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segunda-feira, 26 de maio de 2014

O Ninho dos Gaviões

José Maviael Monteiro, Editora Ática, Série Vaga-Lume, 1988-1991.
Capa por Jayme Leão (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout).
Ilustrações por Jayme Leão. 
Primeira edição publicada no Brasil em 1988.

Oi, amigos! A Márcia, o Alfredo e o Oswaldo querem escalar uma montanha superalta. Será que vão conseguir? Olhem! A Márcia recebeu um bilhete anônimo. Quem será que enviou? Sei lá... Isto está com cara de ameaça. Xiii. O Dagomir e a Tânia quase foram atropelados. Que susto! É, parece que tem gente querendo atrapalhar a escalada! Opa! O que faz esse helicóptero rondando o pico Ninho dos Gaviões? Que mistério! Puxa! Essa história sobre alpinismo promete muita emoção. Que tal começar a ler agora mesmo? [fonte: orelha do livro] 

Três jovens alpinistas escalam o Ninho dos Gaviões, sem imaginar que teriam de enfrentar uma quadrilha de traficantes que usava a montanha como esconderijo. As ameaças estão em todos os momentos da escalada. [fonte: site da editora, dezembro de 2004] 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Luiz Puntel: Meninos sem pátria (1981)

Meninos sem pátria
é uma novela juvenil, de narrativa histórica, do escritor brasileiro Luiz Puntel, publicado originalmente no Brasil em junho de 1981 pela editora Brasiliense, com temática histórica sobre a ditadura militar no Brasil e a perseguição a jornalistas, levando-os, juntamente com a família, ao exílio em outros países. | Álbum de Capas do Autor |


Marcão e Ricardo vivem na pequena cidade de Canaviápolis com a mãe, que está grávida, e com o pai, que é jornalista. Durante uma partida decisiva de futebol de botão o pai dos meninos chega em casa apavorado, contando que arrombaram a redação do jornal onde trabalha. Alguns dias depois, a família começa a receber ameaças pelo telefone e na rua. O jornalista e a mulher ficam preocupados, até que um dia o pai de Marcos desaparece. Com a ajuda de freiras, eles descobrem que o pai está na Bolívia e começam então uma verdadeira jornada no exílio, passando pelo Chile e pela França. [fonte: orelha, 2016, Ática] Na Europa, Marcão faz grandes amizades e aparecem os amores, como a encantadora francesinha Claire. Mas o rapaz sabe que é tudo provisório... Um dia chegará o momento de retornar. Acompanhando os passos desses meninos sem pátria, você vai conhecer a difícil jornada de jovens forçados a abandonar o Brasil durante os anos de repressão do governo militar, que foi imposto ao país em 1964. [fonte: contracapa, 1999, Ática]

sábado, 26 de abril de 2014

Francisco Marins: A Montanha das Duas Cabeças (1988)

A Montanha das Duas Cabeças | Francisco Marins | Editora: Ática | São Paulo-SP | Coleção: Vaga-Lume | 1988 | ISBN: 85-08-02886-5 | Capa: Jô Fevereiro (ilustração) | Capa: Ary Almeida Normaha (leiaute) | Ilustrações: Jô Fevereiro |
A Montanha das Duas Cabeças é um romance histórico juvenil do escritor brasileiro Francisco Marins, publicado originalmente no Brasil em 1988 pela editora Ática. A narrativa continua as aventuras dos jovens Tonico e Peroba iniciadas em O mistério dos Morros Dourados (1985) e teve mais uma continuação publicada, Em busca do diamante (1995). | Álbum de Capas do Autor

No século passado, Tonico, Perova e o amigo dos dois, o índio Pixuíra, enfrentam o perigo desbravando a imensidão das matas brasileira. O contato com índios hostis, exploradores em busca de ouro e diamantes, além da ameaça de animais selvagens, marca sua trajetória, em direção à Montanha das Duas Cabeças, no interior de Goiás. Dessa vez o trio de aventureiros está decidido a encontrar mesmo a legendária Mina dos Martírios. Seguindo as trilhas de Tonico, Perova e Pixuíra, você vai conhecer a vida arriscada dos homens que criaram as fronteiras do Brasil. [fonte: contracapa, 1998, Ática]

Os passageiros do futuro (Wilson Rocha, Editora Ática, Coleção Vaga-Lume, 1987-1992)

Capa criada por Milton Rodrigues Alves (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)
Ilustrações internas por Milton Rodrigues Alves
B-Hor, Thera, Plick e Delon vivem no ano 3000 e se envolvem com experiências científicas e alta tecnologia. Por engano, Delon viaja no tempo e para numa lanchonete carioca em 1987, onde conhece Márcia e já arruma confusão. À procura do amigo, B-Hor, Thera e Plick também viajam no tempo, mas dá tudo errado: eles caem no século XVIII em meio a uma invasão francesa no Rio de Janeiro. Agora os amigos terão de descobrir como voltar para casa e tentar não se envolver em mais problemas enquanto estão por aqui. [fonte: site da editora]

