Capas dos livros da Coleção Saraiva, da Editora Saraiva

[EM CONTRUÇÃO]


A Coleção Saraiva é uma seleção de livros nacionais e estrangeiros publicados pela Editora Saraiva do final da década de 1940 até o começo da década de 1970.

Uma vez por mês, a partir de julho de 1948, era comercializado um livro pelo inovador (na época) sistema de assinaturas, criado alguns anos antes pelo Clube do Livro. A coleção, que chegou a 287 volumes de 232 títulos diferentes (já que alguns títulos eram divididos em 2 ou mais volumes), tinha um forte apelo popular, o que se pode notar por suas capas com belas ilustrações coloridas, em sua maioria criação do ítalo-brasileiro Nico Rosso (ele desenhou as capas e contracapas do Nº 21 até o Nº 287, o último da coleção, em maio de 1972). Impresso no formato de livro de bolso, com papel de uma qualidade barata, a coleção conseguia um preço mais popular, alcançando um grande número de leitores de várias classes sociais. A coleção foi um sucesso nas décadas de 1950 e 1960, saindo com tiragens altíssimas para a época de 50 mil exemplares.

Segue abaixo, as capas dos livros da coleção...





  O rei cavaleiro. Vida de D. Pedro I (subtítulo). Pedro Calmon. Editora Saraiva. Coleção Saraiva, Nº 1. Julho de 1948. Capa de Guilherme Walpeteris. [O rei cavaleiro: Vida de D. Pedro I, 1933, Brasil]
O rei cavaleiro. Vida de D. Pedro I (subtítulo). Pedro Calmon. Editora Saraiva. Coleção Saraiva, Nº 1. Julho de 1948. Capa de Guilherme Walpeteris. [O rei cavaleiro: Vida de D. Pedro I, 1933, Brasil]

O professor Jeremias. Léo Vaz. Editora Saraiva. Coleção Saraiva, Nº 2. Agosto de 1948. Capa de Guilherme Walpeteris. [O professor Jeremias, 1920, Brasil]
O professor Jeremias. Léo Vaz. Editora Saraiva. Coleção Saraiva, Nº 2. Agosto de 1948. Capa de Guilherme Walpeteris. [O professor Jeremias, 1920, Brasil]

 
Nos sertões do Araguáia. Narrativas da expedição às glebas bárbaras do Brasil Central (subtítulo). Hermano Ribeiro da Silva. Editora Saraiva. Coleção Saraiva, Nº 3. Setembro de 1948. Capa de Guilherme Walpeteris. [Nos sertões do Araguáia: Narrativas da expedição às glebas bárbaras do Brasil Central, 1935, Brasil]

Os irmãos Leme. Paulo Setúbal. Editora Saraiva. Coleção Saraiva, Nº 4. Outubro de 1948. Capa de Guilherme Walpeteris. [Os irmãos Leme, 1933, Brasil]
Os irmãos Leme. Paulo Setúbal. Editora Saraiva. Coleção Saraiva, Nº 4. Outubro de 1948. Capa de Guilherme Walpeteris. [Os irmãos Leme, 1933, Brasil]

 Ben Hur. Romance dos tempos de Jesus Cristo (subtítulo). Lewis Wallace. Editora Saraiva. Coleção Saraiva, Nº 5. Novembro de 1948. Capa de Guilherme Walpeteris. Tradução de J. B. Mello e Souza [Ben-Hur: A tale of the Christ, 1880, Estados Unidos]
Ben Hur. Romance dos tempos de Jesus Cristo (subtítulo). Lewis Wallace. Editora Saraiva. Coleção Saraiva, Nº 5. Novembro de 1948. Capa de Guilherme Walpeteris. Tradução de J. B. Mello e Souza [Ben-Hur: A tale of the Christ, 1880, Estados Unidos]

























Ben Hur Lewis Wallace Editora Saraiva Coleção Saraiva Outubro de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Tradução de J. B. Mello e Souza Literatura Americana Capa Livro
Ben Hur
Lewis Wallace
Subtítulo: Romance dos tempos de Jesus Cristo
Editora Saraiva
Coleção Saraiva, Nº 5
Outubro de 1948
Capa de Guilherme Walpeteris
Tradução de J. B. Mello e Souza
Literatura Americana
Publicado originalmente em 1880 (Ben-Hur: A tale of the Christ)

