Xisto no espaço (Lúcia Machado de Almeida)

Capa criada por Mario Cafiero (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Xisto no espaço, da escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado no Brasil entre 1982 e 1984 pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1967. Ilustrado por Mario Cafiero.

Sinopse: Para impedir que o maligno Rutus destrua todo o Universo, Xisto tem de empreender uma longa e perigosa viagem interestelar e enfrentar terríveis alienígenas. Mas ele não está sozinho nessa jornada. Ganhadora de diversos prêmios literários, a mineira Lúcia Machado de Almeida tem um lugar de destaque na história de literatura infantojuvenil brasileira. Um de seus livros mais aclamados, Xisto no espaço é o segundo da famosa tríade de aventuras de Xisto, e leitura indispensável aos jovens. Neste volume da saga, o Universo. Assim, ao lado de seu inseparável amigo Bruzo, Xisto empreenderá uma longa e perigosa viagem interestelar, a bordo de sua astronave, e enfrentará terríveis alienígenas. Com uma aventura que mistura fantasia e ficção científica, esta obra seduz e estimula a imaginação, despertando o interesse do jovem pela leitura. [fonte: site da editora]

Ui! Xisto se mete em cada uma... Ah, pra quem ainda não o conhece, meu amigo Xisto é um garoto incrível que, neste livro, vai tentar salvar a Terra da invasão de horrorosos seres de outro planeta. Que vai ser fogo, vai! Ainda bem que seus amigos do planeta Nívea sempre tentarão ajudá-lo... Mas chega de papo! O negócio é começar a ler estas fantásticas aventuras espaciais o mais rápido possível. [fonte: orelha do livro da edição publicada em 1984]
orelha, por Edu

O personagem Xisto protagonizou três livros escritos pela autora: Aventuras de Xisto (1957), Xisto no espaço (1967) e Xisto e o Saca-Rolha (1974), este último teve o título alterado a partir de 1983 para Xisto e o pássaro cósmico, quando passou a ser publicado pela coleção Vaga-Lume.

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 2010.

Xisto no espaço ganhou o prêmio Jabuti, o mais importante do Brasil, na categoria Juvenil em 1968.

O livro é dividido em 15 capítulos: (1) Xisto no espaço, (2) Os mistérios do cosmos, (3) No planeta negro, (4) Desviados para Nívea, (4) Kibrusni, menino do espaço, (5) Uma surpresa atrás da outra, (6) O raio quente, (7) Terror no planeta, (8) A gelatina da morte, (9) Rumo a "o que não tem sangue", (10) O vampiro, (11) O planeta do mal, (12) Rutus, afinal!, (13) A terrível sala, (13) O segredo de "o que não tem sangue", (14) Xisto agoniza, (15) Alergia apenas.

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O rapto do Garoto de Ouro (Marcos Rey)

capa 1 (1982-1990)
Capa criada por Jayme Leão (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O rapto do Garoto de Ouro, do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999), publicado no Brasil entre 1982 e 1990 [capa 1] e entre 1991 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1982. Ilustrado por Jayme Leão.

Sinopse: Madame Santa, a modista epecializada em vestidos de noiva. Marino Bataglia, negociante de cães de raça. Heitor Salvattore, campeão de braço-de-ferro. Zorba, o ex-marinheiro e ex-vendedor de enciclopédias. Entre os quatro, há uma coisa em comum: estão todos na lista dos jovens detetives Leo, Gino e Ângela, como suspeitos. Mas qual deles poderia ter raptado o Garoto de Ouro? [fonte: contracapa da edição publicada em 1993]
orelha, por Edu

Oi, pessoal! Desta vez estou aqui pra apresentar um cara incrível: o Garoto de Ouro, um super cantor de rock. Epa! Alguma coisa estranha está acontecendo... Socorro, gente, socorro!!! Raptaram o Alfredo! Ainda bem que o Garoto de Ouro tem amigos como Ângela, Leo e Gino que não vão sossegar enquanto não encontrarem o raptor. Aposto que você também não vai sossegar enquanto não acabar de ler emocionante aventura policial. [fonte: orelha do livro da edição publicada em 1985]
capa 2 (1991-1998)

Os jovens detetives Leo, Ângela e Gino protagonizam quatro livros escritos por Marcos Rey: O mistério do Cinco Estrelas (1981), O rapto do Garoto de Ouro (1982), Um cadáver ouve rádio (1983) e Um rosto no computador (1993).

