Capas dos livros da coleção Biblioteca Pedagógica Brasileira - Série 1 - Literatura Infantil, da Companhia Editora Nacional (década de 1930 e primeira metade da década de 1940) [autor relacionado: Monteiro Lobato]


Na postagem anterior, escrevi sobre os primeiros livros infantis publicados por Monteiro Lobato. Até então, Lobato havia escrito vários livros com poucas páginas, mas já mostrava a sua capacidade de retransformar suas histórias, aumentando e alterando-as (como exemplo, pode-se citar A menina do narizinho arrebitado de 1920 versus Narizinho Arrebitado de 1921 e Fábulas de Narizinho de 1921 versus Fábulas de 1922).

Quando, em 1931, ele voltou dos Estados Unidos (onde vivia em Nova York desde 1927), Monteiro Lobato escreveu para seu amigo, o escritor mineiro Godofredo Rangel (1884-1951): “Tenho em composição um livro absolutamente original, Reinações de Narizinho – consolidação num volume grande dessas aventuras que tenho publicado por partes, com melhorias, aumentos e unificações num todo harmônico. Trezentas páginas em corpo 10 – livro para ler, não para ver, como esses de papel grosso e mais desenhado do que texto. Estou gostando tanto, que brigarei com que não gostar.

Com essas palavras, ele mostrava o interesse de juntar vários de seus "livrinhos" em um único volume, com o novo título de Reinações de Narizinho. E assim foi feito... Em 1931, o escritor reuniu em um único volume onze de seus títulos publicados entre 1920 e 1931, que passaram a serem os capítulos do novo livro. Os três primeiros capítulos equivalem aos três livros que Lobato escreveu em 1921 e 1922, ou seja, o capítulo ”Narizinho Arrebitado” é a remodelação do livro A menina do narizinho arrebitado (1920); o capítulo “Sítio do Picapau Amarelo” refere-se ao acréscimo que ele realizou em A menina do narizinho arrebitado quando o relançou em 1921 com o título Narizinho Arrebitado; e o terceiro capítulo, “O Marquês de Rabicó”, equivalendo ao livro de 1922, O Marquez de Rabicó.  Os 9 capítulos restantes equivalem aos outros títulos lançados por Lobato entre 1928 e 1931, enquanto ele vivia em Nova York: O noivado de Narizinho (1928, capítulo retitulado como “O casamento de Narizinho), O gato Félix (1928), Aventuras do príncipe (1928), A Cara de Coruja (1928), O irmão de Pinocchio (1929, retitulado para "O irmão de Pinóquio"), O Circo de Escavallinho (1929, retitulado como “O circo de cavalinhos”), A pena do papagaio (1930) e O pó de pirlimpimpim (1931).

Na carta escrita para Godofredo Rangel, Monteiro Lobato continuou: "E os novos livros que tenho na cabeça ainda são mais originais. Vou fazer um verdadeiro Rocambole infantil, coisa que não acabe mais. Aventuras de meu pessoalzinho lá no céu, de astro em astro, por cima da Via Láctea, no anel de Saturno, onde brincam de escorregar... E a pobre Tia Nastácia metida no embrulho, levada sem que ela o perceba..." Esse trecho mostra as intenções de Lobato de criar um universo crescente com seus personagens infantis e em sua cabeça começa a criar forma o enredo do que viria a ser seu segundo livro infantil publicado nessa fase, Viagem ao céu (1932).

Para abrigar essa nova empolgação literária, a casa publicadora de Lobato, a Companhia Editora Nacional, criou em 1931 a coleção Biblioteca Pedagógica Brasileira (BPB) - Série 1 - Literatura Infantil. Idealizada pelo educador mineiro Fernando Azevedo (1894-1974), a coleção Biblioteca Pedagógica Brasileira compreendia cinco séries, cada uma abrangendo um tipo de literatura: Literatura Infantil (série 1), Livros Didáticos (série 2), Atualidades Pedagógicas (série 3), Iniciação Científica (série 4) e Brasiliana (série 5), a última dedicada principalmente a livros sobre a História do Brasil.


Com o "puxa-fila" Reinações de Narizinho, a Biblioteca Pedagógica Brasileira (série 1) passaria a trazer pelos próximos anos (até a primeira metade da década de 1940), os livros infantis escritos por Monteiro Lobato, além de outros livros de escritores internacionais traduzidos ou adaptados por Monteiro Lobato, como os clássicos Alice no País das Maravilhas, do inglês Lewis Carroll (Charles Lutwidge Dodgson, 1832-1898), e Pinóquio, do italiano Carlo Collodi (Carlo Lorenzini, 1826-1890). Além disso, a coleção trouxe dois livros do maranhense Viriato Correia (1884-1967) e um livro de poemas do escritor mineiro Murilo Araújo (1894-1980). 

Capas dos primeiros livros infantis de Monteiro Lobato (década de 1920)

Desenho introdutório de Voltolino para o livro A menina do narizinho arrebitado, 1920

"Que é que as nossas crianças podem ler? Não vejo nada. (...) É de tal pobreza e tão besta a nossa literatura infantil, que nada acho para a iniciação de meus filhos".
(Monteiro Lobato)

É impossível pensar em literatura infantil brasileira sem vir à mente o nome de Monteiro Lobato. José Renato Monteiro Lobato nasceu em nasceu em 18 de abril de 1882 (e em homenagem a ele que comemora o Dia Nacional do Livro Infantil em 18 de abril) na cidade paulista de Taubaté. Após receber do pai uma bengala que tinha as iniciais J.B.M.L. gravadas, mudou seu nome para José Bento. Em 1904, diplomou-se bacharel em Direito e em 1908, casou-se com Maria Pureza da Natividade de Souza e Castro, a Purezinha, com quem teve quatro filhos (Marta, Edgar, Guilherme e Rute). O grande escritor veio a falecer às 4 horas da madrugada do dia 4 de julho de 1948, aos 66 anos, após um espasmo cerebral.