No mesmo dia que Jesus Cristo nasceu, em outra parte da cidade nascia Judá Ben-Hur. Assim como Jesus, Ben-Hur também é condenado injustamente. Ele é obrigado a servir pelo resto da sua vida como escravo nas galés romanas por supostamente ter atentado contra a vida de um cônsul romano. Conquistando a confiança de um rico cidadão romano, Ben-Hur é adotado pelo mesmo e vai à Roma aprender técnicas de lutas e como dirigir bigas de corrida. Ao retorna a Judeia, Ben-Hur reencontra seu amigo de infância, Messala, mas percebe que as coisas não continuaram iguais entre eles. É interessante notar na narrativa que Ben-Hur e Jesus Cristo se cruzam várias vezes, como por exemplo, no batismo do Jordão, na cura de sua mãe e irmã leprosas, na crucificação, entre outros momentos.


Navio ancorado Ondina Ferreira Editora Saraiva Coleção Saraiva Dezembro de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Literatura Brasileira Capa Livro
Navio ancorado
Ondina Ferreira
Editora Saraiva
Coleção Saraiva, Nº 6
Dezembro de 1948
Capa de Guilherme Walpeteris
Literatura Brasileira
Primeira edição
Navio ancorado Ondina Ferreira Editora Saraiva Coleção Saraiva Dezembro de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Literatura Brasileira Contracapa Livro


O livro conta o dia-a-dia de vários moradores de um prédio de apartamentos na cidade de São Paulo. O título do livro refere-se a comparação que uma das personagens, Ercília, faz sobre o prédio onde os moradores da narrativa moram. Ercília diz que o prédio "parece um navio ancorado".



Recordações da Casa dos Mortos Fiódor Dostoiévski Editora Saraiva Coleção Saraiva Janeiro de 1949 Capa de ... Tradução de José Geraldo Vieira Capa Livro
Recordações da Casa dos Mortos
Fiódor Dostoiévski
Editora Saraiva
Coleção Saraiva, Nº 7
Janeiro de 1949
Capa de ...
Tradução de José Geraldo Vieira
Literatura Russa
Recordações da Casa dos Mortos Fiódor Dostoiévski Editora Saraiva Coleção Saraiva Janeiro de 1949 Capa de ... Tradução de José Geraldo Vieira Contracapa LivroPublicado originalmente em 1862 (Zapiski iz mertvogo doma)

O livro narra uma série de eventos não interligados ocorridos dentro de uma prisão de trabalhos forçados na gelada Sibéria, mostrando a cumplicidade ou a discriminação entre os prisioneiros e seus sonhos pela liberdade.

No Brasil, outras traduções do livro foram lançadas com os títulos A Casa dos Mortos e Memórias da Casa dos Mortos.





































Capa Livro. Book Cover. Brasil. Década 1940. Guilherme Walpeteris.
O homem que calculava
Malba Tahan (Júlio César de Mello e Souza)
Nº 8, fevereiro de 1949
capa de Guilherme Walpeteris
Contracapa Livro. Brasil. Década 1940. Guilherme Walpeteris.Sinopse: Durante uma viagem para Bagdá Hank Tade-Maiá conhece Beremiz Samir. Beremiz é um excelente calculista, conseguindo resolver facilmente vários problemas matemáticos complicados. Com seu dom, Beremiz torna-se rapidamente famoso, o que desperta a simpatia e a inveja das pessoas. Sua fama chega até mesmo ao califa, que fica encantado com sua facilidade com os números.
Obra Original: O homem que calculava, 1938, Brasil. 


Capa Livro. Book Cover. Brasil. Década 1940. Guilherme Walpeteris.
O amanuense Belmiro
Cyro dos Anjos
Nº 9, março de 1949
Contracapa Livro. Brasil. Década 1940. Guilherme Walpeteris.capa de Guilherme Walpeteris
Sinopse: A burocrática vida do amanuense (escrevente) Belmiro Borba, um funcionário público de Belo Horizonte, é narrada em seu diário. Quando Belmiro resolve escrever as memórias da sua infância em um diário, ele acaba por descrever seu sem graça dia a dia entre o Natal de 1934 e o Carnaval de 1936.
Obra Original: O amanuense Belmiro, 1937, Brasil.


Capa Livro. Book Cover. Brasil. Década 1940.
O feijão e o sonho
Orígenes Lessa
Nº 10, abril de 1949
capa de ...
Sinopse: Carlos Lara é um poeta sonhador, disposto a sacrifícios para viver de sua literatura. Já sua mulher, Maria Rosa, tem os pés no chão, procurando através do trabalho criar seus filhos. Essa diferença de opiniões é o motivo das constantes brigas entre o casal.
Obra Original: O feijão e o sonho, 1938, Brasil
Ganhador do Prêmio Antônio de Alcântara Machado, da Academia Paulista de Letras.