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1999.
contracapa, edição 1993

O livro é dividido em 34 capítulos: (1) O grande show que não houve, (2) Dentro de uma casa escura, (3) Uma notícia muito ruidosa, (4) O Garoto de Ouro e seus sentidos, (5) A agenda verde, (6) O amanhecer de um raptado, (7) A reunião, (8) O primeiro olá do raptor, (9) Madame Santa - Modista vestido para noivas, (10) Cães com ou sem pedigree - Proprietário: Marino Bataglia, (11) Câmera lenta, (12) Uma frustrada visita ao salsicheiro, (13) O segundo "olá" do raptor, (14) O campeão de braço-de-ferro, (15) Pequeno intervalo para reflexões, (16) Ricardo Tozzi: o comilão, (17) Um amigo é pra essas coisas, (18) Um retrospecto no escuro, (19) O suícidio de Miss Bexiga, (20) Zorba, o ex-marinheiro grego, (21) João Cabeçada no Lar do Senhor, (22) Intervalo para almoço, (23) Visita do raptor ao Garoto de Ouro, (24) O homem que quase viu o raptor, (25) Façam suas apostas, (26) O começo de uma segunda-feira tensa, (27) A mensagem, (28) Últimas instruções, (29) O resgate, (30) A volta do raptado, (31) A volta da agenda verde, (32) Apresento-lhes o raptor, (33) Um passeio para refrescar a cabeça, (34) Um pouco depois do fim.


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Aventuras de Xisto (Lúcia Machado de Almeida)

Capa criada por Mario Cafiero (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Aventuras de Xisto, da escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado no Brasil entre 1982 e 1998 pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1957. Ilustrado por Mario Cafiero.

Sinopse: Após encontrar o Manual Secreto dos Bruxos, Xisto decide ser hora de acabar com todos os bruxos do planeta. Para isso, sai numa missão como cavaleiro andante, acompanhado de seu fiel escudeiro Bruzo. Os dois partem para as aventuras, perseguindo bruxos, fazendo descobertas e se metendo em várias enrascadas.  Em Aventuras de Xisto, a consagrada autora Lúcia Machado de Almeida cria um herói jovem, simpático e determinado, e revive o encanto das histórias da época de ouro da cavalaria medieval, na eterna cruzada do Bem contra o Mal. [fonte: site da editora]

Pela minha cara já dá pra ver que as aventuras que vêm por aí são de arrepiar os cabelos. Ah, mas antes quero apresentar meu amigo Xisto: um cara valente que decide ser cavaleiro andante pra acabar com os bruxos da face da Terra. Ainda bem que existe gente corajosa assim! Ei, seu bruxo! Pensa que o Xisto se apavora por qualquer magicazinha? Você vai ver como ele sai de todas numa boa... Deixe eu contar um segredo: Bruzo, este gordinho simpático, esta sempre ao lado de seu amigo Xisto. Ele é forte pra danar e ajuda Xisto a sair de muitas encrencas. Olhe se eu fosse você não esperaria nem mais um minuto pra começar a ler as empolgantes aventuras deste livro. [fonte: orelha do livro da edição publicada em 1984]
orelha, por Edu

O personagem Xisto protagonizou três livros escritos pela autora: Aventuras de Xisto (1957), Xisto no espaço (1967) e Xisto e o Saca-Rolha (1974), este último teve o título alterado a partir de 1983 para Xisto e o pássaro cósmico, quando passou a ser publicado pela coleção Vaga-Lume.

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1999. 

O livro é dividido em 29 capítulos: (1) Aventuras de Xisto, (2) O manual secreto, (3) Mirtofredo Barba-Coque, (3) Misteriosa artimanha de Xisto, (4) A incrível explicação, (5) Xisto cavaleiro andante, (6) À procura dos feiticeiros, (7) O homem-planta, (8) O segredo de Jacomino, (9) As feras-do-ar, (10) "Fripaltices" de Mirtofredo, (11) A fumaça que fazia rir, (12) O cavaleiro sem cabeça, (13) O homem pálido, (14) A imagem que não se refletia no espelho, (15) A senhora dos que voam mas não são aves, (16) O homem invisível, (17) Xisto em perigo, (18) Um canário e um recém-nascido, (19) Enquanto isso..., (20) Um passarinho apenas..., (21) Pioram as coisas, (22) A mão do destino, (23) A boca de fogo, (24) Uma caçada e uma surpresa, (25) "O que vê sem ser visto", (26) A horrenda metamorfose, (27) Milagre do amor, (28) Com o "Senhor do Tempo", (29) "O que tem forma de cobra e é como um raio".

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O feijão e o sonho (Orígenes Lessa)

Capa criada por Fernando Lopes (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O feijão e o sonho, do escritor brasileiro Orígenes Lessa (1903-1986), publicado no Brasil entre 1981 e 1984 pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1938. Ilustrado por Fernando Lopes.

Sinopse: O poeta Campos Lara é um grande sonhador. Só que, por se dedicar profundamente a sua criação literária, ele acaba esquecendo as necessidades cotidianas, como comprar comida para a família. Campos Lara sente que ninguém o compreende, e sua esposa, Maria Rosa, está cansada da difícil vida que levam.  As dificuldades de relacionamento de um casal e os conflitos internos de um homem sonhador são alguns dos temas abordados por Orígenes Lessa neste clássico da literatura que vem conquistando gerações de leitores. [fonte: site da editora, link visitado em março de 2014]

Oi, pessoal! Aí vai a história de Maria Rosa e Campos Lara, uma história de amor diferente. Ela sempre preocupada com o feijão de cada dia, ele sempre escrevendo e curtindo a arte. Você nem pode imaginar quanta coisa acontece com eles! Acho que você tem muita sorte de poder ler este livro agora... [fonte: orelha da edição publicada em 1982]

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu alterações em três ocasiões: 1985,1993 e 1999.