Sua estreia em literatura infantil aconteceu em dezembro de 1920 com o lançamento do livro A menina do narizinho arrebitado. Com apenas 43 páginas e ricamente ilustrado pelo paulistano Voltolino (João Paulo Lemma Lemmi, 1884-1926), o livro logo se tornou um grande sucesso, esgotando-se rapidamente. O livro narra as aventuras de um órfã (Lúcia), neta de uma triste idosa (o personagem não é identificado por nome na narrativa). Elas moram num sítio, junto com a cozinheira negra Anastácia. Lúcia tem o terno apelido de Narizinho Rebitado. Todas as tardes, Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, vai passear com sua boneca de pano, Emília, no ribeirão que passa no fundo do pomar do sítio de sua avó. Num certo dia, depois de dar comida aos peixinhos, ela conhece um besouro de casacão e o Príncipe Escamado, rei do Reino das Águas Claras, que a convida para conhecer seu reino. Lá ela conhece personagens fabulosos e inacreditáveis, mas no final acorda desse fantástico sonho.

Com o sucesso do livro, Lobato decidiu lançar uma coletânea de 29 fábulas dos fabulistas Esopo (Grécia, século VI a.C.) e Jean de La Fontaine (França, 1621-1695). O livro é lançado em 1921 com o título Fábulas de Narizinho. Apesar do título do livro, Narizinho não é citada em nenhum momento. O livro apenas apresentava as fábulas, e talvez Lobato tenha usado o nome de Narizinho como estratégia para vendar mais livros, devido ao sucesso do livro anterior, A menina do narizinho arrebitado.

Novas capas da série Vaga-Lume, da Editora Ática


Em comemoração aos 50 anos da editora Ática, em agosto de 2015 foi relançado nas livrarias 10 títulos da famosa série Vaga-Lume. Com um novo projeto gráfico, as capas dos dez livros escolhidos foram reformuladas por Marcelo Martinez, que utilizou as mesmas ilustrações clássicas das capas com uma tipografia e um efeito visual mais moderno. Até mesmo o mascote da série, o vaga-lume Luminoso, passou por uma tremenda transformação. 

Lançada a partir de 1973, e alcançando enorme sucesso de vendas nas décadas de 1980 e 1990, a série Vaga-Lume estimulou o hábito de leitura em muitos adultos da atualidade, apresentando ao leitor histórias emocionantes, cheias de ação, aventura e suspense. Passaram pela coleção 104 títulos de diferentes escritores/escritoras, muitos deles estreando na literatura na série e depois estabelecendo consagradas carreiras literárias no Brasil, dedicadas principalmente ao público jovem. O último livro inédito publicado na coleção foi O mestre dos games, de Afonso Machado, em 2008.

Os dez livros escolhidos para integrar esse novo projeto gráfico foram: A ilha perdida (de Maria José Dupré), O escaravelho do diabo (de Lúcia Machado de Almeida), Tonico (de José Rezende Filho), Spharion (de Lúcia Machado de Almeida), O feijão e o sonho (de Orígenes Lessa), Os barcos de papel (de José Maviael Monteiro), Açúcar amargo (de Luiz Puntel), A Turma da Rua Quinze (de Marçal Aquino), A aldeia sagrada (de Francisco Marins) e Deu a louca no tempo (de Marcelo Duarte). Esperamos que os editores se animem e tragam os outros títulos da série que estão no catálogo da editora nesse novo layout e que novos leitores sejam alcançados por essa nostálgica série. E quem sabe, a animação seja ainda maior e novos títulos inéditos apareçam! Estamos na torcida.

Nota: Existe uma postagem (ainda em construção) no Capas de Livros Brasil trazendo as capas clássicas da coleção nas décadas de 1970/1980/1990 que podem ser conferidas nesse link. Logo logo estarei postando uma outra postagem com o layout da década de 2000. Aguardem!

Capas dos livros da série A 5ª onda, de Rick Yancey


A 5ª Onda (The 5th Wave) é uma série de três livros de ficção científica (sub-gênero: distopia), direcionado para o público juvenil, escrita pelo escritor americano Rick Yancey (1962-), aclamado escritor de suspense, fantasia e ficção científica para jovens.

A história do livro se passa numa Terra devastada por ataques alienígenas (as ondas). Poucos humanos sobreviveram aos quatro primeiros ataques, mas é impossível saber quem são, já que os alienígenas invasores, chamado de Os Outros, tem a mesma aparência física dos humanos. A jovem Cassie é uma das sobreviventes. Sozinha e fugindo dos Outros, ela procura desesperadamente encontrar (e se possível, salvar) seu irmão, Sammy.

A trilogia é composta pelos livros The 5th wave (no Brasil: A 5ª onda, lançado originalmente nos Estados Unidos em maio de 2013), The infinite sea (no Brasil: O mar infinito, lançado nos Estados Unidos em setembro de 2014) e The last star (no Brasil, A última estrela, lançado nos Estados Unidos em maio de 2016). No Brasil, os livros da série foram publicados pela editora Fundamento (em agosto de 2013, setembro de 2014 e maio de 2016, respectivamente). As capas das edições brasileiras são as mesmas das edições originais americanas, criadas por Ryan Thomann. Todos os livros da trilogia foram traduzidos por Edite Siegert Sciulli.

Capas dos livros da série Tres Navarre, de Rick Riordan [+ Cold Springs]


Tudo no Texas é maior ... até mesmo assassinato.

Tres Navarre é uma série de sete livros de mistério e suspense do escritor americano Rick Riordan (1964-), direcionados para o público adulto.

Rick Riordan é conhecido mundialmente por seus livros para o público juvenil, em que traz personagens de mitologias antigas vivendo em nossos dias atuais. É dele as bem sucedidas séries Percy Jackson & Os Olimpianos (mitologia grega), As crônicas dos Kane (mitologia egípcia), Os heróis do Olimpo (mitologia romana) e atualmente Magnus Chase e os deuses de Asgard (mitologia nórdica). Mas oito anos antes de lançar o primeiro livro da saga de Percy Jackson (O ladrão de raios foi lançado em junho de 2005), Rick Riordan publicou seu primeiro livro, Big red tequila (lançado em junho de 1997), um livro de mistério para o público adulto.