Capa Livro. Book Cover. Brasil. Década 1940.
Confidências de Dona Marcolina
Galeão Coutinho
Nº 11, maio de 1949
capa de ...
Contracapa Livro. Brasil. Década 1940.Sinopse: Em Confidências de Dona Marcolina temos a versão de Dona Marcolina sobre sua vida conjugal com Simão e do cotidiano da narradora. 
O livro é uma sequência/versão alternativa de outro livro do autor, Memórias de Simão, o Caolho, onde o filósofo amador Simão narra sua vida conjugal com Dona Marcolina.
Obra Original: Confidências de Dona Marcolina, 1949, Brasil


Capa Livro. Book Cover. Brasil. Década 1940. Quo vadis: Powieść z czasów Nerona. Polônia.
Quo vadis?
Henryk Sienkiewicz
Nº 12, junho de 1949
capa de ...
Subtítulo: Romance no tempo de Nero
SinopseO livro narra a história de amor entre o general romano Marco Vinício e a cristã Lígia, durante o reinado do imperador Nero. Apaixonado por Lígia, Marco pede ao imperador que Lígia seja dada a ele. Apesar de inicialmente não corresponder ao amor de Marco, Lígia acaba se apaixonando por ele também. Mas quando Nero incendeia Roma e coloca a culpa nos cristãos, inicia-se uma cruel perseguição com a intenção de exterminar todos os cristãos de Roma.
Obra Original: Quo vadis: Powieść z czasów Nerona, 1895, Polônia. Tradução de ...


Emílio de Menezes - O último boêmio
Raimundo de Menezes
Nº 13, julho de 1949
capa de ...
SinopseBiografia do jornalista e poeta brasileiro Emílio Nunes Correia de Menezes (Curitiba, 4/7/1866 - Rio de Janeiro, 6/6/1918). Poeta satírico e trocadilhista, vivia sua vida boêmia (despreocupação com às normas da sociedade) na Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro, onde sua diversão era gozar de seus interlocutores, apesar de detestar ser gozado pelos outros. Em Emílio de Menezes - O Último Boêmio, Raimundo de Menezes descreve muitas situações em que é constatado o humor satírico de Emílio, que não poupava nem os políticos da época.
Obra Original: Emílio de Menezes - O último boêmio, 1945, Brasil
NotaApesar do mesmo sobrenome, Emílio e Raimundo não são parentes. O jornalista e escritor Raimundo Álvaro de Menezes é cearense nascido em Fortaleza em 5/3/1903. Trabalhou como delegado em São Paulo e Santos, vindo a falecer em 13/1/1984. Esta edição é ilustrada com fotografias em preto e branco.


A filha do inca
Menotti del Picchia
Nº 14, agosto de 1949
capa de ...
Obra Original: A república 3000, 1930, Brasil

Outro título no Brasil: A república 3000








Nº 15, setembro de 1949

Em surdina

Lúcia Miguel Pereira

capa de ...

Obra Original: Em surdina, 1933, Brasil










Nº 16, outubro de 1949

O alimento dos deuses

H. G. Wells

capa de ...

Obra Original: The food of the gods and how it came to Earth, 1904, Inglaterra

Tradução de ...


Sinopse: Sinopse: Dois cientistas britânicos, Bensington e Redwood, conseguem criar um alimento que provoca o crescimento contínuo de animais, plantas ou pessoas. Esse novo alimento não funciona em adultos, mas uma vez que uma criança ingere essa substância, ela deverá continuar ingerindo-a até depois da puberdade, senão morrerá. Após alguns anos, o uso desse alimento provoca nessas crianças um crescimento desproporcional, transformando-as em gigantes. Alguns humanos, liderados pelo político Caterham, proclamam o extermínio ou isolamento desses adolescentes, o que inicia uma guerra entre os humanos normais e os gigantes.

Nº 17, novembro de 1949

Majupira

J. B. Mello e Souza

capa de...