O livro é dividido em 51 capítulos, sem títulos. O feijão e o sonho ganhou em 1939 o Prêmio Antônio da Alcântara Machado (da Academia Brasileira de Letras – ABL).

Adaptação na televisão: O feijão e o sonho (1969, Brasil, novela, TV Educativa) e O feijão e o sonho (1976, Brasil, novela, TV Globo). Além disso, houve duas apresentações no programa de teleteatro TV de Vanguarda, da TV Tupi, em 1952 e 1956.

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Zezinho, o dono da porquinha preta (Jair Vitória)

capa 1 (1981-1989)
Capa criada por Cirton Genaro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Zezinho, o dono da porquinha preta, do escritor brasileiro Jair Vitória (1943-xxxx), publicado no Brasil entre 1981 e 1989 [capa 1] e entre 1990 e 1997 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1981. Ilustrado por Cirton Genaro.

Sinopse: O amor de Zezinho por sua porquinha é tão grande que, quando seu pai quer vendê-la, o menino faz de tudo para evitar a separação. Nessa luta, o garoto vai aprender muita coisa e perceber a vida de outra maneira. [fonte: site da editora]Além da mudança das cores do fundo da capa em 1990, houve uma nova alteração no layout da capa do livro na coleção Vaga-Lume em 1998 [capa].

O livro é dividido em 26 capítulos, sem títulos.

capa 2 (1990-1997)



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O mistério do Cinco Estrelas (Marcos Rey)

Capa 1 (1981-1987)
Capa criada por Jayme Leão (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O mistério do Cinco Estrelas, do escritor brasileiro Marcos Rey (1925-1999), publicado no Brasil entre 1981 e 1987 [capa 1] e entre 1988 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1981. Ilustrado por Jayme Leão.

Sinopse: Um caso de assassinato. Quem acreditaria no simples camareiro daquele hotel de luxo? Contra ele, há o depoimento de um hóspede poderoso. Para provar inocência, Leo conta com a ajuda de Gino e Ângela. Mas o trio conseguirá resolver o mistério do cinco estrelas? Esta é a primeira aventura dos três detetives de Marcos Rey, que se transformaram no maior sucesso de nossa recente literatura para jovens. [fonte: contracapa da edição publicada em 1997]
orelha, por Edu

Eu sei que vocês todos são vidrados como eu em histórias policiais. Pois esta é uma das boas. O menino aí embaixo é o Léo. Ele está trabalhando numa boa como mensageiro num hotel. Por que será que ele olha tão desconfiado para aquele velhinho bonachão? Nooossa! Parece que ele se meteu numa fria! Aquele isqueiro deve ter alguma coisa errada e... Xiiiiiii! Qual é a daquele cara com o revólver na mão? Ei, seus bandidos! Vamos parar de pegar no pé de gente fina como o Léo? Não estão vendo que ele agora está numa ótima com sua garota? Esses quadrinhos são para mostrar que nesta história não vai faltar aventuras e suspense. Você não vai conseguir largar este livro antes de acabá-lo. Vamos nessa? [fonte: orelha do livro da edição publicada em 1984]

Capa 2 (1988-1998)
Um estranho com cara de índio é assassinado no luxuoso hotel em que Leo trabalha. O rapaz suspeita do Barão, um hóspede habitual do cinco estrelas. Acontece que, depois do crime, Leo é despedido. Claro que não podia se tratar de mera coincidência... Com o amigo Gino e a namorada Ângela, Leo resolve investigar os fatos. É preciso seguir as pistas e encontrar o criminoso para que ele possa recuperar o emprego. Em O mistério do cinco estrelas, Marcos Rey cria o trio de detetives que aparecerá também em outras de suas histórias, fazendo o maior sucesso. Acompanhe este caso de Leo, Gino e Ângela. Você não vai conseguir parar antes do final. [fonte: prefácio, “Um trio que já deu muito o que falar...”, da edição publicada em 1997]

Os jovens detetives Leo, Ângela e Gino protagonizam quatro livros escritos por Marcos Rey: O mistério do Cinco Estrelas (1981), O rapto do Garoto de Ouro (1982), Um cadáver ouve rádio (1983) e Um rosto no computador (1993).
contracapa (1988-1998)

O livro é dividido em 27 capítulos: (1) O 222, (2) Guima, sabe o que eu vi?, (3) Um velório sem cadáver, (4) Um mergulho nos porões do hotel, (5) O cadáver desaparece mais uma vez, (6) O primeiro dia de um desempregado, (7) Um cadáver boia no rio, (8) As coisas ficam pretas, (9) A história aconteceu assim, (10) Escondido na casa de Tia Zula, (11) A lista, (12) O nome que restou na lista, (13) Os fabricantes de marmelada, (14) Alguém esteve no apartamento de Guima, (15) Guima e Hans na delegacia, (16) No estranho Hotel Acapulco, (17) A notícia que não saiu publicada, (18) A jovem loura do Corcel marrom, (19) Pânico na represa, (20) Para onde?, (21) A fuga sensacional do apartamento, (22) O quebra-cabeça, (23) Uma reunião muito importante, (24) Dentro da casa da represa, (25) Mais roupa suja para lava, (26) Um agradável chá das cinco, (27) Um final muito, muito feliz.

