RESGATADA

REVELADA

Lançamento previsto para 2014

ESCONDIDA

Autora: P.C. Cast
Autora: Kristin Cast
Editora: Novo Século
Série: House of Night (Nº 10)
Período de Publicação: 2013
Arte da Capa: Genildo Santana (Lumiar Design)

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Contracapa: Finalmente, Zoey consegue o que sempre quis: a verdadeira natureza malévola de Neferet foi desmascarada, e o Conselho Supremo dos Vampiros não está mais ao lado dela. Mesmo assim, a força da ex-Grande Sacerdotisa está longe de ser insignificante. Primeiro, um misterioso incêndio assola os estábulos. Depois, Neferet começa a jogar os humanos contra os vampiros e ataca alguém muito ligado a Zoey – tudo para tentar criar o caos no mundo. Com as sementes da destruição espalhadas na Morada da Noite, todos precisam se organizar para elaborar estratégias de defesa. Porém, isso se revela mais difícil do que nunca. Kalona, antigo inimigo do grupo de Zoey, tornou-se guerreiro e protetor da Morada da Noite. Para agravar a situação, Zoey vê algo através da pedra da vidência que mal consegue explicar a si mesma. É possível que Heath tenha retornado em uma forma diferente? É por esse motivo que Zoey está tão intrigada a respeito de Aurox, quando parece tão óbvio que ele é perigoso? E quem acreditaria se ela contasse? Em meio à tensão que começa a afetar as amizades dentro do grupo, a horda de nerds conseguirá manter-se unida para enfrentar as Trevas antes que seja tarde.

Edição Original: Hidden, 2012, Estados Unidos.
Traduzido por Alessandra Kormann.

O jovem Törless (Robert Musil)


Capa criada por Enio Squeff para o livro O jovem Törless, do escritor austríaco Robert Musil (1880-1942), publicado no Brasil em 1986 pela editora Rio Gráfica, dentro da coleção Grandes Sucessos da Literatura Internacional (Nº 8). Traduzido do original Die Verwirrungen des Zöglings Törleß (1906) por Lya Luft.

Sinopse: Seu último - e inacabado - romance, o extenso O homem sem qualidades, fez do austríaco Robert Musil um dos maiores escritores do século, ao lado de Marcel Proust, James Joyce e Thomas Mann. Antes dele, Musil havia publicado, além de novelas e peças teatrais, apenas um romance: O jovem Törless. Baseado em sua vivência num internato militar para filhos de famílias influentes do império austro-húngaro, o autor narra, aqui, as violências físicas e morais que os alunos infligem a um de seus colegas. O romance, publicado originalmente em 1906, foi visto mais tarde como uma lúcida premonição do surgimento do nazismo. Descrevendo a formação de um jovem, transforma-se em um comovente libelo contra o autoritarismo. [fonte: contracapa do livro]

Adaptação no cinema: O jovem Törless (1966).

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A rua das ilusões perdidas (John Steinbeck)


Capa criada por Enio Squeff para o livro A rua das ilusões perdidas, do escritor americano John Steinbeck (1902-1968), publicado no Brasil em 1986 pela editora Rio Gráfica, dentro da coleção Grandes Sucessos da Literatura Internacional (Nº 7). Traduzido do original Cannery Row (1945) por A. B. Pinheiro de Lemos.

Sinopse: Considerado pela crítica o melhor livro de John Steinbeck, prêmio Nobel de Literatura de 1962, A rua das ilusões perdidas - publicado anteriormente sob o título de Caravana dos destinos - revela exemplarmente o senso de humor e o tom descontraído presentes em boa parte da produção do célebre escritor norte-americano. Dosando com maestria humor e emoção, o autor narra, aqui, o cotidiano de Cannery Row - pitoresca rua de Monterey, na Califórnia -, habitada por bêbados, vagabundos e prostitutas. Escritor bastante popular em seu país de origem, Steibeck teve alguns de seus romances transportados para as telas como As vinhas da ira e A leste do Éden, que lhe valeram prestígio internacional.
 
Adaptação no cinema: Paixões sem destino (1982).

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Os machões não dançam (Norman Mailer)


Capa criada por Enio Squeff para o livro Os machões não dançam, do escritor americano Norman Mailer (1923-2007), publicado no Brasil em 1986 pela editora Rio Gráfica, dentro da coleção Grandes Sucessos da Literatura Internacional (Nº 6). Traduzido do original Tough guys don't dance (1984) por Aulyde Soares Rodrigues.

Sinopse: Ao acordar, depois de uma noite de embriaguez, Tim Madden não consegue se lembrar dos acontecimentos da véspera. Aos poucos, porém, este escritor desconhecido - ex-pugilista, ex-barman, ex-motorista, ex-presidiário - se vê envolvido por uma rede de indícios que o colocam no cerne de uma perigosa trama. Em seu braço direito, desobre uma tatuagem que até então não jamais existira. No interior de seu carro, se depara com um rio de sangue. E, no local onde guarda sua maconha, encontra a cabeça decepada de uma loira muito parecida com sua ex-mulher. Sob o domínio da violência e do sexo, velhas obsessões de Mailer (que já recebeu dois prêmios Pulitzer), um romance policial à altura do talento de um dos mais controvertidos autores da moderna literatura norte-americana. [fonte: contracapa do livro]

Adaptação no cinema: A marca do passado (1987).

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Diário de um ladrão (Jean Genet)


Capa criada por Enio Squeff para o livro Diário de um ladrão, do escritor francês Jean Genet (1910-1986), publicado no Brasil em 1986 pela editora Rio Gráfica, dentro da coleção Grandes Sucessos da Literatura Internacional (Nº 5). Traduzido do original Journal du Voleur (1949) por Jaqueline Laurence e Roberto Lacerda.

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A convidada (Simone de Beauvoir)


Capa criada por Enio Squeff para o livro A convidada, da escritora francesa Simone de Beauvoir (1908-1986), publicado no Brasil em 1986 pela editora Rio Gráfica, dentro da coleção Grandes Sucessos da Literatura Internacional (Nº 4). Traduzido do original L'invitée (1943) por Vitor Ramos.

Sinopse: Nada, nem mesmo a guerra iminente, parece capaz de ameaçar a ligação de Pierre e Françoise, até o surgimento da misteriosa Xavière, jovem provinciana que vai morar em Paris. Françpise - escritora de trinta anos -, buscando preservar sua relação com o homem que ama, terá de encontrar uma forma de livrar-se da presença sufocante da outra, se não quiser ver sua felicidade irremediavelmente destruída. Este livro profundamente humano - e que, como a própria autora reconheceu, revela muitos elementos autobiográficos - tem como pano de fundo os meses que precederam e que imediatamente sucederam a eclosão da 2ª Guerra Mundial, descrevendo num estilo ágil e vibrante a boêmia intelectual parisiense do final dos anos 30. [fonte: contracapa do livro]

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