Marçal Aquino: A turma da rua Quinze [Editora Ática, Série Vaga-Lume]


Título: A Turma da Rua Quinze
Autor (a): Marçal Aquino
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume
Período de Publicação: 1989-1993
Capa: Jayme Leão (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)
Ilustrador (a): Marcus de Sant'Anna e Wanduir Durant
Edição Original: A Turma da Rua Quinze, 1989, Brasil, Editora Ática

SinopseO desaparecimento de um amigo leva a turma da rua a investigar um casarão suspeito, onde vive um homem com uma grande cicatriz no rosto. (fonte: site da editora, março de 2002Quem é aquele homem estranho com uma horrível cicatriz no rosto? Por que Marcão desapareceu sem deixar vestígios? O que significa tanto movimento naquele velho casarão? Em busca da resposta para estas e outras perguntas, a turma da Rua Quinze decide entrar em ação. Você nem imagina do que esse grupo de jovens é capaz! [fonte: contracapa do livro]


Marcos Rey: Quem manda já morreu [Editora Ática, Série Vaga-Lume]

Título: Quem manda já morreu
Autor (a): Marcos Rey
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1989-1993
Capa: Rogério Borges (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)
Ilustrador (a): Rogério Borges
Edição Original: Quem manda já morreu, 1989, Brasil, Editora Ática

Sinopse: Edu é um estudante universitário que precisa fazer um trabalho jornalístico. Seu tio, Palha, um excêntrico, detetive, sugere que ele escreva sobre Tony Grand, um mafioso já falecido. Mas essa pesquisa acaba envolvendo os dois com uma perigosa quadrilha de traficantes. (fonte: site da editora, junho de 2014) Por que tanta gente tentava impedir que ele fizesse um trabalho para a faculdade sobre Tony Grand, se o bandido já estava morto? Era o que Edu se perguntava, intrigado. Entretanto nem seu tio Palha, um excêntrico detetive, nem sua não menos excêntrica secretária, Coca Gimenez, pareciam saber a resposta. Só que, antes de matarem a charada, tio e sobrinho começaram a receber ameaças de morte. Afinal, Tony Grand apagou, mas sua quadrilha continua acesa... Será que quem manda já morreu mesmo? [fonte: contracapa do livro]


Aventura no Império do Sol

Silvia Cintra Franco, Editora Ática, Série Vaga-Lume, 1989-1992.
Capa por João Clemente de Oliveira (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout).
Ilustrações por João Clemente de Oliveira. 
Primeira edição publicada no Brasil em 1989.

Preparem-se para uma viagem emocionante! Desta vez vamos até o Peru acompanhar a esquipe de volêi do Baleia Azul. As mesninas precisam ganhar o torneio de qualquer maneira para não perderem o patrocínio. E pelo jeito não vai ser fácil não! Além da altitude e das adversárias fortes, elas vão enfrentar uma torcida fanática, capaz de tudo. Cacá, Belinha e suas companheiras vão precisar de muita garra para vencer dentro e fora da quadra. Que tal a gente começar imediatamente essa aventura pelos Andes, em meio a muitos saques, bloqueios e surpresas? [fonte: orelha do livro] 

A vida secreta de Jonas


Luiz Galdino, Editora Ática, Série Vaga-Lume, 1989-1992.
Capa por Darlon (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout).
Ilustrações por Darlon. 
Primeira edição publicada no Brasil em 1989.

Um grupo de amigos encontra um garoto que nada sabe a respeito de si próprio. Muitas surpresas acontecem na tentativa de descobrir quem ele é. [fonte: site da editora, dezembro de 2004] 

Garra de campeão

Marcos Rey, Editora Ática, Série Vaga-Lume, 1988-1991.
Capa por Marcus de Sant'Anna (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout).
Ilustrações por Marcus de Sant'Anna. 
Primeira edição publicada no Brasil em 1988.

Nas competições de motocross, Felipe disputa com o veterano Rato a vitória nas pistas e o amor de Joyce. Para vencer essa corrida, em que o perigo é o principal obstáculo, Felipe vai precisar de muita garra. [fonte: site da editora] 

O Ninho dos Gaviões

José Maviael Monteiro, Editora Ática, Série Vaga-Lume, 1988-1991.
Capa por Jayme Leão (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout).
Ilustrações por Jayme Leão. 
Primeira edição publicada no Brasil em 1988.