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A Serra dos Dois Meninos (Aristides Fraga Lima)

capa 1 (1980-1989)
Capa criada por Paulo César Pereira (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro A Serra dos Dois Meninos, do escritor brasileiro Aristides Fraga Lima (1923-1996), publicado no Brasil entre 1980 e 1989 [capa 1] e entre 1990 e 1995 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1980. Ilustrado por Paulo César Pereira.

Sinopse: Perdidos no mato há três dias, famintos, Ricardo e Maneca não vacilam em fazer um churrasco com os restos de um veado que a onça matara. Justamente na hora de saboreá-lo, a fera retorna ao local do banquete. E agora? Essa é apenas uma das aventuras sensacionais que você vai ler em A Serra dos Dois Meninos, um livro incrível de Aristides Fraga Lima. [fonte: contracapa da edição publicada em 1993]

Vejam que beleza é a fazenda “Gravatá”! É aí que Ricardo e Maneca, meninos como você, vão viver uma aventura incrível. Não dá nem pra imaginar como ela vai terminar. Ricardo e Maneca se tornam super-amigos dos vaqueiros. Juntos, eles se divertem a valer. Mas o que eles querem mesmo é explorar as serras da fazenda, cheias de mistérios e perigos. Aposto que você também está louco para saber tintim por tintim o que aconteceu com Ricardo e Maneca nas serras. Então faça como eu: vá correndo ler este livro de aventuras. [fonte: orelha da edição publicada em 1982]
capa 2 (1990-1995)

O enredo principal de A Serra dos Dois Meninos se passa na fictícia Fazenda Gravatá, localizada próxima da cidade de Adustina, na Bahia. Além disso, são citadas outras cidades baianas: a capital Salvador, Parapiranga, Baixão do Carolino e Lagoa Branca. Os protagonistas do livro são os irmãos Ricardo e Maneca, cuja família é composta por Senhor Domingos (pai), Dona Mariana (mãe), Alfredo (irmão), Pepe (irmã), Iaiá (irmã) e Quita (irmã). A cozinheira da família é Joana e eles tem um parente chamado Francisco Carvalho. Na fazenda do Senhor Domingos trabalham os vaqueiros Aurélio, Nicolau, João do Cedro, Pedro Damasceno, Zé Dias, Manuel da Boa-Vista, João do Pedro, Virgílio, Zé do Caima, João do Mari, João do Virgílio, Maurício, Coló e Zequinha da Lagoa do Velho. Zefinha é a esposa de Nicolau e é empregada da fazenda. Três caçadores frequentam a fazenda: Isac, Zé Pequeno e Alexandre. Gérson é filho de Isac. Durante a narração de uma aventura é citado o cangaceiro Azulão e sua esposa.
orelha, por Edu

O livro é dividido em 23 capítulos e 1 epílogo: (1) A viagem, (2) A fazenda "Gravatá", (3) A "pega" do gado, (4) O mistério da caatinga, (5) A Serra do Capitão, (6) A "ferra" do gado, (7) O "show", (8) Armadilhas, (9) O "pai do mato" e Alexandre, (10) Os preparativos, (11) Na Serra do Capitão, (12) Perdidos, (13) A primeira refeição, (14) Descansando, (15) Noite terrível, (16) Churrasco, (17) A busca, (18) Dia do Juízo, (19) Vestígios, (20) Na pista dos meninos, (21) A onça criminosa, (22) Rumo à fazenda, (23) Uma passagem bíblica, (24) Epílogo.

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Spharion (Lúcia Machado de Almeida)

capa 1 (1979-1988)
Capa criada por Mario Cafiero (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Spharion, da escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado no Brasil entre 1979 e 1988 [capa 1] e entre 1990 e 1995 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1979. Ilustrado por Mario Cafiero.

