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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O labirinto negro (Lawrence Durrell)


Capa criada por Enio Squeff para o livro O labirinto negro, do escritor indiano (naturalizado britânico) Lawrence Durrell (1912-1990), publicado no Brasil em 1986 pela editora Rio Gráfica, dentro da coleção Grandes Sucessos da Literatura Internacional (Nº 11). Traduzido do original Cefalu (1947, lançado posteriormente como The dark labyrinth) por Daniel Gonçalves.

Sinopse: O labirinto de Creta - que, segundo a antiga lenda grega, aprisionava o Minotauro, monstro metade homem, metade touro - é o cenário onde se perdem sete turistas ingleses em viagem num cruzeiro pelo Mediterrâneo: um nobre a quem os médicos deram pouco tempo de vida; um médium em crise por se ver privado de seus dons; um pintor famoso; uma moça que procura curar-se de sintomas de tuberculose; uma missionária; e um jovem casal. Este livro do célebre autor de O quarteto de Alexandria foi escrito, segundo o próprio Lawrence Durrell reconheceu, "no estilo do romance policial". Carregada de elementos de suspense, a narrativa conduz o leitor a um desfecho surpreendente, numa intrincada e envolvente fábulas sobre a condição humana. [fonte: contracapa do livro]

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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Os frutos da terra (André Gide)


Capa criada por Enio Squeff para o livro Os frutos da terra, do escritor francês André Gide (1869-1951), publicado no Brasil em 1986 pela editora Rio Gráfica, dentro da coleção Grandes Sucessos da Literatura Internacional (Nº 10). Traduzido do original Les nourritures terrestres (1897) e Les nouvelles nourritures (1935) por Sérgio Milliet.

Sinopse: "Escrevia este livro num momento em que a literatura cheirava furiosamente a convenção e a mofo; em que me parecia urgente fazê-la tocar de novo a terra e pousar simplesmente um pé no solo." Assim o prêmio Nobel de Literatura de 1947, André Gide, definiria essa obra que, com lirismo e sensualidade, reúne poemas e textos em prosa pregando a sinceridade e o retorno dos instintos, em oposição ao estetismo em que estava mergulhada a literatura francesa de então. Um narrador meio bíblico, meio nietzscheano, dá conselhos a Nathanael, discípulo imaginário que bem pode ser qualquer leitor. O próprio Gide reconheceu a importância de Os frutos da terra em sua vasta obra, tanto que, em 1935, publicou uma espécie de sequência ao livro, Os novos frutos, também incluída na presente edição. [fonte: contracapa do livro]

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1934 (Alberto Moravia)



Capa criada por Enio Squeff para o livro 1934, do escritor italiano Alberto Moravia (1907-1990), publicado no Brasil em 1986 pela editora Rio Gráfica, dentro da coleção Grandes Sucessos da Literatura Internacional (Nº 9). Traduzido do original 1934 (1982) por Udine Tausz de Macedo.

Sinopse: Na Itália facista, o jovem intelectual Lucio busca a melhor forma de conviver com seu desespero, procurando não sucumbir ao trágico desfecho do suicídio. Num balneário em Capri, conhece Beate, atriz alemã casada com um oficial nazista, jovem aparentemente tão desesperançada quanto ele. E entre os dois tem início uma estranha história, em que amor e morte surgem como as diferentes faces da mesma moeda. À angústia existencial das personagens principais, Alberto Moravia - talvez o mais conhecido escritor italiano do século - contrapõe, com aguda sensibilidade, o sinistro momento histórico do recrudescimento do facismo e do nazismo, criando uma obra de forte cunho social e político. [fonte: contracapa do livro]

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sábado, 6 de abril de 2013

RESGATADA

REVELADA

Lançamento previsto para 2014

P. C. Cast e Kristin Cast: Escondida (2012)

Autora: P.C. Cast
Autora: Kristin Cast
Editora: Novo Século
Série: House of Night (Nº 10)
Período de Publicação: 2013
Arte da Capa: Genildo Santana (Lumiar Design)