O livro narra a história de Jackson Navarre, cujo apelido é Tres, que volta a sua cidade natal dez anos após o assassinato de seu pai para descobrir a verdade sobre o que aconteceu. O livro, premiado nos Estados Unidos, foi o primeiro de uma série de sete livros que voltariam a trazer o problemático detetive envolvido em muitas outras confusões. O último volume da série, Rebel island, foi lançado em agosto de 2007, época que Riordan já era conhecido por sua série Percy Jackson.

Dos sete livros, apenas os dois primeiros foram lançados no Brasil pela editora Record. Os sete livros da série são: Big red tequila (no Brasil: Tequila vermelha, lançado originalmente nos Estados Unidos em junho de 1997), The widower's two-step (no Brasil: A dança do viúvo, lançado originalmente em maio de 1998), The last king of Texas (janeiro de 2000), The devil went down to Austin (junho de 2001), Southtown (abril de 2004), Mission road (junho de 2005) e Rebel island (agosto de 2007).

Além da série Tres Navarre, Riordan escreveu outro romance de mistério para o público adulto: Cold Springs, que foi publicado em maio de 2003. Esse também foi lançado no Brasil pela editora Record, com o subtítulo Vingança e redenção no Texas.

Capas dos livros da Coleção 100 Repostas, da revista Mundo Estranho


A Coleção 100 Respostas é uma série de 12 livros de curiosidades publicados pela editora Abril entre junho de 2004 e setembro de 2005. 

A coleção foi idealizada pela equipe da revista Mundo Estranho, uma revista brasileira de curiosidades que surgiu em agosto de 2011 como um número especial de outra revista, a Superinteressante. A revista Superinteressante publica, desde o seu primeiro número em setembro de 1987, uma seção chamada Superintrigante (que teve o nome mudado para Superrespostas), onde responde perguntas (de cunho científico, que é o foco da revista) geralmente enviadas pelos leitores. A revista Mundo Estranho surgiu quando a equipe da Superinteressante decidiu lançar um número especial da mesma compilando as melhores perguntas respondidas da seção Superintrigante. O sucesso foi enorme, com a edição esgotando rapidamente nas bancas de revistas. Com o sucesso, foi lançado um novo número do especial Mundo Estranho em dezembro de 2011 e em abril de 2002. O número quatro saiu junho de 2002, sob o comando de José Augusto Lemos, passando a partir daí a ser publicada mensalmente, alcançando quando sucesso até dos dias de hoje.

A equipe da revista Mundo Estranho, comandada na época por Fabio Volpe (que substitui José Augusto Lemos a partir de abril de 2003 e deixou a revista em abril de 2009), perceberam que as revistas mensais não conseguiam explorar a fundo as curiosidades que um único tema conseguia apresentar. Com isso em mente, eles decidiram criar, em formato de livro, a Coleção 100 Respostas, cujo objetivo era trazer curiosidades sobre um único assunto de grande interesse popular. O primeiro número trouxe a temática Harry Potter. Os outros 11 títulos/temas da coleção são: Super-heróis, Grécia Antiga, Rock, O Senhor dos Anéis, O Código Da Vinci, Hanna-Barbera, Alexandre o Grande, Sexo, Star Wars, Batman e Séries de TV.

Capas dos livros da série Encantadas, de Sarah Pinborough


Para os fãs de "Once upon a time" e "Grimm", 
Saga Encantadas é a prova de que contos de fadas são para adultos! 

A Saga Encantadas (Tales from the Kingdoms) é uma série de três livros da escritora inglesa Sarah Pinborough (1972-), que recria para o público adulto os contos de fadas Branca de Neve, Cinderela e A Bela Adormecida, dos irmãos alemães Jacob e Wilhelm. Eles são classificados como romances eróticos, e na contracapa do primeiro volume é descrito como "sexy, sarcásticos e de prender a respiração!"

Conforme descrito nas contracapas dos volumes da série, "Sarah Pinborough coloca os contos de fadas de ponta-cabeça e narra histórias surpreendentes que a Disney jamais ousaria contar. Com um realismo cínico e cenas fortes, o leitor será levado a questionar, finalmente, quem são os mocinhos e quem são os vilões dos livros de fantasia! (...) Recria as personagens mais famosas dos irmãos Grimm com personalidade forte, uma queda por aventuras e, eventualmente, uma sina por encrencas. Princesas, rainhas, reis, caçadores e criaturas da floresta: não acredite na inocência de nenhum deles! (...) Esqueça os clichês tradicionais e se entregue a uma nova visão dos contos de fadas, em que heróis e anti-heróis precisam se unir para não perecerem à beleza superficial de princesas e rainhas egocêntricas e aos príncipes em busca de aventuras."

Os três volumes que compõe a trilogia são: Poison (Veneno, publicado na Inglaterra em abril de 2013), Charm (Feitiço, publicado na Inglaterra em julho de 2013) e Beauty (Poder, publicado na Inglaterra em outubro de 2013). No Brasil, os livros foram publicados pela Única Editora (selo da Editora Gente) em outubro de 2013, dezembro de 2013 e março de 2014. A tradução dos três livros foi realizada por Edmundo Barreiros, com capas criadas por Eduardo Camargo.

Capas dos livros da série Diário de um banana, de Jeff Kinney


Diário de um banana (Diary of a wimpy kid) é uma série de livros infantis do escritor, designer de jogos e ilustrador americano Jeff Kinney (1971-). Publicada desde 2007, a série conta atualmente com 9 livros lançados.

Com o subtítulo de "um romance em quadrinhos", a série narra em formato de diário o dia a dia de Greg Heffley, um garoto comum de 13 anos,  enfrentando divertidamente os desafios da puberdade. Greg escreve em seu diário, com engraçadíssimos desenhos para explicar e reforçar o que escreveu, o seu relacionamento com sua família, com seus colegas de escola e professores, com seu melhor amigo (Rowley Jefferson), suas tentativas nem sempre bem sucedidas com as garotas, além de fatos típicos (ou não tão típicos assim) na vida de um garoto.

