O caso da borboleta Atíria (Lúcia Machado de Almeida)

capa 1 (1975-1990)
Capa criada por Milton Rodrigues Alves (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O caso da borboleta Atíria, da escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado no Brasil entre 1975 e 1990 [capa 1] e entre 1991 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1951, com o título A borboleta Atíria. Ilustrado por Milton Rodrigues Alves.

Sinopse: Um crime acontece no mundo dos insetos. A noiva do Príncipe Grilo foi assassinada. Os mesmos criminosos sequestram a borboleta Atíria. Quem seriam eles e qual o motivo do crime? [fonte: site da editora]

Solte sua imaginação! Você vai se deparar com um tremendo mistério policial que tem como protagonista uma singela borboleta. A história se passa no mundo dos insetos - que você vai ter oportunidade de conhecer, como se ficasse pequeno e compreendesse a língua de grilos, besouros e lagartas. Quem é o criminoso que está ameaçando a floresta? Qual o motivo dos crimes? As respostas são surpreendentes... Lúcia Machado de Almeida cria uma emocionante aventura de detetive, misturando elementos de lendas e contos de fadas. Ao fazer os insetos falarem e pensarem, a autora apresenta uma visão crítica da própria sociedade humana, levando o leitor a refletir sobre o mundo em que vive. Prepare-se para conhecer um livro mágico. Venha solucionar o caso da borboleta Atíria. Boa leitura. [fonte: prefácio na edição publicada em 1991]
capa 2 (1991-1998)

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1991 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 1999.

A primeira edição do livro foi publicada em 1951 com o título Atíria, a borboleta. Em 1972, o livro foi publicado pela editora Ebrasa de Brasília-DF com o título de O caso de Atíria, a borboleta.

Nas notas de rodapé do livro, a autora apresenta informações explicativas sobre os animais apresentados na trama, com os nomes científicos dos animais e com informações sobre eles, como seu tempo de vida, sua aparência, seus hábitos e curiosidades. Uma dessas notas, por exemplo, dizia: “Há uma cigarra norte-americana que fica 17 anos enterrada, até completar sua evolução.” Essas informações permitem ao leitor compreender melhor as observações feitas pelos personagens ( “Imagine você que ela está enterrada há mais de quatro anos nesse buraco!”).

Lúcia Machado de Almeida escreveu uma continuação para O caso da borboleta Atíria em 1992, chamado Atíria na Amazônia.

Conheça outras capas desse título, autor, editora, coleção/série ou capista nos marcadores abaixo.

Um comentário:

  1. Se você se interessa por O Caso da Borboleta Atíria, pode achar interessante este post que fiz para mostrar duas versões do livro antes que ele fizesse parte da Série Vaga-Lume: http://marginalia.com.br/2016/03/04/duas-versoes-da-borboleta-atiria/

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