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Contracapa: Finalmente, Zoey consegue o que sempre quis: a verdadeira natureza malévola de Neferet foi desmascarada, e o Conselho Supremo dos Vampiros não está mais ao lado dela. Mesmo assim, a força da ex-Grande Sacerdotisa está longe de ser insignificante. Primeiro, um misterioso incêndio assola os estábulos. Depois, Neferet começa a jogar os humanos contra os vampiros e ataca alguém muito ligado a Zoey – tudo para tentar criar o caos no mundo. Com as sementes da destruição espalhadas na Morada da Noite, todos precisam se organizar para elaborar estratégias de defesa. Porém, isso se revela mais difícil do que nunca. Kalona, antigo inimigo do grupo de Zoey, tornou-se guerreiro e protetor da Morada da Noite. Para agravar a situação, Zoey vê algo através da pedra da vidência que mal consegue explicar a si mesma. É possível que Heath tenha retornado em uma forma diferente? É por esse motivo que Zoey está tão intrigada a respeito de Aurox, quando parece tão óbvio que ele é perigoso? E quem acreditaria se ela contasse? Em meio à tensão que começa a afetar as amizades dentro do grupo, a horda de nerds conseguirá manter-se unida para enfrentar as Trevas antes que seja tarde.

Edição Original: Hidden, 2012, Estados Unidos.
Traduzido por Alessandra Kormann.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O jovem Törless (Robert Musil)


Capa criada por Enio Squeff para o livro O jovem Törless, do escritor austríaco Robert Musil (1880-1942), publicado no Brasil em 1986 pela editora Rio Gráfica, dentro da coleção Grandes Sucessos da Literatura Internacional (Nº 8). Traduzido do original Die Verwirrungen des Zöglings Törleß (1906) por Lya Luft.

Sinopse: Seu último - e inacabado - romance, o extenso O homem sem qualidades, fez do austríaco Robert Musil um dos maiores escritores do século, ao lado de Marcel Proust, James Joyce e Thomas Mann. Antes dele, Musil havia publicado, além de novelas e peças teatrais, apenas um romance: O jovem Törless. Baseado em sua vivência num internato militar para filhos de famílias influentes do império austro-húngaro, o autor narra, aqui, as violências físicas e morais que os alunos infligem a um de seus colegas. O romance, publicado originalmente em 1906, foi visto mais tarde como uma lúcida premonição do surgimento do nazismo. Descrevendo a formação de um jovem, transforma-se em um comovente libelo contra o autoritarismo. [fonte: contracapa do livro]

Adaptação no cinema: O jovem Törless (1966).

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A rua das ilusões perdidas (John Steinbeck)


Capa criada por Enio Squeff para o livro A rua das ilusões perdidas, do escritor americano John Steinbeck (1902-1968), publicado no Brasil em 1986 pela editora Rio Gráfica, dentro da coleção Grandes Sucessos da Literatura Internacional (Nº 7). Traduzido do original Cannery Row (1945) por A. B. Pinheiro de Lemos.

Sinopse: Considerado pela crítica o melhor livro de John Steinbeck, prêmio Nobel de Literatura de 1962, A rua das ilusões perdidas - publicado anteriormente sob o título de Caravana dos destinos - revela exemplarmente o senso de humor e o tom descontraído presentes em boa parte da produção do célebre escritor norte-americano. Dosando com maestria humor e emoção, o autor narra, aqui, o cotidiano de Cannery Row - pitoresca rua de Monterey, na Califórnia -, habitada por bêbados, vagabundos e prostitutas. Escritor bastante popular em seu país de origem, Steibeck teve alguns de seus romances transportados para as telas como As vinhas da ira e A leste do Éden, que lhe valeram prestígio internacional.
 
Adaptação no cinema: Paixões sem destino (1982).

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