O primeiro esboço de Greg Heffley foi criado por Jeff Kinney em janeiro de 1998. Com o passar dos anos, Kinney foi criando vários esboços e histórias envolvendo o personagem. Quando ele resolveu reunir todas as histórias criadas em um mesmo volume resultou em 1300 páginas. Em 2004, Kinney disponibilizou todo esse material no site funbrain.com. Em 2007, a editora Amulet Books publicou Diário de um banana no formato de livro, utilizando parte do material disponível (na realidade, menos de 10%). Os três primeiros livros é formato com o material do site, com alguns trechos inéditos, mas a partir do quarto volume, Jeff Kinney começou a produzir textos e ilustrações inéditos. Os livros da série Diário de um banana são best-sellers internacionais, tendo sido traduzido para mais de 40 idiomas.

Os livros que compõe a série são: Diário de um banana (Diary of a wimpy kid, abril de 2007), Rodrick é o cara (Rodrick rules, fevereiro de 2008), A gota d'água (The last straw, janeiro de 2009), Dias de cão (Dog days, outubro de 2009), A verdade nua e crua (The ugly truth, novembro de 2010), Casa dos horrores (Cabin fever, novembro de 2011), Segurando vela (The third wheel, novembro de 2012), Maré de azar (Hard luck, novembro de 2013) e Caindo na estrada (The long haul, novembro de 2014), Bons tempos (Old school, novembro de 2015). Todas as ilustrações, inclusive da capa, são de autoria do próprio Jeff Kinney. O layout da capa (título e moldura) é criação de Chad W. Beckerman.

O primeiro, segundo e quarto livros foram adaptados para o cinema: Diário de um banana - O filme (março de 2010, Diary of a wimpy kid), Diário de um banana 2: Rodrick é o cara (março de 2011, Diary of a wimpy kid: Rodrick rules) e Diário de um banana 3: Dias de cão (agosto de 2012, Diary of a wimpy kid: Dog days).


No Brasil, os livros são publicados, desde abril de 2009, pela V&R (Vergara & Riba), editora argentina fundada em 1996 por Trini Vergara e Lidia María Riba. Em 1998, a editora abriu uma filial no Brasil (na cidade de Cotia, estado de São Paulo) passando a publicar os títulos de seu catálogo no país. Os cinco primeiros títulos foram traduzidos por Antonio Macedo Soares (creditado também como Antonio de Macedo), enquanto que a partir do volume 6 (Casa dos horrores) a tradução passou a ser realizada por Alexandre Boide.

As capas clássicas dos livros da Série Vaga-Lume, da Editora Ática (décadas de 1970/1980/1990)

[EM CONSTRUÇÃO]


No final do ano de 1972, José Adolfo Granville Ponce, na época editor da coleção Ensaios, propôs ao proprietário da editora Ática, Anderson Fernando Dias, a ideia de criar uma coleção para o público jovem, visando o aproveitamento dos livros para a leitura nas escolas, numa proposta paradidática. Surgia assim, com a direção de Jiro Tahahashi, a consagrada Série Vaga-Lume. A proposta da série, conforme descrita, em algumas das contracapas dos livros era: "Para despertar e criar o gosto pela leitura. Histórias emocionantes, cheias de ação, uma linguagem simples e direta. Fartamente ilustradas. Todos os títulos com um Suplemento de Trabalho especial."

Os dois primeiros livros, A ilha perdida e Cabras das Rocas, foram publicados no começo de 1973. No mesmo ano, dois outros livros que haviam sidos publicados no ano anterior na Série Bom Livro, passaram a integrar o catálogo da coleção: Coração de Onça e Éramos seis. Do primeiro livro publicado em 1973 até o último título inédito lançado em 2008, O mestre dos games (de Afonso Machado), foram 104 títulos de muita emoção, ação, aventura e suspense! E quem foi estudante na década de 1980 e 1990 sabe o que essa coleção significou. Basta olhar o tanto de artigos saudosistas que existe na web. Ela foi o estopim para muitos leitores inveterados, hoje com seus trinta/quarenta/cinquenta anos. Pois é, a série está a mais de 40 anos no mercado editorial brasileiro!

Apesar de ser publicada até os dias atuais, muito dos livros que passaram pela coleção já saíram de seu catálogo. Em uma visita no site da editora, em maio de 2014, foi constatado 68 dos 104 títulos publicados. Ah, e por volta de 1999, a Vaga-Lume ganhou um irmãozinho: a Série Vaga-Lume Júnior, direcionada para um público mais infantil do que os leitores adolescentes da Vaga-Lume. Essa nova série conta com mais de 20 títulos no catálogo, inclusive dois que pertenceram a série Vaga-Lume durante muitos anos: A ilha perdida e Na mira do vampiro.

Foi por volta dessa época também que a Vaga-Lume começou a mudar o layout de suas capas para um estilo mais atual. As ilustrações da capa continuaram as mesmas, mas o título do livro, do autor (a), da editora, da coleção e o contorno em volta da ilustração tentou passar um visual mais clean, mais moderno, com cores mais vibrantes. Ambos os layout são criações de Ary Almeida Normanha. Nessa postagem do Capas de Livros Brasil, ficaremos somente com as capas clássicas, aquelas da década de 1970/1980/1990. Por conta disso, os livros publicados na coleção após 1996 não poderão ser vistos aqui. Numa postagem posterior, mostraremos as capas dessa época (final da década de 1990 e década de 2000) e aí esses livros serão incluídos. No final da postagem, mencionarei os títulos que ficaram de fora. Então, apreciemos...

Capas dos livros da série Percy Jackson e os Olimpianos, de Rick Riordan


E se os deuses do Olimpo estivessem vivos no século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais, com os quais tivessem filhos que pudessem se tornar heróis?
[orelha O ladrão de raios, edição 2008]


Percy Jackson & os Olimpianos (Percy Jackson & the Olympians) é uma série de cinco livros de fantasia e aventura do escritor americano Rick Riordan (1964-), direcionados ao público juvenil.