Oi, amigos! A Márcia, o Alfredo e o Oswaldo querem escalar uma montanha superalta. Será que vão conseguir? Olhem! A Márcia recebeu um bilhete anônimo. Quem será que enviou? Sei lá... Isto está com cara de ameaça. Xiii. O Dagomir e a Tânia quase foram atropelados. Que susto! É, parece que tem gente querendo atrapalhar a escalada! Opa! O que faz esse helicóptero rondando o pico Ninho dos Gaviões? Que mistério! Puxa! Essa história sobre alpinismo promete muita emoção. Que tal começar a ler agora mesmo? [fonte: orelha do livro] 

Três jovens alpinistas escalam o Ninho dos Gaviões, sem imaginar que teriam de enfrentar uma quadrilha de traficantes que usava a montanha como esconderijo. As ameaças estão em todos os momentos da escalada. [fonte: site da editora, dezembro de 2004] 

Meninos sem pátria (Luiz Puntel, Editora Ática, Coleção Vaga-Lume, 1988-1998)

Capa criada por Jayme Leão (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)
Ilustrações internas por Jayme Leão
Publicado originalmente em 1981 pela Editora Brasiliense
Oi, pessoal! Por que será que o pai do Marcão está fugindo no caminhão de gás? E agora? Marcão e o irmão Rico está correndo sob tiros da polícia! Qual será o motivo? Por causa desse mistério todo, Marcão e a família vão morar na França. Lá acontecem lances incríveis! Olhem só o Marcão com Claire, a namorada francesa. Eles estão apaixonados! Querem saber do que se trata esta história? Então venham comigo ler esse livro emocionante. [fonte: orelha do livro]

A Montanha das Duas Cabeças (Francisco Marins, Editora Ática, Coleção Vaga-Lume, Série: O mistério dos Morros Dourados - Nº 2, 1988)

Capa criada por Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)
Ilustrações internas por Jô Fevereiro
Versão condensada do livro O bugre-do-chapéu-de-anta, publicado em 1958 pela Editora Melhoramentos
Atenção! Prepare-se para desbravar o sertão do Brasil junto com Tonico e Perova. Eles vão às minas de Quilombo-Açu, onde estão acontecendo fatos incríveis. Na tribo dos Mutuca, eles encontram um grande companheiro, o índio Pixuíra. Só que para atrapalhar aparece o Bugre-do-Chapéu-de-Anta, um sujeito muito misterioso. Quer saber mais? Então comece a ler agora mesmo esta aventura emocionante. [fonte: orelha do livro]

Os passageiros do futuro (Wilson Rocha, Editora Ática, Coleção Vaga-Lume, 1987-1992)

Capa criada por Milton Rodrigues Alves (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)
Ilustrações internas por Milton Rodrigues Alves
B-Hor, Thera, Plick e Delon vivem no ano 3000 e se envolvem com experiências científicas e alta tecnologia. Por engano, Delon viaja no tempo e para numa lanchonete carioca em 1987, onde conhece Márcia e já arruma confusão. À procura do amigo, B-Hor, Thera e Plick também viajam no tempo, mas dá tudo errado: eles caem no século XVIII em meio a uma invasão francesa no Rio de Janeiro. Agora os amigos terão de descobrir como voltar para casa e tentar não se envolver em mais problemas enquanto estão por aqui. [fonte: site da editora]

Enigma na televisão

capa 2 (1993-1998)
capa 1 (1987-1992)

Autor (a): Marcos Rey [lista]
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1987-1992 [capa 1] e 1993-1998 [capa 2]
Arte da Capa: Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)

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Sinopse: Beijar na boca é crime? Assim pensam as integrantes da Liga das Sentinelas, que protestam contra os programas da TV Mundial. Mas elas seriam capazes de cometer uma série de assassinatos para defender suas ideias? É o pretende descobrir o jovem repórter Ivo. Siga com ele as pistas de uma trama sinistra, neste livro emocionante de Marcos Rey.  [fonte: contracapa]

Edição Original: Enigma na televisão, 1987, Brasil, Editora Ática.
Ilustrado por Jô Fevereiro.

