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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Capas dos livros da série Diário de um banana, de Jeff Kinney


Diário de um banana (Diary of a wimpy kid) é uma série de livros infantis do escritor, designer de jogos e ilustrador americano Jeff Kinney (1971-). Publicada desde 2007, a série conta atualmente com 9 livros lançados.

Com o subtítulo de "um romance em quadrinhos", a série narra em formato de diário o dia a dia de Greg Heffley, um garoto comum de 13 anos,  enfrentando divertidamente os desafios da puberdade. Greg escreve em seu diário, com engraçadíssimos desenhos para explicar e reforçar o que escreveu, o seu relacionamento com sua família, com seus colegas de escola e professores, com seu melhor amigo (Rowley Jefferson), suas tentativas nem sempre bem sucedidas com as garotas, além de fatos típicos (ou não tão típicos assim) na vida de um garoto.

O primeiro esboço de Greg Heffley foi criado por Jeff Kinney em janeiro de 1998. Com o passar dos anos, Kinney foi criando vários esboços e histórias envolvendo o personagem. Quando ele resolveu reunir todas as histórias criadas em um mesmo volume resultou em 1300 páginas. Em 2004, Kinney disponibilizou todo esse material no site funbrain.com. Em 2007, a editora Amulet Books publicou Diário de um banana no formato de livro, utilizando parte do material disponível (na realidade, menos de 10%). Os três primeiros livros é formato com o material do site, com alguns trechos inéditos, mas a partir do quarto volume, Jeff Kinney começou a produzir textos e ilustrações inéditos. Os livros da série Diário de um banana são best-sellers internacionais, tendo sido traduzido para mais de 40 idiomas.

Os livros que compõe a série são: Diário de um banana (Diary of a wimpy kid, abril de 2007), Rodrick é o cara (Rodrick rules, fevereiro de 2008), A gota d'água (The last straw, janeiro de 2009), Dias de cão (Dog days, outubro de 2009), A verdade nua e crua (The ugly truth, novembro de 2010), Casa dos horrores (Cabin fever, novembro de 2011), Segurando vela (The third wheel, novembro de 2012), Maré de azar (Hard luck, novembro de 2013) e Caindo na estrada (The long haul, novembro de 2014), Bons tempos (Old school, novembro de 2015). Todas as ilustrações, inclusive da capa, são de autoria do próprio Jeff Kinney. O layout da capa (título e moldura) é criação de Chad W. Beckerman.

O primeiro, segundo e quarto livros foram adaptados para o cinema: Diário de um banana - O filme (março de 2010, Diary of a wimpy kid), Diário de um banana 2: Rodrick é o cara (março de 2011, Diary of a wimpy kid: Rodrick rules) e Diário de um banana 3: Dias de cão (agosto de 2012, Diary of a wimpy kid: Dog days).


No Brasil, os livros são publicados, desde abril de 2009, pela V&R (Vergara & Riba), editora argentina fundada em 1996 por Trini Vergara e Lidia María Riba. Em 1998, a editora abriu uma filial no Brasil (na cidade de Cotia, estado de São Paulo) passando a publicar os títulos de seu catálogo no país. Os cinco primeiros títulos foram traduzidos por Antonio Macedo Soares (creditado também como Antonio de Macedo), enquanto que a partir do volume 6 (Casa dos horrores) a tradução passou a ser realizada por Alexandre Boide.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Capas de livros de colorir para adultos

[EM CONSTRUÇÃO]



Em 27 de novembro de 2014, a editora Sextante lançava no Brasil uma novidade: um livro de colorir destinado ao público adulto. Era o Jardim Secreto, da ilustradora escocesa Johanna Basford. Com o subtítulo de "livro de colorir e caça ao tesouro antiestresse", já que além das figuras para colorir o livro trazia "estratagemas" criadas pela autora para serem descobertos pelos pintores, o livro logo se tornou best-seller no país, alcançando o primeiro lugar nas listas dos livros mais vendidos de não ficção. A partir daí, o mercado editorial brasileiro sofreu em 2015 uma verdadeira "invasão/avalanche" de dezenas de títulos de várias editoras, aumentando a venda não só nas livrarias mas também nos estabelecimentos que vendem lápis de cor. 

