele de diversos ângulos, com finais felizes ou desfechos trágicos, fazendo chorar ou sonhar. Partilhe conosco desses momentos apaixonados. Reviva, nestas sete histórias, os amores que você já teve. Sonhe, com estas sete propostas, com os amores que poderá vir a ter... [fonte: contracapa]

Os sete contos que compõem o livro são: Volta e meia vamos dar (Pedro Bandeira, subtema: amor vassalo), Trago estas rosas (Luiz Maria Veiga, subtema: amor romântico), O sapo desencantado (Márcia Melo e Jesse Navarro, subtema: amor possessivo), Janaína (Júlio Emílio Braz, subtema: amor platônico), Quase namorada (Vivina de Assis Viana, subtema: amor amizade), Foi tudo amor (Fernando Portela, subtema: amor traidor), O patinho feio (Edson Gabriel Garcia, subtema: amor mensageiro).

O livro é parte de um projeto chamado Sete Faces, composto por 18 títulos temáticos: Sete faces do amor, Sete faces da aventura, Sete faces da bravura, Sete faces do conto de fadas, Sete faces do crime, Sete faces do destino, Sete faces da escola, Sete faces da fábula, Sete faces da família, Sete faces da ficção científica, Sete faces da ficção espacial, Sete faces do herói, Sete faces do humor, Sete faces da mulher, Sete faces da paixão, Sete faces da primeira vez, Sete faces do sobrenatural e Sete faces do terror.

Sete faces do amor. Márcia Kupstas (organizadora), Pedro Bandeira, Luiz Maria Veiga, Márcia Melo, Jesse Navarro, Júlio Emílio Braz, Vivina de Assis Viana, Fernando Portela e Edson Gabriel Garcia. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1997 (1ª a 14ª edição). ISBN: 85-16-006984-0. Capa de Avelino Guedes. Ilustrações de Avelino Guedes.Sete faces do amor. Márcia Kupstas (organizadora), Pedro Bandeira, Luiz Maria Veiga, Márcia Melo, Jesse Navarro, Júlio Emílio Braz, Vivina de Assis Viana, Fernando Portela e Edson Gabriel Garcia. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1997 (1ª a 14ª edição). ISBN: 85-16-006984-0. Contracapa.
Sete faces do amor. Marcia Kupstas (organizadora), Pedro Bandeira, Luiz Maria Veiga, Marcia Melo, Jesse Navarro, Júlio Emílio Braz, Vivina de Assis Viana, Fernando Portela e Edson Gabriel Garcia. Editora Moderna. Coleção Veredas. Série Sete Faces. 1992-1997 (1ª a 14ª edição). ISBN: 85-16-00684-0. Capa de Avelino Guedes. Ilustrações de Avelino Guedes.

sábado, 9 de março de 2019

Rubens Francisco Lucchetti: O dobre sinistro (1963) | R. F. Lucchetti: O dobre sinistro (2019)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 09/03/2019.
O dobre sinistro é uma novela de horror do escritor brasileiro R. F. Lucchetti (Rubens Francisco Lucchetti), publicado originalmente no Brasil em 1963 pela editora Outubro. Uma nova versão do livro foi reescrita e publicada em janeiro de 2019. | Álbum de Capas do Autor |

Em Londres, o bondoso dr. Jekyll impensadamente faz surgir um monstro de perversidade e fúria, o asqueroso sr. Hyde, que, na verdade, é um desdobramento de sua própria personalidade. [Na mesma Londres], um assassino cruel, o célebre Jack o Estripador, dissemina o pânico entre as prostitutas do miserável distrito de Whitechapel. Em Paris, um orangotango comete uma série de assassinatos na Rua Morgue. E em Westmoreland, uma pacata aldeia inglesa, o repicar de um sino anuncia a chegada dos Filhos de Satã... [fonte: Facebook do autor]

O dobre sinistro | R. F. Lucchetti | Capa |
O dobre sinistro | R. F. Lucchetti | Editora: Editorial Corvo | Coleção: R. F. Lucchetti | Volume: 9 | Janeiro de 2019 | Capa: Jayme Cortez (ilustração) | Ilustrações: R. F. Lucchetti | Álbum de Capas da Coleção |

O dóbre sinistro | Rubens Francisco Lucchetti | Capa |
O dóbre sinistro | Rubens Francisco Lucchetti | Editora: Outubro | Coleção:  Super Bolso | Segmento: Série de Terror | Volume: 202 | 1963 | Capa: Jayme Cortez (ilustração) | Álbum de Capas da Coleção | 

sexta-feira, 8 de março de 2019

Terence Gray: No domínio do mistério (1975) | R. F. Lucchetti: Sortilégio (2018)

No domínio do mistério é um livro de horror gótico (vampirismo e fantasma) do escritor brasileiro R. F. Lucchetti (Rubens Francisco Lucchetti), publicado originalmente no Brasil em 1975, com o autor utilizando o heterônimo Terence Gray. Uma nova versão do livro foi reescrita e publicada em outubro de 2018, com o título Sortilégio.