Com uma mistura de mitologia grega, aventura e tempos modernos, a saga narra a história de Percy Jackson, um garoto que aos doze anos de idade descobre que seu pai é Poseidon, um dos deuses do Olimpo grego. Percy é informado que todos os seres mitológicos da Grécia antiga vivem nos Estados Unidos, mas os humanos comuns não percebem devido à Névoa, uma aura mágica que manipula os pensamentos e memórias dos mortais. Mas o semideus corre perigo, já que os filhos dos deuses são odiados por todos aqueles monstros mitológicos fantásticos. Para sua proteção e treinamento, ele é enviado para o Acampamento Meio Sangue, onde conhece muitos outros filhos de deuses, entre eles, Annabeth Chase, filha da deusa Atena.

Os cinco livros da série são: O ladrão de raios (2005, The lightning thief), O mar de monstros (2006, The sea of monsters), A maldição do titã (2007, The titan's curse), A batalha do labirinto (2008, The battle of the labyrinth) e O último olimpiano (2009, The last Olympian).

Devido ao sucesso da série, Rick Riordan iniciou uma nova série chamada Os heróis do Olimpo, trazendo novas aventuras de Percy Jackson, apresentando novos semideuses e introduzindo os mitos romanos. Para ver as capas dessa série, acesse [link].


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Capas de livros de colorir para adultos

[EM CONSTRUÇÃO]



Em 27 de novembro de 2014, a editora Sextante lançava no Brasil uma novidade: um livro de colorir destinado ao público adulto. Era o Jardim Secreto, da ilustradora escocesa Johanna Basford. Com o subtítulo de "livro de colorir e caça ao tesouro antiestresse", já que além das figuras para colorir o livro trazia "estratagemas" criadas pela autora para serem descobertos pelos pintores, o livro logo se tornou best-seller no país, alcançando o primeiro lugar nas listas dos livros mais vendidos de não ficção. A partir daí, o mercado editorial brasileiro sofreu em 2015 uma verdadeira "invasão/avalanche" de dezenas de títulos de várias editoras, aumentando a venda não só nas livrarias mas também nos estabelecimentos que vendem lápis de cor. 

Com subtítulos como "antiestresse" ou "arte terapia" são títulos dos mais variados temas: jardins, florestas, cidades/países, mandalas, religiões, mitologias, animais, modas, artes, entre muitos outros. O Capas de Livros Brasil não poderia deixar de trazer uma postagem com as capas que estão aí no mercado fazendo a cabeça dos aprendizes de pintura brasileiros. Decidi separar por temas, indicando na legenda da foto o título, o artista que criou as ilustrações e a editora. Clique nas imagens para vê-las ampliadas.

Capas dos livros da Coleção Saraiva, da Editora Saraiva

[EM CONTRUÇÃO]


A Coleção Saraiva é uma seleção de livros nacionais e estrangeiros publicados pela Editora Saraiva do final da década de 1940 até o começo da década de 1970.

Uma vez por mês, a partir de julho de 1948, era comercializado um livro pelo inovador (na época) sistema de assinaturas, criado alguns anos antes pelo Clube do Livro. A coleção, que chegou a 287 volumes de 232 títulos diferentes (já que alguns títulos eram divididos em 2 ou mais volumes), tinha um forte apelo popular, o que se pode notar por suas capas com belas ilustrações coloridas, em sua maioria criação do ítalo-brasileiro Nico Rosso (ele desenhou as capas e contracapas do Nº 21 até o Nº 287, o último da coleção, em maio de 1972). Impresso no formato de livro de bolso, com papel de uma qualidade barata, a coleção conseguia um preço mais popular, alcançando um grande número de leitores de várias classes sociais. A coleção foi um sucesso nas décadas de 1950 e 1960, saindo com tiragens altíssimas para a época de 50 mil exemplares.

Segue abaixo, as capas dos livros da coleção...



O rei cavaleiro Pedro Calmon Editora Saraiva Coleção Saraiva Julho de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Literatura Brasileira Capa Livro
O rei cavaleiro
Pedro Calmon
Subtítulo: Vida de D. Pedro I
Editora Saraiva
Coleção Saraiva, Nº 1
Julho de 1948
Capa de Guilherme Walpeteris
Literatura Brasileira 
Publicado originalmente em 1933

O livro é uma biografia romanceada de D. Pedro I (1798-1834), o primeiro imperador do Brasil, que reinou entre 7 de setembro de 1822 a 7 de abril de 1831 (também foi rei de Portugal durante alguns meses de 1826, com o título de D. Pedro IV). 




O professor Jeremias Léo Vaz Editora Saraiva Coleção Saraiva Agosto de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Literatura Brasileira Capa Livro
O professor Jeremias
Léo Vaz
Editora Saraiva
Coleção Saraiva, Nº 2
Agosto de 1948
Capa de Guilherme Walpeteris
Literatura Brasileira
Publicado originalmente em 1920

Jeremias é um professor da cidade de Santo André, que divorcia de sua esposa, dona Antoninha, também professora. Revoltada com a situação, a ex-esposa consegue, através de favores políticos, transferi-lo para uma escola no interior do estado, afastando-o assim de seu filho, Joãozinho. Onze anos depois, sem notícias do paradeiro do filho, Jeremias decide escrever sua biografia na esperança de que seu filho possa lê-la.