Obra Original: Majupira, 1938, Brasil

Subtítulo: Romance brasileiro da atualidade (1930-1934)

Sinopse: No povoado de Pequiri, um bando de garotos, liderados por Pedro Luiz, criam um grupo e o batiza com o nome de Majupira, as iniciais do nome da professora que eles tanto gostavam: Maria Júlia Pimentel Ramos, noiva do jovem doutor Osvaldo Luna Moreira. Entre uma aventura e outra, o grupo luta para defender a honra da querida professora, que é questionada pelo inspetor de ensino Altino Soares.






























































Nº 17, novembro de 1949
Majupira
J. B. Mello e Souza
capa de ...
Nº 18, dezembro de 1949
Os últimos dias de Pompéia
Lord Lytton
capa de ...

Nº 19, janeiro de 1950
A ladeira da memória
José Geraldo Vieira
capa de ...
Nº 20, fevereiro de 1950
Cimarron
Edna Ferber
capa de ...
Nº 21, março de 1950
Saltimbancos
Afonso Schmidt
capa de Nico Rosso

Nº  22, abril de 1950
A borboleta azul
Alphonse Daudet
capa de Nico Rosso
Nº 23, maio de 1950
O Santo Sepulcro
Zofia Kossak
capa de Nico Rosso
Nº 24, junho de 1950
O homem da orelha rasgada
Edmond About
capa de Nico Rosso

Nº 25, julho de 1950
No tempo de Paula Nei
Ciro Vieira da Cunha
capa de Nico Rosso
Nº 26, agosto de 1950
Testemunhas da Paixão
Giovanni Papini
capa de Nico Rosso
Nº 27, setembro de 1950
Os conspiradores
Barbey D'Aurevilly
capa de Nico Rosso

Nº 28, outubro de 1950
Horas roubadas
Laurence Edward Watkin
capa de Nico Rosso
Nº 29, novembro de 1950
A vida que sonhei
Germaine Acremant
capa de Nico Rosso
Nº 30, dezembro de 1950
Noite de Natal
Vários
capa de Nico Rosso

Nº 31, janeiro de 1951
O recruta de Napoelão

Erckmann-Chatrian
capa de Nico Rosso
Nº 32, fevereiro de 1951
Serra Brava
Barros Ferreira
capa de Nico Rosso
Nº 33, março de 1951
O banco de três lugares
Maria de Lourdes Teixeira
capa de Nico Rosso

Nº 34, abril de 1951
O tronco do ipê
José de Alencar
capa de Nico Rosso
Nº 35, maio de 1951
Depois do verão
Robert Nathan
capa de Nico Rosso
Nº 36, junho de 1951
O campo da glória
Henryk Sienkiewicz
capa de Nico Rosso

Nº 37, julho de 1951
O burrico Lúcio
Léo Vaz
capa de Nico Rosso
Nº 38, agosto de 1951
O brigue flibusteiro
Virgílio Várzea
capa de Nico Rosso
Nº 39, setembro de 1951
A máscara da face
Victor Cherbulier
capa de Nico Rosso

Nº 40, outubro de 1951
Coração de Onça
Ofélia e Narbal Fontes
capa de Nico Rosso
Nº 41, novembro de 1951
O moinho silencioso
Hermann Sudermann
capa de Nico Rosso
Nº 42, dezembro de 1951
Lendas do bom Rabi
Malba Tahan
capa de Nico Rosso



Nº 43, janeiro de 1952
O albatroz
José Geraldo Vieira
capa de Nico Rosso
Nº 44, fevereiro de 1952
Waterloo
Erckmann-Chatrian
capa de Nico Rosso
Nº 45, março de 1952
Pierrette
Honoré de Balzac
capa de Nico Rosso

Nº 46, abril de 1952
Nero
Alexandre Dumas
capa de Nico Rosso
Nº 47, maio de 1952
Filhos de Adão
Barros Ferreira
capa de Nico Rosso
Nº 48, junho de 1952
A glória de Byron
Mark Aldanov
capa de Nico Rosso

Nº 49, julho de 1952
Retrato de Luciano
Alberto Leal
capa de Nico Rosso
Nº 50, agosto de 1952
Iaiá Garcia
Machado de Assis
capa de Nico Rosso
Nº 51, setembro de 1952
Terras de sonho
Ferreira de Castro
capa de Nico Rosso

Nº 52, outubro de 1952
Dramas do mar
Hermann Melville
capa de Nico Rosso
Nº 53, novembro de 1952
Terra sem sombra
Willy Aureli
capa de Nico Rosso
Nº 54, dezembro de 1952
Os meninos da rua Paulo
Francisco Molnar
capa de Nico Rosso