O outro lado da ilha

capa 2 (1995)
capa 1 (1986-1991)

Autor (a): José Maviael Monteiro [lista]
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1986-1991, 1995
Arte da Capa: Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)

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Sinopse: Que ameaça terrível se esconde do outro lado da ilha? Uma surpresa pavorosa aguarda o grupo de excursionistas que haviam planejado um fim-de-semana tranquilo, em contato harmônico com a natureza e o mar. Neste romance incrível, José Maviael Monteiro apresenta as consequências catastróficas de uma intervenção apressada sobre o meio ambiente.  [fonte: contracapa]

Edição Original: O outro lado da ilha, 1986, Brasil, Editora Ática.
Ilustrado por Jô Fevereiro.

Orelha, por Edu: "Olá, pessoal! Toda essa turma que está no barco foi tio Cirilo quem levou pra ilha da Cacaia. E lá começaram a surgir muitos mistérios. Nossa! Que explosão foi aquela? Olha lá! Tio Cirilo, Ivan e os outros ficaram apavorados com o estouro da vidraça. Puxa! Ainda bem que o Ivan e a Lia aproveitam também as belezas do lugar e a turma toda se envolve numa aventura cheia de ação e perigo. Vamos ler pra ficar sabendo de tudo?"

Açúcar amargo (Luiz Puntel)

capa 1 (1986-1992)
Capa criada por Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Açúcar amargo, do escritor brasileiro Luiz Puntel (1949-xxxx), publicado no Brasil entre 1986 e 1992 [capa 1] e entre 1993 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1986. Ilustrado por Jô Fevereiro.

Sinopse: Trabalhar e estudar não é fácil. Principalmente quando se trata do difícil trabalho dos boias-frias nas lavouras de cana. Mas é essa a realidade em que vive, e é nela que Marta vai perceber o sentido da luta social e do amor. Em Açúcar amargo, Luiz Puntel retrata com sensibilidade a vida dos trabalhadores rurais, pela perspectiva de uma jovem decidida. [fonte: contracapa da edição publicada em 1993]

A jovem Marta tem sua vida transformada após um trágico acidente que culminou na morte de seu irmão. Abalado, seu pai Pedro decide mudar de cidade e viver da colheita da cana. Ele culpa Marta pela perda do filho e a impede de estudar. Os dois passam a viver constantes desentendimentos. Decidida, a jovem vai atrás de seus sonhos e enfrenta a dura realidade da vida como boia-fria, enquanto lida com as mudanças e desejos típicos da adolescência. Aos poucos, ela entende a necessidade e a importância da luta social para conquistar seus direitos. [fonte: site da editora, link visitado em abril de 2013]
capa 2 (1993-1998)

Se você não conhece a dura vida dos boias-frias - pessoas que trabalham no campo em troca de um pagamento muito baixo -, o título deste romance pode parecer um pouco estranho. Porém, esta história vai fazê-lo compreender que até o açúcar pode ser amargo. Nem por isso a aventura narrada por Luiz Puntel deixa de ter um lado doce e agradável, com personagens como Marta, uma jovem que estuda, trabalha duro, e ainda assim encontra tempo para amar e ser feliz. Você vai descobrir que a união faz verdadeiramente a força, quando vir os boias-frias da região da cidade de Guariba, em São Paulo, resolveram lutar por seus direitos de trabalhadores, num episódio baseado em fatos reais. Você vai se emocionar com Açúcar amargo, um livro que mostra a realidade nem sempre alegre de nosso país. [fonte: prefácio, "Uma aventura da vida real", da edição publicada em 1993]

Oi, pessoal! Este é o Seu Pedro. Imaginem só: ele corta muita cana, mas recebe pouca grana! É por isso que os bóias-frias, essa gente que trabalha nas colheitas, resolvem se unir e lutar por uma vida melhor. É, mas às vezes sai briga! E tem muita gente que vai tomar parte nesta luta: a Marta, filha do Seu Pedro, moça muito corajosa e que gosta de estudar. Tem também o Mudinho, personagem misterioso, que vai dar o que falar. E então? Vamos ler agora mesmo para desvendar a história toda? [fonte: orelha da edição publicada em 1986]

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1993 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 1999.
contracapa (1993-1998)