Enigma na televisão

capa 2 (1993-1998)
capa 1 (1987-1992)

Autor (a): Marcos Rey [lista]
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1987-1992 [capa 1] e 1993-1998 [capa 2]
Arte da Capa: Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)

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Sinopse: Beijar na boca é crime? Assim pensam as integrantes da Liga das Sentinelas, que protestam contra os programas da TV Mundial. Mas elas seriam capazes de cometer uma série de assassinatos para defender suas ideias? É o pretende descobrir o jovem repórter Ivo. Siga com ele as pistas de uma trama sinistra, neste livro emocionante de Marcos Rey.  [fonte: contracapa]

Edição Original: Enigma na televisão, 1987, Brasil, Editora Ática.
Ilustrado por Jô Fevereiro.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

O outro lado da ilha

capa 2 (1995)
capa 1 (1986-1991)

Autor (a): José Maviael Monteiro [lista]
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1986-1991, 1995
Arte da Capa: Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)

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Sinopse: Que ameaça terrível se esconde do outro lado da ilha? Uma surpresa pavorosa aguarda o grupo de excursionistas que haviam planejado um fim-de-semana tranquilo, em contato harmônico com a natureza e o mar. Neste romance incrível, José Maviael Monteiro apresenta as consequências catastróficas de uma intervenção apressada sobre o meio ambiente.  [fonte: contracapa]

Edição Original: O outro lado da ilha, 1986, Brasil, Editora Ática.
Ilustrado por Jô Fevereiro.

Orelha, por Edu: "Olá, pessoal! Toda essa turma que está no barco foi tio Cirilo quem levou pra ilha da Cacaia. E lá começaram a surgir muitos mistérios. Nossa! Que explosão foi aquela? Olha lá! Tio Cirilo, Ivan e os outros ficaram apavorados com o estouro da vidraça. Puxa! Ainda bem que o Ivan e a Lia aproveitam também as belezas do lugar e a turma toda se envolve numa aventura cheia de ação e perigo. Vamos ler pra ficar sabendo de tudo?"

Luiz Puntel: Açúcar amargo (1986)

Açúcar amargo | Luiz Puntel | Editora: Ática | São Paulo-SP | Coleção: Vaga-Lume | 1986-1992 | ISBN: 85-08-01398-1 (1986) | ISBN: 85-08-02048-1 (1987-1992) | Capa: Jô Fevereiro (ilustração) | Capa: Ary de Almeida Normanha (leiaute) | Ilustrações: Jô Fevereiro |
Açúcar amargo é uma novela juvenil do escritor brasileiro Luiz Puntel, publicado originalmente no Brasil em 1986 pela editora Ática. O livro aborda uma temática de cunho social, sobre a desigualdade social e o difícil trabalho dos boias-frias no corte de cana-de-açúcar na década de 1980. Além disso, traz como pano de fundo histórico o "Levante de Guariba", a primeira greve dos boias-frias, que ocorreu na cidade paulista de Guariba, em maio de 1984, por melhores condições de trabalho aos cortadores de cana-de-açúcar. | Álbum de Capas do Autor |

A jovem Marta tem sua vida transformada após um trágico acidente que culminou na morte de seu irmão. Abalado, seu pai Pedro decide mudar de cidade e viver da colheita da cana. Ele culpa Marta pela perda do filho e a impede de estudar. Os dois passam a viver constantes desentendimentos. Decidida, a jovem vai atrás de seus sonhos e enfrenta a dura realidade da vida como boia-fria, enquanto lida com as mudanças e desejos típicos da adolescência. Aos poucos, ela entende a necessidade e a importância da luta social para conquistar seus direitos. [fonte: Editora Ática] Trabalhar e estudar não é fácil. Principalmente quando se trata do difícil trabalho dos boias-frias nas lavouras de cana. Mas é essa a realidade em que vivem, e é nela que Marta vai perceber o sentido da luta social e do amor. Como enfrentar, porém, o autoritarismo de Pedro, seu pai, que não lhe dá o mínimo valor? E quem será o misterioso Mudinho que apareceu repentinamente entre os boias-frias, quando eles resolveram reivindicar os seus direitos? Pelo ponto de vista de uma jovem decidida, você vai conhecer um pouco da vida dos trabalhadores sem-terra do interior paulista. [fonte: contracapa, 1999, Ática]

Luiz Galdino: Pega ladrão (1986)

capa 1 (1986-1992)
Capa criada por Paulo César Pereira (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Pega ladrão, do escritor brasileiro Luiz Galdino (1940-xxxx), publicado no Brasil entre 1986 e 1992 [capa 1] e entre 1993 e 1996 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1986. Ilustrado por Paulo César Pereira.