Sinopse: Que é isso, Dico! Você está flutuando! Volte já para o berço. Olha aí o Dico já grande. Essa história é incrível. É a história de um cara muito especial que se envolve numa porção de aventuras ligadas à exploração de diamantes. Crime e aventuras, mas também amor recheiam essa nossa história... que você não pode perder. Esse aí do lado, por exemplo, é um personagem que vai fazer você vibrar de emoção. Você, que gosta de suspense, faça como eu. Vá correndo ler essa história policial. [fonte: orelha da edição publicada em 1983]

O jovem Dico, um paranormal, é chamado a participar das investigações de uma série de crimes, cujas vítimas apresentam uma enigmática palavra – Spharion – gravada em seu rosto. Como desvendar esses crimes? [fonte: site da editora]

O que significa Spharion e por que esta palavra aparece misteriosamente gravada no rosto de um velho garimpeiro encontrado morto no interior de Minas Gerais? É o que vai tentar descobrir Dico Saburó, um rapaz que tem poderes paranormais, com o auxílio do jornalista Pedro e de um investigador famoso, o inspetor Pimentel. No decorrer das investigações são muitos os fatos sobrenaturais que acontecem, além de continuarem a ocorrer outros crimes tão enigmáticos quanto o primeiro. Você vai atravessar as fronteiras da realidade e descobrir que o impossível pode acontecer, acompanhando as aventuras de Dico Saburó e seus amigos em Spharion. Vai penetrar num universo muito além da imaginação. Prepare-se para uma sucessão de surpresas, que vão mantê-lo intrigado da primeira à última página. [fonte: prefácio "Crime e enigma" da edição publicada em 1993]
capa 2 (1990-1995)

O livro contém uma nota da autora que diz: Ao escrever esta novela de ficção científica, a autora baseou sua fantasia em realidades que vão sendo descobertas, estudadas e confirmadas nessa espantosa era que estamos vivendo: era do átomo, da energia nuclear, dos vôos interplanetários e dos fenômenos parapsicológicos. Assim sendo, ela recorreu a especialistas em diversas áreas, sem a colaboração dos quais lhe teria sido impossível dar asas a sua imaginação. “...escrevo acerca das forças naturais, e não das operadas pela mão do homem. Considero, sobretudo, as coisas que se relacionam com a gravidade, a levitação, a força elástica, a resistência dos fluidos e forças semelhantes de atração ou repulsão...” (Isaac Newton)

Em 1979, ano de seu lançamento, Spharion ganhou o Prêmio Cultural do Distrito Federal e o Melhor das Artes do caderno “Fim de Semana” do jornal “Estado de Minas.

Nessa edição, o livro trazia o seguinte subtítulo: Aventura de Dico Saburó.

O protagonista do livro é Dico Saburó, um jovem paranormal. A família de Dico é formada por João Saburó (pai), Joana Saburó (mãe), Bernardina “Dina” Saburó (irmã). Spharion é o nome usado por um suposto assassino em série no livro, cujo crimes são investigados pelo Inspetor Pimentel e por Pedro, um repórter. No livro, temos também Silvana (ex-namorada de Pedro), o Pároco, Bob Lee (cantor), Mudo (ajudante de Spharion), X (colaborador de Spharion) e Professor Medeiros. Além desses personagens, muitos outros circulam na trama citados apenas por sua profissão ou situação: Mineradores, Professor de Dico, Alunos da escola de Dico, Fãs do cantor Bob Lee, Guia Turístico do Museu, Turistas Norte-Americanos, Geólogos Alemães, Mendigo, Prefeito de Diamantina, Senhora de Meia-Idade, Dentista, Físico, Estudante de Medicina, Recepcionistas da Embaixada, Embaixador Brasileiro, Governanta do Professor Medeiros, Jornalistas do Rio de Janeiro, Mestre-de-Draga, Médico Clínico, Tabelião, Zelador, Padrinho Olavo, Radioamador e Almirante. No decorrer da trama também são citados vários personagens históricos envolvidos na história de diamantes ou da Física: Jahan (Grã Mongol), Aurangzeb, Ranjit Singh, Lord Lawrence, Rainha Vitória da Inglaterra, Roger Bacon, Paracelsus, Jacob Boehme, Cagliostro, Oppenheimer, Conde de Saint-German, Abu-Ali-Al Husain, Seaborg e Heller. Também é citado como personagem histórico Fernando Ferguson, descobridor da ilha Pata do Elefante, mas não é confirmado na história se é um personagem real ou fictício.
orelha, por Edu

O personagem Inspetor Pimentel aparece como investigador em outro livro da autora, O Escaravelho do Diabo, publicado anteriormente na coleção Vaga-Lume (1974). A trama do livro é até citada rapidamente em Spharion, quando um dos personagens diz que Pimentel foi capaz de resolver o “Caso do Escaravelho do Diabo”, então ele era capacitado suficientemente para resolver o “Caso Spharion”.

O enredo principal de Spharion se passa na cidade Diamantina, em Minas Gerais. Além disso, trechos da história também ocorrem nas cidades mineiras de Serro e Canoinhas. Outras ações ocorrem na cidade do Rio de Janeiro e na cidade de Dacar (na África).


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Tonico (José Rezende Filho)

capa 1 (1978-1991)
Capa criada por Iranildo Alves (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Tonico, do escritor brasileiro José Rezende Filho (1929-1977), publicado no Brasil entre 1978 e 1991 [capa 1] e entre 1993 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1977. Ilustrado por Iranido Alves.