A história narrada no livro, apesar de ser ficção e os personagens criados pelo autor, tem como pano de fundo histórico o inédito, na época, levante de mais de 5 mil trabalhadores do corte de cana, conhecidos como boias-frias, que ocorreu na cidade de Guariba, estado de São Paulo, na tarde de 15 de maio de 1984. Os trabalhadores se reuniram em frente à igreja matriz da cidade para protestar contra a mudança de pagamento do corte de cana, que aumentou de cinco (1,40 metros) para sete ruas (2,80 metros), causando um maior desgaste físico e menor produção aos trabalhadores. A manifestação terminou em correria, quebradeira e intervenção da polícia, resultando em uma morte (Amaral Vaz Meloni de 46 anos) e 40 feridos. Com repercussão internacional, os trabalhadores liderados por José de Fátima Soares, na época com 27 anos e presidente do sindicato, entraram em greve, exigindo a criação de um piso salarial, registro em carteira, fim dos “gatos” (empreiteiros que os escravizavam), transporte em ônibus (ao invés do precário caminhão "pau-de-arara", usado na época) trabalho na entressafra (em outras lavouras), o fornecimento dos equipamentos de trabalho e segurança (luvas, facão, podão, botas e meias) e o mesmo tipo de pagamento que os adultos recebiam por quilo de cana cortado para as mulheres e os maiores de 16 anos. Leia mais no site Brasilagro (link visitado em abril de 2013).
orelha, por Edu

O livro é dividido em 27 capítulos: (1) Pensando em namorados, (2) O tempo de brincar de casinha já passou mesmo, (3) De tudo fica um pouco, como diria o poeta Drummond. Mesmo que seja um beijo roubado, (4) Mas, porém, contudo, entretanto, a vida está mesmo cheia de conjunções adversativas, (5) Marta preferia ser suspensa ou expulsa da escola a ouvir aquilo, (6) Suspende o suco de laranja! Sai um chope gelado! (7) Suspende o chope! Sai um caldo de cana, (8) Mas nesta casa quem decide tudo é o pai?, (9) Marta seria mesmo a culpada?, (10) Uma professora descomplicada, (11) Sangue do mesmo sangue, (12) Um "mineiro" que trabalha em silêncio. Um farmacêutico apaixonado. Uma garota ciumenta, (13) Cuidado com o Mudinho, peãozada!, (14) As confidências de Marta, (15) Lugar de mulher é em volta do fogão, (16) Um pé de cana não forma um canavial, (17) Há amor nos olhos de Marta, (18) Marta tem ciúmes de Mudinho, (19) O Mudinho falou? Mas como?, (20) Marta, finalmente mulher, (21) Marta é roubada, (22) Unidos, somos fortes..., (23) Não tem homem aqui, não?, (24) A greve, (25) Um tirinho à-toa?, (26) Três dias de tensão, (27) Agora é que a história começa.

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Pega ladrão (Luiz Galdino)

capa 1 (1986-1992)
Capa criada por Paulo César Pereira (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Pega ladrão, do escritor brasileiro Luiz Galdino (1940-xxxx), publicado no Brasil entre 1986 e 1992 [capa 1] e entre 1993 e 1996 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1986. Ilustrado por Paulo César Pereira.

Sinopse: Até que se prove o contrário, todos os boys daquela agência de publicidade estão sob suspeita de roubo. Zeca não esperava por essa, ainda mais que esse é o seu primeiro emprego. Como querer que os outros acreditem na sua palavra, se ele mesmo já não sabe em qual dos colegas pode confiar? Para demonstrar sua inocência só resta uma saída: descobrir o verdadeiro culpado. [fonte: contracapa da edição publicada em 1995]

Os conflitos de Zeca no seu primeiro emprego, numa agência de publicidade, em meio ao mal-estar provocado por roubos e desconfianças. [fonte: site da editora, link visitado em junho de 2005]
capa 2 (1993-1996)


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Bem-vindos ao Rio

capa 1 (1986-1991)
capa 2 (1992-1999)
Autor (a): Marcos Rey [lista]
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1986-1991 [capa 1] e 1992-1999 [capa 2]
Arte da Capa: Cláudio Rocha (ilustração), Jô Fevereiro (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)