Nos sertões do Araguáia Hermano Ribeiro da Silva Editora Saraiva Coleção Saraiva Setembro de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Literatura Brasileira Capa Livro
Nos sertões do Araguáia
Hermano Ribeiro da Silva
Subtítulo: Narrativas da expedição às glebas bárbaras do Brasil Central
Editora Saraiva
Coleção Saraiva, Nº 3
Setembro de 1948
Capa de Guilherme Walpeteris
Literatura Brasileira
Nos sertões do Araguáia Hermano Ribeiro da Silva Editora Saraiva Coleção Saraiva Setembro de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Literatura Brasileira Contracapa LivroPublicado originalmente em 1935

Um diário de viagem narrando a aventura de quatro amigos paulistanos que partem em expedição em junho de 1932 com intenção de navegar todo o percurso do rio Araguaia, que faz a divisa do estado de Goiás com Mato Grosso e do estado de Tocantins com Mato Grosso e Pará, totalizando uma extensão de 2.115 quilômetros. O livro traz informações sobre a fauna e flora da região amazônica, além da cultura dos sertanejos ribeirinhos e índios da região na época (década de 1930).



Os irmãos Leme Paulo Setúbal Editora Saraiva Coleção Saraiva Outubro de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Literatura Brasileira Capa Livro
Os irmãos Leme
Paulo Setúbal
Editora Saraiva
Coleção Saraiva, Nº 4
Outubro de 1948
Capa de Guilherme Walpeteris
Literatura Brasileira
Publicado originalmente em 1933

Os irmãos Leme Paulo Setúbal Editora Saraiva Coleção Saraiva Outubro de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Literatura Brasileira Contracapa Livro
Baseado na história real dos irmãos João e Lourenço Leme, dois bandeirantes que atuaram nas minas cuiabanas e que cometeram muitos crimes até serem condenados, perseguidos e executados pela justiça do Brasil colonial, em 1723.




Ben Hur Lewis Wallace Editora Saraiva Coleção Saraiva Outubro de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Tradução de J. B. Mello e Souza Literatura Americana Capa Livro
Ben Hur
Lewis Wallace
Subtítulo: Romance dos tempos de Jesus Cristo
Editora Saraiva
Coleção Saraiva, Nº 5
Outubro de 1948
Capa de Guilherme Walpeteris
Tradução de J. B. Mello e Souza
Literatura Americana
Publicado originalmente em 1880 (Ben-Hur: A tale of the Christ)

No mesmo dia que Jesus Cristo nasceu, em outra parte da cidade nascia Judá Ben-Hur. Assim como Jesus, Ben-Hur também é condenado injustamente. Ele é obrigado a servir pelo resto da sua vida como escravo nas galés romanas por supostamente ter atentado contra a vida de um cônsul romano. Conquistando a confiança de um rico cidadão romano, Ben-Hur é adotado pelo mesmo e vai à Roma aprender técnicas de lutas e como dirigir bigas de corrida. Ao retorna a Judeia, Ben-Hur reencontra seu amigo de infância, Messala, mas percebe que as coisas não continuaram iguais entre eles. É interessante notar na narrativa que Ben-Hur e Jesus Cristo se cruzam várias vezes, como por exemplo, no batismo do Jordão, na cura de sua mãe e irmã leprosas, na crucificação, entre outros momentos.


Navio ancorado Ondina Ferreira Editora Saraiva Coleção Saraiva Dezembro de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Literatura Brasileira Capa Livro
Navio ancorado
Ondina Ferreira
Editora Saraiva
Coleção Saraiva, Nº 6
Dezembro de 1948
Capa de Guilherme Walpeteris
Literatura Brasileira
Primeira edição
Navio ancorado Ondina Ferreira Editora Saraiva Coleção Saraiva Dezembro de 1948 Capa de Guilherme Walpeteris Literatura Brasileira Contracapa Livro


O livro conta o dia-a-dia de vários moradores de um prédio de apartamentos na cidade de São Paulo. O título do livro refere-se a comparação que uma das personagens, Ercília, faz sobre o prédio onde os moradores da narrativa moram. Ercília diz que o prédio "parece um navio ancorado".



Recordações da Casa dos Mortos Fiódor Dostoiévski Editora Saraiva Coleção Saraiva Janeiro de 1949 Capa de ... Tradução de José Geraldo Vieira Capa Livro
Recordações da Casa dos Mortos
Fiódor Dostoiévski
Editora Saraiva
Coleção Saraiva, Nº 7
Janeiro de 1949
Capa de ...
Tradução de José Geraldo Vieira
Literatura Russa
Recordações da Casa dos Mortos Fiódor Dostoiévski Editora Saraiva Coleção Saraiva Janeiro de 1949 Capa de ... Tradução de José Geraldo Vieira Contracapa LivroPublicado originalmente em 1862 (Zapiski iz mertvogo doma)

O livro narra uma série de eventos não interligados ocorridos dentro de uma prisão de trabalhos forçados na gelada Sibéria, mostrando a cumplicidade ou a discriminação entre os prisioneiros e seus sonhos pela liberdade.

No Brasil, outras traduções do livro foram lançadas com os títulos A Casa dos Mortos e Memórias da Casa dos Mortos.





































Capa Livro. Book Cover. Brasil. Década 1940. Guilherme Walpeteris.
O homem que calculava
Malba Tahan (Júlio César de Mello e Souza)
Nº 8, fevereiro de 1949
capa de Guilherme Walpeteris
Contracapa Livro. Brasil. Década 1940. Guilherme Walpeteris.Sinopse: Durante uma viagem para Bagdá Hank Tade-Maiá conhece Beremiz Samir. Beremiz é um excelente calculista, conseguindo resolver facilmente vários problemas matemáticos complicados. Com seu dom, Beremiz torna-se rapidamente famoso, o que desperta a simpatia e a inveja das pessoas. Sua fama chega até mesmo ao califa, que fica encantado com sua facilidade com os números.
Obra Original: O homem que calculava, 1938, Brasil. 


Capa Livro. Book Cover. Brasil. Década 1940. Guilherme Walpeteris.
O amanuense Belmiro
Cyro dos Anjos
Nº 9, março de 1949
Contracapa Livro. Brasil. Década 1940. Guilherme Walpeteris.capa de Guilherme Walpeteris
Sinopse: A burocrática vida do amanuense (escrevente) Belmiro Borba, um funcionário público de Belo Horizonte, é narrada em seu diário. Quando Belmiro resolve escrever as memórias da sua infância em um diário, ele acaba por descrever seu sem graça dia a dia entre o Natal de 1934 e o Carnaval de 1936.
Obra Original: O amanuense Belmiro, 1937, Brasil.