Sinopse: Oi, pessoal. Estamos de novo no pedaço. E vocês já sabem que quando chego é sempre pra trazer coisa muito boa. Já imaginaram a luta de um moleque órfão de pai para sobreviver nesse mundo cheio de maldade? Pois essa é a história. Tonico é o personagem dessa história. Seu maior amigo é o Carniça, um moleque de rua. Só que a liberdade de Carniça provoca sérios choques com suas obrigações de casa. Mesmo assim, Carniça é o seu herói. Daí acontecer uma porção de coisas incríveis. Mas isso você só vai saber lendo e vibrando com as páginas seguintes desse livro sensacional. [fonte: orelha da edição publicada em 1982]

Pobre e órfão de pai, Tonico sonha com sua independência e começa a trabalhar como engraxate, percorrendo as ruas com o amigo Carniça. Nesse percurso, os pobres meninos não têm medo da vida. [fonte: site da editora]
capa 2 (1993-1997)

Tonico teve uma sequência publicada em 1982, Tonico e Carniça, escrito inicialmente por José Rezende Filho (que faleceu antes de terminar o livro) e posteriormente por Assis Brasil.
orelha, por Edu

Os personagens do livro são: Tonico, Dona Zenaide “Zen” (mãe de Tonico), Severino “Bio” (tio de Tonico), Dona Corália (avó de Tonico), Marly (esposa de Severino), Valtinho “Carniça”, Seu Duda (dono da loja), Esposa do Seu Duda, Dona Zélia (cliente do Seu Duda), freguesa do Seu Duda, secretária da escola, Padre Colombo, Seu Fonseca (dono da farmácia), Célio (funcionário da farmácia), Fregueses da cadeira de engraxate, Segurança do depósito, Moleques do depósito, Garçons de Copacabana, Engraxates de Copacabana, Homem e Mulher de Copacabana. Além disso, alguns personagens são apenas citados no livro, como o pai falecido de Tonico chamado Luiz, os meninos do time de futebol do campinho (Cafua, Bentinho, Manuel, Ricardo e Pedro Henrique), Dona Elza (dona do armazém), Zé (dono do boteco), as irmãs de Tonico, Antônio (dono do bar), Paraíba e Italiano. A narrativa do livro se passa na cidade do Rio de Janeiro.

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Menino de asas (Homero Homem)


capa 1 (1977-1991)
Capa criada por Jayme Leão (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Menino de asas, do escritor brasileiro Homero Homem (1921-1991), publicado no Brasil entre 1977 e 1991 [capa 1] e entre 1993 e 1997 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1971. Ilustrado por Jayme Leão.

Sinopse: Ser diferente é um crime? Parece que sim, pelo menos para a maioria das pessoas que conhece aquele menino que nasceu com asas no lugar dos braços. O Menino de Asas, porém, não se deixa intimidar: vai fazer de tudo para vencer a rejeição. Nessa luta, além do preconceito, ele pode descobrir também a amizade e o amor. Acompanhe esta história fantástica. [fonte: contracapa da edição publicada em 1993]

Com uma linguagem cheia de poesia, este livro conta a história de um menino que tem asas no lugar dos braços. Cansado de ser discriminado pelos habitantes da pequena cidade em que vive, o Menino de Asas se muda para uma cidade maior, determinado a vencer a rejeição. Nesse percurso cheio de contratempos e aventuras, ele descobre a amizade dos meninos de rua. Nesta história fantasiosa, Homero Homem trabalha com sensibilidade o tema do preconceito com o diferente. Em sala de aula, a obra proporciona a conscientização em torno da necessidade de tolerância e aceitação do outro, tão fundamentais nos dias de hoje. [fonte: site da editora, link visitado em março de 2014]
capa 2 (1993-1997)

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1993 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 2000.

O livro ganhou o Prêmio Nacional de Literatura do MEC-INL (Ministério da Educação e Instituto Nacional do Livro), em 1975.

O livro é dividido em 4 partes, subdivididas em 33 capítulos, sem títulos.

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Cem noites tapuias (Ofélia e Narbal Fontes)

capa 1 (1976-1985)
Capa criada por Jandira Lorenz (ilustração) e
capa 2 (1986)
Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Cem noites tapuias, dos escritores brasileiros Ofélia Fontes (1902-1986) e Narbal Fontes (1899-1960), publicado no Brasil entre 1976 e 1985 [capa 1] e 1986 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1976. Ilustrado por Jandira Lorenz.

SinopseEste livro é uma história de índios, garimpeiros, rapto de um menino. Tudo com muita aventura e emoção. Já pensou se você fosse esse menino? Viver no meio dos índios com saudades de seu pai e sem saber se um dia voltaria para sua casa? Conheça toda a história do Quinquim, o menino desta aventura, lendo o livro. [fonte: orelha da edição publicada em 1981]

orelha, por Edu

Cem noites tapuias ganhou o prêmio Jabuti, o mais importante do Brasil, na categoria Infantil em 1976.