Sinopse: Encontraria aquele grupo as repostas para o inquietante enigma do além: [fonte: capa de No domínio do mistério]

Personagens: Roger M. Conway, James A. Bradley, Janice Cunningham.

quinta-feira, 7 de março de 2019

R. F. Lucchetti: Procure a mulher! (2018)

Procure a mulher! é um livro de contos do escritor brasileiros R. F. Lucchetti (Rubens Francisco Lucchetti), publicado originalmente no Brasil em novembro de 2018. O livro reúne sete contos protagonizados por personagens femininas  de personalidades fortes (femmes fatales). Os contos foram escritos pelo autor entre as décadas de 1950 e 1980, mas permaneciam inéditos até então.

Os contos que compõem a antologia são: (1) Mamãe tinha razão (2) Uma questão de negócio (3) Em pleno espetáculo (4) O depoimento da Sra. Marone (5) A scretária perfeita (6) O bandido (7) Férias em Acapulco.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Isadora Highsmith: O fantasma de Greenstock (1975) | R. F. Lucchetti: O fantasma de Greenstock (2018)

O fantasma de Greenstock é um livro de horror gótico do escritor brasileiro R. F. Lucchetti (Rubens Francisco Lucchetti). O livro foi publicado originalmente no Brasil em 1975, com o autor utilizando o heterônimo Isadora Highsmith. Uma nova versão do livro foi reescrita e publicada em 2018. 

Sinopse: Que levou Andrea Corbey a cruzar o Atlântico e visitar o secular castelo de Greenstock? Quais os segredos por trás das paredes do castelo, que, erguido sobre uma colina e de frente para o mar, parecia gemer - como um bando de corvos - contra a ventania? Por que toda mulher que se casa com um Barão de Greenstock tem de usar um anel em forma de caveira? Que fim teve Pamela Greenstock, a última lady Greenstock? Quem foi Trenery? E qual foi a maldição lançada pelo seu pai? Que é ser uma lady Greenstock? As respostas a essas perguntas você obterá lendo O Fantasma de Greenstock, o sexto volume da Coleção R. F. Lucchetti. [fonte: Rubens Francisco Lucchetti, publicado em sua página do Facebook, nos dias 4 e 5 de fevereiro de 2018] 

Personagens: Janice Cunningham, Andrea Corbey, Pamela Greenstock, Trenery.


terça-feira, 5 de março de 2019

R. F. Lucchetti: Fim-de-semana com a morte (1972) | Christine Gray: O Solar dos Gansfields (1975) | R. F. Lucchetti: Rachel (2017)

Fichamento por: Daniel Medeiros Padovani, 05/03/2019.
Fim-de-semana com a morte é uma novela de horror gótico policial, com a temática de vampirismo, do escritor brasileiro R. F. Lucchetti (Rubens Francisco Lucchetti), publicado originalmente no Brasil em 1972. A narrativa foi escrita pelo autor entre 1963 e 1965 e na época foi intitulado como "A casa do promontório". Poucos anos depois, em 1975, foi publicado uma nova versão da história, O Solar dos Gansfields, com o autor utilizando o heterônimo Christine Gray. Nessa nova versão, Lucchetti transferiu a ação da trama do Brasil para a Inglaterra, alterando o nome da protagonista de Raquel para Rachel. Em março de 2017, mais de 40 anos depois, uma nova versão da história foi reescrita e publicada, com um novo título: Rachel, voltando o cenário da narrativa para a Inglaterra. [fonte: Facebook do autor] | Álbum de Capas do Autor: R. F. Lucchetti | Álbum de Capas da Autora: Christine Gray | 