Capa Livro. Book Cover. Brasil. Década 1940.
O feijão e o sonho
Orígenes Lessa
Nº 10, abril de 1949
capa de ...
Sinopse: Carlos Lara é um poeta sonhador, disposto a sacrifícios para viver de sua literatura. Já sua mulher, Maria Rosa, tem os pés no chão, procurando através do trabalho criar seus filhos. Essa diferença de opiniões é o motivo das constantes brigas entre o casal.
Obra Original: O feijão e o sonho, 1938, Brasil
Ganhador do Prêmio Antônio de Alcântara Machado, da Academia Paulista de Letras.




Capa Livro. Book Cover. Brasil. Década 1940.
Confidências de Dona Marcolina
Galeão Coutinho
Nº 11, maio de 1949
capa de ...
Contracapa Livro. Brasil. Década 1940.Sinopse: Em Confidências de Dona Marcolina temos a versão de Dona Marcolina sobre sua vida conjugal com Simão e do cotidiano da narradora. 
O livro é uma sequência/versão alternativa de outro livro do autor, Memórias de Simão, o Caolho, onde o filósofo amador Simão narra sua vida conjugal com Dona Marcolina.
Obra Original: Confidências de Dona Marcolina, 1949, Brasil


Capa Livro. Book Cover. Brasil. Década 1940. Quo vadis: Powieść z czasów Nerona. Polônia.
Quo vadis?
Henryk Sienkiewicz
Nº 12, junho de 1949
capa de ...
Subtítulo: Romance no tempo de Nero
SinopseO livro narra a história de amor entre o general romano Marco Vinício e a cristã Lígia, durante o reinado do imperador Nero. Apaixonado por Lígia, Marco pede ao imperador que Lígia seja dada a ele. Apesar de inicialmente não corresponder ao amor de Marco, Lígia acaba se apaixonando por ele também. Mas quando Nero incendeia Roma e coloca a culpa nos cristãos, inicia-se uma cruel perseguição com a intenção de exterminar todos os cristãos de Roma.
Obra Original: Quo vadis: Powieść z czasów Nerona, 1895, Polônia. Tradução de ...


Emílio de Menezes - O último boêmio
Raimundo de Menezes
Nº 13, julho de 1949
capa de ...
SinopseBiografia do jornalista e poeta brasileiro Emílio Nunes Correia de Menezes (Curitiba, 4/7/1866 - Rio de Janeiro, 6/6/1918). Poeta satírico e trocadilhista, vivia sua vida boêmia (despreocupação com às normas da sociedade) na Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro, onde sua diversão era gozar de seus interlocutores, apesar de detestar ser gozado pelos outros. Em Emílio de Menezes - O Último Boêmio, Raimundo de Menezes descreve muitas situações em que é constatado o humor satírico de Emílio, que não poupava nem os políticos da época.
Obra Original: Emílio de Menezes - O último boêmio, 1945, Brasil
NotaApesar do mesmo sobrenome, Emílio e Raimundo não são parentes. O jornalista e escritor Raimundo Álvaro de Menezes é cearense nascido em Fortaleza em 5/3/1903. Trabalhou como delegado em São Paulo e Santos, vindo a falecer em 13/1/1984. Esta edição é ilustrada com fotografias em preto e branco.


A filha do inca
Menotti del Picchia
Nº 14, agosto de 1949
capa de ...
Obra Original: A república 3000, 1930, Brasil

Outro título no Brasil: A república 3000








Nº 15, setembro de 1949

Em surdina

Lúcia Miguel Pereira

capa de ...

Obra Original: Em surdina, 1933, Brasil










Nº 16, outubro de 1949

O alimento dos deuses

H. G. Wells

capa de ...

Obra Original: The food of the gods and how it came to Earth, 1904, Inglaterra

Tradução de ...


Sinopse: Sinopse: Dois cientistas britânicos, Bensington e Redwood, conseguem criar um alimento que provoca o crescimento contínuo de animais, plantas ou pessoas. Esse novo alimento não funciona em adultos, mas uma vez que uma criança ingere essa substância, ela deverá continuar ingerindo-a até depois da puberdade, senão morrerá. Após alguns anos, o uso desse alimento provoca nessas crianças um crescimento desproporcional, transformando-as em gigantes. Alguns humanos, liderados pelo político Caterham, proclamam o extermínio ou isolamento desses adolescentes, o que inicia uma guerra entre os humanos normais e os gigantes.

Nº 17, novembro de 1949

Majupira

J. B. Mello e Souza

capa de...

Obra Original: Majupira, 1938, Brasil

Subtítulo: Romance brasileiro da atualidade (1930-1934)

Sinopse: No povoado de Pequiri, um bando de garotos, liderados por Pedro Luiz, criam um grupo e o batiza com o nome de Majupira, as iniciais do nome da professora que eles tanto gostavam: Maria Júlia Pimentel Ramos, noiva do jovem doutor Osvaldo Luna Moreira. Entre uma aventura e outra, o grupo luta para defender a honra da querida professora, que é questionada pelo inspetor de ensino Altino Soares.






























































Nº 17, novembro de 1949
Majupira
J. B. Mello e Souza
capa de ...
Nº 18, dezembro de 1949
Os últimos dias de Pompéia
Lord Lytton
capa de ...