Nº 55, janeiro de 1953
A tulipa negra

Alexandre Dumas
capa de Nico Rosso
Nº 56, fevereiro de 1953
A moreninha
Joaquim Manuel de Macedo
capa de Nico Rosso
Nº 57, março de 1953
Lúcia de Lammermoor
Walter Scott
capa de Nico Rosso

Nº 58, abril de 1953
Judas
Aristides Ávila
capa de Nico Rosso
Nº 59, maio de 1953
Amor de mãe
Paul Vialar
capa de Nico Rosso
Nº 60, junho de 1953
Miguel Strogoff - Vol. 1
Júlio Verne
capa de Nico Rosso

Nº 61, julho de 1953
Miguel Strogoff - Vol. 2
Júlio Verne
capa de Nico Rosso
Nº 62, agosto de 1953
Arthur Azevedo e sua época
R. Magalhães Júnior
capa de Nico Rosso
Nº 63, setembro de 1953
A escrava Isaura
Bernardo Guimarães
capa de Nico Rosso



Nº 64, outubro de 1953
As quatro irmãs
Louisa May Alcott
capa de Nico Rosso
Nº 65, novembro de 1953
Os gêmeos
George Sand
capa de Nico Rosso
Nº 66, dezembro de 1953
O grilo na lareira
Charles Dickens
capa de Nico Rosso





Nº 67, janeiro de 1954
Aconteceu no velho S. Paulo
Raimundo de Menezes
capa de Nico Rosso
Nº 68, fevereiro de 1954
Iperoig
Leão Machado
capa de Nico Rosso
Nº 69, março de 1954
As tribulações de um chinês na China
Júlio Verne
capa de Nico Rosso



Nº 70, abril de 1954
O moço louro - Vol. 1
Joaquim Manuel de Macedo
capa de Nico Rosso
Nº 71, maio de 1954
O moço louro - Vol. 2
Joaquim Manuel de Macedo
capa de Nico Rosso
Nº 72, junho de 1954
A rajada
Amadeu de Queiroz
capa de Nico Rosso







Nº 73, julho de 1954
Amor de perdição
Camilo Castelo Branco
capa de Nico Rosso
Nº 74, agosto de 1954
Contos de Shakespeare - Vol. 1
Charles e Mary Lamb
capa de Nico Rosso
Nº 75, setembro de 1954
Contos de Shakespeare - Vol. 2
Charles e Mary Lamb
capa de Nico Rosso





Nº 76, outubro de 1954
Os irmãos corsos
Alexandre Dumas
capa de Nico Rosso
Nº 77, novembro de 1954
Memórias de um sargento de milícias
Manuel Antônio de Almeida
capa de Nico Rosso
Nº 78, dezembro de 1954
Garimpos do Mato Grosso
Hermano Ribeiro da Silva
capa de Nico Rosso







3 comentários:

  1. Meu Pai foi assinante desta coleção e eu me lembro com Saudade destas capas tão familiares em minhas memórias de infância e juventude. Foi dela o meu Primeiro livro adulto, de letras miúdas e muitas páginas: A Borboleta Azul - indicado pelo meu irmão 3 anos mais velho (eu, menina de 11 anos) após muita insistência pedindo um livro BOM.
    Eu já devorava desde muito os quadrinhos todos: Mandrake, Capitão Marvel, Namor o príncipe Submarino, Superhomem e Album Gigante, Edições Maravilhosas, Epopéia e conhecia de trás pra frente a Coleção de Monteiro Lobato - O Sítio do Pica-pau-amarelo e todos seus volumes. Lia tudo que me caia nas mãos inclusive me distraia com a Seleções do Reader!s Digest, O Coyote (meu pai se distraia com essa série e X9-policial).
    Meu primeiro livro achei LINDO. A Borboleta Azul. Não me lembro da história, só me lembro que durante a leitura chorei emocionada! Quando contei para meu irmão êle
    riu de mim e disse que o livro era "chato". Me sentí traída.
    O moleque tinha só 14 anos.

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  2. Muito legal o trabalho feito aqui! Eu me interessei por vários livros que nunca tinha ouvido falar. Abraço

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  3. Na parte de cima do armário embutido repousavam os livros do meu pai, inúmeros, a maioria deles com a tarja amarela "Coleção Saraiva". Ao poucos fui me interessando pelo que poderia estar entre aquelas capas coloridas e estimulantes até que fui "engolido" pela coleção toda. Dois títulos ficaram por último: Recordações da Casa dos Mortos e Alimento dos Deuses. Culpa das capas. rsrs

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