Com subtítulos como "antiestresse" ou "arte terapia" são títulos dos mais variados temas: jardins, florestas, cidades/países, mandalas, religiões, mitologias, animais, modas, artes, entre muitos outros. O Capas de Livros Brasil não poderia deixar de trazer uma postagem com as capas que estão aí no mercado fazendo a cabeça dos aprendizes de pintura brasileiros. Decidi separar por temas, indicando na legenda da foto o título, o artista que criou as ilustrações e a editora. Clique nas imagens para vê-las ampliadas.

sábado, 18 de julho de 2015

Capas da série Terapia, Paulus Editora

EM CONTRUÇÃO

A série Terapia, da Paulus Editora, traz pequenos livros de autoajuda com mensagens inspiradoras que procuram conduzir o leitor para uma vida mais espiritual e saudável. Além do texto edificante, os livros da coleção trazem belíssimas e edificantes ilustrações criadas pelo americano R. W. Alley, cujos personagens são pequenos elfos (duendes, gnomos) que se envolvem nas mais variadas situações humanas.

A série Terapia é a versão brasileira da consagrada coleção americana Elf-Help Books, publicada pela editora Abbey Press. Apesar de todas ilustrações serem de autoria de R. W. Alley, os textos foram escritos por várias mãos. A série é um sucesso mundial a quase 30 anos, já que o primeiro volume, Be good-to-youreself therapy (de Cherry Hartman), foi publicado em 1987.

Apesar do texo simples e das ilustrações darem a entender que os livros sejam infantis, eles são direcionados para os adultos. A partir de 1998, a editora americana iniciou uma nova série com os elfos, Elf-Help Books for Kids, direcionados especialmente para as crianças. No Brasil, essa nova série também foi publicada pela Paulus Editora com o nome de Terapia Infantil.

Conheça a partir de agora os títulos e suas respectivas capas dos livros da coleção. Lembrando que alguns títulos foram publicados entre 1996 e 2002 comm uma capa mais simplista, enquanto que a partir de 2005 até hoje é publicado em capas cujo layout são troncos de uma árvore contornando toda a capa.

domingo, 21 de junho de 2015

O pêndulo da noite (Marcos Rey)

Capas do livro O PÊNDULO DA NOITE (contos), do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999). A primeira edição do livro foi publicada no Brasil em 1977. O livro reúne 6 contos: "Mustang cor-de-sangue", "O dicionarista", "Eu e meu fusca", "Venha, mas venha com Kelene", "O bolha" e "O cão da meia-noite".

Global Editora, Coleção Marcos Rey, 2005, 180 páginas 
Capa de Victor Burton
Contracapa: Em O Pêndulo da Noite encontramos um Marcos Rey em plena forma: irônico, cético em relação à humanidade, por vezes debochado. As narrativas deslizam como um carro numa pista de alta velocidade. Texto exato, sem palavras a mais e sem preciosismos, a gíria bem empregada, quando necessário o palavrão. Diálogos vivos. Personagens marcados pela existência, ásperos, prisioneiros do sistema de vida da cidade grande moderna (São Paulo), alguns vivendo em quitinetes mínimas, fábricas de neuroses, ou em pensões baratas. São vigaristas de todas as espécies, assaltantes, prostitutas, psicopatas, jornalistas que mal ganham para comer, espertalhões, artistas de sucesso, ingênuos (o que seria dos espertos sem eles?). E também ricaços da alta sociedade, satirizados de maneira implacável. Neste mundo quase pitoresco, a um dedo da marginalidade, predomina um sentimento de amarga frustração e de permanente solidão, uma absoluta incapacidade de comunicação entre os seres humanos, perdidos na selva de pedra, como animais de espécies diferentes. Cada um procura enganar o outro, na busca de suas conveniências, vantagens pessoais ou prazeres imediatos (Mustang Cor de Sangue). Há os frustrados, que perdem qualquer escrúpulo para alcançar seus fins, mas que podem apenas estar cavando a própria ruína, como no sarcástico O Dicionarista. Mas, o autor acredita que nem tudo está perdido, pelo menos enquanto houver otários como o personagem de O Bolha, ou figuras com um resto de sentimento humano como o herói de O Cão da Meia-noite, um dos mais belos contos de animais da literatura brasileira, ponto alto do livro, ao lado de Eu e Meu Fusca. Um livro com 'a força de uma denúncia', como observa João Antonio, que achará o seu lugar 'aos trompaços, socos e pontapés', tal como as coisas acontecem na sociedade brasileira atual.