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O caso da borboleta Atíria (Lúcia Machado de Almeida)

capa 1 (1975-1990)
Capa criada por Milton Rodrigues Alves (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O caso da borboleta Atíria, da escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado no Brasil entre 1975 e 1990 [capa 1] e entre 1991 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1951, com o título A borboleta Atíria. Ilustrado por Milton Rodrigues Alves.

Sinopse: Um crime acontece no mundo dos insetos. A noiva do Príncipe Grilo foi assassinada. Os mesmos criminosos sequestram a borboleta Atíria. Quem seriam eles e qual o motivo do crime? [fonte: site da editora]

Solte sua imaginação! Você vai se deparar com um tremendo mistério policial que tem como protagonista uma singela borboleta. A história se passa no mundo dos insetos - que você vai ter oportunidade de conhecer, como se ficasse pequeno e compreendesse a língua de grilos, besouros e lagartas. Quem é o criminoso que está ameaçando a floresta? Qual o motivo dos crimes? As respostas são surpreendentes... Lúcia Machado de Almeida cria uma emocionante aventura de detetive, misturando elementos de lendas e contos de fadas. Ao fazer os insetos falarem e pensarem, a autora apresenta uma visão crítica da própria sociedade humana, levando o leitor a refletir sobre o mundo em que vive. Prepare-se para conhecer um livro mágico. Venha solucionar o caso da borboleta Atíria. Boa leitura. [fonte: prefácio na edição publicada em 1991]
capa 2 (1991-1998)

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1991 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 1999.

A primeira edição do livro foi publicada em 1951 com o título Atíria, a borboleta. Em 1972, o livro foi publicado pela editora Ebrasa de Brasília-DF com o título de O caso de Atíria, a borboleta.

Nas notas de rodapé do livro, a autora apresenta informações explicativas sobre os animais apresentados na trama, com os nomes científicos dos animais e com informações sobre eles, como seu tempo de vida, sua aparência, seus hábitos e curiosidades. Uma dessas notas, por exemplo, dizia: “Há uma cigarra norte-americana que fica 17 anos enterrada, até completar sua evolução.” Essas informações permitem ao leitor compreender melhor as observações feitas pelos personagens ( “Imagine você que ela está enterrada há mais de quatro anos nesse buraco!”).

Lúcia Machado de Almeida escreveu uma continuação para O caso da borboleta Atíria em 1992, chamado Atíria na Amazônia.

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O gigante de botas (Ofélia e Narbal Fontes)

Capa criada por Milton Rodrigues Alves (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O gigante de botas, dos escritores brasileiros Ofélia Fontes (1902-1986) e Narbal Fontes (1899-1960), publicado no Brasil entre 1974 e 1998 pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1941. Ilustrado por Milton Rodrigues Alves.

SinopseAnhanguera e o capitão Ortiz guiam uma bandeira pelas matas goianas rumo à mina dos Martírios. A natureza é cenário dessa aventura em que os bandeirantes enfrentam índios e traições no próprio grupo [fonte: site da editora, link visitado em junho de 2005].

Oi, pessoal, tudo legal? Nesse novo livro, O Gigante de Botas, vamos voltar à época de Bartolomeu Bueno da Silva, mas conhecido por Anhanguera, uma bandeirante forte e audaz. Nessa história ele vai para Goiás, e com seus companheiros se mete em terríveis aventuras para descobrir as fabulosas minas de ouro da região. Mas até encontrar o ouro os bandeirantes passavam cada uma de deixar os cabelos em pé. Teve um monte de confusão com os índios que vou te contar... No meio desses lances, tem uma história amorosa, cheia de intrigas que vale a pena. Agora vamos lá. Comece logo a leitura, que você não vai se arrepender. [fonte: orelha da edição publicada em 1982]
orelha, por Edu

Em 1940, a história escrita por Ofélia e Narbal Fontes ganhou o primeiro prêmio do Concurso de Histórias e Contos, instituído pela Secretária de Educação e Cultura do Distrito Federal (na época, a cidade do Rio de Janeiro).

Apesar de ter algumas situações e alguns personagens fictícios, O gigante de botas é baseado em fatos reais e retrata a época do desbravamento do interior do Brasil pelos bandeirantes, que eram sertanistas de São Paulo, que, a partir do início do século XVI, penetraram nos sertões brasileiros em busca de riquezas minerais, sobretudo a prata, abundante na América espanhola, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos. O livro gira em torno da bandeira de Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera.

Adaptação em quadrinhos: Edição Maravilhosa Nº 126 (junho de 1956).

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O escaravelho do diabo (Lúcia Machado de Almeida)

Capa criada por Sérgio Cáfaro Furlani (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O escaravelho do diabo, da escritora brasileira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), publicado no Brasil entre 1974 e 1981 pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1955. Ilustrado por Sérgio Cáfaro Furlani.