Sinopse: Até que se prove o contrário, todos os boys daquela agência de publicidade estão sob suspeita de roubo. Zeca não esperava por essa, ainda mais que esse é o seu primeiro emprego. Como querer que os outros acreditem na sua palavra, se ele mesmo já não sabe em qual dos colegas pode confiar? Para demonstrar sua inocência só resta uma saída: descobrir o verdadeiro culpado. [fonte: contracapa da edição publicada em 1995]

Os conflitos de Zeca no seu primeiro emprego, numa agência de publicidade, em meio ao mal-estar provocado por roubos e desconfianças. [fonte: site da editora, link visitado em junho de 2005]
capa 2 (1993-1996)


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terça-feira, 22 de abril de 2014

Bem-vindos ao Rio

capa 1 (1986-1991)
capa 2 (1992-1999)
Autor (a): Marcos Rey [lista]
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1986-1991 [capa 1] e 1992-1999 [capa 2]
Arte da Capa: Cláudio Rocha (ilustração), Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)

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Sinopse: Uma viagem ao Rio de Janeiro pode virar um pesadelo? É o que acontece com Cláudio e Pat, logo que chegam à Cidade Maravilhosa. Você vai conhecer um lado violento da realidade brasileira, acompanhando a aventura eletrizante dos dois jovens, vítimas de uma quadrilha formada por adolescentes, em Bem-vindos ao Rio, um livro emocionante de Marcos Rey. [fonte: contracapa] Sequestrados por um bando de garotos, durante uma viagem ao Rio, Cláudio e Pat vão conhecer de perto o problema do menor de rua. [fonte: site da editora]

Edição Original: Bem-vindos ao Rio, 1988, Brasil, Editora Ática.
Ilustrado por Cláudio Rocha e Jô Fevereiro.

Orelha, por Edu: "Oi, turma! Prepare-se para mais uma sensacional história de Marcos Rey. Vocês nem imaginam o que eu estou enxergando daqui, do alto da Cidade Maravilhosa. Olha só! O Cláudio e a Pat estão visitando o Rio pela primeira vez... Mas o passeio não será completamente feliz porque eles vão passar maus bocados naquele casarão. Xi, pessoal. Ali tem gente tentando fugir. Mas quem são aqueles três correndo do carro de polícia? E Cláudio? O que eles está fazendo em cima do telhado? Que história movimentada, não? Então, vamos começar a ler agorinha mesmo pra acompanhar todos esses lances emocionantes!"

segunda-feira, 21 de abril de 2014

O feijão e o sonho (Orígenes Lessa)

capa 1 (1985-1992)
Capa criada por Daisy Startari (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O feijão e o sonho, do escritor brasileiro Orígenes Lessa (1903-1986), publicado no Brasil entre 1985 e 1992 [capa 1] e entre 1993 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1938. Ilustrado por Daisy Startari.

Sinopse: O poeta Campos Lara é um grande sonhador. Só que, por se dedicar profundamente a sua criação literária, ele acaba esquecendo as necessidades cotidianas, como comprar comida para a família. Campos Lara sente que ninguém o compreende, e sua esposa, Maria Rosa, está cansada da difícil vida que levam.  As dificuldades de relacionamento de um casal e os conflitos internos de um homem sonhador são alguns dos temas abordados por Orígenes Lessa neste clássico da literatura que vem conquistando gerações de leitores. [fonte: site da editora, link visitado em março de 2014]

O que é mais importante: o dinheiro ou a felicidade? O poeta Campos Lara prefere a segunda opção, mas como é que ele vai fazer para sustentar a família? E o que fará Maria Rosa ao descobrir que está casada com um sonhador, sem o mínimo senso prático? Em O feijão e o sonho, um livro clássico de Orígenes Lessa, você vai acompanhar o dia-a-dia de um casal que enfrenta as dificuldades de conciliar os desejos e a realidade. [fonte: contracapa da edição publicada em 1995]
capa 2 (1993-1998)

Oi, pessoal! Aí vai a história de Maria Rosa e Campos Lara, uma história de amor diferente. Ela sempre preocupada com o feijão de cada dia, ele sempre escrevendo e curtindo a arte. Você nem pode imaginar quanta coisa acontece com eles! Acho que você tem muita sorte de poder ler este livro agora... [fonte: orelha da edição publicada em 1985]

Antes de 1985, as edições de O feijão e o sonho publicado na coleção Vaga-Lume possuía outra ilustração na capa, desenhada por Fernando Lopes, que também desenhou as ilustrações internas. A partir de 1985, tanto a ilustração da capa como as ilustrações internas, foram criadas por Daisy Startari. A capa do livro pela coleção Vaga-Lume voltaria a sofrer pequenas alterações no layout em 1993 (conforme visto nessa postagem) e 1999.

O livro é dividido em 51 capítulos, sem títulos. O feijão e o sonho ganhou em 1939 o Prêmio Antônio da Alcântara Machado (da Academia Brasileira de Letras – ABL).

Adaptação na televisão: O feijão e o sonho (1969, Brasil, novela, TV Educativa) e O feijão e o sonho (1976, Brasil, novela, TV Globo). Além disso, houve duas apresentações no programa de teleteatro TV de Vanguarda, da TV Tupi, em 1952 e 1956.


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