O enorme casarão, conhecido como Solar dos Gansfields ou a Casa do Promontório exercia um estranho fascínio sobre os seus habitantes. Rachel só se sentia liberta, quando caminhava pelas praias desertas das redondezas, ouvindo o ruído das ondas. E ela sabia que jamais poderia fugir: a casa, que parecia ser o reduto da noite, por estar envolta sempre numa auréola de escuridão, a vigiava. [fonte: Facebook do autor] Casa do Promontório, o Solar dos Gansfields: uma casa misteriosa, sufocante, melancólica. Contudo, era uma sólida obra, toda construída com blocos de pedra. E é para lá que Oliver Collins segue após receber um bilhete de cunho nervoso, vindo de Richard Gansfield, seu amigo de longa data; num passado não tão recente, ambos haviam cursado Direito juntos, embora Richard jamais tivesse a mínima vontade de seguir carreira como magistrado, pois, na realidade, ele formara-se apenas para agradar seu falecido avô. Sua verdadeira paixão era a Entomologia (estudo dos insetos). Richard havia se distanciado de Oliver logo após seu casamento com Rachel, uma bela mulher (descrita com detalhes bem convincentes pelo autor). Além da extrema beleza, Rachel carregava consigo uma aura de mistério e sedução; assim que pousou seus olhos nela, Oliver rompeu o fio tênue que separa a loucura da paixão, fazendo ambos apaixonarem-se perdidamente. Todavia, além de carregar a culpa por amar a esposa do seu melhor amigo, Oliver terá que lutar com algo verdadeiramente sinistro, que ronda a atmosfera enevoada da Casa do Promontório… e que está ceifando rapidamente a vida de Richard! [fonte: ALEX ANDRÉ - LENDO MUITO, 2017]

Rachel |  R. F. Lucchetti | Capa |
Rachel |  R. F. Lucchetti | Editora: Editorial Corvo | Coleção: R. F. Lucchetti | Volume: 5 | Março de 2017 | ISBN: 978-85-917914-6-0 | Capa: Hugo Araújo (ilustração) | Capa: Fabio Moraes (finalização) | Prefácio: Paulo Wences Duarte | Álbum de Capas da Coleção |

O Solar dos Gansfields | Christine Gray | Capa |
O Solar dos Gansfields | Christine Gray | Editora: Cedibra (Companhia Editoria Brasileira) | Coleção: Sonhadora | 1975 | Álbum de Capas da Coleção |

Fim-de-semana com a morte | R. F. Lucchetti | Capa |
Fim-de-semana com a morte | R. F. Lucchetti | Editora: Cedibra (Companhia Editora Brasileira) | Coleção: Super Policial | Volume: 1 | 1972 | Álbum de Capas da Coleção |

domingo, 20 de janeiro de 2019

Monteiro Lobato: O pinguim que andou de bonde (2019, fragmento)

O pinguim que andou de bonde é um fragmento (trecho) do livro A Barca de Gleyre do escritor brasileiro Monteiro Lobato [+capas], publicado separadamente no Brasil em janeiro de 2019 pela editora FTD. Direcionado para crianças a partir de 3 anos ou em processo de alfabetização, é um livro curto (32 páginas) e com muitas ilustrações, permitindo assim que crianças nessa faixa etária sejam apresentados ao universo lobatiano. A história sobre os pinguins é uma história verdadeira que aconteceu com Monteiro Lobato enquanto ele passava férias no litoral paulista (Itanhaém, Santos, São Vicente) em julho de 1915. Ele mencionou a história em duas cartas que enviou para seu amigo Godofredo Rangel, datada de 3 e 15 de julho de 1915. Essas cartas podem ser lidas completas no livro A Barca de Gleyre (1944), que reproduz uma série de cartas que Monteiro Lobato escreveu para Godofredo Rangel durante 40 anos (1903-1943).

Em uma praia de São Vicente, Lobato encontra um pinguim de asa quebrada e quer levá-lo para casa, de bonde, mas o motorneiro do bonde não gosta muito da ideia. (FTD, 2019)

O pinguim que andou de bonde. Monteiro Lobato. Editora FTD. Coleção Meu Primeiro Lobato. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01701-5. Capa de Nelson Cruz (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Nelson Cruz. Fragmento de A Barca de Gleyre.
O pinguim que andou de bonde. Monteiro Lobato. Editora FTD. Coleção Meu Primeiro Lobato [+capas]. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01701-5. Capa de Nelson Cruz (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Nelson Cruz. Fragmento de A Barca de Gleyre.

Referências:

Monteiro Lobato: O pintinho sura (2019, fragmento)

O pintinho sura é um fragmento (trecho) do livro Histórias de Tia Nastácia do escritor brasileiro Monteiro Lobato [+capas], publicado separadamente no Brasil em janeiro de 2019 pela editora FTD. Direcionado para crianças a partir de 3 anos ou em processo de alfabetização, é um livro curto (32 páginas) e com muitas ilustrações, permitindo assim que crianças nessa faixa etária sejam apresentados ao universo lobatiano. O pinto sura é o 29º conto popular de Histórias de Tia Nastácia (1937), que é uma seleção e adaptação de contos populares e folclóricos coletados pelo sociólogo brasileiro Sílvio Romero e publicados no livro Contos populares do Brasil (1885) (conto: O pinto pelado). 