SinopseVítimas ruivas recebem um escaravelho antes de serem assassinadas. Essa é a única pista de que Alberto dispõe para chegar àquele estranho criminoso. Qual a relação entre ruivos e escaravelhos? Quem será o próximo? [fonte: site da editora, link visitado em março de 2014]

A partir de 1982, a editora alterou a ilustração da capa do livro na coleção. A nova ilustração foi desenhada por Mario Cafiero, que também desenhou novas ilustrações internas. Com a nova ilustração, a capa voltaria a passar por alterações no layout em 1993, 1999 e 2011.

A narração do livro se passa na fictícia cidade de Vista Alegre. A história é protagonizada por Alberto, um estudante de Medicina, e Inspetor Pimentel, que investigam uma série de assassinatos de pessoas ruivas na cidade. Os suspeitos de cometer o crime são moradores da casa da irlandesa Cora O'Shea: o americano Phillip Gedeon, o suíço Jean Graz, Verônica, a copeira Elza e o cozinheiro. As vítimas do assassino durante a narrativa são: Hugo (irmão de Alberto), Clarence (filho de Cora), Maria Fernanda (cantora de ópera), Rachel Saturnino e Padre Afonso. Outros personagens que aparecem ou são citados no livro são os pais de Alberto, os empregados da casa de Alberto e da pensão de Cora, Jairo Saturnino (pai de Rachel), Lia (irmã de Rachel), Marmaduke (filho mais velho de Cora), Sr. Ravic (namorado de Rachel), Dora Costa (amiga de Rachel), Carlos (amigo de Hugo), um amigo de Alberto, Carlito (um garoto de 11 anos), Mrs. Juell (a pianista), Nilza (enfermeira), Silva (subinspetor), Carmela, Paula, Seu Inácio (vizinho de Alberto), Cristóvão Leite (zelador) e outros funcionários do zoológico (porteiro e segurança), Nathalie, Rudolf Bartels (cientista), Dr. Jean Renaud (médico), Professor Kurt von Richter e Hans Schultz (assistente de Rudolf). O personagem Inspetor Pimentel apareceu como investigador em outro livro da escritora, Spharion, publicado originalmente em 1979.

O livro é dividido em 24 capítulos: (1) O mensageiro da morte, (2) Os hóspedes da irlandesa, (3) A espada espanhola, (4) Clarence O'Shea, (5) Hipophenemus toxicodendri, (6) Suspeitas, (7) Alberto prepara a máquina fotográfica, (8) Uma praça de touros em Sevilha..., (9) A zarabatana fatal, (10) O pássaro fatal, (11) O visitante noturno, (12) As cabeleiras vermelhas, (13) O besouro de papelão vermelho, (14) O "inseto" age, (15) Entre a vida e a morte, (16) Rachel fala do "inseto", (17) Pânico na cidade, (18) A sombra, (19) As luvas vermelhas, (20) Aperta-se o cerco, (21) O último ruivo, (22) O Bembidion ustulatum, (23) Intermezzo, (23) O "Ignicornius diabolicus", (24) Os passos de Rudolf Bartels.

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A ilha perdida (Maria José Dupré)

capa 1 (1973-1992)
Capa criada por Edmundo Rodrigues (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro A ilha perdida, da escritora brasileira Maria José Dupré (1898-1984), publicado no Brasil entre 1973 e 1992 (capa 1) e entre 1993 e 1998 (capa 2) pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1944. Ilustrado por Edmundo Rodrigues.

SinopseEduardo e Henrique resolvem explorar a misteriosa ilha e descobrir se as histórias sobre o lugar são reais. Mas a diversão acaba quando os dois se perdem, e a ilha revela um misterioso e solitário habitante. E acabam por se envolver em uma aventura na qual aprendem o respeito e o amor à natureza. [fonte: site da editora, link visitado em março de 2014]

Oi, estou aqui de novo pra anunciar A Ilha Perdida. Nessa história todo mundo fala de uma ilha, mas ninguém sabe nada. Tudo lá é mistério. Até que Henrique e Eduardo, garotos como você, resolvem descobrir seus segredos. Arrumam uma canoa e partem pra aventura. Por que você não embarca com eles? É só começar a ler este livro, bicho. [fonte: orelha da edição publicada em 1984]

capa 2 (1993-1998)
A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1993 (conforme pode ser visto nesta postagem), em 1999 e em 2011.
orelha, por Edu

A ilha perdida faz parte de uma série composta por quatro livros: Aventuras de Vera, Lúcia, Pingo e Pipoca (1943), A ilha perdida (1944), A montanha encantada (1945) e A mina de ouro (1946). Além disso, os personagens voltam no livro O cachorrinho Samba (1949), cujo personagem principal protagoniza uma série com mais cinco livros: O cachorrinho Samba na floresta (1952), O cachorrinho Samba na Bahia (1957), O cachorrinho Samba na Rússia (1964), O cachorrinho Samba entre os índios (1965) e O cachorrinho Samba na Fazenda Maristela (1967, posteriormente publicado apenas como O cachorrinho Samba na fazenda).

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