Editora Civilização Brasileira, Coleção Vera Cruz (Nº 238), 1977, 180 páginas
Capa de Eugênio Hirsch.

O conto "Mustang cor de sangue" foi adaptado pelo cinema brasileiro em 1979 (Patty, a mulher proibida).

sábado, 18 de abril de 2015

Capas do livro Memórias de um gigolô, de Marcos Rey


Memórias de um gigolô é um romance do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999), publicado originalmente em 1968 pela editora Senzala. COMPRE

O livro narra as recordações que Mariano que tem sobre sua vida boêmia nas décadas de 1920 e 1930 na cidade de São Paulo. Criado pela cartomante Antonieta, Mariano aprende a ler a sorte em cartas de baralho. Mas sua protetora morre quando ele ainda é um menino, o que ocasiona de Mariano ser adotado por Madame Iara, uma das clientes de Antonieta. Iara é uma elegante dona de um bordel frequentado pela alta classe da cidade. No bordel, Mariano passa a conviver com as jovens prostitutas sob a firme supervisão de Madame Iara e passa a redigir cartas para elas, conseguindo seu primeiro emprego, o de redator de bordéis, que lhe dá algum dinheiro, que Mariano gasta em boas roupas. Quando o bordel recebe uma nova "sobrinha", Lu, a virgem de Guadalupe, Mariano se apaixona perdidamente. É aí que se inicia a atrapalhada carreira de gigolô de Mariano, que passa a ser conhecido por Tumache e Mon Gigolo. Mas o caminho de Mariano é atravessado pelo de Esmeraldo, um outro cafetão por quem Lu também se apaixona, ficando assim dividida entre a paixão dos dois malandros.

O personagem Mariano já havia protagonizado o conto "Mon Gigolo", lançado um ano antes no livro O enterro da cafetina (1967). 

Em 1970, Memórias de um gigolô foi adaptado pelo cinema brasileiro (Memórias de um gigolô) e em 1986 pela televisão brasileira (Globo), no formato de minissérie, em 1986 (Memórias de um gigolô). O livro também foi lançado na Argentina e Espanha (Memorias de un gigoló), Estados Unidos e Canadá (Memoirs of a gigolo), Alemanha (Memoiren eines gigolo) e Finlândia (Gigolon). 


sexta-feira, 17 de abril de 2015

Marcos Rey: O enterro da cafetina (1967)

O enterro da cafetina. Marcos Rey.
O enterro da cafetina é um livro de contos do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999), publicado originalmente no Brasil em 1967 pela editora Civilização Brasileira. O livro é composto de 7 contos direcionados ao público adulto. [+ CAPAS DO ESCRITOR BRASILEIRO MARCOS REY]

Os sete contos que compõe a coletânea são: (1) O enterro da cafetina (2) Mon Gigolo (3) O guerrilheiro (4) Traje de rigor (5) Sonata ao luar (6) O casarão amarelo (7) Noites de pêndulo. O protagonista do conto Mon gigolo, Mariano, protagonizou o romance seguinte do autor, Memórias de um gigolô (1968).

Marcos Rey escreveu uma obra que, como poucas, apresenta um retrato despojado mas crítico da sociedade paulistana. Ele a divide em duas partes desiguais: uma é a dos que estão no centro; a outra é a dos que estão na margem. Em O enterro da cafetina, em um cenário onde se mistura o culto ao dinheiro, a frieza das relações humanas e o isolamento social, seus personagens são os "marginais", ou seja, são aqueles a quem se proíbe a realização dos sonhos e de sobrevivência digna, seres que vagam quase sempre à noite, mariposas noturnas, condenados a viver aprisionados "ad aeternum" na sua dança em busca da luz. [fonte: contracapa da edição de 2005, Global Editora]


O livro ganhou o Prêmio Jabuti em 1968 na categoria Contos/Crônicas/Novelas. O conto O enterro da cafetina foi adaptado pelo cinema brasileiro em 1971 (O enterro da cafetina), além de ser um dos episódios (O enterro da cafetina, exibido em 22/10/2002) da série de TV "Brava Gente" (2000-2003), produzida e exibida pela Rede Globo de Televisão.

domingo, 12 de abril de 2015

Ferradura dá sorte? / A última corrida (Marcos Rey)

Capas do livro FERRADURA DÁ SORTE? (romance), do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999). A primeira edição do livro foi publicada no Brasil em 1963. Em 1982, o livro foi reeditado com um novo título: A ÚLTIMA CORRIDA.