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Sinopse: Uma viagem ao Rio de Janeiro pode virar um pesadelo? É o que acontece com Cláudio e Pat, logo que chegam à Cidade Maravilhosa. Você vai conhecer um lado violento da realidade brasileira, acompanhando a aventura eletrizante dos dois jovens, vítimas de uma quadrilha formada por adolescentes, em Bem-vindos ao Rio, um livro emocionante de Marcos Rey. [fonte: contracapa] Sequestrados por um bando de garotos, durante uma viagem ao Rio, Cláudio e Pat vão conhecer de perto o problema do menor de rua. [fonte: site da editora]

Edição Original: Bem-vindos ao Rio, 1988, Brasil, Editora Ática.
Ilustrado por Cláudio Rocha e Jô Fevereiro.

Orelha, por Edu: "Oi, turma! Prepare-se para mais uma sensacional história de Marcos Rey. Vocês nem imaginam o que eu estou enxergando daqui, do alto da Cidade Maravilhosa. Olha só! O Cláudio e a Pat estão visitando o Rio pela primeira vez... Mas o passeio não será completamente feliz porque eles vão passar maus bocados naquele casarão. Xi, pessoal. Ali tem gente tentando fugir. Mas quem são aqueles três correndo do carro de polícia? E Cláudio? O que eles está fazendo em cima do telhado? Que história movimentada, não? Então, vamos começar a ler agorinha mesmo pra acompanhar todos esses lances emocionantes!"

O feijão e o sonho (Orígenes Lessa)

capa 1 (1985-1992)
Capa criada por Daisy Startari (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O feijão e o sonho, do escritor brasileiro Orígenes Lessa (1903-1986), publicado no Brasil entre 1985 e 1992 [capa 1] e entre 1993 e 1998 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1938. Ilustrado por Daisy Startari.

Sinopse: O poeta Campos Lara é um grande sonhador. Só que, por se dedicar profundamente a sua criação literária, ele acaba esquecendo as necessidades cotidianas, como comprar comida para a família. Campos Lara sente que ninguém o compreende, e sua esposa, Maria Rosa, está cansada da difícil vida que levam.  As dificuldades de relacionamento de um casal e os conflitos internos de um homem sonhador são alguns dos temas abordados por Orígenes Lessa neste clássico da literatura que vem conquistando gerações de leitores. [fonte: site da editora, link visitado em março de 2014]

O que é mais importante: o dinheiro ou a felicidade? O poeta Campos Lara prefere a segunda opção, mas como é que ele vai fazer para sustentar a família? E o que fará Maria Rosa ao descobrir que está casada com um sonhador, sem o mínimo senso prático? Em O feijão e o sonho, um livro clássico de Orígenes Lessa, você vai acompanhar o dia-a-dia de um casal que enfrenta as dificuldades de conciliar os desejos e a realidade. [fonte: contracapa da edição publicada em 1995]
capa 2 (1993-1998)

Oi, pessoal! Aí vai a história de Maria Rosa e Campos Lara, uma história de amor diferente. Ela sempre preocupada com o feijão de cada dia, ele sempre escrevendo e curtindo a arte. Você nem pode imaginar quanta coisa acontece com eles! Acho que você tem muita sorte de poder ler este livro agora... [fonte: orelha da edição publicada em 1985]

Antes de 1985, as edições de O feijão e o sonho publicado na coleção Vaga-Lume possuía outra ilustração na capa, desenhada por Fernando Lopes, que também desenhou as ilustrações internas. A partir de 1985, tanto a ilustração da capa como as ilustrações internas, foram criadas por Daisy Startari. A capa do livro pela coleção Vaga-Lume voltaria a sofrer pequenas alterações no layout em 1993 (conforme visto nessa postagem) e 1999.

O livro é dividido em 51 capítulos, sem títulos. O feijão e o sonho ganhou em 1939 o Prêmio Antônio da Alcântara Machado (da Academia Brasileira de Letras – ABL).

Adaptação na televisão: O feijão e o sonho (1969, Brasil, novela, TV Educativa) e O feijão e o sonho (1976, Brasil, novela, TV Globo). Além disso, houve duas apresentações no programa de teleteatro TV de Vanguarda, da TV Tupi, em 1952 e 1956.