Nº 19, janeiro de 1950
A ladeira da memória
José Geraldo Vieira
capa de ...
Nº 20, fevereiro de 1950
Cimarron
Edna Ferber
capa de ...
Nº 21, março de 1950
Saltimbancos
Afonso Schmidt
capa de Nico Rosso

Nº  22, abril de 1950
A borboleta azul
Alphonse Daudet
capa de Nico Rosso
Nº 23, maio de 1950
O Santo Sepulcro
Zofia Kossak
capa de Nico Rosso
Nº 24, junho de 1950
O homem da orelha rasgada
Edmond About
capa de Nico Rosso

Nº 25, julho de 1950
No tempo de Paula Nei
Ciro Vieira da Cunha
capa de Nico Rosso
Nº 26, agosto de 1950
Testemunhas da Paixão
Giovanni Papini
capa de Nico Rosso
Nº 27, setembro de 1950
Os conspiradores
Barbey D'Aurevilly
capa de Nico Rosso

Nº 28, outubro de 1950
Horas roubadas
Laurence Edward Watkin
capa de Nico Rosso
Nº 29, novembro de 1950
A vida que sonhei
Germaine Acremant
capa de Nico Rosso
Nº 30, dezembro de 1950
Noite de Natal
Vários
capa de Nico Rosso

Nº 31, janeiro de 1951
O recruta de Napoelão

Erckmann-Chatrian
capa de Nico Rosso
Nº 32, fevereiro de 1951
Serra Brava
Barros Ferreira
capa de Nico Rosso
Nº 33, março de 1951
O banco de três lugares
Maria de Lourdes Teixeira
capa de Nico Rosso

Nº 34, abril de 1951
O tronco do ipê
José de Alencar
capa de Nico Rosso
Nº 35, maio de 1951
Depois do verão
Robert Nathan
capa de Nico Rosso
Nº 36, junho de 1951
O campo da glória
Henryk Sienkiewicz
capa de Nico Rosso

Nº 37, julho de 1951
O burrico Lúcio
Léo Vaz
capa de Nico Rosso
Nº 38, agosto de 1951
O brigue flibusteiro
Virgílio Várzea
capa de Nico Rosso
Nº 39, setembro de 1951
A máscara da face
Victor Cherbulier
capa de Nico Rosso

Nº 40, outubro de 1951
Coração de Onça
Ofélia e Narbal Fontes
capa de Nico Rosso
Nº 41, novembro de 1951
O moinho silencioso
Hermann Sudermann
capa de Nico Rosso
Nº 42, dezembro de 1951
Lendas do bom Rabi
Malba Tahan
capa de Nico Rosso



Nº 43, janeiro de 1952
O albatroz
José Geraldo Vieira
capa de Nico Rosso
Nº 44, fevereiro de 1952
Waterloo
Erckmann-Chatrian
capa de Nico Rosso
Nº 45, março de 1952
Pierrette
Honoré de Balzac
capa de Nico Rosso

Nº 46, abril de 1952
Nero
Alexandre Dumas
capa de Nico Rosso
Nº 47, maio de 1952
Filhos de Adão
Barros Ferreira
capa de Nico Rosso
Nº 48, junho de 1952
A glória de Byron
Mark Aldanov
capa de Nico Rosso

Nº 49, julho de 1952
Retrato de Luciano
Alberto Leal
capa de Nico Rosso
Nº 50, agosto de 1952
Iaiá Garcia
Machado de Assis
capa de Nico Rosso
Nº 51, setembro de 1952
Terras de sonho
Ferreira de Castro
capa de Nico Rosso

Nº 52, outubro de 1952
Dramas do mar
Hermann Melville
capa de Nico Rosso
Nº 53, novembro de 1952
Terra sem sombra
Willy Aureli
capa de Nico Rosso
Nº 54, dezembro de 1952
Os meninos da rua Paulo
Francisco Molnar
capa de Nico Rosso

Nº 55, janeiro de 1953
A tulipa negra

Alexandre Dumas
capa de Nico Rosso
Nº 56, fevereiro de 1953
A moreninha
Joaquim Manuel de Macedo
capa de Nico Rosso
Nº 57, março de 1953
Lúcia de Lammermoor
Walter Scott
capa de Nico Rosso

Nº 58, abril de 1953
Judas
Aristides Ávila
capa de Nico Rosso
Nº 59, maio de 1953
Amor de mãe
Paul Vialar
capa de Nico Rosso
Nº 60, junho de 1953
Miguel Strogoff - Vol. 1
Júlio Verne
capa de Nico Rosso

Nº 61, julho de 1953
Miguel Strogoff - Vol. 2
Júlio Verne
capa de Nico Rosso
Nº 62, agosto de 1953
Arthur Azevedo e sua época
R. Magalhães Júnior
capa de Nico Rosso
Nº 63, setembro de 1953
A escrava Isaura
Bernardo Guimarães
capa de Nico Rosso



Nº 64, outubro de 1953
As quatro irmãs
Louisa May Alcott
capa de Nico Rosso
Nº 65, novembro de 1953
Os gêmeos
George Sand
capa de Nico Rosso
Nº 66, dezembro de 1953
O grilo na lareira
Charles Dickens
capa de Nico Rosso





Nº 67, janeiro de 1954
Aconteceu no velho S. Paulo
Raimundo de Menezes
capa de Nico Rosso
Nº 68, fevereiro de 1954
Iperoig
Leão Machado
capa de Nico Rosso
Nº 69, março de 1954
As tribulações de um chinês na China
Júlio Verne
capa de Nico Rosso



Nº 70, abril de 1954
O moço louro - Vol. 1
Joaquim Manuel de Macedo
capa de Nico Rosso
Nº 71, maio de 1954
O moço louro - Vol. 2
Joaquim Manuel de Macedo
capa de Nico Rosso
Nº 72, junho de 1954
A rajada
Amadeu de Queiroz
capa de Nico Rosso







Nº 73, julho de 1954
Amor de perdição
Camilo Castelo Branco
capa de Nico Rosso
Nº 74, agosto de 1954
Contos de Shakespeare - Vol. 1
Charles e Mary Lamb
capa de Nico Rosso
Nº 75, setembro de 1954
Contos de Shakespeare - Vol. 2
Charles e Mary Lamb
capa de Nico Rosso





Nº 76, outubro de 1954
Os irmãos corsos
Alexandre Dumas
capa de Nico Rosso
Nº 77, novembro de 1954
Memórias de um sargento de milícias
Manuel Antônio de Almeida
capa de Nico Rosso
Nº 78, dezembro de 1954
Garimpos do Mato Grosso
Hermano Ribeiro da Silva
capa de Nico Rosso