COMPRE o livro, clicando aqui.  

A última corrida, Global Editora, Coleção Marcos Rey, 2009
A última corrida, Editora Ática, Coleção Autores Brasileiros (Nº 80), 1982
Ferradura dá sorte?, Editora Edaglit, 1963

A história do livro se passa principalmente no hipódromo de São Paulo, com seus personagens corriqueiros: tratadores, jóqueis, proprietários de cavalos e apostadores. Gil é um rapaz que tem grande interesse pelo turfe (corrida de cavalos). Com a ajuda do rude Mestre Juca, um velho tratador de cavalos, Gil é treinado nas costas do cavalo Marujo, buscando um espaço nesse mundo fascinante.

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sábado, 11 de abril de 2015

Entre sem bater (Marcos Rey)

Capas do livro ENTRE SEM BATER (romance), do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999). A primeira edição foi publicada no Brasil em 1961.

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Global Editora, Coleção Marcos Rey, 2010

Editora Autores Reunidos, Coleção Romances de Agora (Nº 4), 1961
Capa de Walter Lewy
Ângelo, um empresário cinquentão, tem cobiça erótica pela jovem Irene. Irene é casada com Ricardo, que trabalha como publicitário na empresa de Ângelo. Irene e Ricardo ambicionam subir na vida e para isso precisam que Ricardo obtenha uma promoção no serviço. Um jogo de interesses gananciosos se estabelece de ambos os lados.

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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Café na cama (Marcos Rey)

Capas do livro CAFÉ NA CAMA (romance), do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999). A primeira edição foi publicada em 1960. 

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Global Editora, Coleção Marcos Rey, 2011
Prefácio escrito por Manoel Carlos

Editora Companhia das Letras, 2004

Editora Círculo do Livro, 1989-1994

Editora Ática, Coleção Autores Brasileiros, 1988

Editora Círculo do Livro, 1975-1986
Capa de Alfredo Aquino

Editora Senzala, 1967

Editora Autores Reunidos, Coleção Romances de Agora, 1960, 2ª edição

Editora Autores Reunidos, Coleção Romances de Agora, 1960, 1ª edição

O livro narra a história de Norma Simone, uma manicure pobre que vive em Vila Carrão, na cidade de São Paulo. Deixando seu serviço de manicure, ela passa a trabalhar como balconista na Loja das Américas. Com o objetivo de subir na vida, Norma adota um novo nome, Sandra, e usando de sua beleza passa a realizar trabalhos como modelo fotográfico. Ao mesmo tempo, a garota se prostitui nas fervilhantes noites paulistanas da década de 1950, onde passa a entrar em contato com pessoas da alta sociedade, seus empresários duvidosos ou decadentes. E sua ascensão não pára por aí. Trocando novamente seu nome, agora para Sylvana Rios, Norma inicia sua carreira como atriz de rádio, consagrando-se por fim como apresentadora de televisão e atriz de cinema.

O livro foi adaptado no cinema em 1973 (Café na cama).

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Um gato no triângulo (Marcos Rey)

Capas do livro UM GATO NO TRIÂNGULO (novela), do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999). A primeira edição foi publicada no Brasil em 1953.

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Global Editora, Coleção Marcos Rey, 2010.
Capa e ilustrações de Gonzalo Cárcamo
Editora Ática, Coleção Autores Brasileiros (Nº 97), 1995-1996

Editora Saraiva, Coleção Romances do Brasil (Nº 3), 1953

Havia uma lâmina afiada em cada ponta daquele triângulo...

Após a morte de sua mãe, o jovem Miguel continua a morar com seu padrasto Rômulo. Ambos trabalham na banca de peixes de Rômulo, mas Miguel sente-se sempre humilhado pelo padrasto ao mesmo tempo que sente inveja da condição financeira alcançada por ele, com casa e negócio próprio. A frágil convivência pacífica explode quando Rômulo contrata Eugênia como empregada em sua casa. Com o tempo, ambos se apaixonam por ela, que faz um jogo duplo, já que ao mesmo tempo em que dá margem para a insatisfação de Miguel, dá parecer favorável às atitudes de Rômulo, direcionando esse triângulo amoroso para um final trágico.


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