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A grande fuga (Sylvio Pereira)



Capa criada por Milton Rodrigues Alves (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro A grande fuga, do escritor brasileiro Sylvio Pereira (1911-1995), publicado no Brasil entre 1985 e 1995 pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1985. Ilustrado por Milton Rodrigues Alves.

Sinopse: Cat, Júlio e Paulino vão pensar duas vezes, de agora em diante, antes de ajudar um desconhecido. Afinal, foi por causa disso que acabaram numa casa habitada por perigosos bandidos, e sitiada por uma quadrilha rival. O que fazer numa situação como essa? Fugir por onde, se eles estão cercados? O inimigo está em todos os lados! Suspense e mistério esperam você neste livro incrível de Sylvio Pereira. [fonte: contracapa da edição publicada em 1995]

A caminho de uma praia, ao socorrer um homem ferido, três jovens acabam envolvidos numa perigosa disputa entre quadrilhas. [fonte: site da editora, link visitado em julho de 2005]

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 2002.

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Perigos no mar (Aristides Fraga Lima)

capa 1 (1985-1991)
Capa criada por Adelfo Suzuki (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro Perigos no mar, do escritor brasileiro Aristides Fraga Lima (1923-1996), publicado no Brasil entre 1985 e 1991 [capa 1] e em 1997 [capa 2] pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1985. Ilustrado por Adelfo Suzuki.

Sinopse: Durante uma pescaria em alto-mar, três jovens são vítimas de um naufrágio. Eles vagam pelo oceano Atlântico num pequeno bote, perdidos no litoral da Bahia. Conseguirão vencer os perigos do mar? A relação entre homem e a natureza na obra de Aristides Fraga Lima é tema recorrente. Neste Perigos no mar, os irmãos Márcio, Lino e Bete vão pescar com o pai e alguns amigos em uma escuna, no litoral de Salvador. A pescaria tinha tudo para ser uma delícia, mas o tempo muda repentinamente, e a sorte dos garotos também. Apanhados por uma tempestade, os três  são arrastados para longe e, sozinhos, têm de enfrentar terríveis perigos no oceano. A união entre eles e o bom uso do que a natureza lhes oferece serão fundamentais para sua sobrevivência. Por meio de uma emocionante história, este livro trata de temas como a união familiar e a consciência ecológica, questão de extrema importância a ser discutida com os jovens nos dias de hoje. [fonte: site da editora, link visitado em abril de 2014]
capa 2 (1997)

Oi, moçada! Sabem que saiu pra pescar nesta beleza de escuna? Márcio, Lino e Bete - três irmãos superbacanas - mais o pai deles e uma tripulação veterana. Mas imaginam só: de repente Márcio, Lino e Bete se veem perdidos no mar dentro do barquinho deles, o escaler Netuno. E os três náufragos passam por cada uma... Cuidado! Olha a baleia! Uau, ainda bem que eles são corajosos! Aposto que você ficou com vontade de saber muito mais das aventuras emocionantes destes valentes náufragos! Vamos lá, então? Que tal ler agorinha mesmo? [fonte: orelha da edição publicada em 1985]
orelha, por Edu

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 1997 (conforme pode ser visto nesta postagem) e em 2002.


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Dinheiro do céu

capa 1 (1985-1986, 1990-1991)
capa 2 (1993-1995)

Autor (a): Marcos Rey [lista]
Editora: Ática
Coleção: Vaga-Lume [lista]
Período de Publicação: 1985-1986 e 1990-1991 [capa 1] e 1993-1995 [capa 2]
Arte da Capa: Marcus de Sant’Anna (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout)

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Sinopse: Os conflitos de Dani, que vive a experiência do primeiro amor, a busca do primeiro emprego e a expectativa de receber uma grande herança. [fonte: site da editora]

Edição Original: Dinheiro do céu, 1985, Brasil, Editora Ática.
Ilustrado por Marcus de Sant’Anna.