Um pintinho anda triste pelo galinheiro. Ele é diferente dos outros pintinhos que vivem ali, porque não tem rabo. Por isso, sofre a perseguição de um frangote carijó. Cansado dessa vidinha sofrida, ele decide levar uma carta ao rei, encontrando pelo caminho uma raposa, um rio e um espinheiro. (FTD, 2019)

O pintinho sura. Monteiro Lobato. Editora FTD (São Paulo-SP). Coleção Meu Primeiro Lobato. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01700-8. Capa de Marilda Castanha (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Marilda Castanha. Fragmento de Histórias de Tia Nastácia.
O pintinho sura. Monteiro Lobato. Editora FTD (São Paulo-SP). Coleção Meu Primeiro Lobato [+capas]. Janeiro de 2019. ISBN: 978-85-96-01700-8. Capa de Marilda Castanha (ilustração) e Bloco Gráfico (projeto gráfico). Ilustrações de Marilda Castanha. Fragmento de Histórias de Tia Nastácia.

Referências:

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Julieta de Godoy Ladeira: Recife dos holandeses (1987)

Recife dos holandeses. Julieta de Godoy Ladeira. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História. 1987-1998 (1ª a 6ª edição). ISBN: 85-08-01925-4. Capa de Rodval Matias (ilustração). Ilustrações de Rodval Matias.
Recife dos holandeses é um livro paradidático de História do Brasil da escritora brasileira Julieta de Godoy Ladeira, publicado originalmente no Brasil em 1987 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro são as invasões holandesas no Brasil colonial durante o século XVII (1630-1654), incluindo o governo de Maurício de Nassau em Recife (1637-1643) e a Insurreição Pernambucana, que resultou na expulsão dos holandeses do Brasil pelos portugueses. O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

A presença dos holandeses no Nordeste brasileiro entre 1630 e 1654 e sua influência na vida socioeconômica do Brasil - a administração de Maurício de Nassau foi mais moderna do que aquela com que a Colônia estava acostumada. Mas o Brasil holandês foi marcado também pela resistência ao invasor, com a chamada Insurreição Pernambucana. [fonte: site da editora, setembro de 2001] Eventos históricos abordados: (1) As consequências do domínio espanhol para o Brasil açucareiro (2) Resistência inicial (3) Calabar (4) Brasil holandês de Nassau (5) Insurreição Pernambucana.

Recife dos holandeses. Julieta de Godoy Ladeira. Editora Ática. Coleção O Cotidiano da História. 1987-1998 (1ª a 6ª edição). ISBN: 85-08-01925-4. Capa de Rodval Matias (ilustração). Ilustrações de Rodval Matias.
Edições: 1ª (1987), 2ª (1990), 3ª (1991), 4ª (1994), 5ª (1995), 6ª (1998).

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Luiz Alexandre Teixeira Jr.: O engenho colonial (1983)

O engenho colonial é um livro paradidático de História do Brasil escrito por Luiz Alexandre Teixeira Jr. (pseudônimo coletivo), publicado originalmente no Brasil em 1983 pela editora Ática, dentro da coleção O Cotidiano da História. A temática histórica tratada no livro é o dia-a-dia em um engenho de cana-de-açúcar na capitania de Pernambuco no século XVII (1601-1700), no período do Brasil colonial.  O livro é dividido em duas partes: uma narrativa ficcional mostrando a visão do personagem aos acontecimentos; e um apêndice com vários artigos de conteúdo histórico contextualizando o período. 

O litoral pernambucano foi a mais importante região açucareira da América portuguesa no período colonial. É nesse cenário que o mascate João levará você a percorrer o engenho de D. Luís, rico senhor de engenho. Entre personagens fictícias e fatos históricos, a partir desta leitura de O engenho colonial você poderá conhecer o cotidiano das relações sociais e econômicas que marcaram a vida no Brasil colônia. [fonte: contracapa da edição de 2003] O livro narra o contraste interno de um engenho típico do Brasil colonial. Nele, os proprietários vivem suntuosamente, consumindo produtos europeus, enquanto os escravos, tocados a chicote, trabalham cortando cana-de-açúcar para produzir aquele que seria o principal produto exportado pelo Brasil no século XVII. [fonte: site da editora, setembro de 2001] 

Eventos históricos abordados: (1) O pacto colonial (2) A plantation açucareira (3) A sociedade açucareira (4) O cotidiano num engenho da Zona da Mata pernambucana (século XVII).