Marcos Rey: Quem manda já morreu [Editora Ática, Série Vaga-Lume]

Título: Quem manda já morreu
Autor (a): Marcos Rey
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1989-1993
Capa: Rogério Borges (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)
Ilustrador (a): Rogério Borges
Edição Original: Quem manda já morreu, 1989, Brasil, Editora Ática

Sinopse: Edu é um estudante universitário que precisa fazer um trabalho jornalístico. Seu tio, Palha, um excêntrico, detetive, sugere que ele escreva sobre Tony Grand, um mafioso já falecido. Mas essa pesquisa acaba envolvendo os dois com uma perigosa quadrilha de traficantes. (fonte: site da editora, junho de 2014) Por que tanta gente tentava impedir que ele fizesse um trabalho para a faculdade sobre Tony Grand, se o bandido já estava morto? Era o que Edu se perguntava, intrigado. Entretanto nem seu tio Palha, um excêntrico detetive, nem sua não menos excêntrica secretária, Coca Gimenez, pareciam saber a resposta. Só que, antes de matarem a charada, tio e sobrinho começaram a receber ameaças de morte. Afinal, Tony Grand apagou, mas sua quadrilha continua acesa... Será que quem manda já morreu mesmo? [fonte: contracapa do livro]



capa 1994-1999
Prefácio: Para morrer de medo... ou de rir

Desta vez vocês vão conhecer Edu, aluno de Comunicações que, ao fazer um trabalho jornalístico nas férias, acaba se envolvendo com uma perigosíssima máfia de traficantes. E ele próprio quem conta a história, informalmente e com uma graça de quem não perde o pique mesmo nos momentos de maior tensão.

Conhecerão também o impagável Tio Palha, detetive particular meio biruta, que ajudando o sobrinho a cumprir sua tarefa escolar acaba sendo arrastado por uma enxurrada de lances de arrepiar os cabelos. E o mais espantoso é que se diverte com isso!

Na mesma onda embarca ainda a Expedita Coca Gimenez, secretária e talvez namorada do detetive, ex-cantora e maquiadora excepcional, qualidade esta que permite aos três ingressarem disfarçadas na sede da terrível quadrilha.

Tudo isso para descobrir a verdadeira identidade do chefe da quadrilha, a enigmático Boss (patrão, em inglês), figura sinistra, herdeiro da organização criminosa de um tal Tony Grand, delinquente famoso cuja biografia Edu tenta inocentemente levantar em seu trabalho jornalístico.

Quanto ao autor dessa alucinada comédia policial, é a mesmo que escreveu para a Vaga-lume O mistério do cinco estrelas (que vai virar filme), O rapto do garoto de ouro (que já foi peça teatral), Um cadáver ouve rádio, Sozinha no mundo, Dinheiro do céu (o preferido das 7ªs e 8ªs séries), Bem-vindos ao Rio, Enigma na televisão e Garra de campeão - Marcos Rey. Isso, sem falar, claro, de outros romances fora da Vaga-lume como Malditos paulistas, A arca dos marechais e A última corrida, também muito lidas pelos jovens.

E é Marcos Rey quem diz: se você não curte um bom texto de humor, não será capaz de levar nada a sério.

Isto dito e assegurado, divirtam-se.

Orelha (ilustrações de Edu) [disponível apenas nas edições lançadas entre 1989 e 1993]:


Por que tanta gente tentava impedir que Edu fizesse um trabalho para a faculdade sobre Tony Grand, se o bandido já estava morto ? Era o que se perguntava. Mas nem seu tio Palha, um excêntrico detetive, parecia saber a resposta. Só que antes de matarem a charada, os dois começaram a receber ameaças de morte. Edu acompanha seu tio Palha na investigação de um esconderijo de traficantes para revelar a identidade do misterioso Boss.

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