Antes de iniciar a narrativa do livro, Marcos Rey escreve um prefácio explicando porque decidiu escrever esse livro e a razão do estilo/gênero não ser o mesmo utilizado nos livros anteriores do autor publicados na coleção Vaga-Lume: "Dinheiro do céu não é uma história policial como as anteriores que escrevi para esta coleção — desculpem-me. Mas não pensem que abandonei o gênero. Vou fazer ainda muitas outras e sempre enquadrando um problema social. Desta vez atendo a uma sugestão feita pessoalmente e por carta por muitos professores e professoras. Pediram-me eles um verdadeiro romance em que o personagem, um rapaz, já começasse a viver no intrincado mundo dos adultos. Um enredo que enfeixasse emoções, conflitos e barreiras próprios da idade. As grandes hesitações, os primeiros empregos, os primeiros amores. Achei que valia a pena tentar. Um segredo: também fui moço e sei como as coisas acontecem. Dinheiro do céu desenrola-se em 1964, quando houve uma revolução no País. Toda boa história precisa ter um fundo histórico. Mas não se trata de coisa antiga. Pouco muDon de lá para cá, materialmente, e, no íntimo das pessoas. ainda menos. Aos mestres preocupados em dar uma visão mais real do mundo a seus alunos, pago a promessa. Aos meus leitores habituais, garanto — não ficarão decepcionados. Há muito suspense, enigmas e surpresas neste atribulado início de vida do personagem Danilo Marino. E também uma boa dose de humor. Se gostarem, o jovem que fui agradece."

Orelha, por Edu: "Oi, turma, vocês não imaginam as coisas inesperadas que o Dani vai viver neste livro. Prepare-se! Ele tem uma família incrível: o tio Salvador, amigo para todas as horas, o Don Francisco, fascinado pela Itália, além de Teresa, do Fúlvio, do Roberto... Vejam só: a história de Dani e sua família se passa em outra época, em 1964, quando as primeiras músicas de rock surgiram no Brasil e a minissaia começou a ter sucesso. Mas tudo começa mesmo com uma grande surpresa. Vamos ler já o livro para saber qual é..."

O mistério dos Morros Dourados (Francisco Marins)

Capa criada por Jayme Cortez (ilustração) e Ary Almeida Normanha (layout) para o livro O mistério dos Morros Dourados, do escritor brasileiro Francisco Marins (1922-xxxx), publicado no Brasil entre 1985 e 1995 pela editora Ática, dentro da coleção Vaga-Lume. Publicado originalmente em 1985. Ilustrado por Jayme Cortez.

Sinopse: Existe mesmo a Mina dos Martírios? Ou suas incríveis riquezas não passam de uma lenda fantástica? É o que pretendem descobrir os aventureiros Tonico e Perova. Enfrentando os perigos dos sertões, os dois conseguirão resolver o mistério dos Morros Dourados? Acompanhe esta história emocionante nas matas brasileiras do século passado. [fonte: contracapa da edição publicada em 1993]

Tonico e Perova desafiam os perigos do interior brasileiro no fim do século XIX. Buscam a mina dos Martírios, o sonho de todos que procuram ouro. Mata e aventureiros reservam muitas surpresas para os dois. [fonte: site da editora]

Olá, amigos. Quero apresentar para vocês O mistério dos Morros Dourados, uma história sensacional que mostra o interior do Brasil no século passado. Procurando os Martírios, as fabulosas minas de ouro brasileiras, Tonico e seus amigos vivem uma extraordinária aventura, atravessando matas e enfrentando perigos. É! Enfrentar a maldade de bandidos como o Bugre não será fácil para eles. Vocês vão ver! Vamos começar a ler o livro agora mesmo e participar também desta emocionante busca ao ouro. Vai valer a pena! [fonte: orelha da edição publicada em 1985]

A capa do livro pela coleção Vaga-Lume sofreu pequenas alterações no layout em 2002.

O mistério dos Morros Dourados é uma adaptação parcial reunindo a parte ficcional de dois livros da série Roteiro dos Martírios (a série é formada por três livros), que Francisco Marins publicou na década de 1950: Expedição aos Martírios (1952) e Volta à Serra Misteriosa (1956, publicado em 2008 com o título Prisioneiros da selva).

A narrativa de O mistério dos Morros Dourados foi continuada nos livros A Montanha das Duas Cabeças (1988) e Em busca do diamante (1995), ambos publicados na coleção Vaga-Lume.

O livro é dividido em 7 partes, subdividas em 60 capítulos.

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